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Frases de V.gibaldi

28 frases

Recolhi-me no mais cruel dos pensamentos, o fato de não saber onde ir, me faz crer que muitos vão pela pressão, isso é inegável meu contexto favorece o tempo de inestimáveis formas, inclusive, a de sofrer com ele. Quando isso é um problema? Na medida que o reflexo incomoda, a man…
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Recolhi-me no mais cruel dos pensamentos, o fato de não saber onde ir, me faz crer que muitos vão pela pressão, isso é inegável meu contexto favorece o tempo de inestimáveis formas, inclusive, a de sofrer com ele. Quando isso é um problema? Na medida que o reflexo incomoda, a manutenção do ser nessas circunstâncias se dá pela manutenção do poder que se faz presente na forma, quando in forma, penso nas características básicas que compõem a coerência da dita realidade, o que muitas vezes, como no dia do cavalo que em linha reta percorria e como num piscar de olhos seu corpo todo vira a esquerda, e sem precisão nenhuma seu rosto alcança o limite, não julgo que isso não possa vir a ter inúmeras explicações ciêntificas, mas dentro das minhas limitações de ser, nada disso fez sentido, o correr, o parar, me pergunto então por mias que tudo tenha uma explicação, a explicação é alcançável por todos? E se não é, por que recorremos as explicações para definir um acontecimento? é claro né, todo ser está contido em um contexto, mas será nossa psique possível para definir tudo isso? Mas então nessas perspectivas, será possível conviver com a desordem e capacidade que um único caminhante tem de matar outros? Como conviver com isso? Mas se não é possível conviver, então que caminhos tomar? Se sentir na obrigação de levar as explicações a mais pessoas? Ou isso é se tornar o que se luta? Qual em qual postura se comportar? Como na poesia, em que o poeta submerge no intimo de si, para buscar seus versos, por que não, submergir em si para buscar o seu inverso? Porque não sua conduta não poderia responder e ser um síntese do que se apresenta em muitos, os tiques se repetem, a mina de lavar a mão, de limpeza, o dinheiro chave dos mistérios a lanterna de Horus. Es então que o celular vibra, e tudo acabou, tremeu o sustento de todas as ideias, e conteúdos, lá se vai uma incrível oportunidade, mas como dizem os psicólogos “você precisa parar de se analisar, você tem uma resposta pronta pra tudo em sua vida, você se analisa muito, vai lá viva o momento.” e nós vamos, vamos juntos a algum lugar que não se tem muito mais que uma forma nova de usar a mesma calça que outros já usaram, vamos nós descobrindo que na velhice o importante é ter companhia, caminhar pela manhã no sol das 10h, igual aquele sol ideal para o bebe, Há mas desculpa, falar essa vida é so pra quem tem rubro card, aquele cartão que tingem com teu sangue, ou sangue de alguém que por ventura do destino você virá a amar. Não se preocupe um dia você também chega lá, tua história de vencedor vai tá encerrado nas comemorações de família, nos churrascos, no boteco, o antro dos aposentados, onde toda a vivência se reduz a memórias, essas que são, epopeicas, hercúleas, os campeões de salário mínimo, se é pra fazer alusão aos gregos, muita gente aqui fora leva o emblema da Nike, todos como campeões que são, todos criados para se idealizarem soberanos, na solidão da casca de nós se fazendo o rei do infinito umbigo, que fede sem banho, sem água , sem se renovar na medida que cresce os fungos da árvore centenária isolada da morte.

