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Frases de Valeria Teixeira dos Santos

68 frases

Inverno e suor São nas noites impetuosas de inverno, Quando o suor invade nossos poros,
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Inverno e suor São nas noites impetuosas de inverno, Quando o suor invade nossos poros, Que percebo em nós até onde nossas quimeras amorosas podem nos levar. Nos levam a conhecer as estrelas em céus nublados; às aguas salgadas dos rios, por nosso gotejar; à sobrevoar pelos jardins na negritude, quando são nossos pés que nos levam por percorrer. É o suor mais picante e desejado da que é só eterno delírio.

O encontro Segue ela ao encontro de seu amado. Ela que era só receios, vestiu-se de coragem. Em noite de inverno, se agasalhou, mesmo quando todo seu corpo em chamas ardia. Durante a viagem, no trem, eram anunciados remédios e doces para venda. Ela comprou uma caixa de ousadia e…
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O encontro Segue ela ao encontro de seu amado. Ela que era só receios, vestiu-se de coragem. Em noite de inverno, se agasalhou, mesmo quando todo seu corpo em chamas ardia. Durante a viagem, no trem, eram anunciados remédios e doces para venda. Ela comprou uma caixa de ousadia e dose excessiva tomou; dos doces, adoçou mais sua boca, que ora era apenas sede dos beijos de seu amado. Tomada das mais atrevidas vestimentas, despiu-se de toda culpa e pudor. Dos beijos molhados e suculentos, das mãos que eram só atrevimento e do toque na pele, vivenciando todas as sensações que apenas aqueles intantes poderiam lhes proporcionar, fez o casal, momento velado e eternizado.

Ascensão - Valéria Teixeira Dos Santos Não é que tristeza seja meu nome E solidão meu sobrenome
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Ascensão - Valéria Teixeira Dos Santos Não é que tristeza seja meu nome E solidão meu sobrenome Mas têm dias que é assim Não há porquês; mas necessidades Necessidade de receber mais a luz do sol, mergulhar no mar, respirar mais profundo, amar intensamente De receber mais sorrisos sinceros Abraços mais apertados Beijos molhados Tem dias que é assim O dia não tem fim A tristeza invade a'lma Que se tornam perceptíveis No olhar, no sorriso, no corpo Que desnuda a alma Da lágrima que rola Pela face da moça Que não é tristeza nem solidão Mas em busca de um amor, um amor em ascensão.

Noite de tormentas É quando a noite chega No encontro do eu com meu eu
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Noite de tormentas É quando a noite chega No encontro do eu com meu eu Que as tormentas irrompem E o silêncio do desconhecido Abalroa-se com a turbulência da mente Seus bramidos ensurdecem-me na calada Não há estratégias ou fugas Preciso me manter viva ao embate É quando vou de encontro à janela Fito o firmamento e Me sobrevém à lembrança que em breve Haverá o alvorejar, dia se tornará E o silêncio do desconhecido se calará.

Se estás cansado de caminhar E não tens onde repousar Ofereço a ti meu coração
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Se estás cansado de caminhar E não tens onde repousar Ofereço a ti meu coração Nele encontrarás fontes que Saciarão todas as tuas sedes E ao nos tornarmos uma só alma Verás que encontrastes repouso indubitável Onde terás corpo abrasador Para aquecê-lo do frio Mãos para percorrerem por todo teu corpo e Seios, onde repousarás tua cabeça e Sentirás a deleitosa essência de Tua amada, meu amor.

Ao meu senhor Quisera minhas lágrimas terem fim E do amor nada sentir.
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Ao meu senhor Quisera minhas lágrimas terem fim E do amor nada sentir. Não sentir a dor que d’entro do peito Rasga-me por inteiro Translada-me para a escuridão Escuridão que me atormenta. Repudio cada parte da solidão Que insiste em me calar Que cerra meus lábios Que tão acostumados estão a sorrir Sorriso que se perdeu Quando você não apareceu Não pensou que faria Do seu olá o mais desejado Você que ao se fazer notório Se esqueceu de que estava Despertando sentimentos Sentimentos que clamam por reciprocidade E que quando não encontra, adoece a quem despertou E você, apenas em você pensava, meu senhor.

