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Frase de Ygor Mattenhauer

Sobre o Réquiem Vou apenas esclarecer Que o amor dramático pode fazer Parte das minhas poesias Mas não dos meus dias Não que não tenha amores ou rancores Apenas vivo sem pensar você já deve ter ouvido falar Dentre todos esses rumores Que a vida está a passar E nós somente a olhar Se dou um tempo de tudo E ao final fico mudo Não é por desafeto E sim porque o futuro é incerto Como tudo nessa redoma de concreto Que um dia se desfaz E no outro se refaz Estes são os meus sentimentos Que nuca são sãos mas sempre verdadeiros Apenas acredite na fantasia E siga a melodia Assim como a que dizia Neste ciclo infinito de perguntas E respostas prescritas Mas que nunca são ditas Se não entendeu Ou apenas se perdeu Fique tranquilo E veja aquilo Que falei inúmeras vezes Para todos os deuses Nada é tão complicado E nada é tão simples Já que é assim que é a vida Porque não ter uma bela despedida?

Ygor Mattenhauer

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Primeira coisa se encontre nas pessoas e depois veja como elas se saem com isso, veja a forma que elas resolvem os problemas parecidos com os seus e tire proveito
Sentimentos Sem ti não sou nada Sou vela de chama apagada
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Sentimentos Sem ti não sou nada Sou vela de chama apagada Tenho a vida sem sabor De um amante sem vigor Apegado a segredos Aventurado em devaneios Dos velhos medos Dos olhos cheios Sou cárcere de ti rancor Assim que perdi o pudor Feito da consequência De encontrar a dor A única eloquência Desta íntima convivência

Segunda Garrafa Você altera meus sentidos Bani meu discernimento
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Segunda Garrafa Você altera meus sentidos Bani meu discernimento Aflora o velho ressentimento Com sentimentos feridos No doce sabor você me trai Ao mesmo tempo que atrai Através do que já sabia Vide a bela agonia De estar mais um dia onde posso ver e posso ser Apenas na segunda rodada é que se vê a magoa de forma incessante

Brilho Eterno Em um dourado luar Da qual já não tenho ciência
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Brilho Eterno Em um dourado luar Da qual já não tenho ciência Cheios da inocência De pejos à beira mar Fez então em um olhar Todo o brilho que este pode lhe dar Inundando de luz Aquilo que seduz Será que és um anjo E essa são suas auréolas Ou és o rearranjo De certas pétalas Que não ouso falar Para tais olhos prontos para amar