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Frase de R. Matos

Sei que é normal mas sentir a sensação da separação e surreal Como um encontro com mar nós conhecemos e nadamos juntos as ondas de mãos dadas Como num fluxo vertente a vida segue seu caminho, é os nossos foram desviados Por algum motivo temos que em algum momento confrontar com os nossos medos Ser diferente fazer algo que você não faria normalmente Na sinceridade séria surpreender não só os demais, mas a si mesmo Desvendar e conhecer seu coração primeiro até onde ele pode chegar, para depois em os confins alheios adentrar Se você não se engradecer e sobrelevar não vai aparecer e por isso seus pequenos esforços em terra a esmorecer Desculpa não precisa nesse momento sua franqueza foi não ser aquilo que realmente não é Sua melhor verdade e seguir, encalços e até outras pessoas para atrapalhar sempre eis de existir Mas depois que você perdeu, eu sei sim que é difícil continuar Graças ao altíssimo o sol a de nascer mais uma vez para que assim possa encher a nossas esperanças Tome sua consciência e siga as ondas da sua vida, suba para os seus sonhos sozinho ou com alguém Mais não deixe de viver suas derrotas se tornam mais importantes que a vitória nessa hora Anomalia caótica será deixar de seguir, siga seus passos sem olhar o que ficou e supere seu peito Um dia uma mão do alto virar para ti resgatar, espante sua tristeza e de lado e jogue fora a solidão escondida nós seus olhos Agradeça porque tudo que passou foi para algo melhor para o futuro Não esquecendo que o presente enquanto durou foi bom, aprendi, chorei e ri Felizes daqueles que um dia caíram para ser algo excelente quando for preciso A angustia já passou vista-se e espalhe sua alegria que sobrou, não se esgote no frio lago da solidão que sobrou.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.