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Frases de Rosemere Melo Sanginetto.

37 frases

A cartografia do pensamento, é subjugada pelo vento! o ego é vela que leva ao erro!
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A cartografia do pensamento, é subjugada pelo vento! o ego é vela que leva ao erro! elipse que forma o centrismo, de egoísmos enfáticos, esbravejam motins, espasmos anafiláticos, onde ideias descabidas já não cabem, nas ações obesas e sedentárias, repletas de gula e mesquinharia, Maquiavel já sabia! que psicose e psique são amigas, da genialidade dos excessos, que transbordam legítimos gestos, de auto-mutilação! é dissecação ou dissertação? eis o martírio da interpretação:o inconclusivo! Quando o adjetivo cai bem ao sujeito, até mesmo o leigo, sabe conjugar o que é título, e o que é titular! o que é reserva, e o que é singular! o que é diagonal e perpendicular! a inteireza não está no adjetivo, e sim no sujeito, e este mesmo, classifica a si mesmo, ou o rebaixa, independente da sintática, do predicado ou da sílaba tônica, a vida é um poema, dividida entre as estrofes, da conotativa e da perspectiva, e qualquer recidiva, é apelação da rima, querendo fazer música, das entonações! será o coração metódico, ou melódico? nenhum adjetivo lhe cai tão bem, como a sujeição,sim é sujeito, sujeito a tudo que você desejar! O que você chama de utopia, é só a sua miopia, e a sua falta de projeção! a alegria é reflexo, do abstrato, o palpável é cenário, da ilusão! a realidade é tablado, o noticiário é palco, de simulações! a maior ficção do homem, é ignorar a realidade do outro! O poeta usa a retórica, como ignição! a combustão é a reflexão do leitor, todo leitor tem o poder de usar a marcha ré, ou pisar no acelerador! será que emperrou? de jeito nenhum! não é o trajeto que conta, e sim escolher onde estacionar, não queremos ser o carona, e sim pilotar! pé na tábua! a leitura é o combustível, para alcançar horizontes, sem sair da rodovia da imaginação! respeite o tráfego de ideias! algumas delas, nem fazem ideia, aonde vão!

Deus é fiel e tem poder de me dar tudo o que me foi tirado, inclusive o tempo,a saúde e a juventude,de fato, nem mesmo a morte é mais forte que Jeová.Se Jeová faz o ipê amarelo florescer, também pode transformar um galho quebrado como eu,numa sequoia maravilhosa...tudo é vaidade,…
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Deus é fiel e tem poder de me dar tudo o que me foi tirado, inclusive o tempo,a saúde e a juventude,de fato, nem mesmo a morte é mais forte que Jeová.Se Jeová faz o ipê amarelo florescer, também pode transformar um galho quebrado como eu,numa sequoia maravilhosa...tudo é vaidade,hoje somos úteis, amanhã podemos ser uma eira, que não produz nem sequer um grão...de significado.ah a alma sem anáguas! sem mortalhas!sem o forro negrume de dúbias narrativas! A pele não cabe na pauta,nem na ata ou na palavra! A pele é uma musseline translúcida,por onde nos transpassa o reflexo desalinhado da dúvida! Nada para Jeová é impossível,como um Gazar de seda fino ou um cetim devore ,somos maleáveis e frágeis, estampados com abstrações inúteis ,o filósofo é vislumbrado,ele se questiona de onde vem,mas não sabe para onde vai! Jeová vê além das tramas,das nuancias,da textura e da gramatura,o problema nunca é o sujeito mas sim os verbos no imperativo.ah se entendesse os motivos dos meus caminhos ,talvez não perderia o seu tempo me vendendo mapas!

Atos às vezes desatam "nós",erro atroz,ficar atado aos atos,porque o laço do passado, é fazer o seu futuro um cárcere do ontem...a vida as vezes é gaga,os pés mudos e a mente cega,parecem cordiais idosas, que de mãos dadas caminham às cegas,sem o corrimão do entendimento...ah com…
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Atos às vezes desatam "nós",erro atroz,ficar atado aos atos,porque o laço do passado, é fazer o seu futuro um cárcere do ontem...a vida as vezes é gaga,os pés mudos e a mente cega,parecem cordiais idosas, que de mãos dadas caminham às cegas,sem o corrimão do entendimento...ah como as falácias de um tolo,o orgulho é restolho e de nada vale sofisticação ou engodo,o coração é sempre um gatilho, que no atrito do dito ,é combustão dos bobos, pólvora de sábios e de loucos ...aprecie com moderação.

