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24 frases nesta página

deitei não levantei o café ficou frio
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deitei não levantei o café ficou frio as palavras ficaram presas não fiz o que tinha que fazer não disse o que devia dizer fui pela metade e esqueci de ser inteiro não terminei nem comecei direito

nada termina, nada começa
A projeção que virou espelho Achei que te via, mas o reflexo era meu.
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A projeção que virou espelho Achei que te via, mas o reflexo era meu. Tuas palavras vinham de fora, mas quem as moldava por dentro era o que eu queria ouvir. Todas as vezes que olhava o pôr do sol no horizonte, na verdade, era uma projeção de nós dois iluminando meu inconsciente. Uma foto sua e se abria um álbum em minha frente, histórias criadas e até roteiros feitos... Projetei um enredo, acreditei no roteiro que escrevi sozinho, e, quando o silêncio chegou, percebi que o eco não era ausência tua — era excesso meu. Criado por um, mas pertencente em silêncio a dois. Nesse excesso, criei um mundo todo só nosso — mas apenas eu tinha acesso. Hoje olho com carinho todo esse sentimento. Não acabou, na verdade, é apenas o primeiro dia fora do nosso mundo encantado. O que doeu não foi perder alguém, foi perder o personagem que inventei. Descobrir que o amor idealizado tem o brilho exato do pôr do sol: belo, mas breve, e feito de despedida. Observando tudo que criei e senti ao longo desse tempo, me vejo como um belo arquiteto, porém, um péssimo projetista — criei estruturas lindas, dignas de um conto de fadas. Hoje vejo de fora o “nosso mundo perfeito”, sem saber o que você acharia dele de verdade. Hoje entendo: a decepção é só a luz acendendo no cinema, mostrando que o filme era projeção. E no escuro que fica depois, a vida me convida a assistir de novo — dessa vez, com os olhos abertos. Das cenas que eu mais gosto são os créditos. Pois mesmo sendo o único colaborador físico dessa criação, todas as cores e formas são méritos seus. Lhe agradeço por fazer tanto por mim. Nunca haverá mágoas em um mundo onde nunca existiram dois corações batendo acelerados por compartilharem o mesmo sentimento.

Luis Henrique Takatsu
Os seus batimentos são ritmados pelo amor, na maior parte do seu tempo, considerando a versão amável da sua personalidade, tanto por um ritmo doce quanto por um intenso, mas seja qual for, são sempre acompanhados da sua verdade, dos seus forte sentimentos e principalmente por sua…
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Os seus batimentos são ritmados pelo amor, na maior parte do seu tempo, considerando a versão amável da sua personalidade, tanto por um ritmo doce quanto por um intenso, mas seja qual for, são sempre acompanhados da sua verdade, dos seus forte sentimentos e principalmente por sua elegante calmaria que já é tão característica, Singularidade que se utilizar da sua bela voz para transmitir a arte do seu lindo canto ao ponto de agradar ouvidos e acalmar corações de um jeito único, num tom emocionante de romantismo, que conversa com a alma de quem possui um lado emotivo, um mínimo sensato de sensibilidade, o grande apreço pelos bons momentos vividos Dessa maneira, ela consegue se destacar entre muitos através da sua sonoridade que faz uma diferença imprescindível para vários mundos, razão de sorrisos e olhares exultantes, até mesmo alguma identificação como o efeito causado por uma canção cativante, uma melodia de muita emoção e cantando, deixa que o amar seja constante.

Jefferson Freitas.
Deus sempre tão perto Procurei Deus nos templos altos, nas palavras rebuscadas,
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Deus sempre tão perto Procurei Deus nos templos altos, nas palavras rebuscadas, nos caminhos pavimentados de promessas e milagres. Mas ele me esperava no silêncio do meu quarto no gesto simples de quem me estende um sorriso. Fui atrás da felicidade como quem caça um mapa desenhei rotas, tracei metas, fiz planos e apostas. E ela estava ali... no cheiro do café no abraço da manhã no instante que eu ignorava. Enfim, aprendi que Deus não se esconde. A felicidade não foge... nós e que fechamos os olhos para o que já temos nas mãos.

