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Frases de Yoman Ceifeiro

40 frases

O Ser humano continua fadado a destruir sua própria espécie, e aos pouco arruinando seu próprio lar.
Minha Escuridão. Sinto-me sufocado pela mortalha do destino... Com a mente permeada... enevoada e assombrada pelo passado.
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Minha Escuridão. Sinto-me sufocado pela mortalha do destino... Com a mente permeada... enevoada e assombrada pelo passado. Minha mente se assemelha há um velho cemitério... Impregnado de pensamentos conturbados... como labirintos assolados pelo manto da escuridão. Cada lembrança como uma lápide... melancólica e olvidada. Eu estou me diluindo... sufocado pela escuridão da minha mórbida alma.

ÚLTIMO SUSPIRO A escuridão abraçou minha alma vazia Vejo meu mundo se diluindo, sufocado pela
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ÚLTIMO SUSPIRO A escuridão abraçou minha alma vazia Vejo meu mundo se diluindo, sufocado pela Mortalha do destino. Gotas rubras pingam de meus pulsos dilacerados Frias, sem dor, sem vidas... Nada mais importa, apenas meu último suspiro. Vejo a luz esvanecer e a escuridão eterna me engolfar. Sinto o mórbido sussurro da morte me chamando, Enquanto a chuva entoa sua lamúria no vale da névoa fúnebre. Minha essência melancólica mergulha Na solidão da natureza morta. Agora eu posso vagar ao lado dos emissários do silêncio, Nas sombras gélidas, eu caminho em meio aos túmulos ermos Sentindo as brisas deprimentes soprarem minha lápide! Meu mundo agoniza, tudo que resta, são memórias esquecidas. No orvalho da floresta, minhas cinzas caem e São sopradas pelos ventos frios do inverno. Agora posso voar como os corvos, Enquanto meu espírito mórbido descansa No vale do silêncio eterno.

Floresta Velha Os ventos que me sopram são sussurrados pelas árvores negras da floresta gélida, e nessa brisa fria sinto-me sombrio como a penumbra. Quero nessa floresta vagar enquanto a chuva cair sobre meus cabelos vastos. Os bosques tenebrosos tem a vida e oculta figuras de…
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Floresta Velha Os ventos que me sopram são sussurrados pelas árvores negras da floresta gélida, e nessa brisa fria sinto-me sombrio como a penumbra. Quero nessa floresta vagar enquanto a chuva cair sobre meus cabelos vastos. Os bosques tenebrosos tem a vida e oculta figuras de olhares frios. Posso ouvir seus ecos fúnebres, E eu invado sua treva proibida Perambulo em meio às névoas lúgubres cheias de assombrações. Tenho como guia um velho corvo, Ele entoa sua mórbida canção E eu sigo o seu agourento chamado. Tão profunda floresta, acolhendo minha presença errante, Tão negra quanto o meu próprio abismo, não tem fim, abriga a sombra que tenho me tornado.

SILÊNCIO Vagueio como um pedinte pelas ruas ermas e orvalhadas nada escuto além do sussurro do vento, apenas meus pensamentos sombrios...
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SILÊNCIO Vagueio como um pedinte pelas ruas ermas e orvalhadas nada escuto além do sussurro do vento, apenas meus pensamentos sombrios... As trevas e a névoa engolfam todos os lugares ao meu redor com um manto deprimente... É naquela hora gélida e lúgubre, provida de um silêncio fúnebre... Eu me sinto totalmente em paz... ignorando meus medos sepulcrais... E nada mais escuto a não ser o vento; mórbido e agourento. Me sinto tão bem, mesmo naquela melancólica calada noite... Me pergunto porque amo o ermo e o frio do inverno... assim como a noite... Mas o silêncio é a única resposta que ouço...

EPITÁFIO Abstraindo de minhas memórias moribundas No enlutado da cripta cinzenta à imagem de um sonho remoto... mas essa ablepsia faminta turva meus anseios.
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EPITÁFIO Abstraindo de minhas memórias moribundas No enlutado da cripta cinzenta à imagem de um sonho remoto... mas essa ablepsia faminta turva meus anseios. Essa mortalha mortiça que se debruça sobre mim; Restando apenas esse sonâmbulo do crepúsculo Neste vil cenário ornado de obras mortas' 'Eis-me mais um enfeite tumular enfeitando estre antro depravado... Nas nuanças da desolação... perambulando pela noite nimbosa Olvidado das lembranças, restando apenas a sombra de uma esperança... Como um corvo velho fadado a murmurar seu impreco... Sussurros nefastos jorrando aos ventos, apenas lamentos da língua de um moribundo' 'E aqui inerte na frialdade da necrópole... Neste túmulo orvalhado qual urde a morte me anseia Deixo inscrito o epitáfio “Ceifeiro”.

Queria ter dito-te que te amava... Que eras o meu protetor em meio a escuridão de minha infância! Queria ter abraçado-te a velhice mais bela que minha ávida imaginação de criança! Queria ter contigo chorado quando juntos estivemos em uma longa tarde de inverno, onde a ti deveria…
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Queria ter dito-te que te amava... Que eras o meu protetor em meio a escuridão de minha infância! Queria ter abraçado-te a velhice mais bela que minha ávida imaginação de criança! Queria ter contigo chorado quando juntos estivemos em uma longa tarde de inverno, onde a ti deveria eu ter feito saber o quanto foi inspiração de doce melodia em meu sôfrego arfar. Tua força protetora de quem com asas voa como por liberdade dos mais tristes lugares comuns. Sim, queria ter dito o quando foste meu rosto amigo em momentos de solidão de outrora. E, assim tenho-te como eterno, sempre perambulando nas lembranças de um segundo furtivo que me varam as visões de um efêmero contemplador. Tua voz mais enevoada, que do terror libertava quando criança a minha alma infeliz. Que possam teus feitos emoldurarem as portas dos céus decaídos com pétalas de esperança. Que possa tua face servir de ornato vivo para meu coração já distante de todo cenário febril. Que possas estar no mais belo descanso da paz, como nos mais silentes campos nos aguardando, Jacob, meu irmão!

Corvo Pelo fúnebre âmago e mortiço, exalo pela língua bifurcada de um enfermo, resmungos amargos de um moribundo idiota... Apenas flagelos de uma mente turva e onusta de angústia e um olhar agourento, desprovido do alento que se diluiu em desalento, gotas mornas transbordam os u…
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Corvo Pelo fúnebre âmago e mortiço, exalo pela língua bifurcada de um enfermo, resmungos amargos de um moribundo idiota... Apenas flagelos de uma mente turva e onusta de angústia e um olhar agourento, desprovido do alento que se diluiu em desalento, gotas mornas transbordam os umbrais de minhas janelas... deixando minhas pálpebras orvalhadas, apenas um momento, mórbido e melancólico, enuviado de alusão... o que foi embora... e olhar nefasto do corvo, tão sagaz e lúgubre, já me espreita sem demora, na ânsia de me libertar e no pesar me devora. (Inspirado no poema de Poe; O Corvo)