Jamais serei manchete de crimes passionais...
Frases de tadeumemoria
822 frases
God is sad...
O amor nos conduz por uma trilha com o perfume das manhãs primaveris e as matizes douradas dos verões...
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O amor nos conduz por uma trilha com o perfume das manhãs primaveris e as matizes douradas dos verões... o amor nos ensina com as sinfonias dos pássaros e da brisa, com a paciência de séculos e com a sabedoria da natureza... o amor nos fortalece com os invernos, com as montanhas, com a força dos oceanos e com as dificuldades da vida...
MÁFIA Tome um refrigerante antes de má notícia
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MÁFIA Tome um refrigerante antes de má notícia A milícia anda constante, propondo seguro funeral, uma porcentagem salarial semanalmente ou quinzenal, Tome cuidado, não fale, não cale, não sorria, não olhe, não veja, não respire não viva... Tome uma coca, tome um cocktail molotov, tome ácido Tome uma granada, uma farda, uma baioneta, um FAL Estratégias de guerrilhas, somos ilhas na mão do poder dessa máfia que mata e aniquila protegidos pela liberdade que a democracia lhe d
O que eu não sei de Deus...?
O amor ésalutar em doses homeopáticas... O amor tem efeitos colaterais...
A dor me faz nascer poema...
RELEVE Sei no que pensa Quando a noite tensa te envolve,
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RELEVE Sei no que pensa Quando a noite tensa te envolve, Quando os versículos te comovem, Quando a vesícula explode, .Quando a epiglote se recolhe, E você se engasga com a saliva, Sei no que você pensa quando é manhã, .E os vestígios da noite passada, Na cama desarrumada, Manchas na coberta, marcas na pele. Releve: Pelé disse: Love, Love, Love... Para os ianques num estádio lotado na despedida, Isso me comove, não somente pela cor da pele... Mas por ser ele quem é Mas o que diria pra sua filha Que só queria ser reconhecida... Minha nossa senhora aparecida! Cida abrace Sandra agora, adote Essa alma e perdoe nossos deuses... Tão órfãos de consciência... Tenha paciência, Pelé disse: Love, Love,Love...
JUMENTO Dorothy tinha um jumento... Não um jumento jumento,
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JUMENTO Dorothy tinha um jumento... Não um jumento jumento, um jumento com sentimento e pressentimento, mas era um tormento imaginar o que as pessoas pensam quando te olham bem dentro, afinal era um jumento... e era meio engraçado o jumento no serrado contemplando o eco sistema e tentando poemas... mas era um jumento, um jumento que se apaixonava... e se apaixonou por brida, a cabrita e imaginou uma família, e como seria ? sua filha berrando... seu filho meio bode meio asno zurrando, não daria certo, pensaou em bria, filha da vaca estrela, vinda de lannys no cinturão de orion, imaginou jumentinhos e vaquinhas intergaláticos galopando no universo... imaginou-se astronauta povoando os planetas até que soava o rebenque mostrando sua realidade quadrúpede, dois cestos de cipó, dois centos de rapaduras e a clientela da vilazinha a ver seu sofrimento...
A sanidade algema e amordaça...
Consome a ilusão que eu sou, o infinito a limitar-me assim eu tenho esse desinteresse em síntese
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Consome a ilusão que eu sou, o infinito a limitar-me assim eu tenho esse desinteresse em síntese a tese do me deixa vagar que eu vou devagar...
Curvo sob a penumbra ante a luz da lamparina tateando as emoções tecendo o soneto meus versos desfilam com clareza alpina
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Curvo sob a penumbra ante a luz da lamparina tateando as emoções tecendo o soneto meus versos desfilam com clareza alpina sentimentos que eu julgava obsoletos a noite me conduz sob uma bruma a estrofe é o meu próprio dissolver-se em cada verso minhalma espuma no rubro sangue de mim faz verter-se
AVESSO Depois do horizonte tem outro horizonte,
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AVESSO Depois do horizonte tem outro horizonte, tem uma fonte, tem outros verbos, então o sol se põe e repousa preguiçosamente... Esperando Ícaro e a sinfonia da tarde arde nas penas dos que são passarinhos outros versos, displicentes, dolentes, incandescentes... a tarde desfalece, alguns poucos raios, um aceno, um ensaio de luz e de cores quentes... depois das tardes, tem outras auroras no outro lado do planeta, que é o avesso do crepúsculo... outros Ícaros outras sinfonias... Criar novos verbos, alimentar novos crédulos... inventar novos deuses...
Não quero entender a vida nem sei se posso entendê-la permeio caminhos tortos
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Não quero entender a vida nem sei se posso entendê-la permeio caminhos tortos chorando por seus abortos me inspirando com a lua me encantando com as estrelas não quero entender o amor nem sei se seria capaz... o amor está bem além do que me traz satisfação e paz...
DE NINGUÉM Porque a lua era bela, porque a flor era rosa,
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DE NINGUÉM Porque a lua era bela, porque a flor era rosa, porque o céu era azul, ela se entregava... porque a noite chegava, porque a noite se ia, porque chegava a manhã, ela se entregava... porque o mar era imenso, porque o mundo era penso, porque o dia era tenso, ela se entregava... porque o vento soprava, porque o sol aquecia, porque a chuva molhava, ela se entregava... porque o coração batia, porque o pulso pulsava, porque a alma gemia, ela se entregava... e por se entregar a todos, todos lhe possuiam, mas não era de ninguém, porque a todos se entregava, mas não se dava a ninguém...