Na calçada o sol penador apedrejava a cabeça do novo sonhador Nas esquinadas tão novas e esperançosas, ali sempre ali Com a garrafa de revolucionar as idéias, gritava a canção dos anjos
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Na calçada o sol penador apedrejava a cabeça do novo sonhador Nas esquinadas tão novas e esperançosas, ali sempre ali Com a garrafa de revolucionar as idéias, gritava a canção dos anjos Berrando e nunca devoto , berrando uma metamorfose de aberrações Bem próximo ao bueiro, lendo e revendo o ontem nos jornais velhos Surpreso por si mesmo abandonado, no ventre tão amado Na imensidão de profundas experiências o pouco nunca é muito

Estava pensando... O que é uma referência sem um referencial? O que eu sou sem o eu? Apenas sou projeções além da minha compreensão? Talvez meu corpo nem seja sólido e minha alma não seja fluida. Talvez energia não seja energia e vibrações sejam abraços. Amar, não é simplesment…
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Estava pensando... O que é uma referência sem um referencial? O que eu sou sem o eu? Apenas sou projeções além da minha compreensão? Talvez meu corpo nem seja sólido e minha alma não seja fluida. Talvez energia não seja energia e vibrações sejam abraços. Amar, não é simplesmente amar. Amar modula, refaz, conserta o torto, ou entorta em padrões belos. Cara eu estava pensando... Porque pensar tanto? O que é o pensamento? Um guia incerto na incerteza cotidiana, baseado em lembranças e em ideologias datilografadas? A felicidade é um momento de plenitude, de equilíbrio, dentro dos choques moleculares dos micro milagres, que preenchem teu campo de visão, além do perceptível. Cara eu estava pensando... Não tenho nada pra falar, nada pra dizer, muito a conhecer e pouca ganância no viver.

A alma se perdeu, caminha pela praia solitária, o corpo vazio se rende ao culto pagão, que Pã não se ofenda e baco sorria, noites e dias se propagam além de duas voltas no relógio, o tempo referencial nada mais importa. Adormecer sobre o manto de apolo e viver como um louco ao r…
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A alma se perdeu, caminha pela praia solitária, o corpo vazio se rende ao culto pagão, que Pã não se ofenda e baco sorria, noites e dias se propagam além de duas voltas no relógio, o tempo referencial nada mais importa. Adormecer sobre o manto de apolo e viver como um louco ao raiar da dama de prata.... As vezes o dia é tão entediante, o céu tão vasto e vazio.

Na clareira no meio da floresta a luz da lua chega mais intensa. De filhos em filhos, cultos em cultos a luz sempre chega. O topo das arvores cobertos por folhas densas, que conhecem os segredos dos céus
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Na clareira no meio da floresta a luz da lua chega mais intensa. De filhos em filhos, cultos em cultos a luz sempre chega. O topo das arvores cobertos por folhas densas, que conhecem os segredos dos céus a floresta fala, quando o silêncio sensorial impera, o céu chora quando o coração padece, o rio corre, ao longe mais rápido que o sangue corre perto, o corpo maior não mais do que o menor, se completam, sem hierarquia e sim com harmonia. Na selva não existe Rei, a lei da selva é o respeito além da vida... A construção do divino.

Nenhum lugar é meu Nada que condiz está escrito eu paredes lamentosas, majestão o ambiente
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Nenhum lugar é meu Nada que condiz está escrito eu paredes lamentosas, majestão o ambiente aqui eu sou um pegajoso sobrevivente Ontem nas esquinas eu vi um rato praticando esquivas na luta pela sobrevivência várias vitímas e as mentiras minhas se fazem intimas Uno invariável pertencente ao verbo,negociar ! Imagem precisamos de imagem, alegria aqui o que se faz sem sinergia imprestável

Contorno torto, vive o morto Longe de tudo, por puro desgosto Cai ao chão, fel de salvação
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Contorno torto, vive o morto Longe de tudo, por puro desgosto Cai ao chão, fel de salvação Imperativa é a pura ilusão Morrer nunca foi questão de solidão Volta a cova sem esperança Aquele que na morte procurou abundância Inverno livre do verão, de amarguras as canções De poesia morre o poeta imortal Que com tamanha fome de viver, morreu no seu quintal Se com gosto produz desgosto Refaça a dança dos prodígios Caminha aberta tua força em alerta Com quem flerta a sorte grande De majestades a imigrantes, produz o grito sorrateiro Do gato desordeiro, que na noite canta no telhado Tirando o sossego de quem nunca está molhado Sereno e denso, rogo ao intenso.

