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Frases de Yhasmin Vieira

10 frases

O que adianta, escrever algo Quando na verdade, a minha maior vontade era de estar ao seu lado?
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O que adianta, escrever algo Quando na verdade, a minha maior vontade era de estar ao seu lado? O que adianta, escrever algo Quando na verdade, o meu maior tormento É você e estar sem você? O que adinata, escrever algo Que esclareça a minha essência no assunto Quando na verdade, me machucou Mais de forma que não se aprofundou, Foi somente momentâneo. O que adianta, eu tentar Reverter seus pensamentos, ou Mudar o que foi o seu passado? Você sempre será o seu passado, Mais ainda há espaço para que você... Seja o seu presente e faça o seu futuro. Talvez, eu não mudaria seu passado Não se ofenda mas, Eu mudaria o seu olhar sobre algumas coisas. A minha maior vontade, era de estar ao seu aldo. O meu maior tormento é a sua essência E a sua ausência. Seu passado te fez E eu te amo assim!

Com esta brisa que me cerca agora Finalizo meus olhos, em pensamentos Fundo-me com sentimentos e desapareço
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Com esta brisa que me cerca agora Finalizo meus olhos, em pensamentos Fundo-me com sentimentos e desapareço Entre o ar deste mundo. Não sei se estou no céu, Ou se somente me deram algo divino; Se, é o inferno, Ou apenas azar momentâneo. Contei os dias e as horas Atravessei o tempo e o espaço Separei e melhorei o que era. E com esta brisa que me cerca agora Fundo-me com o vazio do ar E logo, desapareço.

Às vezes é tarde Às vezes é cedo E eu não sei
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Às vezes é tarde Às vezes é cedo E eu não sei Como o tempo passa. Por entre as nuvens Eu tento salvar o que resta Desta solidão, Assistindo o fim do que sou. Não sou e nem estou Aqui, para salvar o mundo Só assisto o tempo E o tempo me assisti. Não sei se está tarde Não sei se está cedo Não sei se você ouve a minha voz Mas sei que já ouviu. Não se despeça, Mas me peça, Que eu te ame E você me ame, sem limites

Da fragilidade Fez-se algo mais forte Que separa a dor;
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Da fragilidade Fez-se algo mais forte Que separa a dor; Traz luz e aconchego. Da fragilidade Brota força Que faz da tempestade Um clarão, na imensa escuridão De seus prantos, faço risos Para que as desgraças não lhe atinjam Coloco em equilíbrio o mundo Por mais complexo que seja. Só para não lhe ver pisoteado Faço de pedra, o vidro Laço a maldade, sem medo Não haverá sombra que impeça Que o meu sentimento amoroso Acompanhe e seja-lhe fiel.

Quando vejo A brisa batendo nas árvores E com delicadeza
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Quando vejo A brisa batendo nas árvores E com delicadeza Tocando as folhas Lembro do dia Em que meu pensamento Foi junto dela Bisbilhotar você E querer Beijar-lhe a face, delicadamente E as estrelas mostram um brilho intenso E meus olhos lagrimejaram sob sua imagem Fiel e ilustre imagem Arrastarei com o tempo Mas desde que ele pare Só pra eu poder olhar-te Mais um instante Ah, delírio seria para o meu pulsante Saborear seus risos Penso em você Mesmo quando não tenho a intenção Mesmo quando não penso Você me acompanha Até quando durmo Quando sigo preocupada Em meu caminho solitário Você me faz companhia Digo te amo Mesmo quando não tenho a intenção Mas um instante Em que meu pensamento Desloca-se para seu ser, para Beijar-lhe a face, delicadamente E meus olhos lagrimejaram sob sua imagem Lembro do dia Em que meus olhos correram sobre sua face Ah, delírio para o meu pulsante Você me acompanhou desde aquele feliz momento Mesmo quando não tinha a intenção Fiel e ilustre imagem Do meu amor mais verdadeiro.

De suas lágrimas Quero risos Quando triste está
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De suas lágrimas Quero risos Quando triste está Quero que o sol brilhe Intensamente em você. Se o nervoso tocar-lhe Serei palhaça. E leve... bem leve Pintarei sua mágoa E apagarei suas lágrimas E se uma brisa tocar-lhe a face, saiba É meu amor que foi buscar-lhe.

