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Frases de Samuel Eduardo Fortes

931 frases

⁠Tem barulho Que A gente
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⁠Tem barulho Que A gente Só escuta Quando Faz silencio Assim É a água De chuva Que se faz Do Rio a sua morada As falhas Dos homens Eternizam-se no aço E Quanto mais bebemos Mais sede temos As suas virtudes Escrevemos na água Como um gole d'água Bebido no escuro

⁠⁠O Espaço Descontínuo Gosto de viver Com
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⁠⁠O Espaço Descontínuo Gosto de viver Com A realidade Quem diz que busca É porque não a tem Mas com algum delírio Sou vil Sou reles Como toda a gente É com a imaginação Que eu amo o bem Só A realidade É Para mim, insuportável Fantasma Do meu ser Presente

Nunca Houve uma guerra boa Nem uma paz ruim
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Nunca Houve uma guerra boa Nem uma paz ruim ⁠Avançamos Em ciências Tecnologias Não tanto Em Evolução Os Sapiens Que Não se toleram O Criador Ainda Não acertou A mão Os poetas odeiam o ódio E Fazem guerra à guerra. A maneira mais rápida De Acabar com uma guerra É perdê-la

⁠Seria A sociedade dos homens De bem a quem não sorri
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⁠Seria A sociedade dos homens De bem a quem não sorri Nem se orgulha Ter na parede Retrato de herói De uma guerra Qualquer Que frouxos de zombaria Não ouviste , ainda desperto Às estrelas que por certo Cochilavam Luz macia No pélogo submerso Do imenso abismo sem meta Que te acorda da Nostalgia E quem traça a curva Do horizonte E dá linha Aos movimentos rasos Dos astros

A Roseira Hereditária ⁠Assentado Assuntano
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A Roseira Hereditária ⁠Assentado Assuntano Na pedra De assuntá No Vai-da-valsa Desse mundão Sem portera Matutano Sobre tudo Quanto há Tenta Tomá tento Natureza fala Dá recado Não Se sabe Se de Deus Ou Do Diabo No patamar O Capital Não aceita desaforo Estúpida e inválida Sem cor sem perfume Sem rosa sem nada

⁠O Espaço e o Tempo Se o tempo Parece pouco
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⁠O Espaço e o Tempo Se o tempo Parece pouco Eternize O segundo Em Hora incerta De Incerto dia Subindo A Rua Direita Na Praça Tiradentes... Inacreditável! Estátuas Descidas Dos Monumentos Conversavam Inesgotável De que segredos soubeste Suspenso na crista agreste Do imenso abismo sem meta

Voltando Ausências Em cada
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Voltando Ausências Em cada Rua Ausências Em cada Esquina Ausências Por onde Passa Ausências A cada Instante Ausências Por toda Parte Presenças Que Permaneçem Nas lembranças Que sempre Ficam

Vaga-lume Vagando Pelos reinos
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Vaga-lume Vagando Pelos reinos Do pensamento E da mente Abstratos Povoam Seu universo Permeando Tudo Dos céus À ética Humana Inato Desejo De entender Chegar Ao fundo Princípio Fonte Raiz De todas As coisas Fez Da fantasia Seu real

Mônica Felizes são os pássaros Que chegam mais cedo
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Mônica Felizes são os pássaros Que chegam mais cedo Onde a primavera é eterna E dos velhos frutos caídos Surgem árvores estranhamente calmas Tarde De sol Morteiro Tarde De Domingo passante Marasmo De Segunda sem lei Rua Sem Movimento Vazio Cheio De alguém Num rádio Ruído e frequência Pensamento longe Abismo de um ser Frustrado por assim dizer Distantes são os caminhos Que vão para o templo E no meu ser Todas agitações se anulam Como na mente de um ser que sente Nas ruas noturnas A alma passeia, desolada E só, em busca de Deus E de repente, não sei Me vi acorrentado no descampado Eu sou como o velho barco Que guarda no seu bojo O eterno ruído do aiar batendo Longe está o espaço Onde existem os grandes vôos E na cidade deserta É o espaço onde o poeta Sonha os grandes vôos solitários No chão vejo rastros Pegadas enlaçadas De onde a poesia fugiu como o perfume da flor morta. Fico imóvel e no escuro tu vieste A chuva batia nas vidraças e escorria nas calhas, vinhas andando e eu te via Eu me levantei e comecei a chegar, me parecia vir de longe E não havia mais nada Havia você na minha frente.

Vitalidade Simetria Formal
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Vitalidade Simetria Formal Bem Calculada Suavidade De jardins Sob chuva Amor Apaixonado Pelo Que possa Existir De Mais Belo Razão Das Razões Inovações Harmônicas Ritmo Falam Por si No banco parado Sentado à assuntá