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Frase de Rosemere Melo Sanginetto.

A cartografia do pensamento, é subjugada pelo vento! o ego é vela que leva ao erro! elipse que forma o centrismo, de egoísmos enfáticos, esbravejam motins, espasmos anafiláticos, onde ideias descabidas já não cabem, nas ações obesas e sedentárias, repletas de gula e mesquinharia, Maquiavel já sabia! que psicose e psique são amigas, da genialidade dos excessos, que transbordam legítimos gestos, de auto-mutilação! é dissecação ou dissertação? eis o martírio da interpretação:o inconclusivo! Quando o adjetivo cai bem ao sujeito, até mesmo o leigo, sabe conjugar o que é título, e o que é titular! o que é reserva, e o que é singular! o que é diagonal e perpendicular! a inteireza não está no adjetivo, e sim no sujeito, e este mesmo, classifica a si mesmo, ou o rebaixa, independente da sintática, do predicado ou da sílaba tônica, a vida é um poema, dividida entre as estrofes, da conotativa e da perspectiva, e qualquer recidiva, é apelação da rima, querendo fazer música, das entonações! será o coração metódico, ou melódico? nenhum adjetivo lhe cai tão bem, como a sujeição,sim é sujeito, sujeito a tudo que você desejar! O que você chama de utopia, é só a sua miopia, e a sua falta de projeção! a alegria é reflexo, do abstrato, o palpável é cenário, da ilusão! a realidade é tablado, o noticiário é palco, de simulações! a maior ficção do homem, é ignorar a realidade do outro! O poeta usa a retórica, como ignição! a combustão é a reflexão do leitor, todo leitor tem o poder de usar a marcha ré, ou pisar no acelerador! será que emperrou? de jeito nenhum! não é o trajeto que conta, e sim escolher onde estacionar, não queremos ser o carona, e sim pilotar! pé na tábua! a leitura é o combustível, para alcançar horizontes, sem sair da rodovia da imaginação! respeite o tráfego de ideias! algumas delas, nem fazem ideia, aonde vão!

Rosemere Melo Sanginetto.

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Pensador.com

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Leia-me os tons embaçados, há máculas que transpassam o vítreo, o lido, o sentido...oblíquo! discrepância? só há em edições editadas, e cópias plagiadas, de pessoas em branco! dai-me tinta e sulfite, e transcrevo os matizes, do incomum! Poupe-me de dedos analfabetos! decifra-me os contrastes,os arabescos, decifra-me os graves,os adereços, e a frequência subjetiva, de algoritmos subliminares! quem pode conter a alma em colchetes? em borrões de grafite, argila ou nanquim, há bem mais oralidades, que em belas molduras vazias, por isso não julgue pelo periférico! o amor é atópico, e o poema não o alcança com perfeição! Anjo disforme, "desloca-se como a chuva e retém o fogo nos punhos" a alma não usa uniformes, não vive de formalidades, precisa libertar-se de geometrias e do tópico, o despir-se é despedir-se do tátil! todos buscam um amor, que não caiba na palma da mão!