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Frases de Wikney Edson

37 frases

"She looked me deep into the eyes. And lied. All the words, the promises, lies.
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"She looked me deep into the eyes. And lied. All the words, the promises, lies. Her kisses, that i believed, were a lie. Her love, that i loved so much, was a lie. Everything was a lie. Her eyes? A lie. Even every tear, when she said 'I'm sorry' and i said 'Goodbye'. Her body, the sweat, the whispers, lies. And in her words, where i dug my grave, my heart lies. And now i look in the mirror, say to myself 'i can live without her', i know, i lied..."

"Amaldiçoar o maldito. Amar-te, daqui ao infinito. Eu grito, eu xingo.
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"Amaldiçoar o maldito. Amar-te, daqui ao infinito. Eu grito, eu xingo. Eu finjo. Eu minto. Largado na rua, eu rosno, ladro à Lua coisas sem sentido. Sou o crime, a lei, sou o bandido. Sou o que rouba o coração, por ter o meu ferido. É mais fácil te odiar do que admitir: ainda te amo, ainda te preciso. Difícil admitir que também errei, queria poder fazer voltar tudo o que fora cuspido e dizer o que deveria ter sido dito. Tudo aquilo. Que consome, que dentro mata, externalizado, faz vivo. Cansei de esperar o cupido. Ser sem alma? Sou; eter, espírito. Sou a razão e a loucura em uma frase sem sentido. Será a vida um sonho? Delírio? Se sim, invejo-os por viver em sonho onde o meu eu sobrevive em um pesadelo infinito. Sou a linha tortuosa em que Deus ousou ter escrito. Cansei de olhar-me no espelho e amaldiçoar o maldito..."

"Eu não tenho talento, só amor. Não sou poeta, escritor. Nem músico, trovador.
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"Eu não tenho talento, só amor. Não sou poeta, escritor. Nem músico, trovador. Só tenho saudades e dor. Tenho sonhos de contigo e, no pesadelo da sua ausência, horror. Eu não tenho talento, amor. Tenho só um coração que bate por ti e, se tivesse um outro e mais um, bateriam por você até quando o universo se for. Eu não tenho talento, só amor. Tento ser o que sou por ti, meu amor: a lágrima que lhe banha o rosto; sou de sua face, quando tímida, o rubor. Sou marinheiro sem porto, sem mar, Arpoador. Para cada noite fria, para cada tormenta em sua cercania, lhe serei abrigo, lhe serei calor. Para a sua infelicidade, quando o âmago do seu ser for gris, eu serei cor. De tudo o que há no mundo, só posso te oferecer amor. Perdão, minha religião: hei de abster-me, cessarei meu clamor. Tentando afastar minhas agruras, louca paixão, minha eterna labuta, percebi algo que me causara torpor. Escrevendo e relendo, jogado ao relento, sofrendo com o vento, percebi que: eu não tenho sequer um único talento, só amor..."

"Eu te odeio, mas não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar. Te odeio, não pelo ódio em si, mas por ter me feito amar. Odiá-la é como odiar o ar.
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"Eu te odeio, mas não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar. Te odeio, não pelo ódio em si, mas por ter me feito amar. Odiá-la é como odiar o ar. E dia após dia, viver sabendo que posso odiar, mas não posso parar de vivê-la, parar de lhe adorar. Eu te odeio, pois em cada beijo, em cada abraço, até mesmo no castanho do outono, seus olhos estão lá. Quando o Sol se põe e a noite vem me abraçar. Você está lá. Quando rogo para a escuridão me abandonar e a Lua vem me iluminar. Eu te odeio, pois até mesmo no brilho dela e na pálida tez, você está lá. Pela ida eu relevo, posso lhe desculpar, mas essa insistência na permanência, isso não posso perdoar. Até quando me prostro e me ponho a orar. Te odeio, e por sobre os céus, odeio ao Deus, por outra de ti, para meu eu egoísta, não criar. Odeio ele por me fazer amar. E eu te odeio, não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar..."

