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Frases de Wikney Edson

387 frases

⁠"Você é meu Sol, mas ainda tô na escuridão. És meu calor, mas o frio da sua ausência, assola meu coração. Você é abandono e indiferença e eu continuo sendo amor e paixão.
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⁠"Você é meu Sol, mas ainda tô na escuridão. És meu calor, mas o frio da sua ausência, assola meu coração. Você é abandono e indiferença e eu continuo sendo amor e paixão. Sou sua companhia, você é minha solidão. Seu belo brilho, ao longe, infelizmente não sou capaz de alcançar com minhas mãos. Não posso te amar por toque, então fiz de ti minha religião. É você que toda manhã eu admiro, seu brilho ao longe, se tornou meu templo de adoração. Só restou-me loucura, onde era razão. Dá manhã, já vejo os primeiros raios, a anunciação. Vejo meu Sol, mas sei que infelizmente, vou ficar na escuridão...

⁠"Você que era o amor da minha vida, agora é o amor da minha morte. Encontrar você foi meu maior azar e eu achando que era sorte. Você é minha maior fraqueza e eu achava que me fazia forte.
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⁠"Você que era o amor da minha vida, agora é o amor da minha morte. Encontrar você foi meu maior azar e eu achando que era sorte. Você é minha maior fraqueza e eu achava que me fazia forte. Eu me perdi tentando te encontrar, eu achava que você era o meu Norte. Você que sempre fora o meu mel, percebi que é de veneno, uma dose. Você acredita que eu sempre te abandono, mas nas suas crises, sou eu quem te socorre. Sua presença sempre foi minha maior riqueza, agora sua ausência me faz pobre. Você se fez rainha da minha vida, mas se esqueceu de me fazer consorte. Eu já tomei nota da sua indiferença, já não espero mais que me note. Viver é bom, mas em sua ausência, é preferível a morte..."

É um misto de emoções que me consomem por inteiro. Nesse oceano de sentimentos, me afogo, não tem jeito. A cada maré, algo de ti me domina, com total efeito.
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É um misto de emoções que me consomem por inteiro. Nesse oceano de sentimentos, me afogo, não tem jeito. A cada maré, algo de ti me domina, com total efeito. Maré vem, amor. Se vai, ódio. Maré vai, desprezo. Vem, desejo. O todo me confunde, mar é rio. Já não sorrio. Rio profundo, que me inunda de saudade, solidão. Rio se torna um ofurô, onde me banho no fervor da sua paixão. Companhia minha, em sua ausência, se tornou a solidão. O meu sonho, mesmo sem erro, é o frescor do seu perdão. Sinto o toque frio do vento, infelizmente, não é sua mão. E novamente, por inteiro, me consome, a emoção. Emoção é o amor, amor é perdão. Perdão é desejo e desejo é paixão. Paixão de um só, infelizmente, é solidão.

⁠"Talvez tenha sido o sorriso ou negro dos cabelos. Talvez tenha sido o abraço ou doce do beijo. Talvez tenha sido a calmaria na voz ou o olhar de desejo.
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⁠"Talvez tenha sido o sorriso ou negro dos cabelos. Talvez tenha sido o abraço ou doce do beijo. Talvez tenha sido a calmaria na voz ou o olhar de desejo. Talvez foi o tudo ou quem sabe o nada, que me fez seu por inteiro. Eu te olho e quase me explode o peito. O coração não aguenta e me pede arrego. Se eu tivesse dois corações, pergunto eu, também implorariam pelo seu aconchego? O perfume cria um ébrio, ébrio de ti, meu sonho perfeito. Me perco na noite, tentando entender de onde vem tal sentimento, tenho receio. Terá sido o cheiro? O doce do beijo? Nunca se sabe, talvez tenha sido o sorriso ou o negro dos cabelos..."

