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Frase de Tayana Dantas

osso amor em Marquez As engrenagens lentas De um carro que parou No meu acostamento No nosso fim Lamento, Não te mais Oh meu amor. Andava em quatro mãos E nenhuma perna Nos faltou a seta Pra dobrar o coração E eu que mal sei escrever te compus essa canção E hoje são Cem anos de solidão Nosso tempo de cólera Nos bordeis a ouvir Histórias de putas tristes Que naufragaram Longe de ti. Te anuncio minha morte Minha falta de sorte Os demônios são outros Nessa casa de loucos Não te amo mais Oh meu amor.

Tayana Dantas

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Não mandem minhas palavras ao pé-da-letra, eu as carrego na língua, nos dedos e no coração, todas elas, verso e prosa, sem exceção. Não me levem tão a sério, eu também sou ficção.
Quem foi Que te deu a Rosa Guimarães?
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Quem foi Que te deu a Rosa Guimarães? Quem foi que levou Seus pés pelos sertões? Quem foi Que podou os ramos Da sua graça? E te deu asas nas mãos Pra escrever a noite E a vida Nos confins dos meus Pulmões? O devir da ida No porvir da graça O sertão sou eu Grito assim Feito pirraça