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Frases de Rosangela Calza

1.455 frases

⁠Corpo e alma Óbvio que é bom ter bons pensamentos, ter pensamentos positivos, pois definitivamente o pensamento tem influência diretamente no físico. Somos corpo físico... e há também um psicológico em cada um de nós... e óbvio que deve haver alguma interação superhipermegaint…
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⁠Corpo e alma Óbvio que é bom ter bons pensamentos, ter pensamentos positivos, pois definitivamente o pensamento tem influência diretamente no físico. Somos corpo físico... e há também um psicológico em cada um de nós... e óbvio que deve haver alguma interação superhipermegainterconectada entre ambas as partes... não se pode ver um corpo físico saindo da cama e deixando sua parte psicológica continuar a dormir... ou dá? Ou vice-versa: hoje só meu psicológico vai trabalhar... e o físico vai descansar até o fim do dia... ou dá? O que é o físico? Ah! Disso ninguém tem dúvida... é visível aos olhos de todo mundo... E o que é o psicológico? É o invisível que existe... são os nossos pensamentos (invisíveis), que geram atitudes comportamentais - que acabam visíveis das mais diversas formas... né, não? Bom, se o pensamento é o que gera o comportamento, é óbvio que é bom ter bons pensamentos, ter pensamentos positivos, pois definitivamente o pensamento tem influência diretamente no físico... afinal eles são “unha e carne”... ou, melhor dizendo, corpo e alma... visível e invisível visível... “Procure não olhar a vida com olhos negativos, muitas vezes as dificuldades são plantadas pelas muralhas que edificamos” diz Carlos Adriano. Olhos positivos, my friend!!! Forever, toujours... pelos séculos dos séculos bem! Amém!!

⁠Olá, dia comum Com você o Sol chegou... ou foi você que com o Sol chegou? Abro a janela... tudo tão igual a ontem, a anteontem... a trasanteontem...
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⁠Olá, dia comum Com você o Sol chegou... ou foi você que com o Sol chegou? Abro a janela... tudo tão igual a ontem, a anteontem... a trasanteontem... Esvoaça a cortina... o perfume das rosas do jardim... o canto dos pássaros... tudo tão ordinário... tão banal... tão usual. O passante solitário... O barulho da água do chuveiro... do café o cheiro. A porta que se abre... o rangido do portão... a multidão. O corre-corre diário... as batidas... tum-tum... tum-tum... do coração. Dia comum: o Sol nasce e se põe quase sempre no mesmo horário... uma rotina tão rotineira... ... diariamente, dia comum, você acontece: aparece e desaparece... sempre da mesma maneira. Tudo tão trivial... nada de especial... só mais um dia no meio de tantos outros dias... nada fora do comum... nada incomum... nada insólito... tudo tão corriqueiro... tudo tão normal... natural. Viver sua chegada... viver sua saída: eterna lida. “Dia comum, deixe-me perceber o tesouro que você é. Deixe-me aprender com você, amá-lo, abençoá-lo, antes da sua partida.” (Mary Jean Iron) Dia comum, deixe-me perceber que você é excepcional.

⁠Devaneios Tanto tempo passado. Você tão ao meu lado.
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⁠Devaneios Tanto tempo passado. Você tão ao meu lado. Tudo parecia tão conectado. Como estava enganado. Tanto verbo empregado. Tanto diálogo só de um lado. Minha vida... falida. E agora você está de partida. Não vi os sinais? Foi tudo puro devaneio? Eu me pergunto... Tento e tento... Exatamente a que você veio?

⁠Meu verdadeiro eu: um monstro Desistiu... desistiu de mim. Seus olhos negros como a noite transmitem um desespero sem fim.
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⁠Meu verdadeiro eu: um monstro Desistiu... desistiu de mim. Seus olhos negros como a noite transmitem um desespero sem fim. Não consegue ver nem um pingo de bondade. Não há lealdade. Sou um fracassado. Um caminhar malogrado. Creio que ele se sente logrado... Esperava mais de mim. Não me queria assombrando seus pensamentos. É... mas ele tirou dos olhos a venda. E hoje o que vê é uma tremenda fenda... uma frincha... uma abertura... uma fresta bem escura. Uma tragédia. Ele não esperava por isso... nem eu. Mas foi o que aconteceu: tirou a venda dos olhos e viu meu verdadeiro eu. Há uma razão nessa escuridão. Há uma razão... e isso entristece demais os corações... o dele e o meu.

