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Frases de Ygor Mattenhauer

70 frases

Réquiem 9 Só por hoje, morro satisfeito Pois fiz tudo o que queria
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Réquiem 9 Só por hoje, morro satisfeito Pois fiz tudo o que queria E vivi o maximo que podia Mesmo que tenha sido imperfeito Sou grato pelo que teve feito Colocando barreiras que impedia Futuras desventuras em meu dia Grato pelo sorriso sem jeito E as palavras que tenha dito Sempre em tom amigo Inclusive as sem sentido Meu atroz mais antigo Sem nunca ter entendido O porque te sigo

Margarida Bem me quer uma hora Mal me quer em despedida
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Margarida Bem me quer uma hora Mal me quer em despedida Bem me quer em sua vida Mal me quer agora Bem me quer Pandora Mal me quer arrependida Bem me quer a contrapartida Mal me quer a que implora Bem me quer senhora Mal me quer na aurora Bem me quer na ida Mal me quer de saída Bem me quer sonhadora Mal me quer outrora

Insensatez Você é minha consciência Tão transparente como água
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Insensatez Você é minha consciência Tão transparente como água Aos tons da seda amarga Desta inconsciência Rubras sentenças que apaga Feito uma praga De veraneio ignorância Despejando toda a ânsia Monstro dentro da adaga Perfurando a palavra De perjúrio nesta saga Parando o mundo Agora Poente melodia sábia Do que mais ria

Sobre o Réquiem Vou apenas esclarecer Que o amor dramático pode fazer
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Sobre o Réquiem Vou apenas esclarecer Que o amor dramático pode fazer Parte das minhas poesias Mas não dos meus dias Não que não tenha amores ou rancores Apenas vivo sem pensar você já deve ter ouvido falar Dentre todos esses rumores Que a vida está a passar E nós somente a olhar Se dou um tempo de tudo E ao final fico mudo Não é por desafeto E sim porque o futuro é incerto Como tudo nessa redoma de concreto Que um dia se desfaz E no outro se refaz Estes são os meus sentimentos Que nuca são sãos mas sempre verdadeiros Apenas acredite na fantasia E siga a melodia Assim como a que dizia Neste ciclo infinito de perguntas E respostas prescritas Mas que nunca são ditas Se não entendeu Ou apenas se perdeu Fique tranquilo E veja aquilo Que falei inúmeras vezes Para todos os deuses Nada é tão complicado E nada é tão simples Já que é assim que é a vida Porque não ter uma bela despedida?

Você Sinto falta de nossas conversas Falta dos teus verdes olhos
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Você Sinto falta de nossas conversas Falta dos teus verdes olhos Esperando meus conselhos Com pedidos à expensas De uma nova trama Sem se importar com a minha má fama Se ao menos pudesse velos Quais são seus pesadelos Se ao menos soubesse O motivo disso tudo O que vive lá no fundo Se pudesse tocar tudo o que disse E assim extraísse Toda a dor do seu mundo...

Introdução ao réquiem Venham todos e prestem atenção Vou falar sobre uma maldição
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Introdução ao réquiem Venham todos e prestem atenção Vou falar sobre uma maldição Alguns a chamam de vida E outros de causa perdida Sim é sobre os amores E tudo o que ele traz Nobre capataz Que floresce todas as cores Sentido do viver Em fim sem sentido Devora tudo que é detido Pelo sentimento sem querer Constante errante Constantemente irritante Irreversível atroz Comumente a nós

Réquiem 2 Para falar da morte Tem que se falar da vida
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Réquiem 2 Para falar da morte Tem que se falar da vida E o que nela é contida Tendo o amor de estandarte Alegrias e dores também fazem parte Em suma vontades sem sentido Faz da razão um bandido Tornando a vida uma arte Sem certo ou errado Onde nada é proibido Para um coração inspirado Na pratica um pecado Por conta da libido Então o amor é desferido

Vinho A cada beijo fica mais transparente Mesmo fria sinto seu doce sabor
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Vinho A cada beijo fica mais transparente Mesmo fria sinto seu doce sabor Sendo seca me das mais vigor De todas és a mais atraente Minha melhor amiga Minha melhor amante Venha deixar-me fumegante Sem rodeios ou intriga Contigo tenho mais chance De ser o que sempre quis Boêmio e sempre aprendiz Viverei este eterno romance Só tu entende este semblante Que em minha vida és constante

Brilho Eterno Em um dourado luar Da qual já não tenho ciência
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Brilho Eterno Em um dourado luar Da qual já não tenho ciência Cheios da inocência De pejos à beira mar Fez então em um olhar Todo o brilho que este pode lhe dar Inundando de luz Aquilo que seduz Será que és um anjo E essa são suas auréolas Ou és o rearranjo De certas pétalas Que não ouso falar Para tais olhos prontos para amar