Eu queria saber voar para fora de você Eu queria ser a borboleta que faz o furacão Mas não está nele.
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Eu queria saber voar para fora de você Eu queria ser a borboleta que faz o furacão Mas não está nele. Eu queria saber a verdade sobre o mundo Eu queria ser mais do que algo Mas não gostaria de ser uma analise da humanidade. Poderia fixar pensamentos, Exigir histórias e brincar com canções E ainda não seria o que realmente quero. Eu queria saber da analise falsa e enganosa Eu queria ser a flor cheia de espinhos Mas nunca serei nada mais. Eu queria saber ser várias pessoas Eu queria ser eu somente Mas querem que eu imite esta arte de ser quem não sou. Digo então, Não estou, nem sou Só me deixe ser o que eu compreendo.

⁠Cavalgada para loucos (o que é o mundo) Nós somos a saudade que fica e aperta o peito; somos os passos desordenados em rumo ao futuro; somos um ser e não ser; somos um dia vazio a chover, ou apenas a fumaça que se vai pelo céu. Sempre somos, pedaços! Pedaços de uma mágica perdi…
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⁠Cavalgada para loucos (o que é o mundo) Nós somos a saudade que fica e aperta o peito; somos os passos desordenados em rumo ao futuro; somos um ser e não ser; somos um dia vazio a chover, ou apenas a fumaça que se vai pelo céu. Sempre somos, pedaços! Pedaços de uma mágica perdida, de um passo descompassado, de uma mentira mal contada. Na vida estamos sujeitos a maré: coisas vão e vem na intensidade que futuro sentir o passado, tocá-lo. Queremos buscar o infinito. Na verdade só queremos algo para fugir da realidade por poucas razões, as quais nem vemos lógica. Herança de contos e fábulas. Temos o prazer de matar esperanças e trazer o fim, quando estamos a sufocar no que seria de fato glorioso e brilhante! Herança de convívio com o mundo injusto, podre e pobre. Mundo que se corrompe a cada dia mais. Não há como entender esse coração. Imaginar o quão estranho as coisas são e lembrar que nada é verdade (ou real). Deu voz à ciência mas, e as promessas? Não sabemos, ou melhor, estão perdidas em algum lugar inexistente, vazio, sem oxigenar. Não existem mais promessas. Esquecer é a melhor coisa a dizer. Esquecer o tempo que escorre. As horas nadam contra os segundos e o barco que te espera para levar além do horizonte, simplesmente não está. As flores não nascem para você. Uma tempestade nos invade e se derrama. Suspiramos, gritamos e a amplitude do silêncio nos invade com sons impossíveis. Desde que nascemos estamos em plena cavalgada, apressados para um novo mundo, passamos pesadelos e calmarias, amamos, choramos, sorrimos. Avistamos novas terras, todos os dias. Ao nascer do sol não cansamos de rememorar a harmonia compreendida e logo, queremos descrevê-la. Sou o passado em pleno presente, buscando o caminho já iluminado. São tantos vazios livres a voar dentro de minha mente, esperando uma razão, encontrá-los e de fato nem sei se existem. Sem razão, nem querer; na solidão de um som; no vago de algumas palavras; no nada e no tudo, isto é o que nos mostram e não percebemos. Sem perdão, nem querer; no suplicar de um olhar; no simples cansaço de um ser; no desespero do esperar. Sem ânimo, nem querer; no início de uma estrela; no fim de uma estrada, somos a borboleta que a natureza coloriu as asas, voando e indo ao longe iluminar. Mergulho meus pensamentos a fim, de que um dia, possa sentir o que não mais sinto: voando ao inesperado e inexistente; impossível e persistente. Reclamamos de nossas vidas, por uma dor ou outra, mas não sabemos, realmente o que é dor, ou ter motivos para reclamar da vida. Sentamos então, desiludidos, quando teríamos de estar em êxtase pela vida que ganhamos. No ser humano, é compreendido muito amor, porém, mais egoísmo e raiva. Às vezes olhamos a humanidade, por uma porta sem sentimentos, sem amor que lhe preste cuidados. De fato: existe mundo? Ele me faz, ou eu o faço? Inveja, raiva, egoísmo e muitas coisas que não cabem em meu discurso e são as principais bases deste mundo mundano, não fazem meu mundo, mas por vezes parecem integrar o mundo que está fora deste. Há realidade aí? Não sei se há realidade aqui! O mundo e seus avessos, o mundo e suas razões, mentiras e insensibilidades. Seria melhor esquecê-lo para não enlouquecermos? Ou vivê-lo para não enlouquecermos? O mundo é formado de várias escolhas e você as faz desde quando começou a fazer parte deste lugar de loucos. Você é o início através dos olhos da humanidade e o fim, através dos seus olhos. Cada um tem um mundo e nós os fazemos.

