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Frases de Wikney Edson

387 frases

⁠"O meu eu, ateu, fez de ti um templo de adoração. Eu que não tinha divindade, faço de ti hoje, meu único motivo de oração. O meu eu, inexorável, frio, por você, abriu alas ao diálogo e ao perdão.
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⁠"O meu eu, ateu, fez de ti um templo de adoração. Eu que não tinha divindade, faço de ti hoje, meu único motivo de oração. O meu eu, inexorável, frio, por você, abriu alas ao diálogo e ao perdão. Fez-me sentir o calor e o aconchego da paixão. O vazio que trazia eu no peito, quando sinto seu beijo, se preenche com chamas, meu coração. As noites, com seus ventos gélidos, já não me causam o apavoro de outra ocasião. Hoje tenho seus suspiros e abraços para afastar de mim a solidão. As palavras não foram em vão. Quando se trata das palavras, o meu eu, ateu, agora só lembra daquela nossa oração. Quando a cada beijo e abraço, aquele "Eu te amo" se traduzia em uma forma redimir-me junto à minha religião. Fiz de ti muitas coisas; o meu eu pecador fez de ti perdão. O meu eu, ateu, fez de ti minha religião. Fiz do teu corpo, na noite, meu templo de adoração..."

⁠"O tempo nos faz esquecer, mas ele não se esquece. Inexorável tempo, levou-me as boas lembranças, mas não as más, as quais o meu coração padece. Quando em seu abraço, o tempo não passa, sua existência não se percebe.
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⁠"O tempo nos faz esquecer, mas ele não se esquece. Inexorável tempo, levou-me as boas lembranças, mas não as más, as quais o meu coração padece. Quando em seu abraço, o tempo não passa, sua existência não se percebe. Mas ele está sempre lá, nos fazendo esquecer as juras e pela nossa união, as preces. O tempo não precisa da razão, como minha boca, de ti carece. Lembro-me daquele tempo, em que cada beijo, queimava-nos a alma, ao corpo causava febre. Acariciava-me os lábios, sua aveludada pele. Sua mente, um labirinto para o seu coração, fez da minha vida um circo, onde só você se entrete. Construiria uma realidade para nós, mas você prefere uma vida de maquete. O tempo passa, as lembranças se vão e como em campo, um novo amor floresce. O que era bom morre e o que sobrou de ruim, não perece. O tempo até me fez esquecer, mas o atemporal coração, não esquece..."

⁠"Não vai adiantar. Pelas madrugadas, mergulhar de copo em copo, tentando me encontrar. Diz beber para afogar as mágoas, mas ao meu ver, são as mágoas que estão a lhe afogar.
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⁠"Não vai adiantar. Pelas madrugadas, mergulhar de copo em copo, tentando me encontrar. Diz beber para afogar as mágoas, mas ao meu ver, são as mágoas que estão a lhe afogar. Afoga-se em mágoas, pois na noite solitária, não estou eu lá, para os cabelos lhe afagar. Tentando aos gritos de silêncio, um coração parvo, apaziguar. A mente, já embriagada, sofre cada vez mais, ao em mim pensar. Arrependimentos, desculpas, lágrimas, dessa vez irão adiantar? As promessas de mudanças mudam tudo, só não te fazem, mudar. Estou em todo canto, em cada rosto, em cada toque, em cada olhar. Por mais próxima que de mim esteja, jamais poderá me alcançar. Quem sabe, no fundo de um copo, ao mergulhar, talvez possa me encontrar. Já tentei uma vez, te advirto, não vai adiantar..."

⁠"Se tivesse ousado, eu teria tentado. Se ouvisse as musicas que ouço, saberia o que eu teria lhe falado. Se tivesse ficado, saberia eu, o que é ser amado.
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⁠"Se tivesse ousado, eu teria tentado. Se ouvisse as musicas que ouço, saberia o que eu teria lhe falado. Se tivesse ficado, saberia eu, o que é ser amado. Se olhasse em meus olhos, meu coração teria palpitado. Se pudesse eu, pedir lhe algo, eu pediria para ter ficado. Se amasse-me, não teria fugido, estaria ao meu lado. Se fosse hoje minha força, o seu olhar seria o meu ponto fraco. Se você ainda tem o beijo doce, só me deixou, da saudade, o gosto amargo. Se pedisse-me o mundo, eu teria lhe dado. Se não pudesse, nosso mundo eu teria inventado. No fim, se tivesse ousado, eu teria tentado..."

