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Frases de Thayná Willms (Recitos)

18 frases

Escapatória Entre tantas indas e vindas Resolvestes fugir do meu olhar
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Escapatória Entre tantas indas e vindas Resolvestes fugir do meu olhar quando voltar, verás somente O meu despertar Que aqui neste peito, nunca fostes O teu lugar Anseio lembrar, em teu coração Que aqui, não me encontrarás Sinto dizer, quando acordar Só terá meu profundo respirar , Sonhar. Ainda anseio lembrar Não mergulharei mais, em teu mar

Delírios No amargor de sua existência Sentira a dor, com tamanha precisão
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Delírios No amargor de sua existência Sentira a dor, com tamanha precisão Que nela havia E então, céus se fecharam Cinzas, cinzas só, fora o que restaram O vazio cada vez mais presente, abundante De longe, um clamor Traga-me descanso Com pudor, seus olhos se fecharam Desejara um só dia Sem ter de vivenciar tudo isso Uma harmonia, apenas Entre a paz e a alegria De não ter que se ligar a toda estas linhas Perdições, euforias Delírios, sempre muito bem vividos Jamais esquecidos Por alguns instantes quisera desligar sua doce mente Do mundo que a prende Sufoca, engole Quisera respirar e buscar Apenas um só caminho

As Vagas lembranças Nada a declarar ‬ ‪Apenas, sentir ‬
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As Vagas lembranças Nada a declarar ‬ ‪Apenas, sentir ‬ ‪Porque sem ti, não há vida em mim. ‬ ‪Teu amor deixaste-me em abstinência‬ ‪Não há como resistir‬ ‪Tudo que lhe envolve, me enlaça‬ ‪Me prende e me leva a loucura. ‬ ‪Me dizes tu, o que fazer‬ ‪Para onde correr? ‬ ‪Se tudo que me restou ‬ ‪Foi a abstinência em que me deixou‬ ‪Se tudo o que restou,foram vagas lembranças ‬ ‪De um amor mal começado. ‬ ‪Me dizes tu, meu bem ‬ ‪O que fazer de mim, sem ti aqui.

Devaneios do coração O que fazer? Quando se tem tudo a perder?
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Devaneios do coração O que fazer? Quando se tem tudo a perder? Subiste a sepultara Agora, virastes pó. Me carregastes para as mais profundas cavernas Delas fiz meu delírio, abrigo Ali descansei. Na profundeza de um olhar cansado tristeza abrigava a escuridão Subi montanhas de sentimentos Fui até os Confins da vida Me perdi. Para onde correr? Meu amor Tu carregastes tudo que há em mim Se não, para onde ir?

*O ente do querer * Sentira a dor através daqueles olhos Tão verdes, transpareciam o ente
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*O ente do querer * Sentira a dor através daqueles olhos Tão verdes, transpareciam o ente Do querer Crente de que tudo, não era só o que se via De que nem tudo, era apenas uma doce ilusão Na ternura do olhar cansado, oprimido Cheio dos sentidos, idos e vindos O olhar do desejo, da liberdade Queria ter o poder, de lhe tirar a dor O poder, entregar-lhe a vida Onde nada faz mais sentido Recuperar-lhe todos os sentidos Que se perdera com toda a confusão Restaurar-lhe a poesia, a fantasia Um dia jaz sentida e existida.

A Prisão Tu fora eternizado, em meu peito Que com tão pouco tempo
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A Prisão Tu fora eternizado, em meu peito Que com tão pouco tempo Tornara tanto, aqui dentro Desta vez, pude ver o amor Que em mim consiste com tanta firmeza O amor transbordou, pude sentir Assim que me tocou Assim que me olhou Mesmo que de longe Te senti em mim Com tamanha precisão e apego Me prendi em ti Não há mais, como voltar atrás.

Revolução Ora ora ora, se não é aquela Com a mais formosa beleza
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Revolução Ora ora ora, se não é aquela Com a mais formosa beleza No existir de poemas não lidos Versos inacabados Sentimentos encarcerados Reprimidos? Eu não sei Das confusões e perdições Dores, intermitentes Feitas de chuvas e tempestades Sem fim Aquela, em que se espera o toque mais dócil, gentil e complicado? Nunca se sabe, o que vem dela Mas de uma coisa sei, é a flor Que surge em dias nublados e renasce Como quem não quer nada, apenas Um aconchego, em seu coração Mal resolvido e destruído Dores, intermitentes. Ora ora ora, lá vem ela Com sua revolução, em mãos De amores indefinidos e autodestrutivos Que faz perder o chão e a cabeça Até não restar, mais nada de si.

