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Frase de RONALDO RHUSSO

Dossiê... Outro luzir dissonante em trevas d’alma deu de tecer ser plangente, assaz descrente, nesse lampejo indolor que cresce e envolve a tempestade encoberta em sonho e dor, sob a esperança encontrada na semente; sob a dureza encerrada em corações de outros sepulcros caiados, adornados pela aspereza do caos que é iminente; pela grandeza do nada a se espalhar lá no horizonte perdido e inconsequente... Outra manhã de descanso já cansada pelo pecado inserido em mente insana, onde o entregar-se a delírios desconcerta e me permite checar o eu que eu tenho para encontrar novamente a origem: pó. Outro poema insosso, gris, inválido. Outra lembrança encravada em mero alívio que proporciona o infinito e despe o mal. Outro olhar para as ondas e entender que não há pranto que molhe e irrigue a terra onde pisou a Poesia... Eis! Essa é santa, mas tem as flores estranhas, inodoras, cujas opacas, disformes, feias pétalas mostram que o tom já nem é o tom sublime que despertou ser humano em outro Sábado em alvorada de luz que era bem vinda. Outro monóstico algures tinto e findo...

RONALDO RHUSSO

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Pensador.com

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Auto algozes... Saudade de ti Poesia! Saudade dos versos ferinos; dos versos sem seca ou denodo, eivados de tons destemidos... Cansei de escutar “céu azul”; chamarem legal o ruim. Zumbis se sucedem, eu vejo! Tirando os tapetes dos pés, entregam aos maus o pavês. Eis! Lambem os pés, são pisados e abanam rabinhos usados.