Por mais que eu percorra a longa estrada de meus deveres, ainda deixarei, no percurso, a cobrança dos que ficaram. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Frases de Sergio Diniz
34 frases
Quando vejo dois animais que aparentemente são inimigos naturais em atitudes de verdadeira comunhão, reflito sobre a extensão daquele sentimento-mor a que denominamos "AMOR". Se os animais não têm o atributo da razão, como explicar essa ligação entre dois animais aparentemente t…
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Quando vejo dois animais que aparentemente são inimigos naturais em atitudes de verdadeira comunhão, reflito sobre a extensão daquele sentimento-mor a que denominamos "AMOR". Se os animais não têm o atributo da razão, como explicar essa ligação entre dois animais aparentemente tão diferentes? Creio que a única resposta seja a de que o amor não é pra ser pensado... é pra ser sentido. E, se isso é realmente uma verdade cósmica, então minerais, vegetais e animais não são meros enfeites na vida dos seres humanos, mas sim, são a própria paisagem do quadro de Deus... e da qual nós também fazemos parte.
Creio que somente aqueles que têm (ou tiveram) uma grande dor enxergam uma grande dor alheia. Isso me faz lembrar de uma frase dita por um benfeitor espiritual que afirma que "a dor é a companheira divina". A dor parece ser, mais do que um castigo para o corpo, um remédio para o…
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Creio que somente aqueles que têm (ou tiveram) uma grande dor enxergam uma grande dor alheia. Isso me faz lembrar de uma frase dita por um benfeitor espiritual que afirma que "a dor é a companheira divina". A dor parece ser, mais do que um castigo para o corpo, um remédio para o espírito. Talvez o seu sinônimo mais próximo seja solidariedade. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP, Crearte Editora, 2013)
De vez em quando um anjo se faz pessoa, pessoinha. E desce à Terra. E qual zeloso jardineiro, vem regar nossas almas com o orvalho de seu amor. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
O chamado Quando a Morte me encarar Face a face
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O chamado Quando a Morte me encarar Face a face E sorrindo Invocar meu nome E o Destino me disser: - Eis seu último minuto! Abrirei meus olhos Levantarei meu corpo E, encarando a Morte E o Destino, direi: Meu último minuto Pertence ao Senhor; Quem vem me buscar Não é a Morte... Mas a Vida!
Aquele que da estrada somente percebeu o pó, perdeu, seguramente, todos os passos dados. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Por que existem os animais? Para humanizarem a humanidade. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Um vídeo, mostrando jovens pichando muros, sob a imediata reação de raiva e tristeza do dono, sob a vista também de outra criança, e, a partir desta, subsequentes cenas de solidariedade, evocou-me a imagem do rastilho, que, uma vez que a ele se ateie fogo, segue o seu curso, impl…
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Um vídeo, mostrando jovens pichando muros, sob a imediata reação de raiva e tristeza do dono, sob a vista também de outra criança, e, a partir desta, subsequentes cenas de solidariedade, evocou-me a imagem do rastilho, que, uma vez que a ele se ateie fogo, segue o seu curso, implacavelmente, até a explosão final. E, semelhante ao terrível rastilho, assim também é a violência de cada dia. Até o momento em que alguém, movido por um sentimento que aparentemente parece perdido no recôndito de alguns seres humanos, interrompe esse circuito destrutivo. Esse sutil sentimento, a que chamamos solidariedade, também ele se faz um rastilho, mas que, em vez de embebido na pólvora, que destrói, se faz imerso na fraternidade que levanta, que consola, que constrói. E, nesse momento, em que uma reação em cadeia do Bem se produz, não posso deixar de associar o Criador a um simpático velhinho de barba longa, sentado em seu portentoso trono, no qual, ao ver uma cena dessas, dá um largo sorriso de criança travessa, que deu a outra criança um balde de tinta com as cores do arco-íris, para que ela pintasse, novamente, todas as paredes pichadas do mundo. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Quando a emoção dos duros embates da vida me faz transbordar lágrimas, que, escorrendo pelo meu rosto, encontram meus lábios, lembrando-as serem salgadas, vem-me à mente (e ao coração), a mensagem do Sublime Pastor: “Vós sois o sal da terra.” São essas lágrimas que me fazem lembr…
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Quando a emoção dos duros embates da vida me faz transbordar lágrimas, que, escorrendo pelo meu rosto, encontram meus lábios, lembrando-as serem salgadas, vem-me à mente (e ao coração), a mensagem do Sublime Pastor: “Vós sois o sal da terra.” São essas lágrimas que me fazem lembrar ser o sal das pelejas interiores que, no final da jornada, me permitirá engrossar as fileiras daqueles que, um dia, serão “a luz do mundo”. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP. Crearte Editora, 2013)
O ser humano é um fragmento da grande e maravilhosa literatura cósmica.