"'Amor, estou morrendo de saudades.' Ah, meu bem, saudade foi feita pra ser sentida. O engano foi feito para aperfeiçoar a vida.
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"'Amor, estou morrendo de saudades.' Ah, meu bem, saudade foi feita pra ser sentida. O engano foi feito para aperfeiçoar a vida. Ledo engano deste que há muito lhe ama, achei que você fosse feita pra ser minha. Infelizmente, meu amor, o seu beijo, seu abraço, a nudez do seu corpo serão incapazes de curar as minhas feridas. Mas sou grato pela tentativa. Mas é o seu 'morrer' que me drena a vida. Sei que não tem inocência, és um todo de malícia. Lascívia. Pronta para novamente destruir a minha vida. Agora vens e me dizes algo que há muito eu queria. 'Amor, estou morrendo de saudades.' Quisera eu ser capaz de novamente afogar-me em seu poço de leviandades e resolver a minha vida. Eu sei, você sabe, perdão não cura ferida. E a saudade, amor, foi feita para ser sentida..."

"Eu te amo. Mas também, se não te amasse, o que eu faria? Eu te amo.
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"Eu te amo. Mas também, se não te amasse, o que eu faria? Eu te amo. E como amo, mulher, amo-te da tarde quente à manhã fria. Eu te amo. E meu amor por ti é todo grão de areia, toda gota de chuva e cada bisão na pradaria. Eu te amo. Não amo sua beleza, o contorno do seu corpo, o curvilenear da boca, tampouco nossas bocas juntas, minha fantasia. Eu te amo. E meu amor é pura metafísica. Eu te amo. Amo sua alma, sua essência, o seu ser, amo-te, meu amor, nesta e na próxima vida. Eu te amo. E sei que Deus, por sobre os céus, em suas nebulosas e galáxias, supernovas, me castiga. Pois eu te amo. E ele queria que amasse a figura d’Ele; o que ele fez foi covardia. Sabia que minha existência sem ti seria mesquinha. Eu te amo. E nesse amor, no castanho dos seus olhos, o tirano fizera minh’alma cativa. Eu te amo. Amo do cabelo cada fio; do corpo, cada átomo; da tez desnuda, cada pinta. Eu te amo. E por amá-la em demasia, esquecê-la seria sorte minha. Eu te amo. E não posso tê-la, incapaz de embalar em meus braços, guardar em meu abraço minha menina. Eu te amo. Como um mantra, rogarei, implorarei por ti na noite fria. E direi uma e mais uma vez a minha frase preferida. Eu te amo, amada minha…"

"É o que faço, amor, eu escrevo. Para cada sentimento, um verso, e para cada verso, um enlevo. Sorte sua foi ter me conquistado, não existe trevo.
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"É o que faço, amor, eu escrevo. Para cada sentimento, um verso, e para cada verso, um enlevo. Sorte sua foi ter me conquistado, não existe trevo. É o que faço, amor, eu bebo. Para cada verso, um gole, e a cada gole eu te vejo. Eu sou ninguém, e quando sou alguém, sou de um todo seu amor, aos céus, agradeço. Por ser capaz de amar, mesmo ferido, amargurado, ébrio, em devaneio. Agradeço. Obrigado, Pai, pela tal dádiva do amor, obrigado pela não correspondência, o rancor, a indiferença, o anseio. É o que faço, amor, eu escrevo. Pois quando tu fores de mim, serão minha companhia a solidão, a pena e o tinteiro. Penso em você o dia inteiro. Eu queria tanto um abraço, o doce do beijo. Caso não, que seja somente do abraço o aconchego. Sem ar eu voo, e mesmo sem mar, em ti, meu amor, eu velejo. E quando as lágrimas, que afogam minha existência, me permitem enxergar, nem que seja um pouco, amor, acerca de ti, eu escrevo..."

