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Frases de Ricardo Melo .

1.316 frases

⁠Manutenção Poética Acordei-me bem cedo, Recebi uma orientação de minha ilusão
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⁠Manutenção Poética Acordei-me bem cedo, Recebi uma orientação de minha ilusão Ativei em mim, alguns implantes. Meu sistema inspirador, na madrugada teve um colapso. Analisei tecnicamente os fragmentos. Desmontei meus equipamentos poéticos e percebi, Tantas inspirações ainda sem atividades. Tantas dúvidas, tantas perguntas, tantas respostas sem nexos... Como sou curioso, me esclareci. E para desvendar tudo isso, me formei em técnico em composição... Para alcançar esses objetivos, está sendo muito trabalhoso, eu sei.. Minha viola, meu olhar, minha imaginação, minha alma, meu coração, a natureza e um precioso café. Instrumentos perfeitos, Parece sinistro, mas, Substituí as peças removendo os versos problemáticos.... Em campo aberto, vi o Sol.. Debaixo do luar, beijei a aurora. Esperei incansavelmente o relatório. Revisando, sentei-me e me veio uma saudade. Comprometido em ir ao além, Me reprogramei com o básico.. Sem pressas, e muita calma nessa hora. Manutenção perfeita.. Ilusão reformada, Inspiração reprogramada. Imaginação, reestruturada.. Benéfico para mim. Benefício bom para os amantes da poesia. E parte desse relatório me dizia; No próximo dia, Acorde ainda mais cedo e transforme-se em uma nova, poesia..... Autor: Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Diário de um Caminhoneiro Com sede, com fome, fica as lembranças, E prossigo....
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⁠Diário de um Caminhoneiro Com sede, com fome, fica as lembranças, E prossigo.... A carga, é extra pesada, De partida, ja sinto a emoção fazer o seu papel.. Volante ajustável, Inspiração variável, porém, vulnerável. Meu diário, te escrevo na boleia do meu caminhão; Acelero-te com minha alma e com minha imaginação. Asfalto antiderrapante. Livre, solto na estrada como motorista versejante.... Olho pelo retrovisor, nem me lembro se deixei dores, rumores ou saudades. O desejo de levar a mercadoria adiante fala demais; O desejo de acelerar, toma conta dos meus pés; O desejo de levar amor, me faz sofrer e compor. Minha voz, ja nem sinto e nem ouço mais. O Poeta fala na banguela, esquece do freio e olha pela janela, só vultos e solidão. Sozinho, vou traduzindo minha coragem; Sozinho, vejo relvas e pastagens. Oh, Sina! Máquina bruta, Eis aqui o teu comandante. Aflito por um mistério, coadjuvante de uma profissão com muito privilégio. No labirinto aberto falo, voa caminhoneiro, voa... Voa nas asas desse brutão; Vai com suas ilusões e com suas sensibilidades, vai... No poema, és o tema. Na poesia, tuas lágrimas irradia. Teu parabrisa é de cristal. Deixe que as gotas serenas lavem seu astral. Te seduza, te reluza... Deixe que sua imaginação te conduza, pelos mais belos e floridos caminhos desse mundão, estradão.. Carroceria, vai esbanjando mel, fogaréu. Coberta de telhas feitas de cordeis. Matriz conjugada, com a neblina e a serração. Faróis lampejadores, oh! fina tradução.. Os pneus chiando no tapete breu... Adeus, vai voando com a turbina que ecoou. E o diário foi escrito, por poeta, Condutor.... Autor: Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Beba Vai amigo, Beba, mate sua sede.
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⁠Beba Vai amigo, Beba, mate sua sede. Tome, consuma o quanto quiser. Nossa jornada não acaba aqui, ainda falta muito para chegarmos lá... Nossos sentidos são pareados, e temos segredos inacessíveis que muitos querem saber para depois nos copiar... Quando chegarmos em nosso destino, vou me despir de poeta e me vestir de menino. Quero brincar, quero correr, quero balançar. Quero alegria, quero paz e deixar as euforias para trás... Quero navegar sem remos, sem velas e sem ventoinhas. Quero voar como passarinho e descansar em meu ninho. Cavalgamos tanto nesse ano amigo. Quero ter descanso para seu lombo tirano. Quero mais, e vamos abraçar com unhas e dentes esse ano que está se aproximando... Beba! Autor; Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Cordas! Quem são vocês? Quem ?
