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Frases de Robin S.25

425 frases

⁠Contar um conto, é a liberdade criativa de poder sonhar.
⁠Planeta Parla(mente) No planeta parlamento, de reunião (quase) todo dia:
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⁠Planeta Parla(mente) No planeta parlamento, de reunião (quase) todo dia: debates sem sentido, e o senso... virou folia. Presidentes fazem selfie, enquanto o povo nem protesta. Gritam, a paz que se fie, mas compram bomba na festa. Tem ditador de gravata, e palhaço sem graça. Muita promessa e bravata, mas vendem até a praça. Na cúpula dos planetas, enquanto a ONU serve café... Quem manda são os patetas, sentados no banco, em ré. A Terra gira cansada, com os ricos no controle, um circo sem risada, mas o importante é o rolê. Apertos de mãos na telinha, nos bastidores, facada. A verdade nas entrelinhas... É que não passa de cilada. Na novela bucolista, o pobre no sofá da sala. A verdade dá entrevista... Mas cortam antes da fala. Política e o teatro amiúde, com mil atos, sem roteiro. No fim, quem sempre aplaude é o povo... no desespero.

⁠Canção do Bardo - O Paladino e o Reino do Norte I-XIV Sou um cavaleiro negro andante Por trevas, vales e tormenta forte.
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⁠Canção do Bardo - O Paladino e o Reino do Norte I-XIV Sou um cavaleiro negro andante Por trevas, vales e tormenta forte. Um Paladino, buscando adiante, O Reino florido, o vale do norte. Jazo exausto e oscilante, Deito-me aos braços desta sorte. Rompo o encanto — paladino errante, Sob névoa, tenho visto a morte. Eis-me aqui, presente, Sob dia e noite, viajante. Sigo firme e persistente, Até alçar meu fado distante.

⁠Prefácio dos Deuses A dama nívea, sob umbra prece, ora. Um cântico aos velhos Deuses
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⁠Prefácio dos Deuses A dama nívea, sob umbra prece, ora. Um cântico aos velhos Deuses Sob o seu pranto, o legado umbra aflora, com um apetite que não sacia Consumida em pecado de outrora. Da antiga profecia, eis a proa O antigo Deus há de tomar forma Da mácula de alvor que ecoa, A vergonha de sua graça esquiva. Ecoa das ruínas em língua arcaicozoa. A seu reino a noite sempiterna ativa, sob o véu de breu que tudo cobre. Um ancestral tornar-se-á carne viva, com cheiro acre de terra e sangue pobre. A dama nívea, sob umbra prece, ora. Cantiga dos Deuses celestiais. No seu pranto, o legado umbra aflora, Qual trevas no âmago dos olhos, Torna turva a vista, qual névoa que devora. Tal negror de seus olhos caíra, Que lhe maculam o vestido alvíssimo. A profecia dos Deuses já se cumprira. Sob sua formosura, destoa o desespero. O eco dos antigos hinos ressurgira. Ainda que finde por amor infame, um laço de dor e volúpia impura. Ungirá com prece o berço do infante, sob a névoa fria que perdura. Embora as sombras o mundo sele, Lavar-lhe a alma em sangue e culpa Saudando o ser das rúnicas delecele. * Vindo à terra a noite oculta. Vagando de seu lar, tão apartada, A dama nívea, jaz sob sangue e pecado. Sua alma sobre o abismo jaz deitada. Donzela nívea, sob umbra orando ao lado. No encanto de seus olhos de cristal, Ao menos santa sua esperança é alçada. Cantiga dos Deuses de outrora, afinal. Em seu último pranto, a escuridão selada.