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Frases de Wikney Edson

387 frases

"Não existe veneno mais doce e letal para a alma de um homem, que as lagrimas de uma mulher..."
"És me chuva, tempestade, trovoada. És me amargura e paixão desenfreada. És me luz na escuridão de uma noite gelada.
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"És me chuva, tempestade, trovoada. És me amargura e paixão desenfreada. És me luz na escuridão de uma noite gelada. És me voz no silêncio da madrugada. És me as cores do arco-íris, em uma tarde pálida. És das minhas ilusões, a única que, eu queria realizada. És no fim de tudo minha deusa. És minha amada..."

"E sabe qual me é o preço da saudade? É lembrar-te, a cada fim de tarde. É tentar apaziguar-me com as mentiras e engasgar-me com as verdades.
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"E sabe qual me é o preço da saudade? É lembrar-te, a cada fim de tarde. É tentar apaziguar-me com as mentiras e engasgar-me com as verdades. É sempre me perder em devaneios, imaginando você e eu, plenos de felicidade. É ter na mente somente leviandades. Pagaria qualquer preço, seja lá o mais caro, para não pagar o ínfimo da saudade. No fim, minhas amargas e sinceras palavras, não tem nada de novidade. No fim da noite, reside nas palavras, apenas um tolo apaixonado, tentando apaziguar as suas desilusões com palavras de serenidade. Ainda sim, o faço com total esforço, como se funcionasse. Como se tudo que eu lhe dissesse, de alguma forma te mudasse. Tudo isso? Uma ilusão, nada de verdade. O real? A ausência total de felicidade..."

"Pra você não importa se choro ou se sorrio. Pouco importa se, em minha face rola apenas uma gota de lágrima, ou de lágrimas, um rio. Sua indiferença se tornou meu martírio.
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"Pra você não importa se choro ou se sorrio. Pouco importa se, em minha face rola apenas uma gota de lágrima, ou de lágrimas, um rio. Sua indiferença se tornou meu martírio. Meu refúgio, até minha calma e acima de tudo, meu delírio. Por quê tudo isso, logo comigo? Logo para com aquele que, ofereceu-lhe amor e abrigo. É estranho, é esquisito. Não entendo nada disso. E mesmo ébrio, eu não sou capaz de fugir de tudo isso. Quanto mais me bate a embriaguez, mais vontade sinto de estar contigo. Nada me deixa mais bêbado, que a falta do seu beijo, onde eu encontrei um refúgio, um abrigo. És covarde comigo. Arriscaria eu dizer que, tal covardia, cometes também consigo, por não estar comigo, sendo feliz, sorrindo. Eu corro e corro mais uma vez e ainda sim, não sou capaz de fugir de tudo isso. As decepções já se tornaram um vício. E quando as lembranças de ti, já não me causarem um aperto no peito, ai correra perigo. Pois já não desejarei estar contigo. O jogo de amarguras é um ciclo. Então nesse dia farei com você, tudo aquilo que fez comigo..."

"Há dias que vem e não deveriam ficar. Há dias que vão e deveriam, para sempre, continuar. Quando 'cê me vem, me sobra nada e até me falta o ar.
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"Há dias que vem e não deveriam ficar. Há dias que vão e deveriam, para sempre, continuar. Quando 'cê me vem, me sobra nada e até me falta o ar. Sua presença me faz sobrar a paixão, só o amar. Fito seus olhos, me pego com o coração, à palpitar. Desejo te abraçar. No teu beijo, me adoçar. No doce da voz, me deliciar. Quisera eu, não te sonhar. Nessa paixão, não me aprisionar. Você é o meu Sol, quiçá o meu luar. És meu rio, o meu mar. Na imensidão da tua alma, eu hei de me afogar. Infelizmente os dias de saudade vem, mas não deveriam ficar..."

"Em suas tempestades fui arco-íris e você foi-me apenas um céu gris. Eu que sempre fiz suas vontades, abdiquei das coisas que eu sempre quis. Minha felicidade, só existe no teu riso feliz.
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"Em suas tempestades fui arco-íris e você foi-me apenas um céu gris. Eu que sempre fiz suas vontades, abdiquei das coisas que eu sempre quis. Minha felicidade, só existe no teu riso feliz. Por vezes sua felicidade me fez infeliz. Não entendo o que sinto e você não tem pudor no que diz. Cada palavra proferida por você, constrói um castelo de areia nos sonhos de um tolo infeliz. Nos tristes capítulos da minha vida, achei que você colocaria um fim, mas de tais capítulos, você foi só mais um adir. Com seus sentimentos, suas ações, não condiz. Nas minhas verdades, sou infeliz. Nas suas ilusões, feliz. Pra tê-la comigo, o que eu podia, eu fiz. Meu amor é Sol, céu azul; sua indiferença, só mais um céu, gris..."