Que é viver, senão abrir as janelas de nossa consciência para o sol da vida? (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Esitora, 2013)
Num longo e apertado abraço, todos os seres fecham os olhos. Talvez para que os olhos da alma possam se abrir... (Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) “Diferença” é tão somente a outra face do maravilhoso diamante d…
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Num longo e apertado abraço, todos os seres fecham os olhos. Talvez para que os olhos da alma possam se abrir... (Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) “Diferença” é tão somente a outra face do maravilhoso diamante da vida. (Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Aniversário: um degrau a mais, na grande Escada da Vida. E a grande vantagem de se subir um degrau a mais - ainda que muitas pessoas não percebam isso - é que podemos enxergar mais longe. Um ano a mais na idade. Talvez um fio de cabelo branco a mais na cabeça ou uma ruga a mais no rosto, mas certamente, um brilho a mais, no resplandecente diamante que está dentro de cada um de nós. (Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Na aparência física, há milhares de anos os homens saíram das cavernas. Espiritualmente, porém, alguns sequer saíram do reino mineral. E com uma agravante: não passam de escolhos. (Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) 77.Chegará um dia na história da humanidade em que não existirão mais religiões, mas, no entanto, todos serão religiosos. E, quando esse tempo finalmente chegar, não desfilarão mais bandeiras de credos, manchadas de preconceito e de sangue. O único lábaro que ondulará aos ventos dos Novos Tempos será o Estandarte da Fraternidade. (Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Tempo chegará ao planeta Terra em que o dinheiro deixará de existir. E, nesse dia, nas casas de Pedros e Marias plantar-se-á arroz; nas de Paulos e Déboras, feijão; nas de Saulos e Claras, verduras; nas de Tiagos e Joanas, legumes... E, nesse dia, nas casas de Pedros e Marias, Paulos e Déboras, Saulos e Claras, Tiagos e Joanas as mesas conterão, em abundância, arroz, feijão, verdura, legumes... (Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Continuarei caminhando pelas estradas cheias de pedra da vida, empunhando o estandarte do ideal. Até o momento em que o sol da minha existência física declinar no horizonte. E, nesse momento, quando meu corpo tombar, cairei de tal forma, que, mesmo assim, meu estandarte continuará em pé. (Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Se formos uma vela solitária a iluminar a vastidão do deserto, que o nosso apagar deixe um vestígio de luta, pois, mesmo uma única vela, a tremeluzir sob as intempéries do escárnio humano, iluminará e fará germinar a candeia da esperança. E o ocaso de uma chama heróica fará alçar voo o homem novo, que jaz sob a velha ruína humana. (Costa, Sergio diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Um pequeno gesto de gentileza, seguido de uma reação em cadeia de outros pequenos gestos, me fez imaginar um deserto totalmente inóspito, onde, de repente, um vento ameno impele o caravaneiro desgarrado ao oásis refrescante. Esse é o "Vento da Solidariedade", que, soprando pra to…
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Um pequeno gesto de gentileza, seguido de uma reação em cadeia de outros pequenos gestos, me fez imaginar um deserto totalmente inóspito, onde, de repente, um vento ameno impele o caravaneiro desgarrado ao oásis refrescante. Esse é o "Vento da Solidariedade", que, soprando pra todos os lados, constrói o “Castelo da Fraternidade”. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Somos eternos viajantes nas estradas da vida. E por todas elas deixamos nossas pegadas. Quem vem atrás, nos seguindo, poderá, ainda que na escuridão, seguir um facho de luz. Basta, para tanto, que acendamos, dentro de nós, a luz da esperança. (Pensamentos soltos na brisa das tar…