simone carvalho dos Santos
Do Amor Leve Apenas sei que amar, como uma âncora que cravas no fundo do mar do meu ser. Eu te amo, como se ama o voo do pássaro: sem a posse do céu.
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Do Amor Leve Apenas sei que amar, como uma âncora que cravas no fundo do mar do meu ser. Eu te amo, como se ama o voo do pássaro: sem a posse do céu. Amo-te como se ama o vento:deixando-me atravessar por sua verdade, sem tentar guardá-lo em meus punhos cerrados. Que meu amor não seja uma gaiola dourada onde te encerro com promessas. Seja, antes, o convite aberto para que pouses em meu galho, cantes tua canção e, quando o horizonte te chamar, partas sem culpa no peso das asas. Pois o amor que prende, apodrece. O amor que liberta, é eterno no instante. Não quero o amor que é fardo, que é dever, que é troca pesada de seguranças. Quero o amor que é dança. Um passo para ti, um passo para mim, e o ritmo que criamos juntos no espaço que nos separa e nos une. Esse espaço sagrado…é onde a evolução acontece. É onde deixamos de ser dois e nos tornamos dois que escolhem ser Um, sem se fundir, sem se perder. Meu amor por ti não quer te, dominar quer consertar se houve, a quebra, apenas completar, que querer de mim... Quero celebrar o que já és, um universo inteiro e inacabado. Quero ser o solo onde tuas raízes bebem a água da alegria, e não a rocha que define o formato do teu crescer. Tem que ser alegre, este amor. Tem que ter o riso fácil da criança e a sabedoria quieta da montanha. Tem que ser um“sim” dito ao sol, um brinde à vida que pulsa em nós. A tristeza virá, como a noite vem, mas não será a casa onde habitaremos. Será apenas a sombra que faz o sol parecer mais brilhante. E nessa leveza, nessa alegria, na liberdade de sermos quem somos… …aí sim, evoluímos. Não por obrigação, mas por puro transbordamento. O amor que é livre não exige mudança, mas inspira florescimento. É um espelho que devolve não a imagem que desejo ver, mas a verdade mais bela que você é. Portanto, toma a tua liberdade como a minha maior oferenda. E eu tomarei a minha como o meu mais profundo compromisso contigo. Porque o nosso amor não é uma ponte que um constrói para o outro. É o oceano onde dois barcos navegam,cada um ao leme do seu destino, mas iluminados pela mesma estrela, cantando para os mesmos ventos. Livre. Leve. Alegre. Em eterna evolução. Assim te amo. Assim me amas. Assim somos, amor...

André Vicente Carvalho de Toledo
Aprendi cedo demais que algumas respostas Se perdem no horizonte antes de serem dados, E que um coração devorado pela indecisão
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Aprendi cedo demais que algumas respostas Se perdem no horizonte antes de serem dados, E que um coração devorado pela indecisão Só encontra alívio no silêncio do abandono. Fiz promessas a mim mesmo que nunca cumpri, Palavras penduradas no ar como roupas molhadas, Ecoando como feridas não cicatrizadas, E os ecos do passado aprisionam minha vida. Carrego a noite inteira no peito, Um mar de incertezas onde afundo sem saber nadar, E o medo se torna âncora a me puxar para o fundo, Enquanto a esperança se desfaz em mudo pesar. Talvez o sol tenha passado por aqui, Mas não deixou rastro de calor nem cor, E eu sigo vivendo de penumbra constante, Até cansar de esperar por luz e perder o sabor.

Sol Tardio
Setembro é da cor da vida Tenho visto os setembros passarem, daqui do meu apê, sob a sombra de um ipê.
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Setembro é da cor da vida Tenho visto os setembros passarem, daqui do meu apê, sob a sombra de um ipê. Uns vieram com promessas, outros, com silêncios. Janeiro trouxe planos. Fevereiro trouxe pressa. Março, um cansaço antigo — e um medo novo, mascarado de esperança. Foram dias longos, janelas fechadas, um país inteiro precisando respirar. Mas a vida, teimosa, continuou. E, entre um tropeço e outro, a gente foi vivendo. Apesar de ser quase dezembro. Este ano não tem carnaval, mas ainda há tempo de recomeçar. De pintar de novo as paredes do coração com as cores que o tempo não levou. Setembro chega sem pedir licença, derrama o amarelo dos ipês sobre o cinza das ruas, traz consigo o sopro da primavera, e nos lembra — que há beleza até no que cai, que o chão também floresce em meio às estações. A cigarra canta sua breve existência, como quem entende que viver é gritar mesmo quando se sabe o fim. E o amarelo segue dançando, nas árvores, nas calçadas, nos olhos que resistem. Então... Volte para agosto, reencontre a saudade. Siga até janeiro, descubra seus gostos. Passe por março, atravesse o medo. Mas não pare. Outubro vem rosa, novembro vem azul, dezembro vermelho — mas ainda não é o fim. A vida não é calendário — é caminho. Encha os dias de poesia, independente da cor que ela se pinta. Porque, como diz o poeta, “viver é um ato de coragem”, e a vida, no fim, ainda tem a cor que a gente pinta. ✍️ Leandro Flores 21/09/2021

