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Frase de Tiago Amaral

Musa Gloriosa Que o meu amor por ti me faz crescer, além de mim. Como pode existir uma dama tão bela ? Cuja a beleza e o encanto estar além da primavera. Me fazendo suspira então pela eternidade, oh, musa gloriosa! aquém meu coração almeja. Brilha o teu olhar que brilha em mim a luz da inspiração. Em doces canções de amor que os anjos comigo cantam. Sem dúvida a fortaleza do amor é o tempo, que quanto mais passa, mas eu te amo e te desejo. Desejo de alma para alma, cuja alma a te, ama, tanto quanto o amor, livre no infinito ou seja para sempre. Que permeei pelas areias do tempo o meu amor, por ti, te eternizando em meus versos. Oh, Musa gloriosa, sempre que A vejo em meus sonhos, penso, sinto, lembro de como eu te amo. Oh, musa gloriosa, oh, meu amor onde estás? Que saudade me faz. Que não duvide do meu amor por ti, que pela eternidade vive, musa gloriosa.

Tiago Amaral

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Pensador.com

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Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.