⁠"Venho tentando. As amarguras, desilusões, esquecê-las venho tentando. Tento falar do bom da vida, sobre o amor, do seu sorriso, venho tentando.
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⁠"Venho tentando. As amarguras, desilusões, esquecê-las venho tentando. Tento falar do bom da vida, sobre o amor, do seu sorriso, venho tentando. Sua beleza, seu sorriso, que me ilumina, sem ti não estou aguentando. Fazê-la feliz, venho tentando. Mesmo falho, as vezes sem a atenção e o carinho que mereces, venho tentando. Tento uma e duas, mais de mil, mas continuo tentando. Todo esforço é válido por quem venho amando. Meus medos, você afastou com seu beijo, meu doce anjo. Acordei de um pesadelo, onde o meu eu não tinha mais você, alegrando-o. Em 'sonho' me perguntou se poderia eu, viver sem você, que da minha existência, era o acanto. Com meus olhos de tristeza e lágrimas, com minha'alma tomada por completo, em pranto. Respondi com a voz de um coração ferido: - Amada minha, ainda não. Mas venho tentando..."

⁠"O amor sempre nos será algo mágico. Por quantas vezes, o amor tornou o racional, um desarrazoado? Aquele que não tem coração, quando em amor, sente o peito acelerado.
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⁠"O amor sempre nos será algo mágico. Por quantas vezes, o amor tornou o racional, um desarrazoado? Aquele que não tem coração, quando em amor, sente o peito acelerado. Como não crer no amor, quando foi ele quem fez erguer da tumba Lázaro? É o amor, que transforma em poeta, o bárbaro. A perfeição, só existe no beijo de amor, entre o Sol quente e o oceano gelado. O amor é doce, quando nos falta, só nos existe o amargo. A solidão, o ódio, a indiferença, o pecado. O amor, que é do homem a fortaleza, a sua ausência o faz fraco. O mau não existe no amor, só existe o mau no mal amado. A falta do amor é capaz de transformar um anjo bom em um diabo. A penumbra da solidão, quando em amor, se torna algo claro. Todo aquele que não crê em mágica, perece quando é amado. Sucumbe a si mesmo e sussurra no ouvido da amada, no escuro do quarto. 'Amada minha, nosso amor, sempre nos será algo mágico.'..."

⁠"A cada beijo dela, um pedaço de mim, com ela se vai. A cada abraço, a cada toque, a tristeza, da minh'alma se esvai. Eu não sei o que fazer, tão pouco sei, o que ela faz.
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⁠"A cada beijo dela, um pedaço de mim, com ela se vai. A cada abraço, a cada toque, a tristeza, da minh'alma se esvai. Eu não sei o que fazer, tão pouco sei, o que ela faz. O que eu sei? Ela é demais. As palavras, que a pouco, eram-me coisas das mais vazias, hoje me completam mais. Minha força, quando em seu abraço, por completo se vai. Ela por completo, quando em meu amor, a ternura se faz. O que eu sei? Ela é demais. Juntou-me os pedaços, colou-os com carinho, hoje um novo eu se faz. Hoje, das aguas da decepção, já não bebo mais. Amo quando o vento da madrugada, o seu cheiro doce, me traz. O que eu sei? Ela é demais. Também sei, que a cada beijo dela, um pedaço de mim, com ela se vai. E a cada pedaço do meu eu, pra ela perdido, eu me completo mais..."

⁠"Quisera eu, despir seus segredos, sempre que eu despisse sua roupa. Queria não perder meus sentidos, quando você me implora mais, com a voz rouca. Saturno me invejava, por não conseguir beijar a Lua como eu a beijava, minha deusa louca.
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⁠"Quisera eu, despir seus segredos, sempre que eu despisse sua roupa. Queria não perder meus sentidos, quando você me implora mais, com a voz rouca. Saturno me invejava, por não conseguir beijar a Lua como eu a beijava, minha deusa louca. Quando em meus braços, você, meu mundo, drena toda a minha força. Quando distante do doce dos seus lábios, meu coração é só pranto, a noite toda. Quando deitada com seus cabelos, espalhados sobre meu peito, fazia com que a eternidade, fosse coisa pouca. Não sei se é paixão, amor, já cansei de tentar por razão nesse tipo de coisa. A única coisa que sei? Queria eu despir seus segredos, sempre que eu despisse sua roupa..."