"Ô moça, 'cê tá até bem, quem não tá bem sou eu. Como ficar bem, se na madrugada, desperto do pesadelo de você e eu? Ecoa pelo meu corpo e abala minh'alma, os sonhos que me prometeu.
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"Ô moça, 'cê tá até bem, quem não tá bem sou eu. Como ficar bem, se na madrugada, desperto do pesadelo de você e eu? Ecoa pelo meu corpo e abala minh'alma, os sonhos que me prometeu. Ô moça, 'cê tá até bem, quem não tá bem sou eu. Meu parvo coração, ainda sonha com o seu abraço, meu apogeu. Ainda tenta se curar das mentiras que o entristeceu. Ô moça, 'cê mente até bem, verdadeiro foi eu. Quem te olhou nos olhos de lágrimas, cuja minha mente entorpeceu. Eu, um ávido amante da razão, a loucura da sua ausência, minhas palavras enlouqueceu. A sua doença é a ausência da verdade e o meu problema é a ausência de um beijo seu. Ô moça, sua doença até tem cura, o que não tem solução é o meu..."

"Olhe, veja bem, para você ver. Não desvie o olhar de quem desviaria o curso do mundo por você. Olhe nos olhos do tolo, que blasonava sobre você.
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"Olhe, veja bem, para você ver. Não desvie o olhar de quem desviaria o curso do mundo por você. Olhe nos olhos do tolo, que blasonava sobre você. Procuro você no escuro do quarto e cadê? Me olhas com desprezo, com aquele seu olhar blasé. A cada dia mais, tu matas meu querer. E serei eu o culpado se esse sentimento morrer? Olhe, veja bem, para você ver. Você drenou toda a essência do meu ser. Você, você e novamente, você. Como sempre, é sempre você. As vezes, dá desgosto de ver. O que se tornou eu e você. Converteu-se em dor, você, que já fora da minha alma, uma fonte de prazer. Mas olhe, veja bem, para você ver. Se faz de cega pra uma verdade, que não quer ver. Um dia será só eu e você. Até lá, vou tentando esconder a verdade que só eu não quero ver. Eu amo você..."

"Graças a você eu me tornei um homem invejoso. Tenho inveja da brisa que lhe beija o rosto. Invejo o brilho, que ao me olhar, tem em seu olho.
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"Graças a você eu me tornei um homem invejoso. Tenho inveja da brisa que lhe beija o rosto. Invejo o brilho, que ao me olhar, tem em seu olho. Invejo o vento, que lhe esvoaça os cabelos e a água que lhe banha o corpo. Invejo sua esperteza, por fazer do mais sábio, um tolo. Invejo aquele que tem seus beijos, o mais valioso tesouro. Tenho inveja daquele, que não te tem por metade, e sim, por um todo. Invejo tudo que lhe aquece a tez, quisera eu, ser fogo. Invejo aquele, que apostando em seu amor, sai vencendo no seu jogo. Graças a você eu me tornei um homem invejoso. Eu hoje, invejo todo homem são, pois seu amor me tornou um homem louco..."

"A liberdade me atenta, com doçura me cerca. Zomba dos meus grilhões, me olha através das barras de uma cela. Zomba do tolo, que se aprisionou no amor, nas juras, nas falácias dela.
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"A liberdade me atenta, com doçura me cerca. Zomba dos meus grilhões, me olha através das barras de uma cela. Zomba do tolo, que se aprisionou no amor, nas juras, nas falácias dela. No fim, não existia magia nas estrelas cadentes, eram só pedras. Roguei ao brilho, para me fazer estar junto dela. A paixão, inspira parvos devaneios e certezas sobre coisa incertas. A paixão é o flagelo dos poetas. A felicidade mora nos lábios dela. Templo de perdição, onde o meu eu, incompleto, se completa. Já é tarde, acabou nosso tempo, me cansei das batalhas, perdi essa guerra. Um clima lúgubre, tomou conta de nós, logo nós, que éramos festa. Prisioneiro do seu amor, vem a liberdade e me atenta e com doçura me cerca. E novamente, derrotado, não evito tais mazelas..."