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Somos eternos viajantes nas estradas da vida. E por todas elas deixamos nossas pegadas. Quem vem atrás, nos seguindo, poderá, ainda que na escuridão, seguir um facho de luz. Basta, para tanto, que acendamos, dentro de nós, a luz da esperança. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Deus é uma correnteza de amor, fluindo pela eternidade afora. Cabe a nós, por meio da fé, da esperança e da caridade, mergulharmos nela, e fluir com Ele. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Jesus usava o microscópio do Amor para descobri…
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Deus é uma correnteza de amor, fluindo pela eternidade afora. Cabe a nós, por meio da fé, da esperança e da caridade, mergulharmos nela, e fluir com Ele. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Jesus usava o microscópio do Amor para descobrir o que as pessoas tinham de bom dentro de si; e o telescópio da Razão para aplicar as verdades eternas. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Ora-se com o coração, não com a mente. A oração que mais agrada a Deus não é aquela feita com palavras, mas aquela feita por atos. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Nosso melhor sorriso é aquele que deixa transparecer todas as rugas do rosto, pois, quando a alma sorri, sincera, descerra todas as comportas de nossos sentimentos. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) A raiva é uma doença causada por vírus, transmitida principalmente por cães e gatos e para a qual, após instalada no animal, a ciência não tem cura. Pior do que isso, porém, é outra doença, própria do ser humano: o ódio, pois esta é uma doença que cabe tão somente ao próprio doente curá-la. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) A verdade pode ser – e comumente é – ocultada, mas jamais sepultada! (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) O verdadeiro e fulgente papel do juiz não é, simplesmente, o de aplicar o Direito, mas em ser o Arauto da Justiça. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Nenhum deserto é tão vasto e tão vazio que deixe de ecoar a Voz da Justiça. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Viver e morrer é apenas uma questão de abrir e fechar os olhos; ou fechar e abrir os olhos. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) A solidão é mais companheira daqueles que a abraçam com braços de amante.
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Viver e morrer é apenas uma questão de abrir e fechar os olhos; ou fechar e abrir os olhos. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) A solidão é mais companheira daqueles que a abraçam com braços de amante. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) O Mal é apenas uma semente do Bem que ainda não germinou. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
A vida é uma imensa peça teatral, na qual as luzes somente se acendem quando os atores estão prontos. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Aprendi a ler porque via meus pais imersos em livros. E, ainda quando mal entendia o porquê das coisas, tinha comigo que havia nos livros uma magia muito além daquelas das brincadeiras de rua. E, tão logo me iniciei neles, percebi porque, no silêncio de uma leitura solitária, as…
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Aprendi a ler porque via meus pais imersos em livros. E, ainda quando mal entendia o porquê das coisas, tinha comigo que havia nos livros uma magia muito além daquelas das brincadeiras de rua. E, tão logo me iniciei neles, percebi porque, no silêncio de uma leitura solitária, as pessoas sonhavam acordadas.