⁠Farrapos do tempo O tempo... ah!!! O tempo. Se parasse por um momento.
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⁠Farrapos do tempo O tempo... ah!!! O tempo. Se parasse por um momento. Eu juntaria os farrapos... Teria tempo pra olhar pro lado... Degustar com meu olhar as flores que estão no meu caminhar... Sentir das borboletas o leve flutuar... Ouvir dos pássaros o alegre cantar. Olhar pra cima... pro céu que me cobre com suas nuvens escuras, pesadas... Pro céu azul... puro anil. Pras estrelas... nas noites de céu estrelado Noites em que a chuva foi chover em outro lugar. Se o tempo fosse um pouquinho mais gentil... Teria tempo pra me aprimorar como ouro no cadinho. Mas o tempo... corre apressado. Com meu aperfeiçoamento não está preocupado. Preocupa-se apenas em seguir seu próprio caminho. Farrapos de tempo. É o que tenho visto pra todo lado.

⁠Vida Percurso sinuoso. Caminho labiríntico.
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⁠Vida Percurso sinuoso. Caminho labiríntico. Equilibrando-se em corda bamba... Na geometria da vida... Um ponto inicial. Um ponto final... No meio, uma reta nem tão reta... Há curvas... Há subidas... Há descidas... Um descuido... Joelhos ralados. Coração estilhaçado. Pedaços de mim pra todo lado. Cuidado. Nas travessas da vida... Muita coisa pode dar errado. Mas... Um dia tem fim. Um ponto no começo. Um meio.... Um ponto no fim.

⁠Amar... planeta terra Queria um lindo presente... Poderia ser o mais belo pôr do sol...
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⁠Amar... planeta terra Queria um lindo presente... Poderia ser o mais belo pôr do sol... Ou as luzes do arrebol. Queria o bailar das andorinhas Das flores coloridas em um eterno jardim... Que tudo isso fizesse parte do meu quintal. Queria uma onda do mar... Pra nela ir e vir... Navegar por tantos mares... Conhecer os mais belos lugares... Uma onda que brilha no amanhecer... E se recolhe no fundo do mar quando o dia começa a morrer. Queria um planeta bem redondinho... Com tudo no seu lugar... Queria (com)viver só com quem sabe tudo amar.

⁠É sobre mim Na parede da sala... Tic-tac... tic-tac... tic-tac...
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⁠É sobre mim Na parede da sala... Tic-tac... tic-tac... tic-tac... O tempo passa devagar. Lerdo na ansiedade. Nem disfarça; Minha vida uma eterna farsa. Uma dor intensa que não quer passar. Chove lá fora. Sente um frio imenso meu coração. Uma lágrima que insiste em não cair. Não quer me trair. Importa o que os outros veem? Racionalmente sei que não... Mas... como faço pra convencer meu coração? Um dia a máscara cai. Quem vai sofrer sou eu... Em mim é que vai doer. Não e não adiante pra bem longe correr... Não há lugar que de mim mesma eu possa me esconder.

⁠Estrelas do mar Não acredito mais. Cansei de chorar... implorar.
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⁠Estrelas do mar Não acredito mais. Cansei de chorar... implorar. Fecho os olhos pra não sentir mais nenhuma emoção. Consigo assim anestesiar meu coração. Cansei dos que dizem que preciso me redimir. Redimir do quê? Tentei andar na linha... Tentei me esforçar a caminhar na luz. Tentei me fazer perfeito o tempo todo. Mas... o que ouço é: ‘pare de ser quem é!” Sim, cometo erros. Mas não são de propósito. Tento acertar... juro que tento. Mas... já percebi: a todos não consigo agradar. Minhas emoções estão à flor da pele. Algo, que nem sei explicar o que é, me fere por dentro... me aperta no peito... Sou mesmo um marginal? Sigo realmente caminhos opostos ao de todos? O que eu tenho de tão errado? Meu sonho: entrar em um barco de estrelas do mar... E deixar o mar pra onde bem quiser me levar. Livre... de tudo e de todos... só quero me livrar!

⁠Até o fim Nuvens plúmbeas no céu. Gaivotas em voos rasantes.
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⁠Até o fim Nuvens plúmbeas no céu. Gaivotas em voos rasantes. Vem as ondas beijar a praia. Nada mais agora é como era antes. O sol não madruga mais. O vento sopra ou não sopra... tanto faz. A chuva cai alaga ruas, campos, jardins. Ou não cai... seca tudo. Racha-se em pedacinhos a terra seca. Não há alma que não se esmoreça. Tudo tanto faz... como tanto fez... Quem foi que assim fez? Somos só e somente só um contorno nas mãos de um escultor que os criou do pó. O que tem de vida dentro de mim Conseguirá respirar até o fim?