⁠"Tudo bem, pode ir, antes de ti eu já estava só. Acostumei-me ter a felicidade em minhas mãos e vê-la virando pó. Desejo o seu amar, por amor e não por dó.
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⁠"Tudo bem, pode ir, antes de ti eu já estava só. Acostumei-me ter a felicidade em minhas mãos e vê-la virando pó. Desejo o seu amar, por amor e não por dó. Me vem a lembrança do teu beijo e a garganta dá um nó. Ter você, longe ou perto, eu não sei o que é pior. Minhas juras e os nossos sonhos, ainda sei de cor. Se tento ser algo bom é para junto a ti, ser melhor. Mas você se foi e me deixou amarrado em um sentimento, em que não desato o nó. Mas tudo bem, pode ir, pois antes de ti, eu já estava só..."

⁠"Era um cheiro de causar inveja, às flores, quaisquer. Perfume de mulher. O negro dos cabelos, que cobria minha solidão, em uma noite qualquer.
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⁠"Era um cheiro de causar inveja, às flores, quaisquer. Perfume de mulher. O negro dos cabelos, que cobria minha solidão, em uma noite qualquer. Cabelo de mulher. Seus gestos, seus beijos, que me transformaram de um pagão, a um homem de fé. Jeito de mulher. Suas palavras, falácias, que me faziam feliz, da cabeça aos pés. Mentiras de mulher. Quando em meu peito, ouvia o acelerar, daquele que todo homem quer. Coração de mulher. Me perdi na escuridão deles, tentando livrar-me das tristezas, mas eram o meu malmequer. Olhos de mulher. Por causa dela, hoje em perdição, no mundo, perdi minhas esperanças, minha fé. Só encontrei mágoas e dor na sua, paixão de mulher..."

⁠"Me pergunto se você também devaneia pela madrugada. Se tenta lembrar, qual foi o último abraço, que te fez sentir amada. Será que em nossas trocas de olhares, já se sentiu apaixonada?
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⁠"Me pergunto se você também devaneia pela madrugada. Se tenta lembrar, qual foi o último abraço, que te fez sentir amada. Será que em nossas trocas de olhares, já se sentiu apaixonada? Sentiu acelerar o coração, enquanto minhas mãos, pelo seus cabelos, deslizava. Nossos momentos pela cidade, sempre acordada. Sua boca, que a cada sorriso mais, me ganhava. Nesses nossos jogos, será que sua alma, também saiu derrotada? Meu cúpido abdicou do arco e flecha, agora me convence à facadas. Abandonar-me é um pecado, o qual não deveria ser perdoada. Sinto o vento frio, lembro seu cheiro, nos imagino na sacada. Amar de longe quem tem amor em não ser amada. A Lua ri do meu desespero, da minha loucura, do meu devaneio, pela madrugada..."

⁠Então, eu resolvi acordar cedo, numa manhã de domingo. Não acordei para ver o nascer do Sol ou sentir da manhã, o ar frio. Acordei para ver, algo mais divino, mais lindo.
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⁠Então, eu resolvi acordar cedo, numa manhã de domingo. Não acordei para ver o nascer do Sol ou sentir da manhã, o ar frio. Acordei para ver, algo mais divino, mais lindo. Você ali, em meus braços, dormindo. O cheiro doce, entorpecia meus sentidos. O negro dos cabelos, de desejo, flagelava-me a pele, fio a fio. Mesmo se houvessem palavras para descrever, eu não ousaria tê-las dito. Jamais deixaria de ouvir o palpitar do seu coração, para proferir coisas sem sentido. Se eu tivesse poder sobre a vida, ali mesmo, eu teria morrido. E em meu jazer, minh'alma já vislumbraria o paraíso. Quando despertasse na eternidade já regojizaria em teu sorriso. Sorriso que a cada dia, só me deixa mais vivo. E se eu tivesse o poder de despertar do meu leito de morte, é certo, eu acordaria naquela manhã de domingo...

