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Frase de Thayná Willms (Recitos)

Revolução Ora ora ora, se não é aquela Com a mais formosa beleza No existir de poemas não lidos Versos inacabados Sentimentos encarcerados Reprimidos? Eu não sei Das confusões e perdições Dores, intermitentes Feitas de chuvas e tempestades Sem fim Aquela, em que se espera o toque mais dócil, gentil e complicado? Nunca se sabe, o que vem dela Mas de uma coisa sei, é a flor Que surge em dias nublados e renasce Como quem não quer nada, apenas Um aconchego, em seu coração Mal resolvido e destruído Dores, intermitentes. Ora ora ora, lá vem ela Com sua revolução, em mãos De amores indefinidos e autodestrutivos Que faz perder o chão e a cabeça Até não restar, mais nada de si.

Thayná Willms (Recitos)

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Pensador.com

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Anseios Em meu leito aberto Sussurro o teu aconchego
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Anseios Em meu leito aberto Sussurro o teu aconchego Em meu pequeno infinito Clamo o teu nome Anseio amar-me Ao menos 1 segundo Transbordo-te. Em meu peito intenso Carrego amores, nunca respondidos Poesias nunca lidas Oceanos nunca mergulhados Anseio-te, meu bem Ao menos 1 segundo Não se vá, ainda temos muito para se pensar

Tormentas Deixo-te estes versos Inacabados
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Tormentas Deixo-te estes versos Inacabados Vazios Perdidos. Deixo-te meu respirar Pois a angustia, já tornara casa Deixo-te, o grito mudo E o coração aos prantos! Meu profundo lamentar Descanso! Preciso descansar Jaz não sei o que pensar Ao analisar, nada sobrara aqui Tampouco o ar, que se perdera pelos cantos Acho eu, ter o deixado em alguma esquina, ou cômodo A solidão, minha velha e única companhia É quem diz. O coração para, tudo silencia Os olhos adormecem Sua alma se desliga Deste vasto mundo Desta imensidão, que tanto Lhe atormenta!

Restos O que dizer? Se não há para onde correr
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Restos O que dizer? Se não há para onde correr Não há saídas O que fazer? Solidão, sua velha e única companhia Perdida no próprio mar Onde é que se viu? Na própria tempestade. Onde é que essa tal de vida, levou? Contradição, não? Quando a morte, se ocasiona com a vida. Paz ou prisão? Sentimentos são reprimidos, então? O que é este lugar afinal Morte ou vida? Quando a dor, entra em harmonia Escuridão, ou refugio? Eis a grande dúvida . Que bagunça! Por isso, há do poeta A poetar? E da poetiza, há poetizar? No silêncio da noite, a decifrar Ou apenas, se calar conscientizar? O vazio, o único que parece Restar.