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⁠Cordas! Quem são vocês? Quem ? Nos braços do meu violão, sinto a melancolia tomar conta e minha alma.... O coração, palpita, agitado, ondula nas emoções.... Quando o acomodo em meu colo. A vontade é de pontilhar só com primeira de cima... De repente, a segunda entra em ação, como desconvidada, se faz de santinha, e a terceira faz questão de entrar no cenário para derrubar minha inspiração.... O pontilhado é delicado, muito delicado... E a quarta vê o espetáculo, e não aceita ficar de fora do refrão.... A quinta chega de mansinho, e implora para ser dedilhada pelo meu dedão... O batuque começa pegar sentido, a melodia segue o fluxo... A sexta? Oh! corda fininha invejosa... E não aceita ser excluída dessa composição... Se fingindo de anjinha , ela estica, ela me leva, ela me consola e me põe a prova, numa orquestra nunca tocada e nunca ouvida por esse, violão... Cordas! Quem são vocês? Quem? Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Foto Poética Se tua foto é poética, O que esperas de mim?
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⁠Foto Poética Se tua foto é poética, O que esperas de mim? Versos vazios? Palavras soltas no ar? Poemas sem nexos? Poesias livres ou censuradas? Imaginação fúteis? Inspirações sem brilhos? Que eu feche meu olhar? Mocinha! Ninguém! Ninguém é capaz de segurar ou de eliminar o que tenho para você e o que posso fazer por você e com você.. Ninguém... A brisa que me toca, vem de você. O ar que respiro, é você. Não sou o que muitos querem que eu seja. Passei a ser, o vento que te fomenta. A ilusão que te domina A melodia que te encanta O acordo dos seus lençóis, e o travesseiro que te faz dormir... Entenda, Teu caminho é desvendado por mim Com a minha vida, dou-te uma nova vida. Eu sou assim... Aprendi, Aprendi a te fotografar com os olhos do amor. Permitindo-me nesse ou em outro voar, te amar além dos limites da poesia... Comigo, será assim, não mudarei nada em ti, Só ajustarei a tua vida com minha vida... O meu vôo, é apaixonado, e não precisa tomar cuidado.. Pois, Deixe que cuido, de ti... Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Um presente para Jesus Jesus, Tenho um presente para lhe dar.
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⁠Um presente para Jesus Jesus, Tenho um presente para lhe dar. Eu sei que não é dos melhores, Mas o SENHOR é o único que não se importa com o valor e sim com a sinceridade que esta no coração. São eles: Todos os pecados meus. Tentei ao menos falar um pouco deles para algumas pessoas e começaram a me apedrejar. O SENHOR os aceita? Como acompanhante, irei eu junto, Pois não quero mais aqui ficar. Se eu ficar, ainda poderei pecar. Estou cansado... O SENHOR aceita? ---Aceito filho meu. Aceito-te e ainda lhe afirmo. Convide também seus irmãos, que a todos eu quero perdoar. Obrigado Jesus🙏🙏🙏🙏 Muito obrigado🙏🙏🙏🙏🙏 Autor: Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Instinto de Poeta Queria ter o dom de adoecer toda doença, mata-las e elimina-las.... Queria ter o dom de digerir tudo que minha alma sente....
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⁠Instinto de Poeta Queria ter o dom de adoecer toda doença, mata-las e elimina-las.... Queria ter o dom de digerir tudo que minha alma sente.... Queria ter o dom de cultivar na terra, a matança da fome, a falta de fé, a falta de reciprocidade e tudo que não faz bem aos humanos... Guardo comigo, revoltas, muitas revoltas... Por dentro, sou o que só o soberano sabe... Por fora, sou dor, sou poeta, sou uma vírgula desencantada... O que o meu coração expressa, a poesia não exala... Tenho um instinto destranquilizado. E um poema, não é capaz de explicar.. Um livro pra mim, é somente um punhado de folhas unidas... Os capítulos que minha inspiração carrega, vão além, muito além dessas rugas que estão, na minha cara.... Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Rascunhando a composição Esgotado pelo tempo, sussurei. Esmagado por palavras, me exterminei.