O lirismo do poeta deve ser doado com toda intensidade de sua alma, a ponto de fazer germinar do chão bruto raras orquídeas. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Quando a Inspiração me convida à pena e ao papel, em volta de mim, tudo se t…
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O lirismo do poeta deve ser doado com toda intensidade de sua alma, a ponto de fazer germinar do chão bruto raras orquídeas. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Quando a Inspiração me convida à pena e ao papel, em volta de mim, tudo se transforma num caos. E, a princípio, isso me incomoda. Mas – afirmam os cientistas – o Universo não nasceu do caos? (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) A Inspiração não chega ao poeta com sinalização precisa; ao contrário, desce-lhe em torvelinhos mentais e extenuação motora. O processo artístico de transposição da inspiração em comunicação visual representa-lhe uma verdadeira catarse. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) O poeta nada cria: apenas transcreve a Grande Poesia da Vida, do Universo. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) A verdade do mundo, o poeta a resume em poucas palavras; a sua, porém, o mundo não a descobre, pois seus atalhos são infindos. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Poeta algum jamais escreveu sua obra máxima, porque isso representaria sua própria extinção como tal. Talvez sua obra máxima seja o desenlace físico, pois, assim, na libertação dos grilhões corpóreos, sua obra não se imprimirá em pedaços de papel, mas nas Telas do Universo. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Sou como um ferreiro: forjo versos com minha pena. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) O que dizem minhas poesias? Perguntem à natureza: é dela que faço prospecção de ideias e sentimentos. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) O pensamento de um poeta começa com uma interrogação... e termina com uma exclamação. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) A solidão do poeta é uma solidão repleta de multidões. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Há muitas formas de sentir um momento, mas somente uma de exprimir um sentimento: com o coração! (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) A madrugada representa minha musa inspiradora. As estrelas também. E igualmente as flores. Como se vê, sou um polígamo das letras. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Para o dia, o tempo tem vinte e quatro horas; para a inspiração, uma eternidade. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) Preciso sonhar! Sonhar é alçar sonhos infinitos. É viver, momentaneamente, a realidade tangível de outras dimensões. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013) O poeta canta em versos a grande prosa da vida. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Que palavras podem descrever a beleza de um pôr de sol, o perfume de uma flor, o farfalhar de uma árvore? Nenhuma. Uma lágrima, talvez. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP, 2013)
Em contato com a natureza, faço de meus olhos uma máquina fotográfica. E as imagens que capto, de beleza transcendente, as imprimo no papel de minha alma. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Abramos as nossas asas de anjos adormecidos. E façamo-las fortes, novamente. A grande aventura pelas trilhas dos universos nos espera. Há infinitos amanheceres para serem contemplados... por olhos abertos e espíritos sedentos de beleza extasiante. Sergio Diniz da Costa. Pensamen…
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Abramos as nossas asas de anjos adormecidos. E façamo-las fortes, novamente. A grande aventura pelas trilhas dos universos nos espera. Há infinitos amanheceres para serem contemplados... por olhos abertos e espíritos sedentos de beleza extasiante. Sergio Diniz da Costa. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013
Abro um e-mail que traz uma sequência de fotos de um soldado que foi à guerra e voltou com os braços e pernas parcialmente mutilados. Sua esposa, que na perfeição do corpo dele parecia amá-lo, na aparente tragédia demonstra amá-lo ainda mais. Admirado, não posso deixar de pensar…
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Abro um e-mail que traz uma sequência de fotos de um soldado que foi à guerra e voltou com os braços e pernas parcialmente mutilados. Sua esposa, que na perfeição do corpo dele parecia amá-lo, na aparente tragédia demonstra amá-lo ainda mais. Admirado, não posso deixar de pensar e perguntar, no meu íntimo: que amor é este, que dá as mãos a quem não as tem e caminha, lado a lado, de quem deixa pegadas invisíveis? E a resposta, trazida pelo suave sopro de um vento invisível, me fala: é o amor de quem vê e sente... a alma da pessoa amada. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Hoje você já deu vazão àquela lágrima que há muito tempo está represada no labirinto de seu coração? Àquela lágrima embargada, quando você se sentiu ofendido, achando que sem razão? Ou àquela duramente reprimida, por achar que homem, ou mulher forte não chora? Não?! Pois então, d…
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Hoje você já deu vazão àquela lágrima que há muito tempo está represada no labirinto de seu coração? Àquela lágrima embargada, quando você se sentiu ofendido, achando que sem razão? Ou àquela duramente reprimida, por achar que homem, ou mulher forte não chora? Não?! Pois então, deixe que todas as lágrimas contidas na represa de seu coração, transbordem, fluam. E encharquem, lavando todos os caminhos pelos quais todos nós já passamos. (Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP. Crearte Editora, 2013)