Frase de Ricardo Melo .
Tramitando com a inspiração Não sou poliglota. Sofro alegre desvendando línguas e sotaques. Versejo em busca dos mistérios escondidos. Sou alfa, sou alça, sou a coxia que caiu do trilho. Sou a janela que escancarou e a fenda que se fechou. Na Matriz, faço rimas. Na sofrência, escrevo carências. Minha inspiração sangra. O desejo de amar, aumenta; O desejo de escrever , triplica. O Poeta fala o que vem na mente. Estou aqui, bem longe de lá ou daí... Aos poucos, vou conhecendo a real liberdade. O meu labirinto é aberto e minha imaginação sofre variedades. A sensibilidade as vezes vai pela contra mão. E a meu modo de ver, Nesse Teatro Poético, minha alma é o artista principal. Na poesia e no poema, sou coadjuvante ou figurino. Sedução, redação, declamação, melodia, melancolia, busco uma drogaria que tanha um remédio para me livrar das dores que não são dores, é difícil explicar, ok leitores?! Me Perdoem senhoras e senhores 🙏🙏🙏 por não saber isso em mim desvendar. Vivo em uma aldeia solitária, Vaiado por alguns, aplaudido por outros. Admirado, amado e excluído, bem visto ou mal quisto, vou me envolvendo nas tramas por mim montadas. Minha cartola é aberta, o cachorro que late em mim não tem mandíbulas, tem dribles. Na plateia, as vezes fico sem as ideias. A poesia é cobiçada e não se copia. Minha ilusão tem dona, e minha inspiração não dorme com qualquer tipo de sono. Fato que, Nesse presente ou em um antigo passado, guardo marcas, Sorrisos, surras, angústias, aventuras e desventuras... Tudo que me inspira, está na novela ou no cinema. Se ligarem o rádio e não me ouvirem, vejam-me no vinil, no CD ou Hd e se mesmo assim não me ouvirem, é porquê estou tramitando em algum satélite... O que sinto, está além disso aqui. Versos sobre verbos, verbos sobre um Poeta que não passa de um... Não sei, ja esqueci! E também não sei o quanto dói, Só sei que dói! Dói... como dói! E não sei quando isso irá parar de doer. Autor: Ricardo Melo. O Poeta que Voa.
No pensador.ai desde