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⁠Rascunhando a composição Esgotado pelo tempo, sussurei. Esmagado por palavras, me exterminei. Aniquilei minha existência... Anulei os meus pensamentos, me matei... Destruido completamente, fiquei em um estado de coma, adormecido, morto por muitos anos, deitado continuei.... Um sopro me veio, veio de uma força inigualável, ressuscitei. Troquei o meu coração, refiz o circuito sanguíneo do meu corpo, do meu cérebro, desviei minha conduta para o Norte, um sol e eu avistei.... Me lembrei que estava anulado, e inspirei no meu estado morto, e essa poesia, rascunhei.... Durante o tempo que não me sentia vivo, e sim eliminado, os meus olhos choravam e no mar desconhecido, me afoguei... Tempo que perdi, tempo que passou, tempo que não volta, tempo que não era tempo, foi, Foi apenas um passa tempo, alegrias que não tinham risos, momentos inerentes que me trouxeram tormentos.... Neutralizado pelo passado, Niquelei o meu coração, níquel de altíssima qualidade, espelho, reflexo de um pulverizado, como inox, persisti e reapareci... Encorajado pela inspiração, Assumi o controle, vi flores, beija flores de mãos dadas, de detalhes me lembrei... Lembrei dos beijos dados, ilusões adocicadas, melancolia atordoada... Dos abraços apertados, maliciosos na conspiração... Dos olhares enfeitiçados, glamoures de momentos, mera falsificação... Me falei; Oh! Compositor sonhador. Revisita-te no verso paixão e te revista.. Não te crucifiques assim, és um domador da composição em questão... Bote logo essa viola no polo, mostre esse solado antes que ela caia do seu colo... No DÓ, não tenha dó.. No MI, não chore assim, sinta o cheiro das rosas do teu Jardim... No RÉ, dedilha essas cordas para tua donzela, Sorria, e deixe que transborde pela janela... No FÁ, rasga sua garganta, levanta-te e canta para quem te encanta.... Teu trabuco, é de aço aveludado... Desnuda tua alma, e não dê esmola para quem te assombra... De calor e dê amor para quem te fez chorar... Oh! Inspirador, voador e trovador...! Deixe tudo de lado, ame logo essa menina, e não se faça de acanhado... Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa

Abraçando todos através da Poesia Abraços se dão, aos que nunca foram abraçados. Abraços se dão, aos que foram excluídos e abandonados
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Abraçando todos através da Poesia Abraços se dão, aos que nunca foram abraçados. Abraços se dão, aos que foram excluídos e abandonados Abraços se dão, até para os nossos inimigos. Eu tenho aqui, muitos abraços acumulados. Abraços se dão, aos esquecidos meninos. Sabemos que temos um dom, e ele vem do senhor Jesus Cristo... Temos que adora- lo, e aos olhos dele, todos somos humanos perfeitos.. Abraços se dão, aos que nos odeiam Abraços se dão, aos que na terra vagueiam Abraços se dão, aos que sentem fome Abraços se dão, aos que não tem tetos e nem nomes Eu quero também, por alguém ser abraçado É tão bom abraçar, Acho que é bom demais, ser por alguém bem abraçado.... Eu queria abraçar todos nesse lindo dia. Mas como estou longe, abraço todos com essa poesia.... Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Não é atoa Não é a toa, Não escrevo por escrever
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⁠Não é atoa Não é a toa, Não escrevo por escrever Escrevo sem me sentir Escrevo quando choro, e quando termino acabo sorrindo Escrevendo, sinto como se estivesse me esvaziando Nesse vazio, busco algo que me alimenta. Quando estou cheio, escrevo novamente para me esvaziar... É como se eu fizesse uma liquidação de estoque.. Precisando recompor as prateleiras para inovar minha imaginação. Curam minhas dores, tumores, abrem meus sorrisos... Conforta até a minha arcada dentária, mastigo como um leão faminto... Sinto abraçado por alguém que não estou vendo. Machuca o meu intestino, Tomo água, e deito em um ombro amigo. Estremece minhas mãos, como febre em ambiente aquecido.... Arrepia dos cabelos até o meu tornozelo. Um encanto sufocante, que me sinto lembrado e esquecido. Previne minhas dores, e a cabeça para de martelar... Libera proteínas, E vai criando novos substantivos... E vem de mão beijada, muitos, muitos adjetivos... Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Amor de Papel Amor, meu amor, Volte! Volte para que eu possa continuar com minha missão.