⁠"Ela se foi e levou nossos sonhos por inteiro. Se foi e só me deixou a saudade do beijo. Sua felicidade se foi, quando você me deixou escapar, por entre seus dedos.
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⁠"Ela se foi e levou nossos sonhos por inteiro. Se foi e só me deixou a saudade do beijo. Sua felicidade se foi, quando você me deixou escapar, por entre seus dedos. Na sua ausência, me falta a razão e me sobra o desejo. As vezes me falta o ar, quando lembro do seu aconchego. Falta a beleza no horizonte, pois em admiração ao por do Sol é você que eu vejo. Sem sua metade, o que restou de mim é pesadelo. Em mim já não existem sonhos, pois ela se foi e os levou, por inteiro..."

⁠"Ó deus Enki, tu que fizeste a Terra e o céu. Tu que abençoaste a humanidade com razão e não nos deixou ao léu. Senhor Enki, dos mares, das marés, as águas são teu véu.
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⁠"Ó deus Enki, tu que fizeste a Terra e o céu. Tu que abençoaste a humanidade com razão e não nos deixou ao léu. Senhor Enki, dos mares, das marés, as águas são teu véu. Agradeço-lhe, ó meu deus, por ter feito-me semelhante a ti, desenhaste-me em barro, como em papel. Ó deus Enki, és bondoso, és doce aos humanos, como mais puro mel. Rogo-lhe meu senhor Enki, leve-me para conhecer suas águas, suas terras e o teu céu. Até o Logos reverência seus feitos, em prol dos falhos humanos como eu, como Ca-en e Aba-el..."

⁠"As luzes da cidade, ofuscam as luzes das estrelas. A sua presença, de felicidade, inunda o meu eu, que é só tristeza. Abro mão de tudo, por ti, larguei minha avareza.
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⁠"As luzes da cidade, ofuscam as luzes das estrelas. A sua presença, de felicidade, inunda o meu eu, que é só tristeza. Abro mão de tudo, por ti, larguei minha avareza. Só no castanho dos seus olhos, fui capaz de descobrir a real beleza. Só o seu toque drena minha força, sua pele, o seu cheiro, são minhas fraquezas. Você faz com que, nem meu próprio coração, me obedeça. Você ofusca minha sanidade, turva por completo, minha clareza. Você é para mim como as luzes da cidade, que ofuscam as luzes das estrelas..."

⁠"E eu me olho no espelho e vejo o reflexo da solidão. A tristeza em meus olhos, me faz querer arrancar meu coração. Passou o tempo e percebi, que o amor é o grande vilão.
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⁠"E eu me olho no espelho e vejo o reflexo da solidão. A tristeza em meus olhos, me faz querer arrancar meu coração. Passou o tempo e percebi, que o amor é o grande vilão. Vem embrulhado de prazer, mas sua essência é de dor e decepção. Amor e felicidade, sua mutualidade? Pura ilusão. O tempo passa, o tempo fecha, mas não me leva essa louca paixão. Me afogo no leito, fico sem jeito, em um turbilhão. Prosto os joelhos, rogo aos céus, imploro o perdão. Por desejar ter nascido frio e sem coração..."

⁠"Eu falava dela sempre ao longe, com medo do seu olhar sedutor. Narrava aos amigos, os seus feitos, sempre em metáforas, para mascarar a minha dor. O seu coração, que sempre fora presa fácil, ao mar o lançou.
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⁠"Eu falava dela sempre ao longe, com medo do seu olhar sedutor. Narrava aos amigos, os seus feitos, sempre em metáforas, para mascarar a minha dor. O seu coração, que sempre fora presa fácil, ao mar o lançou. Das decepções, se cansou. Dá própria felicidade, abdicou. Hoje, o que era da tristeza uma presa, da minha felicidade, se tornou predador. Dizia sempre eu: - Aquela ali hoje é menos peixe e muito mais pescador. Suas palavras são iscas, a sua rede de mentiras é disfarçada de amor. Minhas lágrimas, são águas em que ela lança suas façanhas, sou seu Arpoador. Nossa união, que sempre foi um arco íris, hoje não tem mais cor. Onde era coragem e amor Hoje só tem medo, pavor. Em todo esse tempo, ela mudou muita coisa, me causou muita dor. Mas eu ainda à falo ao longe, pois ela não perdeu o seu olhar sedutor..."

