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Frases de Tiago Amaral

1.264 frases

É comum os anjos amarem os demônios, mas os demônios não amarem os anjos.
Musa Gloriosa Que o meu amor por ti me faz crescer, além de mim.
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Musa Gloriosa Que o meu amor por ti me faz crescer, além de mim. Como pode existir uma dama tão bela ? Cuja a beleza e o encanto estar além da primavera. Me fazendo suspira então pela eternidade, oh, musa gloriosa! aquém meu coração almeja. Brilha o teu olhar que brilha em mim a luz da inspiração. Em doces canções de amor que os anjos comigo cantam. Sem dúvida a fortaleza do amor é o tempo, que quanto mais passa, mas eu te amo e te desejo. Desejo de alma para alma, cuja alma a te, ama, tanto quanto o amor, livre no infinito ou seja para sempre. Que permeei pelas areias do tempo o meu amor, por ti, te eternizando em meus versos. Oh, Musa gloriosa, sempre que A vejo em meus sonhos, penso, sinto, lembro de como eu te amo. Oh, musa gloriosa, oh, meu amor onde estás? Que saudade me faz. Que não duvide do meu amor por ti, que pela eternidade vive, musa gloriosa.

Inconscientemente Consciente É caminhar a esmo como um animal ferido. Um corte de navalha no calcanhar, um tiro
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Inconscientemente Consciente É caminhar a esmo como um animal ferido. Um corte de navalha no calcanhar, um tiro de rifle na perna. Oh gloria dos doentes corrompidos, onde estás? Por essas ruas desertas? Por essas calçadas frias? Na busca de conhecimento em um vazio constante. Corpo condenado, vagando sem espaço algum, no vácuo de um lamaçal ondulatório. Carniça podres agonizam pela cidade a vida que lhe foi tirada. Nascemos condenado a viver, sim a viver. Um poeta revoltado, revoltadas distorções em forma de letras e palavras. Então não me procure, que ninguém me procure, porque não tenho nada para oferecer a ninguém. Além de poesia e arte, além de minhas próprias loucuras e paixão. Sou um marginal e problemático intelectual. Apaixonado pela vida, apaixonado por uma mulher. Viva a liberdade, viva todo tipo de liberdade. O homem nasceu para ser livre, livre nessa imensidão, livre nessa grande imensidão. Em baixo desse punhado de estrelas. Em baixo desse céu azul, azul que os olhares loucos e apaixonados fitam, fitam na mais louca paixão; acidez... Que só os loucos tem, loucos por amar, loucos por sentir, loucos pela vida, loucos para serem socorridos, loucos para por pra fora, o que só a alma senti. Loucos por desejarem, loucos por desejarem a si mesmos, na mais pura intensidade. Brilhando-se como vaga-lumes, queimando, queimando intensamente como, estrelas, perdidas no universo. Porque somos mentes, mentes pensantes, inconscientemente consciente. Por quer somos almas, simplesmente almas, que queima, que reluz, na mais pura louca intensidade. Queria acordar um dia e ver feliz o clarão lindo do sol e seus raios caindo, tropeçando, descendo acelerados, como ouro derretido, sobre todo chão verdejante, um belo dia azul. Do meu lado só queria uma garrafa gelada de vinho e talvez minha amada.

Sinuosa Morena Sinuosas linhas sobre minha cama, de tão
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Sinuosa Morena Sinuosas linhas sobre minha cama, de tão sinuosas, que me tirava a seriedade e me enchia de admiração. Era o corpo dela, linda. Preciosa pedra de talismã. Sinuosas linhas que me atrelava até o fundo da alma. Doce menina, a sonhar, a suspirar, ao dormir lindamente. Beijaria, beijaria teu corpo nu, teus lábios, tua rosa, tua flor. Em baixo desse céu cheio de estrelas lá fora, ela também me faz sonhar. Viajando de antemão... De olhos abertos então, em um mundo de sonhos, tão doce feito mel. Feito do teu, ar, do teu cheiro, da tua doce e encantadora beleza, Carolina. Encantadora pedra de Rubi, aquém meus olhos fitam, no mais profundo e sublime mar. De amor e de desejo por uma linda e sinuosa, morena.

Perplexo Começo Abandonai tudo. Abandonai a morte.
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Perplexo Começo Abandonai tudo. Abandonai a morte. Abandonai a vida. E seguir em frente... Com um sorriso pálido, com um semblante gélido. Perplexo com o começo. Rumo ao nada. completamente nu. Deixado por esse mundo de desgraças e pesadelos.