⁠"Claro que errei. O porquê não sei. Mas errei.
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⁠"Claro que errei. O porquê não sei. Mas errei. Tens na memória os meus erros, mas e as vezes que acertei? Mereço eu o julgamento pelos erros, mesmo sabendo as coisas que eu sei? Errar é humano e humano pela eternidade serei. Se o erro me faz mais um humano, então digo-lhes, sou mais humano que todos vocês. Não o sou pela humanidade em si, mas sim, pelas vezes em que errei. Sem errar fiz-me Deus e no erro fiz-me rei. Turva-me a memória as vezes em que, no seu mar de mentiras eu mergulhei. Suas falácias são águas de um mar revolto e nelas me afoguei. E enquanto as inverdades afogavam-me o coração, por sua salvação eu aguardei. Naquele momento eu sabia, que não existiria vida em seu amor, eu errei. As vezes em que mais errei, foram as vezes em que te amei. Errando sou humano, sem teu amor o que serei? Um poeta, um demônio, um louco? Não sei. Do seu amor já fui escravo, um servo, mas nunca um rei. Na sua ausência já fui boêmio, ébrio, juiz e até réu das coisas que eu sei. O que eu sei? Continuo refém das vezes em que te amei. Quanto mais for escura a noite, mais fica claro o que eu sei. Não sei o porquê. Mas é claro como a noite, eu errei..."

⁠"Solitude não é solidão. Mágoa não é raiva, esquecer não é perdão. Solitude não é solidão.
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⁠"Solitude não é solidão. Mágoa não é raiva, esquecer não é perdão. Solitude não é solidão. Paixão não é amor, amor não é paixão. Solitude não é solidão. O ódio é o veneno da alma, a indiferença o veneno do coração. Solitude não é solidão. Afoguei-me em seus olhos, vi um pouco de tudo, só não vi minha salvação. Solitude não é solidão. Eu aprendi muito contigo, mas em sua ausência, aprendi coisas que não tem explicação. Solitude não é solidão. Aprendi, que no seu abraço existe aconchego, sem ele existe amargura, decepção. Solitude não é solidão. Sem ti, experimentei a solitude e vivi o pesar da solidão. Solitude é liberdade, nos faz prisioneiros a solidão. No âmago do meu ser, descobri que: Solitude não é solidão..." - EDSON, Wikney

⁠"Quantas vezes a solidão, foi minha companheira na madrugada? Cheia de orgulho, vem dizer-me estar magoada. Culpa-me por sua infelicidade, mas da minha mágoa, és a culpada.
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⁠"Quantas vezes a solidão, foi minha companheira na madrugada? Cheia de orgulho, vem dizer-me estar magoada. Culpa-me por sua infelicidade, mas da minha mágoa, és a culpada. É a culpada e ademais, ainda é ingrata. Quando lhe ofereci abrigo, refúgio, jogou o nosso futuro na sarjeta, arremessou nossa felicidade da sacada. Eu ganhei na loteria do desgosto com sua empreitada. Ganhei desprezo, tristeza, solidão e lágrima. No quesito alegria, eu te dei tudo e ganhei nada. Sublime! És tu meu Sol, após uma forte trovoada. Vida estagnada. Alma abalroada. Coração erra as batidas, me dá pancada. A morte é fria, a vida sem ti, gelada. Perco as contas, de quantas foram as vezes em que a solidão, foi minha companheira na madrugada..." - EDSON, Wikney

⁠"E eu, nessa brincadeira de dar-lhe corda, em minha inocência me enforquei. Eu achava que sabia, mas descobri que, de ti, nada eu sei. O que parecer ser não é, e o que achei era, errei.
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⁠"E eu, nessa brincadeira de dar-lhe corda, em minha inocência me enforquei. Eu achava que sabia, mas descobri que, de ti, nada eu sei. O que parecer ser não é, e o que achei era, errei. Talvez eu tente mais uma, duas ou até outra vez. O abandono assola minh'alma e fere o peito do escravo que achou-se rei. As mazelas da vida já aceito, mas não me acostumei. Ébrio de ti, perco-me em devaneios, imaginando onde errei. Você, fria, insolente, insensível à minha dor, não me diz as vezes em que acertei. As vezes que errei, eu sei. Talvez eu não saiba, talvez eu nem errei. Talvez eu acho que errei. Em campo de incerteza, aflora a flor do "talvez". A flor que aflorou em tal campo, pra minha infelicidade, eu mesmo semeie. Essa flor virou uma árvore de incertezas, onde dando-lhe corda, com minha inocência, me enforquei..." - EDSON, Wikney

