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Frases de silvano Eising

24 frases

Tudo em você Eu gosto de você do jeito que você é,
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Tudo em você Eu gosto de você do jeito que você é, sem precisar mudar nada, sem precisar tentar ser mais bonita ou mais interessante, porque, para mim, você já tem tudo aquilo que faz alguém ser especial. Gosto dos seus cachos, do jeito que eles caem, do jeito que combinam com você, como se tivessem sido feitos para fazer parte do seu sorriso. Gosto do seu jeito, das suas palavras, do seu carinho, da maneira como você trata quem gosta, desse jeito que só você tem e que eu não sei explicar, mas sei sentir. Gosto de te ver jogando, da sua força, da sua determinação, e até daquele seu jeito distraído que talvez você nem perceba. Mas acho que, acima de tudo, eu gosto da pessoa que existe aí dentro. Da pessoa que me faz sorrir sem nem perceber, que ocupa um espaço bonito nos meus pensamentos e que, de algum jeito, se tornou importante para mim. Talvez eu não saiba dizer tudo da maneira certa, talvez às vezes eu repita que te amo sem conseguir explicar o porquê. Mas talvez seja justamente isso. Eu não gosto de você por uma coisa só. Gosto do conjunto. Dos seus olhos, dos seus cachos, do seu sorriso, do seu jeito, do seu carinho, da sua força, das suas manias e até das pequenas coisas que talvez você ache sem importância. Porque foi justamente nelas que eu comecei a enxergar o quanto você é especial. E se algum dia você esquecer o quanto é bonita, o quanto é querida ou o quanto significa para alguém, lembra de mim. Porque eu vou continuar aqui, olhando para você e pensando que, entre tantas pessoas no mundo, foi justamente você quem conseguiu conquistar um lugar tão bonito dentro de mim.

Você deveria, de vez em quando, se olhar com mais calma. Não só para arrumar o cabelo ou conferir algum detalhe, mas para perceber a beleza que existe em cada pedacinho de você. Há algo em sua presença que transforma o ambiente: o seu sorriso tem um jeito de iluminar até os canto…
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Você deveria, de vez em quando, se olhar com mais calma. Não só para arrumar o cabelo ou conferir algum detalhe, mas para perceber a beleza que existe em cada pedacinho de você. Há algo em sua presença que transforma o ambiente: o seu sorriso tem um jeito de iluminar até os cantos mais apagados, como se fosse um convite para que o mundo ficasse mais bonito. Você é a parte que faltava em muitos momentos, a inspiração que deixa qualquer história mais interessante. É impressionante como você consegue completar o que parecia impossível de se completar, simplesmente sendo quem é. Seu jeito único de existir é um presente raro que deixa a vida de quem te encontra muito mais bela.

Promessas Não Faladas Por que, vida, me testas assim, Abrindo portas que logo se fecham?
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Promessas Não Faladas Por que, vida, me testas assim, Abrindo portas que logo se fecham? Por que, Deus, permites que o coração se entregue, E o mundo responda com silêncio ou dor? Eu dei confiança, dei carinho, dei esperança, E tudo se despedaçou diante de meus olhos. Será que há sentido nisso? Ou só somos brinquedos nas mãos de um destino cruel? Por que as promessas não faladas, Os olhares que pareciam sinceros, Se transformam em ausências e despedidas? Por que a vida insiste em ensinar pelo sofrimento? Eu grito em frustração, Procuro respostas, mas só encontro ecos. E ainda assim, mesmo ferido, eu sigo, Procurando luz em meio a sombras que não pedi.

Entre o passo e o horizonte No silêncio dos dias, a esperança cresce devagar,
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Entre o passo e o horizonte No silêncio dos dias, a esperança cresce devagar, como semente que insiste em quebrar a terra dura do olhar. Cada tropeço se torna ponte, cada queda, lição sutil. O futuro nasce nos detalhes, na coragem de seguir, no brilho do abril. O impossível se curva ante quem insiste em caminhar, e o sonho, mesmo tímido, começa a florescer no ar.

Quando a Última Luz se Apaga ⁠No silêncio que resta após a voz, Ouço apenas o eco do que fui.
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Quando a Última Luz se Apaga ⁠No silêncio que resta após a voz, Ouço apenas o eco do que fui. A saudade não fala — ela dói, Como o peso de um mundo sem rui. O tempo, esse traidor sem rosto, Levou tudo o que me fazia viver. E deixou um coração exposto A lembrar sem poder esquecer. Os risos morreram nos cantos da casa, E os quadros, sem cor, me acusam em vão. Cada passo é um corte que atrasa A cura de tanta desilusão. Eu amei com a força de um naufrago, Gritei teu nome ao vento surdo. Mas a vida, com seu verbo frágil, Sussurrou: "você chegou tarde, é o absurdo". Já não sei o que sou — sombra, poeira, Ou só alguém que o mundo esqueceu. Só sei que tudo que era bandeira Hoje é trapo que o tempo comeu. E quando a última luz se apagar, Que não chorem, que não digam meu nome. Pois quem morre sem mais esperar Já morreu bem antes da fome.