Ando sentindo faltas... Sinto falta de olho no olho, Um olhar sincero,
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Ando sentindo faltas... Sinto falta de olho no olho, Um olhar sincero, Daquele olhar que vemos o coração. Sinto falta de palavras que dão vida, Das palavras com cheiro de morte já me saciei, me fartei, me esgotei. Sinto falta de poder acreditar nas palavras das pessoas, Sinto falta do toque na pele, dos touchs estou farta. Quero o toque da alma! Sinto falta do amor de um homem que eu possa recostar em seu peito e nele poder confiar. Sinto falta, sinto falta da minha ingenuidade, quando sofria menos por não enxergar as maldades das pessoas. Afirmo que era muito feliz. Prosseguirei minha jornada sentindo faltas, mas tentando semear o que não encontro, e que a mim, muita falta faz.

Vamos começar tudo outra vez. Me ensine a sonhar de novo, a acreditar. .. Te confesso, ainda tenho medo.
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Vamos começar tudo outra vez. Me ensine a sonhar de novo, a acreditar. .. Te confesso, ainda tenho medo. É que a bobeira me pegou e Me deixei ser levada por ela. De repente nada mais fazia sentido. Mas, sem te incomodar, me dá sua mão, Me olha nos olhos, Me beija na boca, E me faz em nada me preocupar E em somente acreditar Que ainda vale a pena, Que vale a pena amar.

Sua boca quente Suas mãos atrevidas Seu corpo suado
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Sua boca quente Suas mãos atrevidas Seu corpo suado Teu corpo, teu corpo me mostrando toda reação. Eu te observando Te desejando Me segurando Você toma atitude, Me pega de jeito, Me leva pro leito, Comanda a situação. Quanta ereção! Somos tomados pelo desejo, Pela carne, pelo impulso. Reagimos com ousadia E gozamos em sintonia.

Quero a paz do campo A sensação de descarrego que dá ao mergulhar no mar Quero sentir o cheiro de terra molhada
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Quero a paz do campo A sensação de descarrego que dá ao mergulhar no mar Quero sentir o cheiro de terra molhada Ver um botão de rosa se abrir Quero sentir borboletas no estômago E o calor e frio que sua presença me causa Quero o afago do amigo E o beijo do amante Quero ser eu todos os dias Sem precisar me fazer encaixar Quero a beleza do arco-íris E o brilho do sol Quero ser a nuvem que se descarrega quando cheia está Quero que assim como a água da chuva que cai e rega a terra, que minhas lágrimas tenham alguma serventia também. Se de tudo, possível não for, agradeço por a mim permitir o prazer do alívio e por poder flutuar novamente, tal qual as nuvens por aí.

têm dias em que nosso diálogo é ensurdecedor fico jogada sobre a cama a caneta se perde pelas frestas do sofá; quando não, ao meu lado na cama, que é um lugar inabitado há cinco anos, e ela insiste em me fazer companhia
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têm dias em que nosso diálogo é ensurdecedor fico jogada sobre a cama a caneta se perde pelas frestas do sofá; quando não, ao meu lado na cama, que é um lugar inabitado há cinco anos, e ela insiste em me fazer companhia o papel, muitas das vezes, fica todo suntuoso na estante, não me dá muita atenção como bons e velhos amigos temos aqueles dias em que o papo rola o dia inteiro e vara pela madrugada adentro fazemos passeios longínquos percorremos por corpos desconhecidos falamos daquilo que nunca vivemos e daquilo que é nossa reza principal somos amigos e não cabe em nós escrúpulos, segredos, sussurrar... gritamos às vezes um com o outro nos amassamos quando queremos exprimir alguma repulsa, ou apenas nos deixamos, cada qual pelo seu habitat quando não, largados por qualquer ângulo da velha alvenaria. 09/05/2018.

logo agora, com a iminência do inverno, meu amor se foi está pensativo, sem direção, em busca de novos horizontes... me deixou o verão, que é sempre latente aqui
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logo agora, com a iminência do inverno, meu amor se foi está pensativo, sem direção, em busca de novos horizontes... me deixou o verão, que é sempre latente aqui ah, soubesse ele que o poderia aquecê-lo direcioná-lo pelas curvas do meu corpo mostrá-lo não a saída do labirinto, mas o ápice dele retirar os vincos secos de seus lábios, deixá -los macios e viçosos com beijos ardentes sua pele não eriçada pelo forte frio, mas pelo passear de minhas mãos soubesse ele disso, teria deixado sua questões de lado priorizaria ele se expor ao sol deixar a pele bronzeada seu rostinho rubro com aparência salutar de quem vive para amar. vts maio/2018.