⁠"Se eu soubesse o que era saudade, eu teria passado mais tempo com ti. Se soubesse o que os meus olhos veriam, eu os teria arrancado de mim. Se eu soubesse o quanto sua ausência doeria, eu teria dado minha vida por ti.
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⁠"Se eu soubesse o que era saudade, eu teria passado mais tempo com ti. Se soubesse o que os meus olhos veriam, eu os teria arrancado de mim. Se eu soubesse o quanto sua ausência doeria, eu teria dado minha vida por ti. Infelizmente as mazelas da vida são assim. Hoje, com dificuldade, perdôo o Deus por tê-lo tirado de mim. Tento ser melhor do que me ensinou a ser, para que sobre os céus, se orgulhe de mim. A vida um dia termina, é só a saudade, que na vida terrena, não tem um fim. A fertilidade da mente, que raramente recai sobre mim, hoje recaiu sobre ti. Grande pai, filho do pai, que dos céus, hoje olha por mim. Nessa data, aos outros especial, queria que fosse especial pra mim. Mas tudo bem, infelizmente a vida é assim. Embalado em saudade, se eu soubesse o que essa seria, teria eu passado mais tempo com ti..." - EDSON, Wikney

⁠"Talvez eu seja louco por sentir o teu cheiro no ar. Talvez eu seja culpado, por não encontrar a quem culpar. O coração bate, o corpo cansa, a alma sofre mas a vida parece não estar lá.
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⁠"Talvez eu seja louco por sentir o teu cheiro no ar. Talvez eu seja culpado, por não encontrar a quem culpar. O coração bate, o corpo cansa, a alma sofre mas a vida parece não estar lá. Se existe-me a vida apenas ao seu lado, então sou apenas um morto, à perambular. A solidão e a noite igualam-se em escuridão, mas pela manhã apenas uma parece-me abandonar. Sonho contigo e o meu viver mora no sonhar. Um pesadelo ilusório, onde ainda estou preso naquele olhar. Eu não sei de quem é a culpa, talvez seja sua por me fitar. Talvez seja minha por me entregar. Nesse tipo de coisa a mente já cansou de pensar. Talvez eu seja um louco, sei lá. Mas é certo que sou o culpado, por não encontrar a quem culpar..." - EDSON, Wikney

⁠"O que me consola, são do mundo, as voltas. E nessas voltas, uma hora 'cê volta. O tempo passa e um dia a saudade te traz de volta.
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⁠"O que me consola, são do mundo, as voltas. E nessas voltas, uma hora 'cê volta. O tempo passa e um dia a saudade te traz de volta. De volta à minha porta. Enquanto não me vens, meu coração chora. Pelo teu abraço implora. Eu conto os minutos, dias, horas. Imagino você abdicando de nós e me pergunto: 'E agora?'. Com o perdão da palavra, mas sem ti, tá 'foda'. Na sua ausência não me existe luz, foi-se minha aurora. Não desejo o negro da noite é pelo vermelho coração que minh'alma implora. A tristeza hoje é minha, mas a felicidade poderia ser nossa. Mas eu estou tranquilo, a paciência é o que importa. Na solidão da madrugada, sem seu aconchego, nada me consola. Na verdade, o que me consola, são do mundo, as voltas..." - EDSON, Wikney

⁠"Nas vezes em que me lembro, eu só queria esquecer. Esquecer de tudo, esquecer de mim, esquecer você. Esquecer o que foi dito e esquecer o que ficou por dizer.
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⁠"Nas vezes em que me lembro, eu só queria esquecer. Esquecer de tudo, esquecer de mim, esquecer você. Esquecer o que foi dito e esquecer o que ficou por dizer. Esquecer as vezes em que lhe tive em minhas mãos e a vi, do meu eu, correr. Esquecer a dor, a tristeza e as lembranças, que me traz cada entardecer. Esquecer as vezes em que fiquei em apuros e corri para te socorrer. Esquecer que um dia você fora o meu viver. Esquecer que o tempo passa, e sem você, mais que o normal, estou a morrer. Esquecer o seu olhar, que fizera de ti, dona do meu eu, rainha do meu algoz, deusa do meu ser. Esquecer as feridas da alma, que se abrem sempre, ao experimentar o seu eu, blasé. Eu esqueci muitas coisas, só não me esqueci das juras, dos sonhos, do meu querer. No fim, só não me esqueci de te esquecer. E nas vezes em que me lembro, rogo ao Deus: 'Eu só queria esquecer.'... - EDSON, Wikney