⁠"Não resisti, então cedi aos teus encantos. Será pecado, meu eu, mortal, descobrir o sabor do amor, nos lábios de um anjo? O meu eu, que hoje de alegria, graças a ti, já não é mais pranto.
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⁠"Não resisti, então cedi aos teus encantos. Será pecado, meu eu, mortal, descobrir o sabor do amor, nos lábios de um anjo? O meu eu, que hoje de alegria, graças a ti, já não é mais pranto. Amo-te hoje mais que ontem e amanhã, amarei mais um tanto. Trouxe clareza e luz; santidade e paz, a um homem, que não é santo. Em teu corpo divino, eu sinto o doce e o prazer do pecado. Teu olhar de desejo, pra mim, é vislumbrar o sagrado. Meu coração, parvo, fragmentado. Fragmentos, mil pedaços, desolado. Se cada pedaço fosse um só coração, os mil, ao fitar-lhe, teriam lhe amado. Por sua existência, aos céus, sou grato. Por amar a quem acreditava, não merecer ser amado. Por com seus abraços, ter absolvido o pecador de seus pecados..."

⁠"Eu sempre pensei que o paraíso fosse restrito aos pecadores e ali estava eu, com um pedaço dele, em meu braços. A perfeição, com seus cabelos negros, me pedia mais um beijo, mais um abraço. O olhar dela, me prendia cada vez mais, da minh'alma, o laço.
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⁠"Eu sempre pensei que o paraíso fosse restrito aos pecadores e ali estava eu, com um pedaço dele, em meu braços. A perfeição, com seus cabelos negros, me pedia mais um beijo, mais um abraço. O olhar dela, me prendia cada vez mais, da minh'alma, o laço. Quando ela sorri, a felicidade inunda meu eu, como que escapo? Bem da verdade, por que eu escaparia? Sendo que, foi ela quem uniu meu coração, que estava em pedaços. Ela renovou minhas esperanças no amor, um sentimento que eu já tinha abdicado. Adocicou a amargura da minha vida com seus beijos, perdoou meus pecados. Eu já não preciso vislumbrar os céus, pois o melhor pedaço do paraíso está sempre ali, em meus braços..."

⁠"Era mais uma daquelas chuvas de verão. Eu sabia que viria. Eu sabia que a veria.
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⁠"Era mais uma daquelas chuvas de verão. Eu sabia que viria. Eu sabia que a veria. Eu sabia que ainda residia em meu coração. Eu sabia que tinha sua indiferença, mas precisava era do seu perdão. Eu sabia, que não sabia nada e quem nada sou eu, no seu mar de paixão. Afoguei-me nas águas das lembranças e não existem palavras capazes de dar a esse sentimento, uma vazão. Por vezes, a distância que nos separou, levou pra longe minha felicidade, sem porquê, sem razão. Como uma enxurrada de amarguras, descontentamentos, solidão. Hoje, o céu em um completo de trevas, me aterroriza com sua escuridão. Me traz o medo em cada relampejar, em cada trovão. Mas o meu maior temor é o porvir ser mais uma daquelas suas chuvas, de verão..."