Teu espaço em tela Tê la em espaço teu Complementa eu dela
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Teu espaço em tela Tê la em espaço teu Complementa eu dela Dela complementa eu Em espaço teu tê la Como confunde ser eu No espaço teu Fundo eu fungo meu espaço seu Adeus meu eu Em espaço tê la Ela se perdeu Primaveras sempre voltam Confusas entre os passos seus...

caminha bravo o jovem e seu chápeu caminha bravo com um guarda-chuva Guardando mais idéias do que chuva.
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caminha bravo o jovem e seu chápeu caminha bravo com um guarda-chuva Guardando mais idéias do que chuva. Pena, ser penoso Selvagem, vem e vai no tic tac Coberto de luzes, como o sangue que jorra da madeira. Arvore, simbolo do pecado, a arvore sempre presente no fruto, na morte, na salvação.Arcaico seria, não pensar todos tentaram um dia subir na arvore, e observar do alto. a visão que contempla deus no instante Furtivo é o tempo, mas de que de importa o tempo, se tenho o instante

eu tenho uma corda de canhamo um teto reforçado, uma porta quebrada um quintal escuro, habitado por fantasma de um passado quase perfeito
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eu tenho uma corda de canhamo um teto reforçado, uma porta quebrada um quintal escuro, habitado por fantasma de um passado quase perfeito antes com melodia, hoje escuro, a chuva faz a musica aqui dentro meu coração aperta por saudade, dói como nunca me falta calor, ar, sopro, me falta cor difícil de acreditar em como é deixa para trás a morte, como é abandonar. Morrer de 403 maneiras em denver já não é mais brilhante, não é mais a estrela vermelha do norte venta forte, bóreas, arrasta a paisagem, refaz o poeta... eu sempre sei a verdade escondida debaixo da pedra. Cai no mundo, sem dó nem piedade, como hefesto manco e deformado me fundi no ferro. Forte me torno, na montanha quase incerta, busco a paz, sem fogo, sem gelo, sem morte. No orvalho depois das noites a rainha das belas ondas vem lapidar a pedra bruta.

vivendo numa cidade aonde a poesia é cantada nas esquinas morrendo na bolha de consciência, sobrevivendo a infinidade de tormentos a musica se faz em cada guimba jogada ao relento
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vivendo numa cidade aonde a poesia é cantada nas esquinas morrendo na bolha de consciência, sobrevivendo a infinidade de tormentos a musica se faz em cada guimba jogada ao relento palácios e casebres dividindo o mesmo espaço físico, dividindo a mesma calçada navegantes de mares calmos, navegantes de aqueronte iluminados pelo laranja, vivem perante ao vermelho de seus olhos, de seu corpo soterrados e escavando, na desesperada procura por um céu estrelado, contemplam o frio do chão.

Absorvo o mundo,como ele parece ser Transpiro raiva, enquanto salivo de amor. Desejo todo dia desejar mais um pouco.
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Absorvo o mundo,como ele parece ser Transpiro raiva, enquanto salivo de amor. Desejo todo dia desejar mais um pouco. A realidade me engole e gira, sinto um furacão de construções vida segue o som, latente como o pingo da torneira. Torturo o prazer de ser, esperando o sumo de existir. Bebo da fonte o que não é da fonte. Comendo o que não tem forma, nem nome, nem sentindo comendo o comer por prazer de comer, engulo o verbo cuspo sentindo, sem ter serena capacidade de explicar.

Muito Europeu, para não ser romântico Muito Africano, para não ser guerreiro Muito indígena, para não ser espiritual
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Muito Europeu, para não ser romântico Muito Africano, para não ser guerreiro Muito indígena, para não ser espiritual Meu sangue é um rio de ancestrais O fado que toca no meu peito tem batuque na lua cheia O vinho do copo, desce pela garganta ( que canta) com ervas mais antigas, que os nomes. vivo demais para ser mentira Muito humano, para não ser muitos.