A Dor Que Não Tem Nome ⁠Acordo e já estou cansado, como se viver fosse um fardo antigo.
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A Dor Que Não Tem Nome ⁠Acordo e já estou cansado, como se viver fosse um fardo antigo. Cada dia pesa dobrado, e eu sigo — mas nunca sigo comigo. O espelho não me reconhece, me olha com pena, com nojo, talvez. Meu corpo é só o que permanece de alguém que já morreu mais de uma vez. As vozes aqui dentro gritam, mas ninguém do lado de fora ouve. Sorrisos forçados imitam uma vida que há muito não coube. Tem dias que o ar parece ferro, e cada passo é um crime lento. O mundo gira, eu me enterro mais fundo em meu próprio tormento. A comida não tem mais gosto, a música me dá desgosto. O toque é como espinho exposto, e o futuro... é um céu sem rosto. Já tentei pedir socorro em olhares, palavras, mensagens. Mas tudo soa tão oco e torto, como gritar em paisagens selvagens. E o pior não é querer morrer — é não conseguir mais querer viver. É ser um corpo que existe por hábito, um suspiro vazio, um peso estático. Se um dia eu sumir, não estranhe. Foi só a dor que me venceu sem barulho. A tristeza é uma água que banha até que a alma se afogue no entulho.

Sou Caminho ⁠Sou feito de passos, de sonhos e de espera, De pedras no chão e de esperança sincera.
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Sou Caminho ⁠Sou feito de passos, de sonhos e de espera, De pedras no chão e de esperança sincera. Carrego nas mãos as marcas do que vivi, E nos olhos, o brilho do que ainda está por vir. O tempo me ensina, sem nunca ter pressa, Que a vida é mais leve quando a alma se aquieta. Que não há dor que não vire aprendizado, Nem queda que não tenha um recomeço guardado. Às vezes sou vento, às vezes sou chão, Às vezes silêncio, às vezes canção. Mas sigo em frente, inteiro, apesar da dor, Feito ponte, feito estrada, feito amor. E se o mundo pesar, que eu não perca a fé, Que eu floresça, mesmo sendo só um grão de pé. Porque viver é lutar, é cair, é sonhar, É ser raiz, mas também se permitir voar.

⁠Sementes da Gratidão Acordo e sinto o vento, o cheiro da terra molhada,
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⁠Sementes da Gratidão Acordo e sinto o vento, o cheiro da terra molhada, o calor do sol na pele, e percebo — sou parte do milagre. Grato pelos passos que me trouxeram, pelas quedas que me ensinaram, pelos olhos que cruzaram meu caminho e acenderam luz quando tudo era sombra. A vida não me deve nada, e, ainda assim, me entrega tudo. Em cada abraço, em cada sorriso, existe um universo inteiro dizendo: “Você não está só.” Grato pelas manhãs que começam, pelos desafios que me moldam, pelos silêncios que me fazem ouvir o que o mundo, às vezes, esquece de dizer. Carrego no peito uma prece muda, uma canção sem som, mas cheia de sentido: “Obrigado, vida.”

⁠O Tempo que Nos Mora O tempo não passa, ele se aloja.
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⁠O Tempo que Nos Mora O tempo não passa, ele se aloja. Em cada dobra da pele, em cada linha que cruza o olhar, em cada silêncio que responde a perguntas que deixamos de fazer. Ele não corre, ele escava. E dentro de nós, abre corredores, salas abandonadas onde ainda ecoam as risadas de um outro “eu”, mais leve, talvez mais ingênuo, mas inteiro. Somos morada do que fomos. E o presente, esse inquilino instável, vive batendo portas entre o que sonhamos e o que aceitamos. Traz nas mãos promessas que esquecemos e nas costas cicatrizes que fingimos não ver. O tempo nos ensina pela repetição, não dos fatos, mas das dores. Cada erro renomeado é uma lição que retorna, com nova máscara, mas com a mesma essência. A vida, no fim, não é uma linha reta — é um espiral de retornos, um eterno reaprender. E quem não escuta o tempo, repete os passos no mesmo chão partido, acreditando ser caminho novo.

⁠Velha Amiga Não corro da morte, não tremo ao seu nome.
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⁠Velha Amiga Não corro da morte, não tremo ao seu nome. Ela não é sombra, é apenas silêncio que chega sem alarde. A vejo como uma velha amiga, de passos lentos, que caminha à margem da estrada, esperando o dia em que nos sentaremos para conversar, como quem reencontra alguém depois de uma longa jornada. Ela não me assusta. Me ensina. Me lembra que cada nascer do sol é raro, que o riso de hoje não volta, e que amar vale mais do que temer. E quando chegar o momento, não haverá luta. Apenas um aceno leve, como quem parte de casa, mas sabe que foi inteiro enquanto esteve.

⁠Quando penso em você Às vezes, fico perdido nas coisas do dia, mas aí vem você, assim, sem avisar,
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⁠Quando penso em você Às vezes, fico perdido nas coisas do dia, mas aí vem você, assim, sem avisar, e me faz lembrar que a vida é feita de pequenos gestos que não dá pra explicar. É no jeito do seu sorriso, no silêncio que cabe entre a gente, no abraço que é casa e ao mesmo tempo um porto seguro pra alma da gente. Não é sobre promessas grandiosas, nem planos que a gente faz pra depois. É sobre estar aqui agora, sentindo seu coração bater junto ao meu. Amar é isso — simples e verdadeiro, feito de dias comuns que viram especiais, porque você está ali, do meu lado, e isso basta pra ser feliz demais.

⁠Não há nome pra isso Tem coisa que não se escreve, mas insiste em nascer letra.
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⁠Não há nome pra isso Tem coisa que não se escreve, mas insiste em nascer letra. Um silêncio que sangra alto no canto de cada espera. É a sede que não se mata, mesmo afogando na fonte. É saudade antes da hora, é o sol quebrando a ponte. Tem amor que vem sem rosto, mas deixa marcas na pele. Feito vento que atravessa sem pedir, sem dizer: "segue." É o erro que a gente escolhe mesmo sabendo o final. É o abismo tão bonito que faz a queda ser banal. Não tem nome o que nos move. É mais rugido que fala. É o que pulsa entre os olhos quando a palavra se cala.