"E eu me pego em devaneio, apaixonado. Imaginando como seria acordar ao seu lado. Ter meu sonho realizado.
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"E eu me pego em devaneio, apaixonado. Imaginando como seria acordar ao seu lado. Ter meu sonho realizado. Beijar-lhe a tez morena, que a muito, tem me encantado. Para vislumbrar-lhe, eu atravessaria o oceano à nado. Mergulhei na imensidão do teu olhar e nessa escuridão estou afogado. É impressionante, como em nós, tenho pensado. Sonhos de felicidade, tenho fantasiado. Quisera eu, poder realizá-los. Fazer dos teus beijos, meu doce pecado. Mas por não merecer-lhe, tudo isso são devaneios, de um louco apaixonado..."

"Lembra-me amanhã, de te esquecer. Lembra-me pela manhã, de para sempre, despedir-me de você. Lembra-me, de pensar mais em mim, que em você.
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"Lembra-me amanhã, de te esquecer. Lembra-me pela manhã, de para sempre, despedir-me de você. Lembra-me, de pensar mais em mim, que em você. Eu tô sempre esquecendo-lhe, mas é meu coração, que me lembra de você. Ingrato que é, ele deixaria de bater por mim para bater por você. Parvo que sou, procuro razão na emoção e cadê? Me pergunto, aonde vai você? Lá fora é só tristeza e solidão, só você não quer ver. A felicidade veio até você. Mas dela, você se despediu, até tentou esquecer. Ela tentou afagar-lhe os cabelos, ser a calma do teu ser. É difícil, em tudo isso crer. Mas acredite, sua felicidade sou eu e minha tristeza é você. Sua razão sou eu, minha emoção é você. Em meio à um léxico tão vasto, eu me esqueço o que deveria dizer. Perdoe a minha memória fraca, só tenho mais um pedido à fazer. Amada minha, por favor, lembra-me amanhã, de te esquecer..."

"Eu protelei minha felicidade em prol do orgulho dela. Abri mão da minha fé em devoção à ela. Falando em fé, no fim das contas, minha religião é ela.
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"Eu protelei minha felicidade em prol do orgulho dela. Abri mão da minha fé em devoção à ela. Falando em fé, no fim das contas, minha religião é ela. O meu templo de adoração é o corpo dela. Pecador que sou, roguei pelo perdão dela. Não obtive resposta, nem do meu sofrimento, uma trégua. Ela nunca foi-me deusa da paz, do amor; Ela é a deusa do ódio, da guerra. Vislumbro meu eu, mortal, enganado sobre ela. Achei meu paraíso e meu inferno nos olhos dela. Sua ausência é sal na ferida aberta. Novamente, me perco em mazelas. Me afogo nessa cacimba, que é amar ela. Tento tornar-me um ateu acerca dela. Mas o vento, servo fiel da minha algoz, traz-me cheiro dela. Eu suplico pelos beijos e só recebo o suplício dela. Na noite, eu sou um escravo e novamente, adoro ela..."

"E eu, que nunca fui muito fã da escuridão, me encantei pelo negro dos seus olhos. Eu, que sempre fui um bom jogador, perdi jogando os seus jogos. Eu, que nunca gostei de excessos afetuosos, me regozijava na dança dos nossos corpos.
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"E eu, que nunca fui muito fã da escuridão, me encantei pelo negro dos seus olhos. Eu, que sempre fui um bom jogador, perdi jogando os seus jogos. Eu, que nunca gostei de excessos afetuosos, me regozijava na dança dos nossos corpos. Eu, que sempre fiz da tua companhia meu paraíso, hoje faço da sua ausência meu purgatório. Eu, que de amor, me tornei um ébrio, hoje de solidão meu coração está sóbrio. As festas da minha paixão, sua indiferença, apagou os fogos. Minhas palavras de amor, graças à ti, hoje são um misto de desgosto e ódio. O teu sorriso é o oceano onde me afogo. Na madrugada, sonho que estou junto à ti, a manhã vem e infelizmente, sem você, acordo..."

"Por você, fui do céu ao inferno, não por mim. Por você, por vezes, fui demônio, arcanjo, Querubim. Por você já fui início e hoje sou fim.
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"Por você, fui do céu ao inferno, não por mim. Por você, por vezes, fui demônio, arcanjo, Querubim. Por você já fui início e hoje sou fim. Por você, ao mundo, fui um não e para ti, um sonoro sim. Por você, tentei ser bom, eu hoje, à todos, sou ruim. Como sempre, vivo por você, não por mim. No início do meu amor, reside o início do meu fim..."