⁠"Eu, que a muito não lembrava, hoje a Lua recordou-me de ti mais uma vez. E nas lembranças, esqueci-me das certezas e lembrei-me daquele nosso 'talvez'. Aos poucos, o olfato esquece o doce do cheiro e o tato, olvida o macio da tez.
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⁠"Eu, que a muito não lembrava, hoje a Lua recordou-me de ti mais uma vez. E nas lembranças, esqueci-me das certezas e lembrei-me daquele nosso 'talvez'. Aos poucos, o olfato esquece o doce do cheiro e o tato, olvida o macio da tez. Antes era tudo por ela, e no futuro, seria tudo por ela outra vez. Muita coisa mudou e ainda não sei o que você me fez. O que eu sei; é acerca de ti, minha avidez. Quando fitava teus olhos, minh'alma desarmada, encontrava-se em total desnudez. Não vejo razão em minhas palavras, perco minha sensatez. Sobre ti, até hoje, não perdi minha cupidez. E agora, eu que há muito não lembrava, hoje a Lua, recordou-me de ti, outra e mais uma vez..." - EDSON, Wikney

⁠"Reflexivo, peguei-me a devanear sobre o que é o dia dos namorados. Não obstante, em total ausência de certeza, não obtive em minhas reflexões um sentido claro. Para mim, graças a ti, tal dia é dia de ser grato.
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⁠"Reflexivo, peguei-me a devanear sobre o que é o dia dos namorados. Não obstante, em total ausência de certeza, não obtive em minhas reflexões um sentido claro. Para mim, graças a ti, tal dia é dia de ser grato. Grato por cada beijo, cada toque, cada abraço. Grato por apaziguar um coração parvo. Grato por fazer-me amar e ainda mais por me sentir amado. Sou grato por cada olhar dos seus olhos negros, com brilho de céu estrelado. Sou grato por ao tentar descrever-lhe, faltar palavras ao dicionário. Pouco importa se o léxico me é algo vasto, ao fitar-lhe desaparece-me o vocabulário. Eu, do hoje ao sempre, serei ao Logos totalmente grato. Por a muito, ter visto-lhe em meus sonhos e como em tela, tê-la criado. Sou grato a ti por ter juntado meus pedaços. Hoje sou grato por ser dono da sua felicidade, dono do seu sono, dos seus cuidados. Hoje sou grato por ser minha namorada e eu seu namorado. Hoje sou grato por, ainda reflexivo, não conseguir explicar o que é, mas sentir o que é o dia dos namorados..." - EDSON, Wikney

⁠"Se eu pudesse eu estaria em todos os lugares que eu tivesse sua presença. Em sua ausência se faz presente, da sua companhia, minha abstinência. Eu abstive da sua companhia, abri mão da minha insistência.
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⁠"Se eu pudesse eu estaria em todos os lugares que eu tivesse sua presença. Em sua ausência se faz presente, da sua companhia, minha abstinência. Eu abstive da sua companhia, abri mão da minha insistência. O coração implora suas carícias, a razão pede clemência. Sua companhia sempre me fora um presente, agora sua ausência marca presença. É frequente lembrar-lhe e o sofrimento tem constante frequência. Esse sentimento tem elevado nível de indecência. Ao meu coração, o comandante do meu sofrimento, presto as minhas condolências. Quando repouso sobre ele, e escrevo a mais doce das palavras, presto a minha mais singela continência. Eu já perdi muito no campo minado da 'sofrência'. O coração e a razão, não importa quem vencer, eu sairei perdendo nessa guerra serena. Ao lembrar-lhe, por vezes, perco minha eloquência. Eu perdi muita coisa, só não perdi, minha paciência. Eu estou em todos os lugares, só não estou onde tenho sua presença..." - EDSON, Wikney

