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Frase de Yhasmin Vieira

⁠ Tudo começou num verão, onde sonhos já não mais existiam e a vida desestruturou-se. A fundação se abalou! Perdeu seus passos e sentidos. De janeiro a janeiro amou, até que um vento balançou seu mundo e coração deixando seu jardim como após tempestade. Começou novamente, Levantou-se. Olhou e estudou. Aplicou-se. Menina simples de tamanha beleza, andava como que se brincasse entre os passos e sorrisos dos mínimos detalhes que a rodeava entre brilhos e sombras, chuvas e lágrimas, seu mundo florescia, mas se ia. Dia e noite meditava sem direção. Tocou seu coração algo indescritível. Silenciou! E quando voltava seus olhos aos céus...suas mãos...seu amor...sua mente...sua alma...as estrelas que feneceram, não ouvia palavras que a consolava...Logo, silenciou suas palavras. Entre idas e vindas escrevia poesias na tentativa de se achar. Leve e pesado Graça, desejo Levado pelo passado Tornou-se o presente Num futuro vazio Eclodiu silenciosamente Na mente O juízo cessou Junto pedaços Tentando achar E quando olho Me perdi Por lutar comigo As palavras que não ouvia, no canto de seu ser, oprimia. Reprimiu-se. Nas incertezas das palavras Perdi Razão e coração Tropecei os olhos em você E me deparei Na incerteza dos sentidos E já não sei Quem sou, ou Onde estou. Minha maior consequência Quando tropecei Os olhos em você. Seus olhos voltaram para um vazio, com medo de florescer o jardim, como primavera e inundar-se do melhor perfume. Seu perfumista, cadê? Será que olhou para tão delicada flor? Dizia consigo - “Não Brinque comigo! Não me balance! Tudo mudou. Esse é meu coração.” – torrentes de águas cercaram-na e cada vez avolumava em sua mente e seus pensamentos. Veio um vento Não aguentei Preciso de unguento Para meu juízo curar Meu coração... Vento, volte e devolva Leve o que me trouxe Não aguento Você veio e balançou O que não deveria O meu coração. E as horas de um vazio que não passam, no compasso de seus passos que voam silenciosamente sem acordar a multidão que sem saber dorme. Livrou-se do que no interior idealizou e substituiu pelo que realizou. O concreto gritou, cantou, dançou, se fantasiou e agora? Os aviões passam e a levam como nas estrelas. Simples, inteligente, sensata e atrás de nuvens. Suas flores murcharam, seus olhos fecharam na serena noite onde sonhou e delirou e deliciou e acordou e foi tudo novamente. Meus olhos procuram O som de seu sorriso Que passeia nos lábios Doces... Encontro de nossos passos Com laços de amor Sublime sentido Tido no olhar. De janeiro a janeiro amou.

Yhasmin Vieira

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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O que adianta, escrever algo Quando na verdade, a minha maior vontade era de estar ao seu lado? O que adianta, escrever algo Quando na verdade, o meu maior tormento É você e estar sem você? O que adinata, escrever algo Que esclareça a minha essência no assunto Quando na verdade, me machucou Mais de forma que não se aprofundou, Foi somente momentâneo. O que adianta, eu tentar Reverter seus pensamentos, ou Mudar o que foi o seu passado? Você sempre será o seu passado, Mais ainda há espaço para que você... Seja o seu presente e faça o seu futuro. Talvez, eu não mudaria seu passado Não se ofenda mas, Eu mudaria o seu olhar sobre algumas coisas. A minha maior vontade, era de estar ao seu aldo. O meu maior tormento é a sua essência E a sua ausência. Seu passado te fez E eu te amo assim!

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Às vezes é tarde Às vezes é cedo E eu não sei Como o tempo passa. Por entre as nuvens Eu tento salvar o que resta Desta solidão, Assistindo o fim do que sou. Não sou e nem estou Aqui, para salvar o mundo Só assisto o tempo E o tempo me assisti. Não sei se está tarde Não sei se está cedo Não sei se você ouve a minha voz Mas sei que já ouviu. Não se despeça, Mas me peça, Que eu te ame E você me ame, sem limites

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Com esta brisa que me cerca agora Finalizo meus olhos, em pensamentos Fundo-me com sentimentos e desapareço Entre o ar deste mundo. Não sei se estou no céu, Ou se somente me deram algo divino; Se, é o inferno, Ou apenas azar momentâneo. Contei os dias e as horas Atravessei o tempo e o espaço Separei e melhorei o que era. E com esta brisa que me cerca agora Fundo-me com o vazio do ar E logo, desapareço.

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Eu queria saber voar para fora de você Eu queria ser a borboleta que faz o furacão Mas não está nele. Eu queria saber a verdade sobre o mundo Eu queria ser mais do que algo Mas não gostaria de ser uma analise da humanidade. Poderia fixar pensamentos, Exigir histórias e brincar com canções E ainda não seria o que realmente quero. Eu queria saber da analise falsa e enganosa Eu queria ser a flor cheia de espinhos Mas nunca serei nada mais. Eu queria saber ser várias pessoas Eu queria ser eu somente Mas querem que eu imite esta arte de ser quem não sou. Digo então, Não estou, nem sou Só me deixe ser o que eu compreendo.