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Frases de RONALDO RHUSSO

90 frases

Carapitanga... Eu vejo o meu reflexo em teu espelho de água qual se diz ser cristalina
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Carapitanga... Eu vejo o meu reflexo em teu espelho de água qual se diz ser cristalina que corre em certa pressa, certa sina e aprendo uma lição, um bom conselho. Apresso-me e de ti eu me assemelho, pois tua pressa é justa e me ensina que quem tem compromisso não declina; completa sua missão, não dobra artelho... Em teu percurso vês os ribeirinhos que lavam corpo e alma nas correntes geladas que refrescam tensas mentes... Que pena te agredirem os mesquinhos com seus esgotos, restos, desalinhos... Cruéis algozes, vis inconsequentes...

Gaia... E tu Terra ferida e maltratada por que perdoas cada malefício?
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Gaia... E tu Terra ferida e maltratada por que perdoas cada malefício? Por que perdoas tanto desperdício se merecemos menos do que nada? É duro ver-te assim tão devastada por causa desse mal que, grande vício, fazemos dia a dia e um precipício atrai-nos, raça burra alienada... Tu não és mera obra do acaso e nós sabemos disso mãe bondosa! Nós somos vis espinhos e tu, rosa! Quem te destrói tem, sim, um pensar raso, mas vai colher os males, triste ocaso... Lei da Semeadura é poderosa!

Rósea insígnia... Que rosa linda a rosa em meio à bela! A rosa que fibrila é lisa, é rosa
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Rósea insígnia... Que rosa linda a rosa em meio à bela! A rosa que fibrila é lisa, é rosa e goza de cuidado; é carinhosa e se lambuza e acusa: a musa é ela... Tem pétala macia; é guia e sela a lança que, esguia, agita oleosa e forma a una forma entre a formosa e a certa seta – oh! - uma à outra anela... Que rosa prosa é essa? E que perfume! Assume a suma essência e associa a via que pra vida é luzidia... Por ela a tenra vida vem a lume e saca de si sumo, o mel, e assume ser ela a rosa por quem lança ansia...

Peraltas... Deslizo em lisa derme morna E adorna o eu que pulsa
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Peraltas... Deslizo em lisa derme morna E adorna o eu que pulsa Trêmulo, hirto, ávido... Há de não ser fátuo! Sinto, sorvo o olor no ar Sem par ou acre e úmido... Desligo o tempo inútil E o riso sem siso ecoa! É brado e traga a glande, A grande seta a ir Ao fundo, ao raso... Acaso afunda em seiva própria E escolhe, ainda, ser espada Em onda já que o tempo É nada... E vai e volta... A flor não solta... Eis quer danada, Ainda, Degustar-me e dou-me, Dou-me, e dou-me e fogem-me Meninos... Sinos tocam, chocam-se Frenéticos Orbes, Rijos, Risos...

O beijo... Não quero tão somente o desencanto de um beijo, simples ósculo vazio
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O beijo... Não quero tão somente o desencanto de um beijo, simples ósculo vazio do frenesi que vem com arrepio. Eu quero é tudo isso e outro tanto! Não quero apenas lábio puro e santo! É lindo e tudo o mais, mas eu me rio, pois beijo tem que ser um desvario que treme a alma e eleva qual encanto... Não é trocar fluído, tão somente! É acender a chama inapagável e sentir mais que o mero imaginável! O beijo para mim é a semente que brota e cresce, faz que, de repente, as almas sintam ser o céu palpável!

Ódio à Maria... Hoje Maria acordou – pensou ela – sem ver a vida, que gasta, sentiu
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Ódio à Maria... Hoje Maria acordou – pensou ela – sem ver a vida, que gasta, sentiu que é possível já não haver tempo para Maria entender não ser nada. Hoje Maria cumpriu sua pena, sua desgraça: existência sem nexo. Algo complexo que faz da Maria ser burilada na mente... Que enfado! Sempre dormindo se encontra, a Maria; come do pão amassado e servido pelos canais que lhe dizem: não pense! Ela, Maria, agradece e se farta! Nada incomum, pois Maria é você que despe o cérebro e vai com as outras.

Dossiê... Outro luzir dissonante em trevas d’alma deu de tecer ser plangente, assaz descrente,
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Dossiê... Outro luzir dissonante em trevas d’alma deu de tecer ser plangente, assaz descrente, nesse lampejo indolor que cresce e envolve a tempestade encoberta em sonho e dor, sob a esperança encontrada na semente; sob a dureza encerrada em corações de outros sepulcros caiados, adornados pela aspereza do caos que é iminente; pela grandeza do nada a se espalhar lá no horizonte perdido e inconsequente... Outra manhã de descanso já cansada pelo pecado inserido em mente insana, onde o entregar-se a delírios desconcerta e me permite checar o eu que eu tenho para encontrar novamente a origem: pó. Outro poema insosso, gris, inválido. Outra lembrança encravada em mero alívio que proporciona o infinito e despe o mal. Outro olhar para as ondas e entender que não há pranto que molhe e irrigue a terra onde pisou a Poesia... Eis! Essa é santa, mas tem as flores estranhas, inodoras, cujas opacas, disformes, feias pétalas mostram que o tom já nem é o tom sublime que despertou ser humano em outro Sábado em alvorada de luz que era bem vinda. Outro monóstico algures tinto e findo...