Certa vez,no filme "Piratas do Caribe",a Elizabeth disse para o Jack Sparrow:"Não teria dado certo entre nós."Então Jack Sparrow respondeu:"Repita isso até se convencer!" Sempre que tenho minhas farpas diárias e alguém diz:"Você não tem problema nenhum comparado aos outros com la…
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Certa vez,no filme "Piratas do Caribe",a Elizabeth disse para o Jack Sparrow:"Não teria dado certo entre nós."Então Jack Sparrow respondeu:"Repita isso até se convencer!" Sempre que tenho minhas farpas diárias e alguém diz:"Você não tem problema nenhum comparado aos outros com lascas enormes..." Então eu faço como Jack e repito vez após vez,até me convencer que ...essa pessoa não é insensível ,é só estúpida mesmo! Todos temos farpas,nem todos tem curativos!

Que além do óptico e do humor vítreo, além das abóbodas oculares, e das espirais da íris,
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Que além do óptico e do humor vítreo, além das abóbodas oculares, e das espirais da íris, além do espectro lírico, encontre eu, nos teus olhos magníficos, a somatização do imaginário! Ó meu anjo rítmico, adornado de lauréis e azevinhos, folhas de louro enfeitam teus cabelos arredios, e como grãos de areia fina, escorregam pelas frestas...adágios. sabe que amo-te além dos freios do físico, além das rédeas do maciço, e as minhas metáforas são lágrimas da abstração, nada alcança a mácula dos olhos, sem transpassar o cognitivo . o verdadeiro amor te liberta de títulos... Ó meu anjo negrume , nenhum poema te excede, nem a psicografia descreve-te, nem a psicofonia transcreve-te, e nem mesmo a pictografia, pode desenhar a etérea figura, que está subtendida em tua voz telúrica! Eis o rabisco do desfigurado! o poema é um esboço das rasuras e das ranhuras, do frêmito árdego das fissuras, no atrito contínuo do impulso, pois te amo além dos pulsos! e a lâmina do verso, corta-me o silêncio.

Algumas rosas são vermelhas porque sangram, porém nem toda hemorragia é externa,nem toda fratura é exposta e nem toda dor deixa marcas, quem aprecia rosas,deve aceitar os espinhos,rosa no jarro morre,mas no canteiro é um alívio para as almas desbotadas,tem dias que sou rosa, outr…
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Algumas rosas são vermelhas porque sangram, porém nem toda hemorragia é externa,nem toda fratura é exposta e nem toda dor deixa marcas, quem aprecia rosas,deve aceitar os espinhos,rosa no jarro morre,mas no canteiro é um alívio para as almas desbotadas,tem dias que sou rosa, outros sou espinhos,depende de quem rega...

Quer saber o peso das palavras? pronuncie elas em frente ao espelho, se o seu reflexo não vituperar o sentido,
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Quer saber o peso das palavras? pronuncie elas em frente ao espelho, se o seu reflexo não vituperar o sentido, então sabes pesar o irrefletido! e quanta distorção há no emotivo! porque o externo não me cabe, e o interno me transborda, e além da esferográfica, preciso das réguas figurativas da lógica! toda pronúncia é um anagrama de conotações, fragmentadas em letras,difundidas em fonemas, as palavras tem teoremas, que só o refletir pode medir o peso, das consequências...

Preso na úvula, no glote, entre a traqueia e a aorta,
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Preso na úvula, no glote, entre a traqueia e a aorta, um nó feito de dó incomoda, e a "ré" de toda dor, não é "mi" ,nem"fá",nem "sol",nem "lá", é um lacrimejar, e fiz do pesar o nanquim, e do lamento o grafite, porque a pele é sulfite, do que não se pode pronunciar... e a memória insiste em exumar lembranças inglórias! ora essa, que infortúnio não ter incógnitas, porque certezas são como extremos,facas de dois gumes, o ego não pode pesar mais que o argumento, é preciso ser leve como lírios ao vento, procurando o acolher de uma brisa...de inspiração!

