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Frase de V.gibaldi

prefiro a morte a redimir-me pensamento arcaico corre pelas veias filho de vários tempos, meus avós estam vivos,revoltados e feridos nunca fui a guerra e me lembro dela como um sonho despreocupado, desorientado Um homem cheio de barreiras um homem cheio de barreiras? um ser intransponível um ser intransponível ? Tem fel nesse mel casas são como um papel onde está todo meu sentido aos cacos, nos descombros dos muros caídos aaaah perdição, faz de mim um ser tão cruel e sem noção a todos que me olham sou vitoria ou enganação observo que limito o seu limite de percepção quando é furiosa sua ação

V.gibaldi

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Pensador.com

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Outras frases de V.gibaldi

Recolhi-me no mais cruel dos pensamentos, o fato de não saber onde ir, me faz crer que muitos vão pela pressão, isso é inegável meu contexto favorece o tempo de inestimáveis formas, inclusive, a de sofrer com ele. Quando isso é um problema? Na medida que o reflexo incomoda, a man…
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Recolhi-me no mais cruel dos pensamentos, o fato de não saber onde ir, me faz crer que muitos vão pela pressão, isso é inegável meu contexto favorece o tempo de inestimáveis formas, inclusive, a de sofrer com ele. Quando isso é um problema? Na medida que o reflexo incomoda, a manutenção do ser nessas circunstâncias se dá pela manutenção do poder que se faz presente na forma, quando in forma, penso nas características básicas que compõem a coerência da dita realidade, o que muitas vezes, como no dia do cavalo que em linha reta percorria e como num piscar de olhos seu corpo todo vira a esquerda, e sem precisão nenhuma seu rosto alcança o limite, não julgo que isso não possa vir a ter inúmeras explicações ciêntificas, mas dentro das minhas limitações de ser, nada disso fez sentido, o correr, o parar, me pergunto então por mias que tudo tenha uma explicação, a explicação é alcançável por todos? E se não é, por que recorremos as explicações para definir um acontecimento? é claro né, todo ser está contido em um contexto, mas será nossa psique possível para definir tudo isso? Mas então nessas perspectivas, será possível conviver com a desordem e capacidade que um único caminhante tem de matar outros? Como conviver com isso? Mas se não é possível conviver, então que caminhos tomar? Se sentir na obrigação de levar as explicações a mais pessoas? Ou isso é se tornar o que se luta? Qual em qual postura se comportar? Como na poesia, em que o poeta submerge no intimo de si, para buscar seus versos, por que não, submergir em si para buscar o seu inverso? Porque não sua conduta não poderia responder e ser um síntese do que se apresenta em muitos, os tiques se repetem, a mina de lavar a mão, de limpeza, o dinheiro chave dos mistérios a lanterna de Horus. Es então que o celular vibra, e tudo acabou, tremeu o sustento de todas as ideias, e conteúdos, lá se vai uma incrível oportunidade, mas como dizem os psicólogos “você precisa parar de se analisar, você tem uma resposta pronta pra tudo em sua vida, você se analisa muito, vai lá viva o momento.” e nós vamos, vamos juntos a algum lugar que não se tem muito mais que uma forma nova de usar a mesma calça que outros já usaram, vamos nós descobrindo que na velhice o importante é ter companhia, caminhar pela manhã no sol das 10h, igual aquele sol ideal para o bebe, Há mas desculpa, falar essa vida é so pra quem tem rubro card, aquele cartão que tingem com teu sangue, ou sangue de alguém que por ventura do destino você virá a amar. Não se preocupe um dia você também chega lá, tua história de vencedor vai tá encerrado nas comemorações de família, nos churrascos, no boteco, o antro dos aposentados, onde toda a vivência se reduz a memórias, essas que são, epopeicas, hercúleas, os campeões de salário mínimo, se é pra fazer alusão aos gregos, muita gente aqui fora leva o emblema da Nike, todos como campeões que são, todos criados para se idealizarem soberanos, na solidão da casca de nós se fazendo o rei do infinito umbigo, que fede sem banho, sem água , sem se renovar na medida que cresce os fungos da árvore centenária isolada da morte.

esse vazio que nunca é preenchido, esse vazio é destruidor arcádia é a morada perfeita até você chegar nela de encontro ao céu azul, o sol cega seus olhos
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esse vazio que nunca é preenchido, esse vazio é destruidor arcádia é a morada perfeita até você chegar nela de encontro ao céu azul, o sol cega seus olhos então hélio que tudo vê e que tudo ilumina, não turve minha visão enquanto eu tento ofender os deuses. aprecio a noite, como o fogo está para o inferno

Percorrendo as estradas cansadas da consciência, embriagando-me e saciando minha curiosidade em cada oferenda ao desconhecido me rendo ao cálice sagrado da dose diária de morte. Ouvindo e observando e cantando a vida, um sinal sem senha, uma luz sem interruptor... anseio por mot…
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Percorrendo as estradas cansadas da consciência, embriagando-me e saciando minha curiosidade em cada oferenda ao desconhecido me rendo ao cálice sagrado da dose diária de morte. Ouvindo e observando e cantando a vida, um sinal sem senha, uma luz sem interruptor... anseio por motivos novos e cada dia mais adormecer sobre camadas e camadas de melancolia planejada, arquitetada... Duvido ser interessante sorrindo, duvido que me interesse por alguem chorando, paradoxo social de nunca estar feliz o suficiente, mas nunca querer tristeza em doses cavalares O blues toca e rendo-me a necessidade de um trago daquele encorpado cigarro, o blues toca e caio a vontade de tudo um pouco mais de tudo um pouco menos Escrevo não como um poeta, porque me falta habilidade para tamanha ousadia, escrevo como um louco solitário, com um ventilador barulhento, e pessoas que nunca vi, talvez não torne vê amanhã, ou nunca dirija a palavra, o mundo tão cheio de pessoas que nunca vou ver, que até bate uma sensação de fraqueza. Sonny Boy willianson esta convocando todos os anjos e demonios ao seu funeral, sonny boy, esta profetizando o meu funeral. Rendo-me a morte como jesus fez, lhe espero de braços bem abertos...Não clamo o pai nem espero a mãe chorando aos meus pés, a morte de um homem se da num campo de batalha, seja ele mental ou físico.

Vem o cheiro contando mais historia que a pele Batucando meu peito explode Na crisália da consciência, dorme o empenho
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Vem o cheiro contando mais historia que a pele Batucando meu peito explode Na crisália da consciência, dorme o empenho Prazer na forma, entorta, a alma Corre juventude, corre nas mãos do poeta Batucando meu peito explode Na palma da vida rodopio, expio, sento Lento para tu, rápido para ti, organizo o infinito Presente consciente, futuro consequente No passado eu passo, com passos miúdos batucando meu peito explode De outono em outono fortaleço no inverno envelheço, na primavera agradeço AAH o verão! Ver nunca é vão, Ver na expressão do outro, com o coração Calma! Cante com a alma, a lagoa é escura mas a areia é branca.