prefiro a morte a redimir-me pensamento arcaico corre pelas veias filho de vários tempos, meus avós estam vivos,revoltados e feridos
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prefiro a morte a redimir-me pensamento arcaico corre pelas veias filho de vários tempos, meus avós estam vivos,revoltados e feridos nunca fui a guerra e me lembro dela como um sonho despreocupado, desorientado Um homem cheio de barreiras um homem cheio de barreiras? um ser intransponível um ser intransponível ? Tem fel nesse mel casas são como um papel onde está todo meu sentido aos cacos, nos descombros dos muros caídos aaaah perdição, faz de mim um ser tão cruel e sem noção a todos que me olham sou vitoria ou enganação observo que limito o seu limite de percepção quando é furiosa sua ação

O tempo passou em volta da pedra A pedra imóvel modificou o tempo com tanta força que explodiu-se o vento
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O tempo passou em volta da pedra A pedra imóvel modificou o tempo com tanta força que explodiu-se o vento lamentações nas paredes se ouve de longe fica perto,incerto, incorreto desculpa falar tão raso,tão breve compreenda, pouco a pouco ti torna-te a mim Influências,delicadeza construtiva Adeus! Adios! Há deus Pai que tristeza te fez imagem e semelhança,tédio ou solidão? Amém

Teu sobrenome não lhe prende a nada amigo, teu nome é vida, teu nome é teu, "nome" a linguagem tem dessas, tem uma um nome para o "nome" e é dele, vê? não, acho que não né, nem eu vejo... como beiro o rio sem nunca mergulhar, como bebo sem nunca ver a fonte, sou do mundo pouco mu…
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Teu sobrenome não lhe prende a nada amigo, teu nome é vida, teu nome é teu, "nome" a linguagem tem dessas, tem uma um nome para o "nome" e é dele, vê? não, acho que não né, nem eu vejo... como beiro o rio sem nunca mergulhar, como bebo sem nunca ver a fonte, sou do mundo pouco mundo, como está tu quando se depara nu, já viu? já viu sim, ainda acredita que é, faz dengo e charme, come na palma da mão... passarinho esperto bateu o pescoço na gaiola até morrer, sem nome, sem canto, vazio! tudo vazio! sem nome vazio, sem vazio tendo nome... Olhar pro canto escuro do teu quarto e nada vê, sem voz sem nada, você caído, paredes, desolação, signos, vacina, cartão, chão, sonho, luz, ta vendo? tem nome pra tudo e tudo é de tudo.

A morte caminha ao seu lado, desde do primeiro suspiro de vida Inevitável uma existência confusa, quando se tem tanto a aprender e pouco a oferecer Além dos colossos de pedra, além das chamas da amargura....
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A morte caminha ao seu lado, desde do primeiro suspiro de vida Inevitável uma existência confusa, quando se tem tanto a aprender e pouco a oferecer Além dos colossos de pedra, além das chamas da amargura.... O sino dourado misericordioso, abre o festival com seu badalar... Onde os anjos não dormem, e os demônios são torturados Esse é o paraíso caótico, essa é a grande invenção, nada além... nada muito perto.

Lampadas e lampejos a alma errante que erra durante o caminho estradas sem sinalizações banalizam nossa percepção
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Lampadas e lampejos a alma errante que erra durante o caminho estradas sem sinalizações banalizam nossa percepção frequência estamos todos em frequência arte antes caos, antes borrão, agora fortifica a existência do artista lamentos nas cidades, choram as crianças atingidas pela peste choram os homens de boa fé, choram esperando a salvação O concreto não e real, o real não é concreto A cabeça da traição é mastigada pelo diabo amedrontados mergulham no chão gelado figuras secas decoram paredes molhadas badala o sino da meia noite em coro com a suplica do bêbado viva ao velho césar, viva ao velho césar O concreto não e real, o real não é concreto

Tua alma está talhada na tela Tua simbologia é ingrata Tua peregrinação é a goela
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Tua alma está talhada na tela Tua simbologia é ingrata Tua peregrinação é a goela Tua raiva é enlatada Teu sorriso é quimica Teu peito arde de rancor Teu corpo se perde e gela Teu mundo comprimido treme Tu é um simples animal Tu é divino até no hino Tu que vejo é relance quando revejo Tu que vai e vem com cheiro, é percevejo