Minha Eurídice Minha amada aquém o vento traz em forma de inspiração...
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Minha Eurídice Minha amada aquém o vento traz em forma de inspiração... Como uma suave brisa de verão. Fonte de toda essa inspiração. Que a sim como, Eurídice, a morte levaste em bora. Levaste o doce frescor do seu hálito, mas manteve intacta tua beleza, que só o tempo levará. Entristece em mim a vida e também meu coração. Minha alma chora com razão, Carolina, minha Eurídice. Minha lira perde-se a paixão. Em cada nota que forma a canção. Tão pura ela era como uma gota de orvalho. E linda como uma eterna rosa desabrochando.

Pensamentos Ondulatórios O corte da navalha sobre os fios dos girassóis.
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Pensamentos Ondulatórios O corte da navalha sobre os fios dos girassóis. Queima as linhas horizontais sobre a cruel e fria tempestade de outrora. Tempo, passado, remoto. A vingança sobre a curva das estradas. Os olhares dos corvos sobre a escuridão do amanhecer. Triste, triste testemunhas, que agonizam as dores da vida, nos olhares trêmulos da morte. Grotescas espumas marítimas, sobre as ondas do mar. E o uivo a soar alto. No corredor das longas clarezas das noites sobre o luar. Sem pensamento ondulatórios para pensar, nesse vazio desgastante.

Toque Espiritual A dor é grande e a saudade também. O que jaz aqui não tem fim.
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Toque Espiritual A dor é grande e a saudade também. O que jaz aqui não tem fim. Parece que te conheci a tanto tempo que nem eu mesmo sei... Se foi nessa vida ou em outra vida. Deixei que criasse raízes teu toque espiritual em mim, que veio me como uma borboleta. Que tocou meu coração e acendeu minha alma com paixão.

Vasta Vastidão da Minha Mente O amor me inspira, inspira-me o que por minha amada retenho em mim. Oh gloria! Onde está tua verdade? E os miseráveis a caminhar por ruas acompanhado da escuridão pela noite escura. Brindo com a solidão cada copo de vinho dentro dessa imensidão vaz…
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Vasta Vastidão da Minha Mente O amor me inspira, inspira-me o que por minha amada retenho em mim. Oh gloria! Onde está tua verdade? E os miseráveis a caminhar por ruas acompanhado da escuridão pela noite escura. Brindo com a solidão cada copo de vinho dentro dessa imensidão vazia. E onde está a beleza da aurora nessa noite? Ela surgir entre as estrelas entre a escuridão crua e fria do infinito. E quando falo dela é como se eu falasse de amor em sua forma mais sublime e completa. Destilo de mim a dores nesse frio puro de inverno e abstenho-me da gratidão alheia desse mundo de almas penosas e efêmeras. E o mundo a soa-me como a palma de uma mão aberta e eu um grão de areia com 15.000.000° C como o próprio sol. Quente e intenso como uma estrela perdida nesse universo cintilante, frio, escuro e vazio. E o verdadeiro nome do amor é infinito. E o ar frio e acompanhado da chuva recai sobre a cidade em um tom de melancolia e tenacidade sobre a calçada que suspira friamente. Almas perdidas a caminhar sobre o nada pelas calçadas frias sobre a cidade. – O que o entristece? – Não ter para onde fugir! E a noite a chegar como um abraço noturno e sorrateiro. Tenho estudado ultimamente muito o, Shakespeare, é admirável sua genialidade e seu amor a vida. Já Dante não tinha só o seu amor a vida, tinha também, Beatriz, e aquilo era sublime tanto quanto espiritual e verdadeiro. Transcorria-se por mim o mesmo, transcorria-se por mim todas as diretrizes do meu destino, da palma da minha mão ao interior da minha alma. – Que loucura toda essa vasta imensidão. – Vasta e tenebrosa repleta de melancolia sobre essas pobres almas efêmeras. E um frescor recobre sobre minha mente e mim propunha a escrever o quanto estou carrancudo e isso foi uma casca, uma proteção que me impediu de ser apenas um idiota nesse mar de mentes. Antes era só a juventude e a idiotice natural, hoje é tudo, tudo me serve para me fazer estar descontente no simples fato de caminhar nesse mar de lama que é o país onde vivo e nasci. Agora na vasta vastidão da minha mente deixada agora no vácuo me proponho a parar.