tem uma dor presa aqui, fazendo um buraco que rasga com unhas afiadas e cara de quem quer ver a dor agonizante tem um grito que não sai, está entalado; em quarentena, ele aguarda pela prisão perpétua há mãos atadas, calejadas pelos carinhos distribuídos em peles com queratose p…
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tem uma dor presa aqui, fazendo um buraco que rasga com unhas afiadas e cara de quem quer ver a dor agonizante tem um grito que não sai, está entalado; em quarentena, ele aguarda pela prisão perpétua há mãos atadas, calejadas pelos carinhos distribuídos em peles com queratose pilar, não pelo excesso de queratina, mas por não conhecerem a reciprocidade há olhos vendados por não suportarem a luz do dia há corpos estendidos sobre camas, corta-luz nas janelas e portas trancadas há alguém a implorar por socorro através de códigos, por não suportar o desacreditar no amor mandem mensagens, liguem, façam-se presentes, quando souberem o que realmente querem pessoas não são descartáveis, amor não é banal e palavras deveriam ser sempre verdadeiras. vts

Descobri que se desnudar faz bem. A gente vai ficando mais leve, conforme vamos retirando algumas vestimentas; além de que, algumas dessas roupas são demasiadamente pesadas, difíceis de carregar. Algumas, totalmente desnecessárias, cheias de sem sentidos; seja devido ao clima, a…
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Descobri que se desnudar faz bem. A gente vai ficando mais leve, conforme vamos retirando algumas vestimentas; além de que, algumas dessas roupas são demasiadamente pesadas, difíceis de carregar. Algumas, totalmente desnecessárias, cheias de sem sentidos; seja devido ao clima, a hora, a ocasião... Assim, fui me despindo. Algumas vestes como: as do ciúme; incomodar-me ao extremo com o quê pensam sobre mim; manter-me em relacionamentos já mortificados; querer que reconheçam em mim o “valor” que possuo. Percebi que não valia a pena. Hoje sou ré e juíza, eu decido. É verdade, às vezes sinto um vento gelado acariciando minhas costas; mas, faz parte, já que decidi me desnudar.

No início, nada de tão sério. Até que a intensidade foi se tornando insuportável. Era um dia sem sono e outro, hibernação. O corpo e a mente se mantinham em frequente luta para ver quem conseguiria trabalhar mais. Se num dia não comia nada por total falta de apetite, no outro dev…
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No início, nada de tão sério. Até que a intensidade foi se tornando insuportável. Era um dia sem sono e outro, hibernação. O corpo e a mente se mantinham em frequente luta para ver quem conseguiria trabalhar mais. Se num dia não comia nada por total falta de apetite, no outro devoraria qualquer coisa. Paulatinamente a dor no meio do peito parecia se aprofundar até transpassar às costas. Os esquecimentos não eram mais um simples apagar de mente por segundos, passavam-se tempos, até que conseguisse a tão famigerada lembrança de volta. De repente, saber que no dia seguinte teria que ir a algum lugar tornava minha mente e corpo em erupção total, era suor para todo lado, coração acelerava e tudo implorava por socorro. Não era falta de fé, fraqueza, estresse seguido de dor no peito ou loucura diagnosticada, era depressão e síndrome do pânico tratados por psiquiatra e análises com psicólogo. Se agora tudo está bem? _ Sim. Até que por qualquer razão, que não seja rotineira, venha me abalar novamente. O quê que faço quando tudo volta? _Absurdamente, com uma lança em mãos e vestida de couraça, me levanto e enfrento meus dias. Por que a analogia quanto à lança e a couraça? _ Porque é dessa forma que me sinto, como que se vestida estivesse para me deparar com a guerra que não está do lado fora, mas intrinsecamente, em mim mesma. Se é fácil? _Não, não é fácil. É uma batalha enfrentada cara a cara todos os dias. vts

