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Frase de Wikney Edson

"Pai, eu não quero paz, não quero sossego; eu quero guerra. Não quero algo melhor, Pai; eu quero é ela. Dê-me, atenda meu único pedido, e deixe recair sobre mim tudo que me livrais até agora. Se tê-la for um erro, então me dê todas as mazelas. Jamais entrarei em uma igreja, Pai, sem a certeza de que sairei de lá casado com ela. Se respiro, se vivo, sei: tu és o motivo, mas eu vivo é por ela. Não existe nós, não existe louvor na capela, só existe eu amando-a à capela. Se amá-la for uma prisão, então, Pai, leve minha liberdade, e por toda uma eternidade e mais uma me aprisione na dela os braços, a cela. Perdão, Pai, não consigo adorá-lo, não consigo amá-lo. Seja Deus para os meros mortais, para os que não amam, pois minha divindade, meu amor, minha adoração é ela. Muito antes do verbo, de Abraão, muito antes de sê-lo, muito antes das águas, do vazio, eu amava ela. Sei, Pai, que amas os teus filhos, sei que amas o Cristo, e nem mesmo o amor do Crucificado chega aos pés do meu amor por ela. Se blasfêmia, pequei; se amar for um erro, errei; que me condene ao inferno, mas de lá, aos céus, entre anjos e demônios, deuses e reis; lhe afirmo, YHWH, eu fui único, eu amei, graças a ela. A trombeta soa, não ouço, ficarei por aqui, viverei uma nova era. Meu pecado? Mais do que o próprio Deus, amar ela. Perdão, Pai, mas eu não quero paz, sou um soldado, eu quero do amar e não ser amado, a guerra..."

Wikney Edson

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Wikney Edson

"Relembro nós e amaldiçoo até o meu piscar. Naquele micro instante, deixei de sua imagem admirar. Relembro tudo, amaldiçoo o meu respirar.
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"Relembro nós e amaldiçoo até o meu piscar. Naquele micro instante, deixei de sua imagem admirar. Relembro tudo, amaldiçoo o meu respirar. Por que o fiz? Se estava você ali, o meu ar. Relembro nós, amaldiçoo do meu peito o pulsar. Eu deveria ter morrido ao lhe vislumbrar. Jazer em seus braços, sob seus olhos, roguei para o meu coração parar. Relembro nós, amaldiçoo o vento, os pássaros, até das folhas o farfalhar. Todo som doce e belo que existe na natureza deveria Deus ter feito com o som de sua voz, do mais belo anjo o cantar. Relembro nós e amaldiçoo o tempo, por quando em vislumbre de seus olhos não parar. Quando o entrelace de nossas almas, com um único olhar. Senti que a eternidade seria pouca para lhe adorar. Relembro nós e amaldiçoo o meu amar. Por não tê-la, por não vê-la e ausentar-me de minha felicidade e essa mesma felicidade, contigo, ser incapaz de compartilhar. Lembro da última vez que estivera em meus braços, maldito fui, por quê, pra quê piscar?"

"O ranger do tablado, na madeira, cada passo. A valsa, a dança, de rostos colados. O pulsar do peito, o coração acelerado.
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"O ranger do tablado, na madeira, cada passo. A valsa, a dança, de rostos colados. O pulsar do peito, o coração acelerado. Eu amo tanto aquela mulher, que pensá-la, lembrá-la, faz-me enfermo, febril, débil, acamado. Chega a doer o peito, maldição minha ter te olhado. Eu a amo, só amo, não existe explicação, verso, religião, Deus, para um homem apaixonado. Ah, amada minha, como que te amo, amo, amo tanto, que quando lhe sonho, me amaldiçoo por ter acordado. Se morrer for eternamente sonhá-la, então, Pai, ceife minha vida, e não me acorde nem para o Juízo Final, meu pecado foi ter amado. Fazei-me julgado. Declarar-me-ia culpado. Hoje a madrugada inundou o meu quarto. A solidão, fria, veio deitar-se ao meu lado. Acordei trêmulo, assustado. A chuva lá fora parecia inundar a escuridão e o vento frio deixa-me arrepiado. Ao longe, ouvi um trovão, senti a lágrima escorrer pelo meu rosto cansado. O som ao longe lembrou-me de nós, de rostos colados. O ranger do tablado, na madeira, cada passo...

"Estou péssimo, amor. A ausência do que me fizera mais vivo, jamais me matou. Azar o meu, roguei para que o fizesse ao criador.
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"Estou péssimo, amor. A ausência do que me fizera mais vivo, jamais me matou. Azar o meu, roguei para que o fizesse ao criador. Estou péssimo, amor. Só fico bem sob a iluminescência do seu olhar, aquecido em seus braços, sentindo do beijo o calor. Estou péssimo, amor. Seu corpo, que era minha fonte mater de prazer, deixou um vazio; eu queria tanto, mas Deus, parece-me, levou-me até a dor. É só indiferença, rancor. Queria odiar, queria gritar, mas já não há mais choro; toda lágrima secou. Quisera eu ir onde você for, ser para sempre o seu redentor. Eu faria de tudo para lhe fazer bem, ser do seu coração o senhor. Obrigado por perguntar; jurei não mentir-lhe, então não o farei, minha flor. Sem você, eu estou péssimo, amor..."

"Não sei se era o vestido vermelho que parava o lugar. Talvez fosse o cabelo preto, ou a beleza no olhar. Só sei que eu estava ali e ela estava lá.
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"Não sei se era o vestido vermelho que parava o lugar. Talvez fosse o cabelo preto, ou a beleza no olhar. Só sei que eu estava ali e ela estava lá. A cada vislumbre, troca de olhares, era eu um mero mortal a admirar. Pensei que a beleza fosse um veneno, pois senti meu coração acelerar. Linda, dos pés à cabeça, cada detalhe digno de se pintar. As palavras são pobres para descrever, a beleza narrar. Sei de muitas coisas, mas o que não sei é se era o vestido vermelho ou a beleza dela que parava o lugar..."