⁠Da fome Que olhar sofrido. Que lento caminhar...
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⁠Da fome Que olhar sofrido. Que lento caminhar... Lixeiras vejo-o vasculhar. Um pedaço de quê? O que espera ele encontrar? Busca nas cinzas, nos restos um lampejo de vida. Fecho os olhos pra não ver. Meu coração se nega a crer... No fundo do poço? Quanto fez ele de esforço? Se deixou levar pelas águas de um rio? Foi um vento forte... um vento frio? O que o levou e lá no fundo o amarrou? Seus lábios amordaçou... Por que não aproveitou e sua fome matou? E o que mais assusta é que a humanidade segue... segue como se a fome do outro não importasse. Vasculhar o lixo... Isso não é coisa nem pra bicho.

⁠Colecionador Colecionadores... Todos nós o somos.
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⁠Colecionador Colecionadores... Todos nós o somos. São memórias bem guardadas. São amores por nós passados. São ilusões desiludidas. São tantos momentos de vida bem ou mal vivida. Tenho me tornado colecionador de desilusões. Tenho juntado em meus dias calamidades. Penso que talvez isso seja coisa da idade. Lembro-me de quando minha coleção se fazia de belos sonhos e esperanças. Faz tanto tempo.... Queria de volta minh’alma de criança. Queria de volta aqueles dias em que tudo tinha cheiro de flor de laranjeira. Queria que minha maior calamidade voltasse a ser dizer besteiras... Besteiras que não magoavam ninguém. Besteiras que todo mundo entendia que não passavam de brincadeiras. Brincadeiras de um coração puro. Que só queria fazer o outro rir das baboseiras que criava. Tudo era no claro. Não havia o submundo. Não havia o pensamento escuro. Não havia necessidade do escuso. Todo mundo entendia... e só sorria... ria.

⁠Virtual Lá no infinito ela o encontrou... Parecia ter encontrado o amor mais bonito.
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⁠Virtual Lá no infinito ela o encontrou... Parecia ter encontrado o amor mais bonito. Mais bonito do que qualquer aurora boreal. Mas, no fim, era tudo tão irreal. Os beijos roubados tinham gosto de sal. Os abraços... desabraçados. Os sonhos sonhados... num imenso pesadelo transformados. O tocável... O palpável... Tudo tão e apenas virtual. E fim

⁠Meu porto seguro Amo-te pela intensidade... Quando fui precipício sua mão me segurou.
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⁠Meu porto seguro Amo-te pela intensidade... Quando fui precipício sua mão me segurou. Quando fui escuridão sua luz me iluminou. Andei por caminhos perdidos. Você foi o Norte que me guiou. Houve dias em que fui puro desânimo. Tu és quem me devolveste todo o ânimo. Quando fui medo... Lá estavas tu a me dar coragem. Quando de tudo quis desistir... Fizeste uma mala... Colocaste nela toda a esperança... Compraste-me um bilhete de uma maravilhosa viagem. E assim seguimos juntos. Na loucura, és minha calma... Tudo em ti traz paz pra minha atormentada alma.

⁠Nos caminhos dela Enquanto ele seguia, ele a observava. Não sabia ele se dela gostava ou se não gostava.
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⁠Nos caminhos dela Enquanto ele seguia, ele a observava. Não sabia ele se dela gostava ou se não gostava. Mas uma atração forte a ela o atraía. Então ele a seguia. E quanto mais via o que via, mais atrapalhado ele se sentia. E o que sentia claramente não definia de maneira nenhuma o que sentia. Nos caminhos dela ele se perdia. E ele insistia... e a seguia. Segui-a de noite, segui-a de dia. Devagar ele aprendia... bem o que não sabia... mas aprendia. Só tinha um medo: o que no fundo aquele vaso de barro, que ele perdidamente seguia, escondia? Será que só muito tarde... tarde demais saberia?

⁠Nas mãos de Deus Conforto é coisa de alma. É deitar e dormir.
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⁠Nas mãos de Deus Conforto é coisa de alma. É deitar e dormir. É não precisar mentir. nem fingir. Conforto é não precisar de máscaras e de que não precisa não ter vergonha de admitir. Conforto é a paz que tudo acalma. É andar com calma. É ter fé... Mesmo em meio a tempestades. Mesmo na mais completa escuridão. Conforto é coisa de saber nas Mãos de quem da própria vida está o timão.

