Café da Manhã — Ela 5. — Perfume aroma
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Café da Manhã — Ela 5. — Perfume aroma sutil inusitado invade minhas memórias
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Café da Manhã — Ela 5. — Perfume aroma
Café da Manhã — Ela 5. — Perfume aroma sutil inusitado invade minhas memórias
Café da Manhã — Ele 2. — Olhares xícara
Café da Manhã — Ele 2. — Olhares xícara vapor olhar perscruta lento desejo
Café da Manhã — Ela 10. — Coração coração
Café da Manhã — Ela 10. — Coração coração vivo pulsa assustado esperando resposta
Café da Manhã — Ele 3. — Inusitado leve
Café da Manhã — Ele 3. — Inusitado leve brisa esparsa aroma pela porta
Café da Manhã — Ele 4. — Atmosfera ele
Café da Manhã — Ele 4. — Atmosfera ele respira o ar de ela
Café da Manhã — Ela 3. — Susto um
Café da Manhã — Ela 3. — Susto um susto busca o olhar transido
Café da Manhã — Ela 7. — Sorriso hesito
Café da Manhã — Ela 7. — Sorriso hesito escondo-me na boca curva calada
Epílogo (uníssono) Do café só restam marcas nas bordas de um coração,
Epílogo (uníssono) Do café só restam marcas nas bordas de um coração, duas bocas sem coragem, dois desejos sem razão. Mas quem cruza o mesmo sonho já conhece a direção... Epílogo – Poema: Depois do Café da Manhã
Café da Manhã — Ele 10. — Coração esperança
Café da Manhã — Ele 10. — Coração esperança desperta mente turbilhão alerta coração
Café da Manhã — Ela 8. — Mente vagueia
Café da Manhã — Ela 8. — Mente vagueia em mil palavras não ditas
Café da Manhã — Ele 5. — Sutileza cheiro
Café da Manhã — Ele 5. — Sutileza cheiro doce perfume acende curiosidade viva
Café da Manhã — Ela 9. — Voz um
Café da Manhã — Ela 9. — Voz um "oi" quebrado flutua tímido incerto
O Saber Transitório No grito, o homem cava seu próprio silêncio; na escuta, constrói sua grandeza.
Incêndio e Silêncios No contorcer do corpo lascivo, o meu pensar divaga disperso
Incêndio e Silêncios No contorcer do corpo lascivo, o meu pensar divaga disperso aos lábios que declamam em versos versos que rasgam véu paraíso. Te leio qual livro indiviso da boca ao umbigo e ventre d'onde tu pulsas d'as margens quentes Meus dedos, um ardente aviso Febril, e entreaberta treme tua voz arqueja agonia, e tua boca em versos geme. Te possuo, em fel fantasia, — de corpo e verbo se consome, sem pudor, verso e poesia.
Minha menina! Não tocarei tua pele feito brisa — colapsarei teu corpo.
Labirintos Teu corpo é labirinto: me perco em ti, e nunca acho a saída.
A Corrente do Tempo É sinal de maturidade reconhecer que o saber de hoje pode não ser mais a sabedoria de amanhã.
Plenitude És vazio, aquele que veste-se de soberba; é aprendiz, aquele que se preenche com silêncio atento.
O amor vivido em oásis é libertário, rompe com paradigmas, e encontra sua beleza no ato da entrega.
Cartas Dicotômicas Quem comigo navega deve saber: meu mar interior é tormenta, ventos, raios e trovões, e minhas palavras calmaria.
Rótulos Superficiais Dizem por aí que sou arrogante, desinteressado, descompromissado. Na verdade, até me importo com algumas pessoas, mas a maior questão é, que, eu não tenho tempo para coisas triviais, sentimentos supérfluos... Gosto daquilo que verdadeiramente incendeia a al…
Rótulos Superficiais Dizem por aí que sou arrogante, desinteressado, descompromissado. Na verdade, até me importo com algumas pessoas, mas a maior questão é, que, eu não tenho tempo para coisas triviais, sentimentos supérfluos... Gosto daquilo que verdadeiramente incendeia a alma, toca o espírito, que nos molda, que ressoa por dentro, que genuinamente nos conecta, entende? Gosto daquilo que é substancialmente verdadeiro.
Não sou nuvem de caber em céu sereno — sou o próprio uivo da ventania.
Dança dos Segredos No balanço travesso e hipnótico dos seus quadris, um verso impuro, libidinoso, sussurra-me desejos secretos à flor da pele.
Não fujo da minha essência, pois é da minha natureza a busca pela chama da alma que pode queimar as frágeis pontes para o trivial, mas revelar a solidez do que verdadeiramente importa.