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⁠Amor de Papel Amor, meu amor, Volte! Volte para que eu possa continuar com minha missão. Declamei para ti, na TV e na rádio difusão. Declamei para ti, poemas de amor vindo do meu coração. Volte! Renunciei-me de alguns arquivos, para inspirar-te com devoção.. Confesso, por dentro, me despi, para dar-te tudo de mim. Observe, Hoje esse amor de papel está nos fazendo mal... Eu te escrevo, eu te desejo e para te reencontrar eu constantemente pelejo... Fala, Fala que vai voltar, fala... Te entendo, Você não se expõe como eu nesse assunto de cartas... Olha, Não me julgue quem sou.... Sou esse, Nasci assim, cheio de defeitos querendo me consertar... Se renuncia, antes que acabe o dia... Ja articulei tantos versos pra te presentear, sabia? Ja narrei até o desconhecido verso... Acho que nesse jogo, sou o réu. Réu do amor, prisioneiro em sofrimentos... Minha menina, volte. Não me deixe só nesse tribunal... Pareço ser até um condenado, nas grades da ilusão... Diga-me, Diga que não, largue tudo e volte, volte para os meus abraços... Antes que eu morra com essa profunda, solidão....... Autor:Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Sonhos, Adeus sonhos!✋😪 Fundei para ti, a poesia nunca lida e nunca sentida, a canção nunca cantada...
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⁠Sonhos, Adeus sonhos!✋😪 Fundei para ti, a poesia nunca lida e nunca sentida, a canção nunca cantada... Organizei o teu verão. Te cobri do inverno, eliminei de ti o inferno, para te dar o meu amor eterno... Te desenhei e idealizei nos meus outonos só para te alimentar com meus carinhos. Abrilhantei as primaveras para te ver florir. Construí um Castelo de Rainha. Plantei sementes, Como não sabia amar, fui treinar um amor solo para te dar o meu, me resguardei... Com o amor acumulado dentro de mim, me despi para você... Só um apaixonado como eu seria capaz de fazer o que eu fiz... Busquei, garimpei pedras preciosas, entre elas, Joias, e dei um fino acabamento na sua banheira de shampoo com água morna. Comprei, investi em livros, novelas, filmes românticos e li um a um para ser o seu nobre homem romântico... Me basiei em romantismos nunca vividos, ornamentei, e nem orçamentos eu fiz. Só aquele que está dentro de mim, eu, sabe de tudo que engenhei... Esqueci do meu mundo para viver no seu. Fostes num repente embora, sumiu.. Hoje, pensei que em ti eu tinha deixado saudades. E quem sofre, sou eu... So escrevo isso para que saibas que tudo que fiz, não fiz nada além de te amar, só fiz porquê te amei. Fiz, e faria tudo novamente. E para testar minha capacidade e o tamanho do seu orgulho... Mas, Vejo que ele é duro demais dentro de ti. E parece ser pedra bruta, difícil de lapidar... Esse lápide, machucou e ainda machuca minha imaginação. Não sei, não sei de quem foi o erro, se foi seu ou meu.... Nunca, Jamais imaginei que seria capaz de construir em detalhes, esse reinado que para ti levantei... Te ver como Rainha, não saia dos sonhos meus, era noite era dia, eu te imaginava nesse castelo vestida de monarquia... Te amei, te amo, E acho que para sempre, te amarei... Tente, tente ao menos uma vez destruir esse aço do seu coração, tente.... Se conseguir, e se não me ver mais por aí. Não chore, viva como se não existisse o ontem e nem o amanhã... Viva só o teu mundo, o teu momento. Eu, eu estarei em ti sem você perceber... Estarei dentro do teu pensamento, e em teu deleite sem me notar... E por favor, Não viva de saudades minhas, Onde eu estiver e onde você estiver, Deixe que eu viva ela, por você... Adeus..!😪✋ Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠ Estrela guia Estrela guia, Me leva?