⁠Diferente Fria... indiferente... Descuidada... negligente.
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⁠Diferente Fria... indiferente... Descuidada... negligente. Insensível... impassível... Impiedosa... inclemente. Apática... antipática... É o que acham de mim por aí. Mal sabem... Por dentro é tudo diferente. Não sou nada negligente. Sinto demais... sinto muito Por mim... por ti... Por toda a gente.

⁠Do pó da terra Do pó da terra... De pequenas partículas do solo, o corpo do homem Deus formou...
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⁠Do pó da terra Do pó da terra... De pequenas partículas do solo, o corpo do homem Deus formou... Em suas narinas o fôlego da vida, Deus lhe soprou... E alma vivente a ser o homem passou. Uma breve reflexão: My friend, você pra terra com atenção já olhou? Com que cor essa terra a seus olhos se apresentou? Estou certa de que não foi de uma cor só não... Então... Não estaria equivocado aquele que acha haver uma única raça superior? Não estaria enganado, enganando-se ao classificar uma, e outra, e mais outra, cada uma delas como raça inferior? Qual é mesmo da terra de que o homem foi criado... a cor? Quando Deus o pó da terra em suas mãos tomou e o homem formou... Deus, em distinção alguma, pensou. À Sua imagem e semelhança todo homem criou. Somos todos iguais – animais racionais. Nenhum homem, nenhuma raça é mais. Cada um de nós foi pelo mesmo Deus criado. E pra nos fazer – cada unzinho de nós – o mesmo material – pó da terra – por Deus foi usado. E tudo o que Ele fez, Ele achou muito bom! Ah! e o pó da terra? Dependendo da composição... tem um tom... outro tom... outro tom

⁠Ambiguidade Em cima da mesa Um pedaço de papel...
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⁠Ambiguidade Em cima da mesa Um pedaço de papel... A letra era conhecida, mas parecia distorcida... tremida. "Adeus! Te amo... mas não posso mais." Não poderia ter sido um "até breve"? Me ama! E não me quer mais? E o "não posso mais..."? Sempre teve meu total apoio, fui suporte, fui a forte... poderia ser até mil vezes mais... Pois é... sou a que compreende, a que entende, a que de tudo já viveu mais, viveu demais... E... a rosa vermelha!? Ele adora dar... E eu, ele sabia, eu nunca gostei de ganhar... Por que junto com o bilhete tinha de deixar!? Tanta ambiguidade é de matar... Me deixa cheia de esperança que ele não vai mesmo aguentar... E pros meus braços ele vai voltar.

⁠A outra Voltei a ser a outra... cansei desta que todo mundo vê...
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⁠A outra Voltei a ser a outra... cansei desta que todo mundo vê... assustada, desesperançada da vida esperando nada. Voltei... do meu avesso fiquei. Nas mãos um monte de sonhos estranhos... esperando o dia chegar... a noite sem fim acabar. Voltei a ser a outra... esperança não tenho pouca... dessa vida... que coisa louca... espero com uma esperança louca que me dê não coisa pouca. Sonhos demais? Nunca olhe pra trás... a vida é a vida que você faz. Cansei de ser a outra com as mãos vazias esperando o dia e ver o que ele preparou pra mim... Esta outra encontrou seu fim.

⁠Como uma nota musical Um olhar de menos de um segundo e mudou minha percepção do mundo.
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⁠Como uma nota musical Um olhar de menos de um segundo e mudou minha percepção do mundo. Uma nota musical e nunca mais nada ficou igual. Uma batida do coração e a emoção se rendeu à razão. Muito...muito mais de um bilhão de seres no planeta e um... só um... um só encontrou morada no meu coração...

⁠Alone You are not alone. Há todo um Universo a te acompanhar.
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⁠Alone You are not alone. Há todo um Universo a te acompanhar. Sozinh@ você não está... Sempre ouvi... Por que você tinha de partir? Partiu como segue o rio... O caminho que bem entende, Contornando, horas a fio, O fio que está à frente... Sem perguntar a qualquer um se consente... Ou se, em sua ida... partida, tristeza alguém sente. Frio que congela a alma. Medo que nada acalma. Era pra sempre o combinado você me amar... Como pôde esse amor das minhas mãos escapar? Eu... que o segurava bem firme.