"Meu amor, eu não te quero de volta. Roguei tanto para que não fosse; hoje, aos céus clamo para que nunca mais bata em minha porta. Perdão, amor, mas eu não te quero de volta.
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"Meu amor, eu não te quero de volta. Roguei tanto para que não fosse; hoje, aos céus clamo para que nunca mais bata em minha porta. Perdão, amor, mas eu não te quero de volta. Meu peito, no seu aconchego, era um todo de alegria; hoje, ao pensar em ti, minh’alma chora. Ouvi, entendi, mas, amor, por favor, eu não te quero de volta. Lembra das juras, dos pedidos, a mudança que nunca veio, as brigas fora de hora? Então, amor, sei que lembras, e é por isso que não te quero de volta. A vida é sofrida, a solidão aguerrida; por um dia ter lhe amado, eu queria ter arrancado o meu coração fora. Amor, por favor, sem beijos; o seu corpo me atiça, é tão difícil resistir. Nem mais um passo: eu não te quero de volta. A pele arde, os olhares se cruzam, sou incapaz de resistir, mas hoje, sim, as recaídas se tornaram histórias. Memórias, só memórias, amor, pois hoje não te quero de volta. Por favor, amor, não chora. Você sabia o que viria, sabia o que haveria quando decidiu sair por aquela porta. Obrigado por vir, tentar um beijo, um ardir; obrigado pelo cheiro doce e o vislumbre ao se despir, mas agora vá embora. Amor, eu não te esqueci, mas resolvi lembrar de mim e, com lágrimas nos olhos, te digo: — Eu não te quero de volta..."

"Que vergonha, amor, confesso, hoje deixei a embriaguez me vencer. Em meu âmago, ou vencia ela ou vencia você. Quando o álcool vence, é só vergonha, por vezes prazer; mas quando és tu, é sempre o sofrer.
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"Que vergonha, amor, confesso, hoje deixei a embriaguez me vencer. Em meu âmago, ou vencia ela ou vencia você. Quando o álcool vence, é só vergonha, por vezes prazer; mas quando és tu, é sempre o sofrer. Mas foi só hoje, amor, amanhã não vai acontecer. Não vai, só peço que não me faça prometer. Mazelas que em nada dependem de mim, somente de você. Mais um dia, enfim, que esqueço de mim para lembrar de você. Questão de existência, minha eterna penitência, o meu 'ser ou não ser'. É coisa do ser. Amar, viver. Sem lhe ter. Melhor morrer. Batalha aguerrida, vida sofrida, será possível vencer? Falando em derrotas, vidas opostas, já não me recordo o que eu iria dizer. De antemão, amor, lhe peço perdão pelas palavras, eu confesso, hoje eu deixei a embriaguez me vencer..."

"Talvez eu já tenha sentido falta, mas nunca saudade. Sentir falta é ausência, saudade é um futuro não realizado, com nossa metade. Eu amo tanto aquela mulher, que até evito pensá-la, pois ao fazê-lo, meu peito arde.
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"Talvez eu já tenha sentido falta, mas nunca saudade. Sentir falta é ausência, saudade é um futuro não realizado, com nossa metade. Eu amo tanto aquela mulher, que até evito pensá-la, pois ao fazê-lo, meu peito arde. Eu achava que só sentiria falta de você no fim de tarde. Mas olha eu aqui, pela madrugada, lembrando você, minha beldade. Já disse que te amo, já disse te quero, já disse que almejo você como mãe dos meus filhos, me chame de tolo a sábio, mas nunca covarde. Dizem que incomensurável é o amor, então por que o meu para ti nada vale? Meu coração pertence a ti, o desavergonhado, sarnento, algoz deste que lhe escreve, não bate. Ele ladra, late. Jogado na rua, tentando apagar toda memória sua, umas e outras rogando-me pragas, “cafajeste”, “traste”. Deus, que fase! É uma miríade de sensações, sinto seu cheiro ao vento, o apertar do abraço, te vejo em cada penumbra que envolve meu eu no fim de tarde. Te sinto em todo perfume, te vejo em todo rosto, que parecem-me ser um todo de sua face. Sinto você no frio da chuva, e no Sol do meio-dia, que me assola a fronte, também esta la você, minha beldade. Eu sinto tanto ao lhe sentir, descrever-lhe, escrever-te, que chega a faltar-me ao âmago serenidade. Amada minha, sinto tanto sua falta, indago-me: Será saudade?"