Yorokobi Também sinto esse amor de forma pura em meu anseio augusto de saber
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Yorokobi Também sinto esse amor de forma pura em meu anseio augusto de saber que uma trégua em seu lindo viver dilua o mal e toda a lida dura... Por mim lhe chamaria de ternura; aquela que à mente induz prazer; que faz o céu à Terra, enfim, descer; confunde o Paraíso, é formosura! Pudesse eu mudar o seu caminho faria nova estrada com carícia deixando a sua vida mais propícia... Não dá pra definir nesse versinho quão grande, por você, é meu carinho e a vejo qual a fonte de delícia...

Manu ou Mané? Manu, Mané não vale o seu sorriso. Esse Mané, Manu recebe “arrego”
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Manu ou Mané? Manu, Mané não vale o seu sorriso. Esse Mané, Manu recebe “arrego” Pra, do Brasil, poder tirar sossego. É só um sem vergonha vil, sem siso... Manu esse Mané eu já diviso colhendo os frutos podres de um pelego1 que baba os bagos, botas e até o rego dos norte americanos... É impreciso... Manu, menina Deus sempre lhe guarde da fúria de imbecis filhos da mídia que enche a mente deles de desídia... Manu não ligue para esse alarde! Veremos a justiça cedo ou tarde humana ou divina. Linda, aguarde!

O beijo... Não quero tão somente o desencanto de um beijo, simples ósculo vazio
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O beijo... Não quero tão somente o desencanto de um beijo, simples ósculo vazio do frenesi que vem com arrepio. Eu quero é tudo isso e outro tanto! Não quero apenas lábio puro e santo! É lindo e tudo o mais, mas eu me rio, pois beijo tem que ser um desvario que treme a alma e eleva qual encanto... Não é trocar fluído, tão somente! É acender a chama inapagável e sentir mais que o mero imaginável! O beijo para mim é a semente que brota e cresce, faz que, de repente, as almas sintam ser o céu palpável!

Ambidestro... Não mais a quero e tudo se acabou Jamais eu poderia lhe dizer
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Ambidestro... Não mais a quero e tudo se acabou Jamais eu poderia lhe dizer Que sinto, ainda, a falta do seu ser Até quem não devia, enfim, notou Que algo externo e vil nos separou Não sei como não pude antes ver amar dói tanto! É quase qual morrer... Só sabe disso quem um dia amou: Fazer valer a pena é, sim, difícil Não percamos mais tempo com a dor Bobeira é adiar; não é favor E a cura nos lavou de todo indício Jogamo-nos em fundo precipício Oh! Pode faltar tudo, não o amor...

郷愁 Kyōshū Saudade não é má: “é a presença
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郷愁 Kyōshū Saudade não é má: “é a presença de quem, do que, daquilo que parece estar distante mas, sim, acontece de estar dentro de nós”, é minha crença... Saudade pode ser a recompensa de quem viveu um sonho que apetece e o mal da solidão desaparece em cada vez que nesse sonho pensa. Oh! Ōjo, qual o sonho que lhe move? Aquele amor que não viveu um dia ou o gerar a vida luzidia? Sentir você aqui até comove e de qualquer tristeza me demove... Eu não vivi, mas vi cor da alegria!

Curiosamente as Epidemias só iniciam em meio a populações de grandes densidades demográficas e pobres. Boas para testar novos vírus, cujas curas já existem e estão guardadas esperando que a Humanidade implore por elas por um preço escandalosamente conveniente para os laboratórios…
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Curiosamente as Epidemias só iniciam em meio a populações de grandes densidades demográficas e pobres. Boas para testar novos vírus, cujas curas já existem e estão guardadas esperando que a Humanidade implore por elas por um preço escandalosamente conveniente para os laboratórios que desenvolveram ou liberaram os vírus.

⁠Ideal Evangélico é ter um Governo que "defenda" sua "fé" e, não à toa, bate recordes de Desigualdade Social ou desamor ao próximo. A gente já vê que tem algo errado quando um grupo diz ter certa fé que precisa ser defendida, sem que ele mesmo a viva e se ocupe, apenas, em destr…
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⁠Ideal Evangélico é ter um Governo que "defenda" sua "fé" e, não à toa, bate recordes de Desigualdade Social ou desamor ao próximo. A gente já vê que tem algo errado quando um grupo diz ter certa fé que precisa ser defendida, sem que ele mesmo a viva e se ocupe, apenas, em destruir a fé alheia...

⁠Desgraçado!!! Mentir é fácil, nada pra explicar provar, mostrar o fato, dá-lo fé
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⁠Desgraçado!!! Mentir é fácil, nada pra explicar provar, mostrar o fato, dá-lo fé a fim de não passar por tosco e até, às gentes, como vil se revelar... Pro traste mentiroso é bom “mudar”, fazer o mundo dar a marcha à ré por meio dos enganos, do tripé: matar, sim, destruir e, assaz, roubar! A regra do bandido é convencer de que você não tem qualquer direito e, assim, ter de si mesmo mau conceito! Falou tanto em família sem a ter por ter desfeito três suas? Quer ver inferno na Nação de qualquer jeito...