Frase de Tayana Dantas
Quando eu era criança Eu sentava na janela Via escorrer as gotas Da cachaça e da panela Tinha medo de crescer De assim poder morrer Como morria no céu As estrelas de papel E os versos do meu ser
No pensador.ai desde
Quando eu era criança Eu sentava na janela Via escorrer as gotas Da cachaça e da panela Tinha medo de crescer De assim poder morrer Como morria no céu As estrelas de papel E os versos do meu ser
No pensador.ai desde
Não mandem minhas palavras ao pé-da-letra, eu as carrego na língua, nos dedos e no coração, todas elas, verso e prosa, sem exceção. Não me levem tão a sério, eu também sou ficção.
Essa mania minha, de terminar relações, quando essas ainda gozam de paixão, pode ser medo. Ou talvez um eu romântico que não sabe se desapegar do amor e sai antes do fim, pra guardar ele pra sempre, ainda quente, em mim.
Quem foi Que te deu a Rosa Guimarães?
Quem foi Que te deu a Rosa Guimarães? Quem foi que levou Seus pés pelos sertões? Quem foi Que podou os ramos Da sua graça? E te deu asas nas mãos Pra escrever a noite E a vida Nos confins dos meus Pulmões? O devir da ida No porvir da graça O sertão sou eu Grito assim Feito pirraça
Peço para um Deus que não existe Mas peço
Peço para um Deus que não existe Mas peço Pra minha mentira mais Sincera Pra minha verdade de dentro Peço Para o mar Que mergulho Peço Para o céu que me cobre Para o sol que me sua Peço Para os meninos Da rua estes que apagam a lua Que não tenha meu nome Em nenhuma Lágrima sua.