⁠"Andei pelo vale da sombra da morte e o Senhor estava comigo. Senti a ausência do Deus, quando tu não estavas comigo. É loucura, é devaneio, pecado é o que me acometeu, o tal cupido.
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⁠"Andei pelo vale da sombra da morte e o Senhor estava comigo. Senti a ausência do Deus, quando tu não estavas comigo. É loucura, é devaneio, pecado é o que me acometeu, o tal cupido. Quando te vejo, o coração palpita e a cada palavra, é um novo suspiro. Tento imaginar o amanhã sem ti e não consigo. Não sei o que faço, se és tu meu ar, em sua ausência, como respiro? Eu não te olho mulher, eu te vislumbro, eu te admiro. Um dia, imaginei-nos, em uma vida à dois, mas era miragem, era delírio. Pesadelos de amor, foram os sonhos, que imaginei contigo. Senti-me em total abandono pelo universo, quando jogou tudo que te ofereci no lixo. Eu sou muitas coisas, mas não merecia isso. E no famigerado vale, eu sou a sombra, eu sou a morte, refém de um coração, sob o julgo do Deus cupido. Conversando com o Logos, ele confidenciou-me, ainda estar comigo..." - EDSON, Wikney

⁠"Já perdi as contas de quantas vezes flertei com a loucura e ela chamou-me de louco. Perdi as contas das vezes que deitei-me com a tristeza e ela chorou ao olhar o meu rosto. Continuo parvo e nessas histórias? Nada de novo.
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⁠"Já perdi as contas de quantas vezes flertei com a loucura e ela chamou-me de louco. Perdi as contas das vezes que deitei-me com a tristeza e ela chorou ao olhar o meu rosto. Continuo parvo e nessas histórias? Nada de novo. Já perdi as contas das vezes em que me abracei com a razão e ela chamou-me de louco..." - EDSON, Wikney

⁠"Eu vi a paisagem e não resisti, à beira do abismo eu gelei. Refleti por um momento e por um eterno segundo, eu hesitei. Não resisti, nas suas lembranças me lancei.
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⁠"Eu vi a paisagem e não resisti, à beira do abismo eu gelei. Refleti por um momento e por um eterno segundo, eu hesitei. Não resisti, nas suas lembranças me lancei. Lembrei-me de quando cada palavra sua, fazia-me dos seus sonhos, o rei. Nem sobre as nuvens eu me senti tão perto do céu, como nas vezes em que te amei. Vislumbrei a vastidão, me encantei com a beleza das coisas que o Deus fez. Mas só vi perfeição na beleza do mundo, uma única vez. Quando fitei os seus olhos e ali mesmo me apaixonei. Ali, logo ali, eu não deveria, eu sei. Mas nas lembranças, nos sonhos de contigo, uma vida, me lancei. Eu era feliz, eu sei. Mas na beleza do oceano, existe o seu eu profundo e aí existem perigos, eu sei. O coração parvo, encantado, louco, enganado, não quis me ouvir, mas eu avisei. Que seu amor era passageiro, como às nuvens aos meus pés, que a pouco narrei. Ali em cima, eu vi o mundo, eu vi você, quem sabe Deus? Talvez. Lembrei-me do seu olhar e como naquele dia, não resisti, eu gelei..." - EDSON, Wikney

⁠"Se não nos merecemos, então quem nos merece? Você foi o melhor sonho não realizado, aquele que o peito não esquece. É perigoso falar de amor, quando o amor nos queima a pele.
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⁠"Se não nos merecemos, então quem nos merece? Você foi o melhor sonho não realizado, aquele que o peito não esquece. É perigoso falar de amor, quando o amor nos queima a pele. Sentimento louco, não tenho seu abrigo, a vida é uma intempérie. Cada palavra escrita, cada palavra não dita, corta a árvore da esperança e a saudade cresce. Por ti, em silêncio roguei, implorei, fiz aos céus minha prece. Em desespero, quando não atendido, entreguei-lhe a minha alma, rasguei minhas vestes. Fria como gelo, bela como neve. Talvez meu coração não seja digno e nesse jogo, só o meu não percebe. Talvez, de mim, também não seja, por entristecer, quem lhe faz o coração alegre. Mas se não nos merecemos, então, quem nos merece?" - EDSON, Wikney

⁠"Eu era o que ela queria. Era o que ela queria, mas ela não sabia. O que ela sabia, era mentira.
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⁠"Eu era o que ela queria. Era o que ela queria, mas ela não sabia. O que ela sabia, era mentira. Ela não sabia o que queria. Mentir era tudo o que ela sabia. A mim, muito bem, ela mentira. Tal mentira, era meu mal e eu não sabia. E eu também não sabia, que era mentira. Eu só sabia, que ela era o que eu queria..."