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⁠ Estrela guia Estrela guia, Me leva? Seja minha comandante. Estrela guia, fomenta minha vida, E traz-me a tua direção... Quero ir, não quero ficar. Quero ver, quero crer... Pois quero em teu mundo escrever.... Estrela guia, Vem até mim, vem... Vem de onde você vem, ou me ensine como chegar até você, Estrela guia! Autor: Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Lábios Olho para o horizonte, e começo a me lembrar. Lábios!
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⁠Lábios Olho para o horizonte, e começo a me lembrar. Lábios! Lábios que cresci desejando. Lábios que sonhei beijando, Lábios que sonhei tocando.... Lábios que me fazem sofrer, Lábios que marcaram meu passado. Lábios que me fazem escrever as lembranças.... Lábios que me fazem descrever o presente sufocante... Aquela boca, Aquele olhar. Aquele toque, Oh! Choque... Entre os poemas, os lírios exalaram fragrâncias.. Entre as poesias, vivenciei belos dias saboreando aquela paixão... Entre eu e aquela boca, ainda guardo versos floridos dentro do meu coração. Entre as noites, tardes, manhãs e madrugadas, tive desejos e pesadelos... Ah! Coração... Tu sabe o que sente, e sabe como fazer para compor... Resta-te as feridas, palavras que ouvistes naquele dia, te amei, te amo e para sempre te amarei... Corpo que provei, amei e me descobri como macho.... Ficou, Ficou a tatuagem na pele e na alma do Poeta.. De um momento que tive, e em detalhes demarcou minha estrada... Hoje, Passeio nela buscando respostas para escrever o meu futuro... A capacidade, me faz ver o que aprendi. Aprendi dar amor, aprendi ser amado. Aprendi como a poesia, em mim tem resultados.... Se hoje sou um compositor, É porque aqueles lábios, foram os culpados... Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Pequeno Poeta É pequeno Poeta! Observo que tuas origens depredam o teu presente.
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⁠Pequeno Poeta É pequeno Poeta! Observo que tuas origens depredam o teu presente. Elas insistem, elas te atacam. Elas desacatam tua intuição, tua ilusão, tua inspiração, tua imaginação até atingir os segredos do teu coração... Elas te afrontam e por muitas vezes te desmontam... E parecem não ter muito trabalho. Para elas, isso é mais que um prazer... Te ofendem, te deixam doente, um ser, sem ser... Até quando irás aguentar, suportar? Vejo que és fraco e não tens a coragem que muitos tem. Você, Você pequeno Poeta, és ainda muito pequenino, um menino... Quando cresceres, se é que um dia vais crescer, Sairás por esse mundo, sorrindo.... Ah! Pequeno Poeta.... Esse teu violão, Será ? Será que é ele o teu maior vilão? Será? Autor: Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Quadro de Poeta Horas, insanas horas. A fio ,a pavio, não me enxergo, mas eu olho...
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⁠Quadro de Poeta Horas, insanas horas. A fio ,a pavio, não me enxergo, mas eu olho... Sentimentos que tomam contas, Me sinto em um quadro quadrado ou redondo... Pregado na parede, olhando do lado do cômodo, e um relógio que devagar vai girando... Logo ao amanhecer, nas primeiras horas, vejo a janela clarear... O reflexo do sol, emite uma luz que não dá para meus olhos enxergar.. Mas sei, Sei que ela está la fora, e não sei quando vou nela contemplar... As primaveras passam, os outonos passam, o inverno, se faz presente. E um verão que está para chegar... Com o meu eu e o meu coração fixados, Outra vez, E outras vezes, contínuo sendo esse, uma mera foto, uma arte, uma ilusão fotográfica... Minha alma, o meu eu, uma redação em verbos, Só ainda não sei, se é colorida ou um retrato falado... Dois inexistentes na parede, a sonhar..... Autor: Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Ave sem rumo Contagiado pelo Sol, minha ilusão se ligou ao meu coração. Ave sem rumo, imaginação cortada pela dor da saudade....