Estrela cadente ⁠E se... Seus olhos me vissem?
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Estrela cadente ⁠E se... Seus olhos me vissem? E por tamanha distância Não pudessem me falar A qual tormenta não se faz E que o muito Nem em seu pensamento estou? Ver me livre de desejar... Sentir você em mim. Estrelas cadentes são passageiras Seus olhares também.

⁠ Tudo começou num verão, onde sonhos já não mais existiam e a vida desestruturou-se. A fundação se abalou! Perdeu seus passos e sentidos. De janeiro a janeiro amou, até que um vento balançou seu mundo e coração deixando seu jardim como após tempestade. Começou novamente, Levanto…
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⁠ Tudo começou num verão, onde sonhos já não mais existiam e a vida desestruturou-se. A fundação se abalou! Perdeu seus passos e sentidos. De janeiro a janeiro amou, até que um vento balançou seu mundo e coração deixando seu jardim como após tempestade. Começou novamente, Levantou-se. Olhou e estudou. Aplicou-se. Menina simples de tamanha beleza, andava como que se brincasse entre os passos e sorrisos dos mínimos detalhes que a rodeava entre brilhos e sombras, chuvas e lágrimas, seu mundo florescia, mas se ia. Dia e noite meditava sem direção. Tocou seu coração algo indescritível. Silenciou! E quando voltava seus olhos aos céus...suas mãos...seu amor...sua mente...sua alma...as estrelas que feneceram, não ouvia palavras que a consolava...Logo, silenciou suas palavras. Entre idas e vindas escrevia poesias na tentativa de se achar. Leve e pesado Graça, desejo Levado pelo passado Tornou-se o presente Num futuro vazio Eclodiu silenciosamente Na mente O juízo cessou Junto pedaços Tentando achar E quando olho Me perdi Por lutar comigo As palavras que não ouvia, no canto de seu ser, oprimia. Reprimiu-se. Nas incertezas das palavras Perdi Razão e coração Tropecei os olhos em você E me deparei Na incerteza dos sentidos E já não sei Quem sou, ou Onde estou. Minha maior consequência Quando tropecei Os olhos em você. Seus olhos voltaram para um vazio, com medo de florescer o jardim, como primavera e inundar-se do melhor perfume. Seu perfumista, cadê? Será que olhou para tão delicada flor? Dizia consigo - “Não Brinque comigo! Não me balance! Tudo mudou. Esse é meu coração.” – torrentes de águas cercaram-na e cada vez avolumava em sua mente e seus pensamentos. Veio um vento Não aguentei Preciso de unguento Para meu juízo curar Meu coração... Vento, volte e devolva Leve o que me trouxe Não aguento Você veio e balançou O que não deveria O meu coração. E as horas de um vazio que não passam, no compasso de seus passos que voam silenciosamente sem acordar a multidão que sem saber dorme. Livrou-se do que no interior idealizou e substituiu pelo que realizou. O concreto gritou, cantou, dançou, se fantasiou e agora? Os aviões passam e a levam como nas estrelas. Simples, inteligente, sensata e atrás de nuvens. Suas flores murcharam, seus olhos fecharam na serena noite onde sonhou e delirou e deliciou e acordou e foi tudo novamente. Meus olhos procuram O som de seu sorriso Que passeia nos lábios Doces... Encontro de nossos passos Com laços de amor Sublime sentido Tido no olhar. De janeiro a janeiro amou.