Entre a lagarta e a borboleta, há um hiato,um limbo,o notívago do pupo, o prelúdio contorcido...da crisálida!
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Entre a lagarta e a borboleta, há um hiato,um limbo,o notívago do pupo, o prelúdio contorcido...da crisálida! há nervuras em suas asas,cicatrizes de seu êxodo, quem vê o colorido de suas asas no azul primaveril de setembro, se esquece do casulo de onde veio, da solidão latente do invólucro, como uma gaze espessa ,a dor da metamorfose, revira-lhe o ser com o distendido,o disforme,o amórfico, tudo é tão desprovido de sintaxe, qualquer fissura que lhe surge, é um bramido de liberdade! quer monarca ou morfo azul, borboletas transcendem o metafísico, e converteram a dor do íntimo, em traços belos de singularidades, faça de seus estigmas, lindas pinturas íntimas, porque entre a larva, a crisálida, e a borboleta, há uma paleta de cores para preencher a vida, contornar as dores é ofício de artista! poeta nem sempre tem pincel e tinta, porque o coração as vezes é tinteiro vazio, secou-se após tantas rimas e arritmias... se não posso pintar a tua fisionomia com nanquim, posso adorna-lo de fonemas e interjeições, nem sempre projeto de forma translúcida minhas emoções, no côncavo dos olhos esmeraldinos,há o suprassensível, que reverbera o ambíguo, porque falta-me as vezes a borracha da sensatez , que nivela minha visão de mim mesmo, ah se todos pudessem usar a interpretação, como usam rímel, não haveria o borrão da ignorância!

A nódoa da mágoa, é uma póstuma lira, que desafina,
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A nódoa da mágoa, é uma póstuma lira, que desafina, ao escorrer da pálpebra! emana da retina, translúcida película, da mácula! há uma elipse nos teus olhos, nos côncavos recônditos há o lapso, do lacrimal! o declive dos lábios, e o corpo transpassado de amarras, que se entrelaçam na narrativa hemorrágica! sintaxe incompreensível? será possível? o corpo ser subjugado ao exílio...das palavras! a morfologia do quebradiço, dos cacos que não se encaixam, resquício psicografado de um coração fragmentado, cuidado com as palavras! elas vestem a alma...de significado! fomentas o regurgitar de sílabas decrépitas, mas sorri latente como de costume, dizes:"Está tudo bem!" mas aquilo que não é dito lhe corrói profundamente, fácil agarrar-se ao sentido do tátil! difícil é compreender o inaudível, sim a palavra as vezes é gesto, que perdeu os fonemas, e de alguma forma se veste do evasivo, poucos percebem que letras são coadjuvantes, da leitura do anímico! poetas convertem o emotivo em símbolos, mas do ângulo do outro tudo é assimétrico, por isso nem sempre o que digo se encaixa no meu sorriso, não me interprete ao pé da letra, e sim na sutileza de asteriscos...