"Vislumbro o céu e aguardo uma resposta das estrelas. O seu banquete de falácias está servido à mesa. Me farto de lamúrias e incertezas.
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"Vislumbro o céu e aguardo uma resposta das estrelas. O seu banquete de falácias está servido à mesa. Me farto de lamúrias e incertezas. Amar-te é minha única certeza. Parvo que sou, confundi sua ignorância com delicadeza. Pode ser, que um dia, meu coração te esqueça. O calor de minh'alma, você retribuiu com frieza. Quando eu fitar novamente seus olhos, pode ser, que eu não padeça. Até do seu abraço, eu careça. Tenho muitas perguntas que me perturbam a cabeça. Sem você por perto, minha mente, não obtêm clareza. Em meio à tantas perguntas e tristezas. Eu, vislumbro o céu e aguardo uma resposta das estrelas..."

"Ela só tem interesse, não sente saudade. Ela ama a mentira, odeia a verdade. Ela sente desejo, mas passa vontade.
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"Ela só tem interesse, não sente saudade. Ela ama a mentira, odeia a verdade. Ela sente desejo, mas passa vontade. Ela deseja meu aconchego, mas agora é tarde. Ela fantasia nossa união, mas é tudo miragem. Ela me instiga com a beleza do teu corpo, bela paisagem. Ela desafia a perfeição, uma beldade. Ela me olha com os olhos repletos de maldade. Ela sabe ser má de verdade. Ela se foi, roubou-me a calma e me deixou, a saudade..."

"Já não existe em mim o seu porto seguro. Não posso esperar você rodar o mundo. Duvido que encontre, nas suas voltas, sentimento tão profundo.
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"Já não existe em mim o seu porto seguro. Não posso esperar você rodar o mundo. Duvido que encontre, nas suas voltas, sentimento tão profundo. Nas suas promessas me afogo, nas lembranças, me inundo. Eu também, nas minhas voltas, quando acho que obtive sucesso, eu descubro. Que ainda não te repugno. Vive em mim, o desejo de contigo, estar junto. As vezes, o ódio desse misto de emoções, envenena o meu amor e o torna impuro. A alma se suja nesse sentimento imundo. Palavras, versos, músicas, poesias, juras, já tentei de tudo. Mas é intangível, seu coração obscuro. E às minhas advertências, meu coração, se faz de surdo. Já não existe, em nós, um futuro. É veneno, o doce do seu fruto. Tê-la junto à mim, qual é o custo? Me doando demais por ti, fiz de você meu mundo. E nesse jogo de amar, ganhei nada e perdi tudo..."

⁠"E eu fitei-a. Fitei-a não porque queria fitar. Mas porque em seus olhos, achei que poderia encontrar um lar.
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⁠"E eu fitei-a. Fitei-a não porque queria fitar. Mas porque em seus olhos, achei que poderia encontrar um lar. Encontrei no seu negro olhar muitas coisas, mas perdi o ar. Desaprendi o significado da razão e aprendi o significado do amar. Mesmo sem um sorriso, ela sabe me alegrar. Mesmo sem um toque, ela sabe me ganhar. Mesmo em ausência, ao seu lado, eu queria estar. É impossível esquecer e mais ainda, me controlar. O abandono, por vezes é fácil perdoar. Te vejo ao longe, me falta chão e falta à minha noite, um luar. Me falta também um coração, pois o meu eu lhe dei, para amar. Naquela noite eu fitei-a, mas não porque queria fitar. Eu fitei-a, porque em seus olhos, descobri o que é amar..."

⁠"E naquela noite eu lhe entreguei o meu negro coração. Na esperança de você revivê-lo, com o seu vermelho de paixão. Eu fui seu em forma de poema, em forma de canção.
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⁠"E naquela noite eu lhe entreguei o meu negro coração. Na esperança de você revivê-lo, com o seu vermelho de paixão. Eu fui seu em forma de poema, em forma de canção. Eu fui companhia, onde só existia solidão. E olha só, ainda estou na escuridão. E sem o teu vermelho amor, sem o meu negro coração. Só me restou as promessas e as juras feitas em vão. Ah mulher! Como fui feliz naquela ocasião. Onde viajei por seus olhos, com brilho de constelação. Só restaram-me os devaneios, daquela amarga ilusão. Meu último pedido às estrelas? Devolva meu negro coração..."