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⁠Ave sem rumo Contagiado pelo Sol, minha ilusão se ligou ao meu coração. Ave sem rumo, imaginação cortada pela dor da saudade.... Por um lado, sinto-me privilegiado. Pelo outro, minha alma foi inpactado pela falta de inspiração.... Este dia, é e não é tão especial. Prossigo garimpando em busca do meu alto astral... Meu rosto, minhas rugas e meu olhar tirou um tempinho para refletir.... Anos, anos após anos.... Foram muitas primaveras... Tive muitas felicidades, tive amor, tive dores e agora me sinto solitário... Tive muitos gladiadores, não os derrotei... Apenas fiz silêncio, fiz o que tinha que ser feito/ totalmentente me calei.... Me evadi das paredes que me seguraram, Persisti, caminhei sobre as águas, não aguentei, mergulhei... Mergulhei nas profundezas, e me lavei... Limpo dos fragmentos, agradeci.. A paciência é uma das raízes da sabedoria, todas, as comprei... Como construtor de poemas, minha personalidade validou tudo que tinha esquecido... Tatuei nela, gestos de agradecimentos, gentilezas, educação e igualdade... Isso, eu fiz com prazer, e tive desprazeres... Gerenciei minha forma de pensar, alguém lá do outro lado da vida percebeu e chorou... Sobrecarregado de sobriedade, perdoei.... Perdoei todos, e poucos me perdoaram. Mas a tal da saudade, me deixou para trás, ferindo cruelmente toda minha, sensibilidade.... Autor: Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Oh! Saudades Verso cachorro, Teu latido dói no estampido.
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⁠Oh! Saudades Verso cachorro, Teu latido dói no estampido. Imaginação cachola, dedos que coçam nas cordas dessa Viola. Oh! Saudade, Saudades do arado rasgando terras. Oh! Barbaridade, Saudades, machuca, tortura a alma de verdade. Oh! Garoa fina, rega o solo que lá vem a semente menina. Não demora muito, o broto começa mostrar sua sina. Oh! Carro de boi, tempo bom que se foi. Germina, exala o teu choro na partida. Lavoura, trigo arroz e natureza boa, poesia ainda não lida... Engole o choro Poeta, Cala tua boca. Tu, És um analista do passado, pisa firme no enredo sapateando que engata nesse improviso coitado... Vai, Bate suas mãos do corpo desse instrumento, indolente... Rios afluente... Cama, berçário, arranca o poema que ficou no teu armário. Bate no peito, dedilha tua inspiração com muito jeito. Oh! Afinação bruta... Tuas rugas tem histórias. Dias que não saí de sua memória, Os dias que viveu, colhendo frutos, alface, cebolinha e chicória.. Canta lá no roçado, o canário e a coleirinha... No pomar, o princípe sabiá, Na tuia, a coruja coroa. Na gruta, a saracura.. E aqui, canta o poeta compositor sem suas luvas... Oh! Nostálgica melancolia. Danada, tomas de mim esses versos sem fim... Leva-os... Ou mate de vez, essas lembranças que não tem fim... Antes, era tudo manual, tudo mudou. Que pena! Agora, É a vez do trator... Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Chega de brincadeiras Brinquei, Brinquei demais com as letrinhas, só jogava para o alto e não estava nem aí.
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⁠Chega de brincadeiras Brinquei, Brinquei demais com as letrinhas, só jogava para o alto e não estava nem aí. Chega! Não vou mais bancar esse menino que vive em mim. É, Chega, parou por aqui. Cansei de escrever como um passarinho bobinho em busca de um ninho.... Murmurei demais, escrevi muitas poesias sem sentido algum, tempo perdido, estou decepcionado comigo... Estranho, depois de tanto tempo, acordei. Eu achando que escrevia, mas na realidade agia só rascunhando folhas.. Tantas horas perdidas, sem perspectivas.. Me refaço agora. Poesia virgem, Apresenta-te para mim. Quero te conhecer, para que eu possa verdadeiramente te escrever... Delinquente, não fui gente... Rabiscava como um doente... Apartir de agora, serás de fato a poesia das poesias.. Borrões, tintas gastas, grafites desapontadas... Aprendi a não ser mais escravo da minha imaginação.. Vou fazer dela a euforia.. Ousado, decidido e atrevido... Estou disposto, usar firmeza, não ficar chorando debruçado na mesa... Vou usar toda bravura, Ser audacioso, Confiante, seguir avante. Afoito, transformar o oito em dezoito, o ouro em diamante, tesouro.... Quero agora o inabalável, o inalcançável, laçar o invisível e esquecer o horrível... Com o Sol, girassóis rasgando os lençóis.. Ser de fato, um homem poético, ser mais que um Poeta Tenaz, Determinado.... Escritas finas, sem fluxos, sobre a luz do super luxo... Com erros ou não... Me virar dos avessos e tirar de mim, todo esse peso... Chega! Autor: Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Evolução/ Celular Tudo muda, Antes, era carne com carne e osso com osso...