O canto condoído do adeus... Óh anjo exímio da lira! percursionista do anímico,
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O canto condoído do adeus... Óh anjo exímio da lira! percursionista do anímico, das minhas emoções ,eis o ventríloquo! menestrel do meu desajeitado traço esquivo, revolto na aragem ríspida do empírico, vislumbrei-me com o auspício telúrico, do que não cabe no manuscrito, no dito, no veredito, no resquício de um olhar arredio, os teus fonemas mais uma vez abrem fendas em negrito, teus olhos cheios de mácula,tingidos de lilás e bordô, nebulosa Eta Carinal,nebulosa de hélix,nebulosa de Órion, todas se assemelham a superfície dos teus olhos além do lúdico e do lógico, além das garatujas do psicográfico, você sabe ler além do somático? o ortográfico é uma ferramenta obsoleta, nem tudo se escreve de caneta, pra quê letras,onde há a inata destreza, de se fazer entender com a sutileza, de um levantar de sobrancelha? porque para o sulfite se usa borracha, para o nanquim ou para a gramática, se pode apagar a palavra, mas os estigmas profundos d'alma, quem pode apagar? lágrimas não saem com acetato! como deletar do cerebelo, as projeções oculares e o receio, de dores que submergem à úvula , angústias! veladas entre os dentes, o inconsciente não subtrai, e o quociente é bruto, e quantas vezes o orgulho calou travessões e abriu parênteses entre nós dois? lacunas vazias choram na lápide fria, miserável fraseologia! que não deixou sentido,só sujeito oculto! Ó címbalo que ressoa no peito,não há no túmulo adjetivos, nem títulos ou pronomes de tratamento, só há o réquiem de um último suspiro, e antes disso, quero contemplar o céu azul ferrete, onde suas estrelas brilham como pérolas e zircônias, como tules e rendas chantilly, não existe feixe de luz mais rápido que o sentir, por isso poucos sabem distinguir, o fim do que não era, e o começo do que nunca será... eu pensei que fosse e nunca foi, mas doeu como se fosse de verdade, só a dor é real, viroses passionais... "se persistirem os sintomas, ignore , não seja trouxa!"

Quão fátuo é o lírico! um visco,um viso! uma cópula entre a aorta e o escrito! Quão distendido!
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Quão fátuo é o lírico! um visco,um viso! uma cópula entre a aorta e o escrito! Quão distendido! além da margem do sulfite, além do que narra o grafite, o esferográfico,o alegórico,o arremate,o arrebite, abruptamente, o descomedido surge do atrito, entre o psíquico e o somático,entre a íris e a epiderme, entre eu e você...o revérbero! O tanger da alma , fez-me ver que o desejo é auspício, é preciso friccionar o contexto do lido e do não dito, do que não cabe no verso,que é mero resquício, réquiem do substantivo, que não cabe na palma da mão! Meu anjo telúrico de exéquias guirlandas, meu anjo exímio da mímica, sou letrada em tua pálida fisionomia, todavia não me prendo a adjetivos, eles limitam a forma como sentimos o outro, a palavra é uma argila fina, nas mãos do poeta é escultura abstrata, nas mãos de um tolo é uma lápide!

Eu posso ver sem as imagens, mas e você? posso sentir mil caracteres num tom de voz,
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Eu posso ver sem as imagens, mas e você? posso sentir mil caracteres num tom de voz, e nenhum caráter no teu silêncio, não estou presa as figuras, mas você por dentro é desfigurada, presa ao que você rotula, presa ao que discrimina, presa ao que não entende... Que cordas invisíveis, dedilham n'álma dizeres tão ilegíveis? se emotivos, desprendem-se da escala da materialidade! se ébrios, se decompõem no prisma do lúdico! e por isso o sentir lhe parece confuso, tenta classifica-los em gráficos, em formas, mas teus olhos o deformam, o sentir nem sempre é homogêneo e estável, ou tem centímetros cúbicos, porque baseia-se no súbito, como um feixe de luz oblíquo, onde tua insensatez transita, dispersa no cerebelo,no córtex neural , onde há um jogo de espelhos, e o seu ego soberbo, não sabe distinguir a si mesmo. Foge do seu campo de visão, a percepção do outro, porque não vê o outro como ele é, vê o outro como o que sóis, a sua opinião é um ópio, te consome vorazmente, reflete o sujeito oculto atrás do espelho, por trás das cortinas dos cílios postiços,do pó e do rímel, tudo em você é artificial e vazio? o bojo é falso,o corretivo é falso,o discurso é falso, parece boneca inflável...deplorável! tirando tudo isso nem sabe interpretar um texto, ou criar um verso que seja ...verdadeiro. por isso não se lê o indivíduo com olhos iníquos, por isso o tato não é disléxico, porque não vê o mero estético, ou os arquétipos, de padrões forjados da ignorância. Mas não basta tocar só com polegares, para tirar a impressão de alguém, é preciso sentir o não impresso, a fotografia pode até ser uma invenção maravilhosa, mas quisera eu que inventassem óculos invertidos, e você pudesse corrigir , o que a maquiagem e o photoshop não pode.