Contar um conto, é a liberdade criativa de poder sonhar.
Frases de Robin S.25
425 frases
Do que é feito a vida? De acertos e erros, mas, o primordial é manter o hábito de sempre melhorar.
É da minha natureza ser tormenta, tempestade e tornado.
A noite mantém meus segredos enjaulados enquanto lhe escrevo.
Se me tens, é porque consegue algo de mim. Se lhe tenho é porque algo em ti, me pertence!
Ah, o mais belo do aguaceiro; é o amansar a terra turva, é o banhar o solo a chuva, levantando junta a brisa o teu cheiro.
A alma de um poeta é um abismo e o céu ao mesmo tempo.
É na pureza da minha tristeza que me reencontro, só me perco mesmo é no desencanto.
Gosto de gente de alma bonita, de bom gosto, de essência. Gosto de quem é Amor, é Transparente… consigo mesmo e com os outros.
Sorrir com alguém que sorri igual ao seu, é dividir a alma a dois.
Que a magia do Natal cante e encante, fazendo com que o coração lembre-se da alegria de ser criança, e assim jamais esqueça que a doçura da infância nunca se apaga.
Planeta Parla(mente) No planeta parlamento, de reunião (quase) todo dia:
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Planeta Parla(mente) No planeta parlamento, de reunião (quase) todo dia: debates sem sentido, e o senso... virou folia. Presidentes fazem selfie, enquanto o povo nem protesta. Gritam, a paz que se fie, mas compram bomba na festa. Tem ditador de gravata, e palhaço sem graça. Muita promessa e bravata, mas vendem até a praça. Na cúpula dos planetas, enquanto a ONU serve café... Quem manda são os patetas, sentados no banco, em ré. A Terra gira cansada, com os ricos no controle, um circo sem risada, mas o importante é o rolê. Apertos de mãos na telinha, nos bastidores, facada. A verdade nas entrelinhas... É que não passa de cilada. Na novela bucolista, o pobre no sofá da sala. A verdade dá entrevista... Mas cortam antes da fala. Política e o teatro amiúde, com mil atos, sem roteiro. No fim, quem sempre aplaude é o povo... no desespero.
Silente A fala é tempestade e o escutar, um jardim esquecido — onde floresce a ausência do sentido.
A Política ...onde a palavra é moeda falsa, e o povo, o troco esquecido.
Canção do Bardo - O Paladino e o Reino do Norte I-XIV Sou um cavaleiro negro andante Por trevas, vales e tormenta forte.
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Canção do Bardo - O Paladino e o Reino do Norte I-XIV Sou um cavaleiro negro andante Por trevas, vales e tormenta forte. Um Paladino, buscando adiante, O Reino florido, o vale do norte. Jazo exausto e oscilante, Deito-me aos braços desta sorte. Rompo o encanto — paladino errante, Sob névoa, tenho visto a morte. Eis-me aqui, presente, Sob dia e noite, viajante. Sigo firme e persistente, Até alçar meu fado distante.
Prefácio dos Deuses A dama nívea, sob umbra prece, ora. Um cântico aos velhos Deuses
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Prefácio dos Deuses A dama nívea, sob umbra prece, ora. Um cântico aos velhos Deuses Sob o seu pranto, o legado umbra aflora, com um apetite que não sacia Consumida em pecado de outrora. Da antiga profecia, eis a proa O antigo Deus há de tomar forma Da mácula de alvor que ecoa, A vergonha de sua graça esquiva. Ecoa das ruínas em língua arcaicozoa. A seu reino a noite sempiterna ativa, sob o véu de breu que tudo cobre. Um ancestral tornar-se-á carne viva, com cheiro acre de terra e sangue pobre. A dama nívea, sob umbra prece, ora. Cantiga dos Deuses celestiais. No seu pranto, o legado umbra aflora, Qual trevas no âmago dos olhos, Torna turva a vista, qual névoa que devora. Tal negror de seus olhos caíra, Que lhe maculam o vestido alvíssimo. A profecia dos Deuses já se cumprira. Sob sua formosura, destoa o desespero. O eco dos antigos hinos ressurgira. Ainda que finde por amor infame, um laço de dor e volúpia impura. Ungirá com prece o berço do infante, sob a névoa fria que perdura. Embora as sombras o mundo sele, Lavar-lhe a alma em sangue e culpa Saudando o ser das rúnicas delecele. * Vindo à terra a noite oculta. Vagando de seu lar, tão apartada, A dama nívea, jaz sob sangue e pecado. Sua alma sobre o abismo jaz deitada. Donzela nívea, sob umbra orando ao lado. No encanto de seus olhos de cristal, Ao menos santa sua esperança é alçada. Cantiga dos Deuses de outrora, afinal. Em seu último pranto, a escuridão selada.
Café da Manhã — Ele 9. — Rompimento um
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Café da Manhã — Ele 9. — Rompimento um leve "oi" voa entre medo
Café da Manhã — Ela 1. — Chegada chuva
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Café da Manhã — Ela 1. — Chegada chuva forte fria molha minha alma
Café da Manhã — Ela 6. — Olhares olhares
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Café da Manhã — Ela 6. — Olhares olhares tocam-se sem palavras tempo para
Café da Manhã — Ela 2. — Instante café
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Café da Manhã — Ela 2. — Instante café quente mãos tremem porta abre
Café da Manhã — Ele 1. — Entrada ele
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Café da Manhã — Ele 1. — Entrada ele entra entre um sorriso discreto
Café da Manhã — Ele 6. — Destino olhares
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Café da Manhã — Ele 6. — Destino olhares cruzam-se e o destino sela
Café da Manhã — Ele 8. — Enlace olhos
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Café da Manhã — Ele 8. — Enlace olhos enredam-se silêncio profundo sem retorno
Café da Manhã — Ela 4. — Presença ali
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Café da Manhã — Ela 4. — Presença ali suspenso no ar um estranho