Frase de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
A casa de madeira no balança das arvores a cadeira de balanço são guiada A luz se estende na varanda e arrastada para o horizonte agonizando No estalar da madeira a alma fria solitária se escora na inquietude falsa paz Rasga o coração sobre o vento fino que caminha na encosta e respaldado nas flores e relva do campo tarde tão tétrica neste vazio desigual Caminho no desfiladeiro e as pedras assustadas ver meus olhos em sangue lagrimas e fel A calmaria faz o vendo falar no sopro constante que escorrega da colinas agudas Morro cada dia sem você nas encostas do mar lambe minha agonia na gastura da luz da lua Me esmiunço em detritos adentes que retalha meu coração na sede do seu amor ausente As nuvens rasgadas no céu frestas de luz invade a sala e não toca meu coração A luz do entardecer toca a grama amarelada e na estridente agonia meu sangue corre no contraste dor Nas batidas fracas de um coração sofredor Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
No pensador.ai desde