Segunda Garrafa Você altera meus sentidos Bani meu discernimento
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Segunda Garrafa Você altera meus sentidos Bani meu discernimento Aflora o velho ressentimento Com sentimentos feridos No doce sabor você me trai Ao mesmo tempo que atrai Através do que já sabia Vide a bela agonia De estar mais um dia onde posso ver e posso ser Apenas na segunda rodada é que se vê a magoa de forma incessante

Sentimentos Sem ti não sou nada Sou vela de chama apagada
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Sentimentos Sem ti não sou nada Sou vela de chama apagada Tenho a vida sem sabor De um amante sem vigor Apegado a segredos Aventurado em devaneios Dos velhos medos Dos olhos cheios Sou cárcere de ti rancor Assim que perdi o pudor Feito da consequência De encontrar a dor A única eloquência Desta íntima convivência

Estandarte Toda vez que fecho os olhos Eu vejo os teus
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Estandarte Toda vez que fecho os olhos Eu vejo os teus Toda vez que esqueço como sorrir Lembro-me de ti sorrindo Quando me perco Tu sempre me achas Toda vez que respiro Sei que tu és o motivo O único sabor que me lembro E do teu beijo Meu único desejo e ver-te contente Este é meu estandarte Uma lembrança remanescente De uma vida escarlate

Por tudo que tu destruiu Por tudo que tu não cumpriu Por tudo que tu não assumiu
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Por tudo que tu destruiu Por tudo que tu não cumpriu Por tudo que tu não assumiu Por tudo que tu consentiu Por tudo que tu não assentiu Por tudo que tu viu Por tudo que tu substituiu Por tudo que tu intuiu Por tudo que tu deferiu Por tudo que tu extraiu Por tudo que tu concluiu Por tudo que tu subtraiu Por tudo que tu descobriu Por tudo que tu traiu Morra sem dar um piu

Macabeu Meu mundo escureceu Quando das cinzas se emergiu
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Macabeu Meu mundo escureceu Quando das cinzas se emergiu Aquele velho frio No silencio que se rompeu Quanto o céu cedeu E o primeiro cavaleiro saiu Minha raiva surgiu E nos homens o medo cresceu O segundo cavaleiro aluiu O terceiro o seguiu Por fim o quarto apareceu E a fê dos homens se perdeu E a esperança que se extinguiu Sem saberem que o verdadeiro terror sou eu

Maldita Sorte Eu que sou midas ao avesso De poderes a contra gosto
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Maldita Sorte Eu que sou midas ao avesso De poderes a contra gosto Sendo rei imposto Melancólico e obsesso Em tudo que expresso Tocando ou quero Se comigo não sou sincero Por ser Louco, confesso Estar desesperado E preso em solidão eterna Ser ter o que me espera Nem algo almejado Estando sempre acordado Com nenhuma felicidade a vera

Verde Mistério Teus olhos insistem em me impressionar Adoro velos mudar de cor
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Verde Mistério Teus olhos insistem em me impressionar Adoro velos mudar de cor Conforme está o teu humor Deixando sempre um mistério a solucionar Adoro velos vagando ao procurar Sentidos no amor Que eles fazem com finco rigor Olhos como ondas verdes do mar Sempre dispostos a me animar Belos e únicos como só eles podem ser Olhos que estão a dizer Palavras para me ter E em um piscar Meu coração devorar

Réquiem 3 Logo eu que sou tão ambicioso Fui pego por um mundo de vicio
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Réquiem 3 Logo eu que sou tão ambicioso Fui pego por um mundo de vicio Mágica do sacrifício De movimento sinuoso Pejo em ignorância Isso só pode ser vingança De primeira instância Essa é minha herança Por ser tolo e arrogante Vivendo como um Eterno ignorante Querendo a vida comum Ou ate inconstante Sem ter por mim nenhum Amor se quer delirante

Segunda Via Quero viver no sonhar Pois lá você é minha
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Segunda Via Quero viver no sonhar Pois lá você é minha Onde toda fantasia obtinha Sem medo de acabar Realidade imaginada aclarar Regada a doce molinha Das lágrimas infinitas nessa linha Dominado pelo desejo de amar No véu e imaculado de um olhar Enclausurado pela sede que tinha Da venusta companhia Que venho abonar E nesse reino que quero morar É onde a realidade vira poesia

Anjo Negro Eu filho da crença e esperança Dono de luz e paz
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Anjo Negro Eu filho da crença e esperança Dono de luz e paz Acalanto mordaz Escondido nessa temperança Eu que sou de fala mansa E discípulo de um solarengo Mudo palavras de realengo Do senhor da Hamsá Recôndito nessa ânsia Em suma instância Envolto ao impossível Como tudo que é invisível Anjo resoluto e voraz Da luz que não possuo mais