Frase de Thayná Willms (Recitos)
Revolução Ora ora ora, se não é aquela Com a mais formosa beleza No existir de poemas não lidos Versos inacabados Sentimentos encarcerados Reprimidos? Eu não sei Das confusões e perdições Dores, intermitentes Feitas de chuvas e tempestades Sem fim Aquela, em que se espera o toque mais dócil, gentil e complicado? Nunca se sabe, o que vem dela Mas de uma coisa sei, é a flor Que surge em dias nublados e renasce Como quem não quer nada, apenas Um aconchego, em seu coração Mal resolvido e destruído Dores, intermitentes. Ora ora ora, lá vem ela Com sua revolução, em mãos De amores indefinidos e autodestrutivos Que faz perder o chão e a cabeça Até não restar, mais nada de si.
No pensador.ai desde