Sintonia Amor? Não há melhor sintonia
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Sintonia Amor? Não há melhor sintonia Quando duas almas, entram em harmonia Se fundem e encontram alegria Paz? Quando duas almas Através de páginas vazias, amargas Se colidem e encontrem refúgio. Renascem. Em singelos versos e poesias A felicidade invade, em constantes segundos E quando a solidão bater na porta, a abrace Até não restar mais nenhum vestígios, seus Em um olhar, que porventura Se perdeu.. Amor? Não há melhor sintonia

Ruínas Vira ruína nestes olhos Tão distantes, que se perdia...
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Ruínas Vira ruína nestes olhos Tão distantes, que se perdia... Se curvava diante o caos Que beirava sobre a maresia contida em sua dócil e gentil alma Era nítido o grito, a cada vez que via Despercebia Eu apenas queria Mesmo em seu completo abismo Que me visses, eu apenas lhe queria Eu percebia o desespero Sussurravas “permita-me entrar” Quero lhe salvar Tu sumia, o olhar permanecia Eu apenas, morria O vale era escuro E tu, jamais me enxergarias.

Silêncios Inspiro Expiro
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Silêncios Inspiro Expiro Não há nada aqui Falta me ar! A angustia, teima em dominar Escrevo, para não enlouquecer Como um animal, com sua presa Meu Deus, o vazio Está a me sufocar Meu coração aperta com todo esse sentir Não consigo! Não posso, não mais! Alguém, poderia ajudar? A carregar Um pouco sequer, deste fardo?

Desencontros Onde foi que nossos olhos se perderam Onde foi que nossos corações
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Desencontros Onde foi que nossos olhos se perderam Onde foi que nossos corações se desviaram? Para onde foram os sentimentos Que em mim se engasgaram Para onde foram as borboletas Que aqui habitaram um dia Para onde foi todo o nosso amor? Estou em abstinência Esse amor que tanto me vicia Que me leva a loucura Para onde foram, todas as flores? Meu bem.

Restos O que dizer? Se não há para onde correr
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Restos O que dizer? Se não há para onde correr Não há saídas O que fazer? Solidão, sua velha e única companhia Perdida no próprio mar Onde é que se viu? Na própria tempestade. Onde é que essa tal de vida, levou? Contradição, não? Quando a morte, se ocasiona com a vida. Paz ou prisão? Sentimentos são reprimidos, então? O que é este lugar afinal Morte ou vida? Quando a dor, entra em harmonia Escuridão, ou refugio? Eis a grande dúvida . Que bagunça! Por isso, há do poeta A poetar? E da poetiza, há poetizar? No silêncio da noite, a decifrar Ou apenas, se calar conscientizar? O vazio, o único que parece Restar.

Tormentas Deixo-te estes versos Inacabados
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Tormentas Deixo-te estes versos Inacabados Vazios Perdidos. Deixo-te meu respirar Pois a angustia, já tornara casa Deixo-te, o grito mudo E o coração aos prantos! Meu profundo lamentar Descanso! Preciso descansar Jaz não sei o que pensar Ao analisar, nada sobrara aqui Tampouco o ar, que se perdera pelos cantos Acho eu, ter o deixado em alguma esquina, ou cômodo A solidão, minha velha e única companhia É quem diz. O coração para, tudo silencia Os olhos adormecem Sua alma se desliga Deste vasto mundo Desta imensidão, que tanto Lhe atormenta!

Anseios Em meu leito aberto Sussurro o teu aconchego
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Anseios Em meu leito aberto Sussurro o teu aconchego Em meu pequeno infinito Clamo o teu nome Anseio amar-me Ao menos 1 segundo Transbordo-te. Em meu peito intenso Carrego amores, nunca respondidos Poesias nunca lidas Oceanos nunca mergulhados Anseio-te, meu bem Ao menos 1 segundo Não se vá, ainda temos muito para se pensar