Eu quero entender, eu sempre quis entender mas antes, o encanto de tudo dourava a manhã seguinte... o gosto de hortelã, a fantasia de um beijo quase impossível...
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Eu quero entender, eu sempre quis entender mas antes, o encanto de tudo dourava a manhã seguinte... o gosto de hortelã, a fantasia de um beijo quase impossível... era fácil esquecer qualquer pecado, mas o tempo dizima qualquer fascínio e fica só o desejo de revanche ainda percebo um certo glamour algo que ficou guardado como uma espécie de souvenir... algo que, sem o encanto, sorrisos e palavras não podem mudar... então, depois de tudo, pagamos pelos pecados do passado com uma overdose letal de indiferença... que nos deixa a pensar que foi tudo uma ilusão; não foi. Não entendo como, sei que não foi... quero entender, sempre quis entender, mas antes o encanto de tudo dourava a manhã seguinte...
Sob a chuva e o clarão dos relâmpagos, na alma, no âmago, o desalento de qualquer pagão, eu tento entender a noite e suas dores,
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Sob a chuva e o clarão dos relâmpagos, na alma, no âmago, o desalento de qualquer pagão, eu tento entender a noite e suas dores, quanto mais amores mais dor no coração...
AMENDOÍNS Porque eles exibem seus sentimentos, Seus ressentimentos, carregam sacas de cimento
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AMENDOÍNS Porque eles exibem seus sentimentos, Seus ressentimentos, carregam sacas de cimento Pra fazer poemas a todos os Pessoas, Drummonds, Cecílias, Joõescabraisdemelosnetos, Chicos, Pablos e outros Metáforas, prosopopeias aos que nasceram na galiléia E os que nem nasceram ainda, Brunas, Clarices, Corascoralinas Todos os carinhos e agruras da gramática Que as vezes o certo soa errado Mas olhem o lado bom, o lado da essência Beijo pra mim mesmo, que penso que também sou Beijo pro Cauby e pro Waldick Que nem sabiam que eram poetas, mas eu os reputo, E qualquer puto que medita num verso Não pisem na gramática, matem-na ou ela te matará, Gil gostei de Metáfora de Maracatu Atômico, Mas além de tudo, tem o sangue da África nas tuas veias, Beije as mulatas da Bahia, beije suas bundas, Não tenho quinze anos, mas tenho Viagra... À todos os poetas, amendoins Porque tem tanta mulher carente, vamos fazer essa gente feliz...
O feto voltou às entranhas da mãe como um parto às avessas O suicida flutuou ao vigésimo primeiro andar Num dessuícidar-se...
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O feto voltou às entranhas da mãe como um parto às avessas O suicida flutuou ao vigésimo primeiro andar Num dessuícidar-se... Tudo desacontecia... A noite voltou a ser tarde... A tarde voltou a ser manhã,,, Que voltou a ser madrugada Então o meu quarto, enquanto eu escrevia Alagou num pantanal, um lago azul e triste... Era o meu despoemar...
No Rio todo mundo é poeta E ninguém é ateu... Diante de tanta beleza, é fácil ser romântico
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No Rio todo mundo é poeta E ninguém é ateu... Diante de tanta beleza, é fácil ser romântico E tudo é prova da existência de Deus
meu verso é mendigo indigno de jornais e revistas...
Meu coração tem suporte para qualquer adeus...
Dançamos; dançamos valsa, salsa, bolero; aqueles sentimentais, que pareciam compostos pelo que vivemos; trilha sonoras de nossas vidas. Dançamos samba; eu observava os teus remelexos, teus trejeitos, o teu decote, o teu corpo... acho que falei do brilho dos teus cabelos mechados,…
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Dançamos; dançamos valsa, salsa, bolero; aqueles sentimentais, que pareciam compostos pelo que vivemos; trilha sonoras de nossas vidas. Dançamos samba; eu observava os teus remelexos, teus trejeitos, o teu decote, o teu corpo... acho que falei do brilho dos teus cabelos mechados, do teu batom de framboesa, acho que elogiei teu perfume, teus sapatos de couro de cobra, encantei-me com a ametista nos teus brincos de ouro branco, tua saia de viscose, tua gargantilha de ouro, acho que mencionei os lustres do ambiente, a neblina que escorria pela vidraça, as bebidas coloridas nas taças, que mais pareciam ornamentos às mesas. Rimos dos casais que perdiam a compostura, de uma ou outra gafe, de alguém que escorregou na pista; acho que declamei um poema, um daqueles que você gostava, mas nunca se lembrava e acabava engolindo um ou outro verso; mencionei o último hit de Adele, a sensibilidade de Cecília, a amargura melancólica de “O RETRATO” esperei tanto por aquele momento e tanto fantasiei; tanto te falei, mas nada disse; mas será que eu tinha mesmo algo a dizer...?
A solidão me chama de baby...