Como amante do frio, nada eclética e exageradamente exagerada, hoje seria um daqueles dias em que gostaria de ultrapassar meus limites. Seja em falar além do que já falo, andar de bicicleta num bosque onde o verdejar viesse todos a me cumprimentar, num gesto de inclinação nos mom…
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Como amante do frio, nada eclética e exageradamente exagerada, hoje seria um daqueles dias em que gostaria de ultrapassar meus limites. Seja em falar além do que já falo, andar de bicicleta num bosque onde o verdejar viesse todos a me cumprimentar, num gesto de inclinação nos momentos de ventos mais fortes, sentir a brisa acariciando suavemente minha face... tudo isso sob aquele sol radiante, que com toda sua majestade te convida a dar um mergulho no mar. Ah... que bom seria poder mergulhar naquela água azul e morna. Suavemente emergiria sobre a água e sentiria o sal retirando de mim toda impureza do corpo. O que mais me encanta nos mergulhos em praias, é a sensação de bem estar que não se restringe apenas ao corpo, ela penetra e te purifica a alma. Que alívio sentiria neste momento! Neste mesmo instante, abriria as malas das mágoas, tristezas, insatisfações, doenças que cativei... deixaria também a mala dos sonos em excesso. Quanto tempo perdido! Poderia ter amado mais; mergulhado em águas frias, mornas, tremendamente geladas... andaria mais de bicicleta, daria menos importância à algumas amizades e teria ido de encontro a tantas outras que por um motivo ou outro, foram se afastando. À tardinha, chamaria alguns amigos com suas namoradas e namorados, meus filhos, nora, neto e iríamos ao Espetto Carioca do Park Shopping, aqui de Campo Grande. Que lugar aconchegante!!! Pediríamos todo tipo de bebidas, petiscos... posso contemplar as gargalhadas alucinadas depois de algumas bestagens que uns e outros soltariam, com certeza. As lembranças de quando mais jovens, nos levariam a quase engasgar de tanto sorrir. Os músicos já estariam em seus postos e trariam em seu repertório músicas antigas que nos remeteriam, mais uma vez, a um passado pouco distante, mas que nos deixaram marcas como: os cabelos grisalhos; alguns códigos de barra em torno dos lábios; os pés de galinha que persistem em sorrir junto com a gente; nos joelhos que já impedem que levantemos as pernas como dantes, mas que mesmo assim, nos levariam ao meio do restaurante para dançarmos ao som do ontem, que estava logo alí, mas passou. Como tudo passa. Passou até mesmo toda a doce quimera que seria se hoje tivesse mesmo aquele radiante sol.

me vejo me toco me escuto
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me vejo me toco me escuto observo mulher forte toco pele, ora sulcada pelas tempestades impetuosas, ora de seda ouço o riso e a dor que incendeiam o depósito andarilho de mente balburdiante, lábios oclusos e pés fincos ao chão.

Papéis brancos ou coloridos São fontes de realização Posso neles escrever sobre a morte
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Papéis brancos ou coloridos São fontes de realização Posso neles escrever sobre a morte também posso escrever sobre a vida Eles estão alí, à espera de quem os irá usar Damos a eles a serventia que desejarmos Pessoas não, pessoas nem sempre estão tão disponíveis aos nossos desejos Algumas se deixam usar sem muito se amargar Outras, de tanto terem sido lambuzadas, cansaram Se fecharam, ou se abriram mas abriram-se ou fecharam-se de formas distintas É... Há quem se fechou para não mais sofrer, mas enganam-se, porque se fechar também é uma forma de pesar Quem se abriu, se abriu diferente Descobriu que autoestima não é apenas uma palavra que se escreve, ou se lê; [se tem] Com sua autoestima, ela abriu-se, mas com ressalvas Porque agora ela sabe o que não quer, o que não aceita Com a autoestima ela ganhou o colorido do papel, e só permite que escrevam em sua alma aqueles que lhe ganharam por airosidade. 04/05/2018.

Estava sedenta por mergulhar nas águas profundas do amor. Entre um mar e outro, encontrei você, que me passou toda a certeza de que poderia imergir sem receio algum. Acreditei e mergulhei. Assim como uma criança estando no alto, pula sobre o colo de seu pai,quando este bate palmi…
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Estava sedenta por mergulhar nas águas profundas do amor. Entre um mar e outro, encontrei você, que me passou toda a certeza de que poderia imergir sem receio algum. Acreditei e mergulhei. Assim como uma criança estando no alto, pula sobre o colo de seu pai,quando este bate palminha pra ela, dizendo: pode pular! Mergulhei sem medo, confiei em cada palavra que me dizias. O amor tem dessas coisas, por mais adulto que sejamos, por mais experiências dolorosas que tenhamos tido, ele nos traz o sorriso sem motivos, o palpitar no peito que te faz sentir-se vivo, o nervoso quando estamos perto e não sabemos o quê fazer, o quê falar... não adianta, é tudo tão novo quanto velho. Lá nas profundezas, as águas começaram a se agitar. Busquei por tuas mãos e por teu olhar que me transmitiam tanta confiança. Não os encontrei. Já havia uma tempestade preanunciada, da qual, apenas por mim, era desconhecida. A emersão ainda está acontecendo. D i a a d i a. vts