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Frase de Cosmo Palasio de Moraes Jr.

Como é fácil destruir. Rasgar um livro, Abater uma arvore, Poluir a água, Acabar com uma vida. Mas olhando bem Que prazer de verdade há nisso tudo ? Porque se escrevesse um livro, talvez fosse lido De plantasse uma arvore, talvez desse causa a uma sobra ou até mesmo a frutos Se cuidasse da água – mataria a sede no futuro E poderia se ver na límpida água Como um límpido ser.

Cosmo Palasio de Moraes Jr.

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Pensador.com

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Se tivéssemos em nossas vidas Gente que tem prazer em ajudar trocar o pneu como tem de passear no carro
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Se tivéssemos em nossas vidas Gente que tem prazer em ajudar trocar o pneu como tem de passear no carro Gente que ajuda a arrumar a casa Com a mesma alegria que participa da festa Certamente tudo seria mais fácil. O grande problema e que parte das pessoas Que conhecemos são oportunistas Gostam de falar mas não gostam de fazer Adoram um fotografia mas pouco ajudam a melhorar o cenário Tem sempre tempo para palpite Mas nunca aparecem para um bom paporesponsável. Gosto de gente que gosta da gente Que vai até perto do chão para nos dar a mão Que coloca o dedo na cara quando estamos errados Que abre mão da mediocridade simpática para de fato ser amigo. Não gosto de quem gosta dos meus erros De quem muda o mundo para que eu caiba Gente que tem lado – mesmo que seja o lado errado Gente que não me cobra o direito de ser melhor. Prefiro os que colocam pimenta em minha boca Do que aqueles que dão água para os meus fantasmas

Há certas manhãs, quando ao acordar os pássaros parecem cantar uma Ave Maria de Felicidade.
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Há certas manhãs, quando ao acordar os pássaros parecem cantar uma Ave Maria de Felicidade. Há um tempo dentro de mim que as vezes parece ser maior que a eternidade e apenas segue... segue... segue... Tempo de você constante manhã de sol e luz caminho que a sedução me conduz tempo de ser apenas aquilo que meu coração pede e deseja. Há certas noites, onde o escurecer apenas trás mais tranqüilidade e harmonia e dentro de mim silenciosa alegria me faz ver que o dia não foi em vão. Tempo de você por todos os meus caminhos pedaços de raras rosas e tantos espinhos agora tão diferentes depois do seu chegar. Há uma vida que segue lugar onde encontro cada vez mais noticias sobre quem de fato sou. Há um encontro uma comunhão há de fato você para por fim a solidão.

Horas serenas me invadem a vida E eu que raramente sei o que é ter paz Assusto-me diante da plenitude
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Horas serenas me invadem a vida E eu que raramente sei o que é ter paz Assusto-me diante da plenitude E guardo-me no medo. Nascemos todos poetas Morremos a maioria Soldados. E as mãos – instrumentos Para um mundo melhor Jamais passam de garras Que apenas tiram Deformam e batem. Poderíamos passar a vida Cantando Ser cigarras sobre arvores E não formigas arrastando nas costas O peso do mundo Para que alguns poucos bebam vinho E acham graça Da desgraça que os cerca. Horas serenas me invadem a alma E eu de tão vadio que já sou Procuro coisas entre as lendas Da criação e a vida que vejo Não me entrego ao prazer Por medo da porta do mundo Que sempre abre-se sem me avisar Não dou vida as aves Porque voar pode ser perigoso Num tempo e instante Onde rastejar é a ordem do dia. Se o que parece anjo Me sussurra amor Logo me aqueço E me escondo entre pernas No mundo conhecido do prazer. Horas serenas me invadem a alma São como chá quente Mas minha boca viciou-se em cachaça A vida dorme na sarjeta E aprendi apenas a sonhar Com fatos, pessoas e coisas Que eu possa trazer E empurrar Com as próprias mãos. Não me digam Não me falem De coisas que suponho existam Mas habitam mundos Onde os mortais não podem ir. Quando as horas serenas Habitam meu ser Aprendo a ser forte Refaço a couraça E distraidamente olho as armas Que me manterão vivo Quando a paz novamente se for.

Acolha-me. Deixei que deite em seu colo e tenha sonhos de criança
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Acolha-me. Deixei que deite em seu colo e tenha sonhos de criança permita-me ter medo e confessa-lo deixa que eu solte meu ser por campos onde seja possível andar sem jogos, sem temores e mentiras. Acolha-me. E guarde em seus braços meus infantis segredos minhas dúvidas de gente grande meus sentimentos de ser pequeno faça com que eu deixe o mundo lá fora por apenas alguns instantes e assim, que dentro de mim possa encontrar alguma razão real para ainda estar vivo. Acolha-me. Norteai-me pelo seu olhar, mostre-me luzes que não mais vejo segure minhas mãos com o carinho que não mais conheço seca meu choro com palavras reais sobre um mundo tão distante de onde vim. Acolha-me. Traga-me a paz em forme de gestos não apenas me diga, mas mostre-me, decora meu rosto com desenhos feitos com seus dedos com linhas que novamente me liguem ao mundo doce e terno as possibilidades de ser mais do que o herói de uma noite o vilão de um amanhecer. Acolha-me. Dê guarida ao meu fugitivo, ao meu insistente ser ao que resta dos meus exércitos de bondade e luz. Semeia em meu corpo gestos puros e leves guarda minhas costas para que eu possa enfim dormir para que me sinta na casa dos seus braços como um viajante que finalmente chegou. Acolha-me. E não peça nome e nem documento não me fale daquilo que eu possa lhe dar e você possa e pegar e perder com as mãos Acolha-me e olhe dentro dos meus olhos busque por mim grite num sussurro meu nome tira-me disso tudo enquanto ainda há o que tirar. Acolha-me. E com a tinta do seu amor escreva comigo uma história bonita destas onde o amor existe. Segue comigo num cavalo branco numa noite de lua para um lugar qualquer que mesmo existindo apenas em nossa comum imaginação será uma ilusão segura que me fará de novo viver. Acolha-me. Preciso de seus braços para de novo poder ver Deus.