Leandro Flores - Escritor, Advogado e Poeta.
Existem pessoas que simplesmente não merecem a sua atenção. Gente que só aparece quando precisa sugar algo de você, mas que nunca está quando é a sua vez de precisar. Pessoas que diminuem suas conquistas, que zombam dos seus sentimentos, que te cercam de inveja e negatividade. Da…
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Existem pessoas que simplesmente não merecem a sua atenção. Gente que só aparece quando precisa sugar algo de você, mas que nunca está quando é a sua vez de precisar. Pessoas que diminuem suas conquistas, que zombam dos seus sentimentos, que te cercam de inveja e negatividade. Dar atenção para esse tipo de gente é como desperdiçar energia preciosa em algo que não retorna nada de bom. Atenção é valor, é cuidado, é escolha. Quem não te respeita, não te apoia e não sabe reconhecer quem você é, não tem direito a ocupar espaço na sua vida. Não se culpe por fechar as portas. Você não deve nada a quem não sabe somar.

Glaucia Oliveira
Clareira no Fim da Sombra Há um túnel que a noite tece, De asfalto frio e ar que pesa,
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Clareira no Fim da Sombra Há um túnel que a noite tece, De asfalto frio e ar que pesa, Onde o eco de um pranto crepita E a dúvida,sinistra, visita. Os passos são de chumbo e pó, Cada instante um eterno só. O ar,um véu de algodão cru, E o silêncio,um pesado atlas mudo. Mas segue, alma, não cries morada Nesta galeria escura e alongada. Pois mesmo onde a visão se apaga, A esperança,sutil, não se afasta. Ela é o fio de luz que não se vê, A respiração do chão sob os pés. É o grão de areia que teima em brilhar No granito mais duro a sussurrar. Não é um clarão, um sol repentino, É antes um trabalho pequeno e divino: É a gota que a rocha fende, O fio de voz que te diz:“Espere.” É a flor que racha o concreto, O abraço no desamparo completo. É a cor que volta ao branco e preto, É o mapa quando estás desacerto. Avista! Lá adiante, um ponto, um grão, Não é ilusão,não é traição. É a certeza de que a noite é fase, E a claridade encontrará sua estase. Não é o fim da caminhada, não, É a clareira após a escuridão. É a prova,calma e serena, De que a luz,por mais que doa, é plena. Então respira fundo o ar que avança, Cada passo é uma nova esperança. O túnel termina,a luz te banha, E a alma encontra a sua própria montanha.

reinaldo hilario
Eu estou evoluído. Não sou mais a mesma pessoa que um dia se perdeu em meio a dores, ilusões e pequenas batalhas. Eu aprendi que crescer não é apenas viver, é transformar. Não sou refém do que me feriu, nem prisioneiro do que ficou para trás. Hoje, caminho leve, mas com passos f…
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Eu estou evoluído. Não sou mais a mesma pessoa que um dia se perdeu em meio a dores, ilusões e pequenas batalhas. Eu aprendi que crescer não é apenas viver, é transformar. Não sou refém do que me feriu, nem prisioneiro do que ficou para trás. Hoje, caminho leve, mas com passos firmes. Minha mente é mais lúcida, meu coração mais forte e minha alma mais livre. Evoluir é reconhecer que nada externo me define, é compreender que a verdadeira vitória é me tornar maior do que tudo que tentou me diminuir. Glaucia Araújo

Glaucia Oliveira
O meu Cerrado! Não tinha concreto, não tinha aço,
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O meu Cerrado! Não tinha concreto, não tinha aço, era só caminho, era só espaço. Corria livre pelo cerrado, buscando o céu, o sonho alado. Não tinha o aço, não tinha a grade, só céu infinito, só liberdade. Tudo era lindo, era encantado, o mundo inteiro me foi dado. Corria feliz, sem ter direção, seguia a trilha do coração. Não tinha preço, não precisava, porque a vida era de graça.

Edineurai SaMarSi 2