"In the night, i feel the cold, i feel you, and i still alone. To conquer you, it's just brake my back, to make a couple bones. Ice heart, heart of stone.
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"In the night, i feel the cold, i feel you, and i still alone. To conquer you, it's just brake my back, to make a couple bones. Ice heart, heart of stone. I'm still hearing your voice, even after i turn off the phone. I love you my queen, before you, i bend my knee, my head are prone. To have you, i would kill a hundred kings, conquer a thousand thrones. I don't know what to do, i don't know what you've done. You vanished, destroied my soul, and gone. I gaved you shelter, you take it, and leave me without no home. I begged you, i tried, God knows i've; and now, i'm done. I fought like a hell, to live in your Paradise, but i realize, i'm not the one. You have to many kisses, so many hugs, give me some. And in the night, praying for you, nothing changes, i'm still here, all alone..."

"Não existe um ano novo. O que existe? Nós, separados, de novo. Existe a solidão, a dor, o desgosto.
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"Não existe um ano novo. O que existe? Nós, separados, de novo. Existe a solidão, a dor, o desgosto. Existe o sonho de um novo amor e o pesadelo de um amor, que já não é novo. Os fogos da meia-noite, não chegam perto do, na noite, o nosso fogo. Só mais um ano, aí deixarei de ser o tolo. Esquecerei ela, seguirei minha vida, viverei com gosto. Entra ano e sai ano e continuo iludido, parvo e mentiroso. O passar dos anos já não é mais doloroso. A vida está amarga, a bebida já não tem mais gosto. Passou-se mais um, esperarei mais um, dois e um outro. Por você, aguardar toda a eternidade parece-me pouco. Hoje, quando o relógio marcou meia-noite, lembrei você, lembrei nós, senti o peito roto. Sei que não existe, mas amada minha, feliz ano novo..."

"Pai, eu não quero paz, não quero sossego; eu quero guerra. Não quero algo melhor, Pai; eu quero é ela. Dê-me, atenda meu único pedido, e deixe recair sobre mim tudo que me livrais até agora. Se tê-la for um erro, então me dê todas as mazelas.
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"Pai, eu não quero paz, não quero sossego; eu quero guerra. Não quero algo melhor, Pai; eu quero é ela. Dê-me, atenda meu único pedido, e deixe recair sobre mim tudo que me livrais até agora. Se tê-la for um erro, então me dê todas as mazelas. Jamais entrarei em uma igreja, Pai, sem a certeza de que sairei de lá casado com ela. Se respiro, se vivo, sei: tu és o motivo, mas eu vivo é por ela. Não existe nós, não existe louvor na capela, só existe eu amando-a à capela. Se amá-la for uma prisão, então, Pai, leve minha liberdade, e por toda uma eternidade e mais uma me aprisione na dela os braços, a cela. Perdão, Pai, não consigo adorá-lo, não consigo amá-lo. Seja Deus para os meros mortais, para os que não amam, pois minha divindade, meu amor, minha adoração é ela. Muito antes do verbo, de Abraão, muito antes de sê-lo, muito antes das águas, do vazio, eu amava ela. Sei, Pai, que amas os teus filhos, sei que amas o Cristo, e nem mesmo o amor do Crucificado chega aos pés do meu amor por ela. Se blasfêmia, pequei; se amar for um erro, errei; que me condene ao inferno, mas de lá, aos céus, entre anjos e demônios, deuses e reis; lhe afirmo, YHWH, eu fui único, eu amei, graças a ela. A trombeta soa, não ouço, ficarei por aqui, viverei uma nova era. Meu pecado? Mais do que o próprio Deus, amar ela. Perdão, Pai, mas eu não quero paz, sou um soldado, eu quero do amar e não ser amado, a guerra..."