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⁠Evolução/ Celular Tudo muda, Antes, era carne com carne e osso com osso... Beijos em alvoroços, oh! Seu moço... Descasca esse caroço, e quem escreve agora é um faminto querendo um prato de almoço, e ele, é capaz de dar nó na poesia retorcendo quaisquer que seja o tipo de pescoço... Pois bem seu moço! Vamos lá? Nos tempos antigos, Um telegrama levava meses para chegar ao seu destino... Por mares, estradas, ferrovias e até de jegue, os antigos não neguem... O tempo gira rodando como turbina de avião, oh! furacão... Na era mosaica, um telefonema custava um prêmio da mega sena em uma única ligação de trinta minutos, quê Absurdo... Telefax! Um minutinho, o recado já estava do outro lado do mundo que não é tão pequenininho.... E-mail, Um tapinha no teclado, vinte segundos, Oba! Chegou o recadão ou o recadinho... Modernidades da comunicação.. Entre os encontros e desencontros da vida, não precisamos mais do aperto de mão. Basta um dedadinha na tela, o Emoji ja fez o seu papel nessa inspiração... Pictogramas, Uns dizem quê é de origem japonesa, mas não importa... Falo aqui com franqueza... É um joinha azul, um coraçãozinho vermelho que aos olhos de muitos causam desconforto, desconfiança, ciúmes, e dói em quem sente, parecendo navalha de duas lâminas cortando com os dois lados dos gumes... Um emoji sorridente mandado errado, leva o navegante lá do outro lado ficar furioso... Seja lá qual for o Emoji, tudo mudou. Em segundos, la está o texto, imagem ou vídeo diante dos olhos dos folgados, e eu não nego, sou um deles.... Aqui, super carregado de imaginação... Popularmente falando, paro por aqui essa exibição... Entre as mil palavras que ainda tenho nas mangas, escolho somente duas. E são elas, O "Celular" fez a "Evolução..... Autor:Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Tramitando com a inspiração Não sou poliglota. Sofro alegre desvendando línguas e sotaques.
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⁠Tramitando com a inspiração Não sou poliglota. Sofro alegre desvendando línguas e sotaques. Versejo em busca dos mistérios escondidos. Sou alfa, sou alça, sou a coxia que caiu do trilho. Sou a janela que escancarou e a fenda que se fechou. Na Matriz, faço rimas. Na sofrência, escrevo carências. Minha inspiração sangra. O desejo de amar, aumenta; O desejo de escrever , triplica. O Poeta fala o que vem na mente. Estou aqui, bem longe de lá ou daí... Aos poucos, vou conhecendo a real liberdade. O meu labirinto é aberto e minha imaginação sofre variedades. A sensibilidade as vezes vai pela contra mão. E a meu modo de ver, Nesse Teatro Poético, minha alma é o artista principal. Na poesia e no poema, sou coadjuvante ou figurino. Sedução, redação, declamação, melodia, melancolia, busco uma drogaria que tanha um remédio para me livrar das dores que não são dores, é difícil explicar, ok leitores?! Me Perdoem senhoras e senhores 🙏🙏🙏 por não saber isso em mim desvendar. Vivo em uma aldeia solitária, Vaiado por alguns, aplaudido por outros. Admirado, amado e excluído, bem visto ou mal quisto, vou me envolvendo nas tramas por mim montadas. Minha cartola é aberta, o cachorro que late em mim não tem mandíbulas, tem dribles. Na plateia, as vezes fico sem as ideias. A poesia é cobiçada e não se copia. Minha ilusão tem dona, e minha inspiração não dorme com qualquer tipo de sono. Fato que, Nesse presente ou em um antigo passado, guardo marcas, Sorrisos, surras, angústias, aventuras e desventuras... Tudo que me inspira, está na novela ou no cinema. Se ligarem o rádio e não me ouvirem, vejam-me no vinil, no CD ou Hd e se mesmo assim não me ouvirem, é porquê estou tramitando em algum satélite... O que sinto, está além disso aqui. Versos sobre verbos, verbos sobre um Poeta que não passa de um... Não sei, ja esqueci! E também não sei o quanto dói, Só sei que dói! Dói... como dói! E não sei quando isso irá parar de doer. Autor: Ricardo Melo. O Poeta que Voa.