⁠"A vida, por vezes, turva por completo o que eu sei. O que é mais danoso à uma existência? A arma nas mãos de um homem ou uma coroa sobre a cabeça de um tirano rei? Desdenhar do amor por essas terras, parece-me, tornou-se lei.
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⁠"A vida, por vezes, turva por completo o que eu sei. O que é mais danoso à uma existência? A arma nas mãos de um homem ou uma coroa sobre a cabeça de um tirano rei? Desdenhar do amor por essas terras, parece-me, tornou-se lei. Como chuva, o viver vem e turva por completo o que eu sei. Jamais confunda a posição de um consorte, com a grandeza de um rei. A amargura é lei. A indiferença eu conheço, eu sei. E então diz-me: 'Não posso amar-te, pois isso eu não sei.'. Se não sabes, então até hoje, o que eu lhe ensinei? Eu que pouco ou nada sei. Ensinei. Suas palavras são uma arma e eu da solidão, sou rei. Sua indiferença é minha coroa, com orgulho e tristeza, a ostentei. A vida é uma piada, que por vezes, turva por completo, o pouco que eu sei. O que eu sei? A ti, amei. Amo-te? Hoje, não sei..."

⁠"Eu, um todo de defeitos, pintei algo perfeito. Como em tela, pintei-lhe com um beijo. Cada imperfeição, era pra mim, o despertar de um devaneio.
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⁠"Eu, um todo de defeitos, pintei algo perfeito. Como em tela, pintei-lhe com um beijo. Cada imperfeição, era pra mim, o despertar de um devaneio. Lembro-me do encanto, ao desenhar-lhe o cabelo. Quando em arte, cada fio negro, deslizava por entre meus dedos. Moldei-lhe um coração, com toques, carícias e aconchego. Minha vida, que era um total gris, como aquarela, foi ganhando cor a cada detalhe refeito. Busquei inspiração no céu, para fazer a calma e a beleza do seu sorriso. Nesse sonho de artista, pintei para sempre, você comigo. Busquei nas estrelas, do seu olhar, o brilho. Invejou-me o próprio Deus, ao ver-te, minha criação, em total ausência de defeito. Nem mesmo ele imaginara, que era possível tal feito. Eu, um todo de defeitos, superá-lo ao pintar-te, algo perfeito..."

⁠"A noite vem e com ela me torno um poço de indagação. O que seria dos céus, se os homens fossem capazes do perdão? O que seria dos poetas, se não existisse a solidão?
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⁠"A noite vem e com ela me torno um poço de indagação. O que seria dos céus, se os homens fossem capazes do perdão? O que seria dos poetas, se não existisse a solidão? Será que por ti, palpitaria, se eu tivesse, mais um coração? Existe, mesmo que ínfima, na loucura, um pouco da razão? E a loucura, quanto existe dessa, na emoção? O que é mais assustador, o silêncio da indiferença ou o estrondo de um trovão? O que me cega mais, o brilho dos seus olhos na escuridão ou da manhã, o primeiro clarão? É possível ser grato pela ingratidão? Por quem bate seu coração? A noite vem e aflora em campo fértil, minha imaginação. Eu que era poço, na madrugada, sou um oceano, de indagação..."

⁠"Se sua beleza matasse, eu seria apenas um cadáver, por admirar algo que eu nunca poderia alcançar. Tento respirar ao vislumbrar sua beleza e me falta o ar. Aos homens é tão fácil o ódio, o difícil é o amar.
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⁠"Se sua beleza matasse, eu seria apenas um cadáver, por admirar algo que eu nunca poderia alcançar. Tento respirar ao vislumbrar sua beleza e me falta o ar. Aos homens é tão fácil o ódio, o difícil é o amar. O coração, arrebenta-me o peito, a cada olhar. Quando por seu amor, ressurrecto, eu faria-lhe a cada respirar, uma prece. Quando nossas lembranças, inundam meus pensamentos, meus olhos inundam minha pele. Eu tento esquecer de ti, mas o coração não esquece. Suas juras, que eram minha fortaleza, hoje me enfraquecem. Me enfraquecem as palavras que eu deveria ter dito e não pude falar. Cega-me o Sol, ofusca-me os olhos o brilhar. Como o Sol, a felicidade em ti é algo que vislumbro ao longe, só faço admirar. Sua beleza de por do Sol, feita para ser admirada ao longe, é algo que nunca poderei alcançar..."