⁠Pendências Poéticas De fato, aqui estou. Mas ao mesmo tempo, não estou..
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⁠Pendências Poéticas De fato, aqui estou. Mas ao mesmo tempo, não estou.. Estou fora de mim, por aí, sei lá, não vejo... em algum lugar, remando ou flutuando no ar... Querendo ou não, contínuo aqui, mas sem saber que estou... O que me fortalece, são as pendências poéticas que insistem em sair das gavetas. Ficar em um lugar sem saber onde é e como é, não é para muitos... Reciclo-me, entre o nascer e ao por do Sol. Mereço, desmereço, me desenrolo com precisão, inventando algo que vem na imaginação... Afinal, Estou respirando... Na ilusão, declamo. Na inspiração, rasgo os panos e dou brilho com com novos planos. Me considero um Poeta, Voador. Mas é claro, Tenho angústias, tenho dores, tenho sentimentos... Tenho algumas feridas incuráveis... Para acalmar, preciso compor. Não sou doutor, sou uma pessoa, e ela, realmente voa.... Tenho facilidade de entrar em um coma ilusório e ficar em estado plácido por dias. Não me viram e ninguém me vê. Sou um ser totalmente dependente do meu pensamento e do meu olhar... E em alguns momentos, não são eles que me dominam. Minhas asas! Amigas asas inseparáveis.... Carregamos juntos, Muitas miragens. Autor: Ricardo Melo O Poeta que Voa

⁠Voando sem sair do lugar Traquejado com alguns códigos poéticos, Desmembro-os e encontro alguns preceitos.
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⁠Voando sem sair do lugar Traquejado com alguns códigos poéticos, Desmembro-os e encontro alguns preceitos. Modelado pelo meu instinto, analiso os regulamentos que se apresentam a mim. Desequilibrado de nascença, determino. Desequilibrado no bom sentido, é claro. Vim de uma lei que reza: "faça! se errar, refassa! Se não sabe, pergunte para quem sabe, se sabe demais, não se vanglorie, ensine". Curioso dos pés a cabeça, a ordem sente o impacto. Não sei fazer economia poética. Não sei! Pois não me ensinaram e não pretendo aprender. Sigo sem diretrizes, raizes de um berço equivocado por um amor, meus pais. Meu corpo, minha lei; Minha forma de pensar, minha lei; Minhas cláusulas, algo insistem em derruba-las, porém, Continuo na moderação, vou modelando o traquejo. Na sobriedade, me vejo em uma anomalia onde não encontro respostas. Naquilo que se desvia da inspiração, abro outras fendas e adentro, um tanto equilibrado, porque nesse momento meus olhos estão fechados. Escorrego, machuco-me e me curo... Irregularidades, falhas na execução gráfica do meu olhar. Não sou exceção, estou em formação como qualquer indivíduo. Vou driblando meus próprios erros para me reciclar. Faço uma confusão que vai dando certo. Uso minha imaginação e ela é quem me leva. Falhas, são muitas e as arcaicas querem mostrar seus segredos. Oposto de tudo que comecei, tudo vai se encaixando. Sem certezas, esqueço que estou escrevendo em minha mesa. Feedback final! Códigos descriptografados e cravados no regime de um estatuto desconhecido. E quando volto para reler o que escrevi, não me vejo mais sentado, nem lá e nem ali... Aonde então? Voando, como se não estivesse pisando, aqui..... Autor : Ricardo Melo O Poeta que Voa