Pular para o conteúdo

Frases de poetanonimo

41 frases

Eu costumava sonhar sobre o dia em que você voltaria Mas depois não consegui responder como eu lidaria com isso Então desistimos de amar porque não nos importávamos
Continuar lendo

Eu costumava sonhar sobre o dia em que você voltaria Mas depois não consegui responder como eu lidaria com isso Então desistimos de amar porque não nos importávamos E agora você se parece com uma pintura Onde nem tudo pode ser compreendido Onde nem tudo pode ser expressado Entretanto, é ainda admirada por olhos Que já não são mais os meus

Sei que está ao meu lado Porém, não sinto sua presença quando fecho os olhos E isso só aumenta a necessidade de mantê-los abertos
Continuar lendo

Sei que está ao meu lado Porém, não sinto sua presença quando fecho os olhos E isso só aumenta a necessidade de mantê-los abertos Para não te perder na imensidão vazia do meu universo Esse sofrimento de saber que está próxima Mas ao mesmo tempo distante Faz-me em pedaços E é muito pior quando anoitece Pois cada um toma um caminho diferente para casa E eu acabo não te vendo até o próximo dia Isso se torna uma tortura sem fim Pois se pego no sono, me afogo no vazio Então o que me mantém acordado é a insônia Que me acompanha quando a noite cai E me ajuda a procurar você Mesmo não estando aqui

Não me recordo muito do que sonhei ontem Apenas tenho a lembrança de que Quando as luzes noturnas acenderam
Continuar lendo

Não me recordo muito do que sonhei ontem Apenas tenho a lembrança de que Quando as luzes noturnas acenderam E iluminaram as ruas da cidade Saí de casa em busca de alguém Não me lembro quem era Apenas sei que me trazia felicidade Então fui para o local mais alto da cidade E vi tudo de uma outra perspectiva Observei tudo de um horizonte diferente E percebi que tudo ali era vazio E as pessoas, todas superficiais Olhei para dentro de mim E notei que também não havia nada Eu era apenas um casco vazio Assim como todos os outros E senti o quanto era perturbador Reconhecer a própria futilidade E o quanto eu era insignificante Por estar procurando O que nunca existiu Felicidade E alguém

Crescemos perguntando o sentido das coisas Por que vivemos, por que existimos Por que amamos, por que sofremos
Continuar lendo

Crescemos perguntando o sentido das coisas Por que vivemos, por que existimos Por que amamos, por que sofremos Por que estamos aqui, e não ao lado de quem gostamos? Por que precisamos amar alguém para dar sentido À nossa própria vida sem sentido? Por que justamente as pessoas que amamos Já acharam um sentido para elas? Morremos procurando por explicações Morremos com mais perguntas que respostas Morremos sem entender o que é sentir Morremos sem compreender o que é amar

Deixe-me sentir o peso da sua existência Descanse o seu corpo sobre o meu Para que eu possa ter a sensação
Continuar lendo

Deixe-me sentir o peso da sua existência Descanse o seu corpo sobre o meu Para que eu possa ter a sensação Do que é existir na vida de alguém E descobrir porque escrevo o que sinto Talvez seja para viver a mesma coisa mais tarde Quando você não estiver mais aqui Se um dia isso acontecer Leve-me junto com você, como folhas em uma brisa de inverno Faça-me sentir o que é a liberdade Porque o que estou experimentando, passa longe disso É como se eu criasse raízes, e você partisse sem mim Agora tudo o que passa pela minha cabeça É que naquela noite chuvosa em que nos conhecemos Não era você que precisava de mim Era eu que precisava de você

Para onde vão as coisas que não fomos capazes de sentir? As palavras que não dizemos naquela manhã Lembranças que não tivemos naquela tarde
Continuar lendo

Para onde vão as coisas que não fomos capazes de sentir? As palavras que não dizemos naquela manhã Lembranças que não tivemos naquela tarde Experiências que não vivenciamos naquela noite Tudo isso fica dentro do nosso peito, nos sufocando Na forma de uma linda rosa com espinhos cortantes Quanto mais o coração bate, mais a rosa floresce Quanto mais floresce, maior ficam os espinhos Por isso que amar é sempre doloroso Mas o que mais dói nisso tudo É tentar impedir o coração de palpitar Para não nos machucarmos mais ainda

Talvez o mundo seja uma melodia Pois cada ser tem seu próprio ritmo E a vida inteira buscamos por um
Continuar lendo

Talvez o mundo seja uma melodia Pois cada ser tem seu próprio ritmo E a vida inteira buscamos por um Que corresponda ao nosso próprio No entanto, nem sempre é possível E o ritmo que termina solitário Toca, ou pelo menos tenta Uma melodia confusa, desesperada Esforça-se para conquistar um ritmo Que não se sincroniza com o seu E acaba fazendo parte da composição De quem já se apaixonou em vão

Por que não sai da minha cabeça? Depois de tudo que me fez passar Por que ainda está aqui?
Continuar lendo

Por que não sai da minha cabeça? Depois de tudo que me fez passar Por que ainda está aqui? Você atormenta meus pensamentos Faz-me lembrar de ti onde quer que eu esteja Na rua, na praça, no trabalho Questiono-me se não achou a saída Mas como irá achá-la? Se continuo criando barreiras Para você não partir

Porque bebes em demasia? Quer esquecer o passado? Ou quer apenas sofrimento?
Continuar lendo

Porque bebes em demasia? Quer esquecer o passado? Ou quer apenas sofrimento? Quanto mais se embriaga, mais você sente Pergunto-me se é isso que quer, então Se procura na bebida não a alegria Mas a necessidade de preencher o vazio Com tristezas e sofrimentos passados E sentir-se viva de alguma maneira fútil Mas essa sensação é passageira Um dia você despertará deste sono mórbido E verá que poderias ter a mim E eu, poderia ter você

Eram noites frias de inverno Você esperava o trem chegar E eu esperava ali, até você partir
Continuar lendo

Eram noites frias de inverno Você esperava o trem chegar E eu esperava ali, até você partir Não tinha uma razão específica Você apenas me trazia alguma alegria Pensamentos rodeavam minha cabeça Fazendo-me pensar em como reagiria Se a convidasse para beber algo Para conversarmos sobre tristezas Ou algo do tedioso mundo em que vivemos Mas não, nunca tive coragem Eu ficava ali parado, vendo você ir embora

-MAIS UMA VEZ- Caminhava em silêncio pela cidade, Quando passei em frente à cafeteria,
Continuar lendo

-MAIS UMA VEZ- Caminhava em silêncio pela cidade, Quando passei em frente à cafeteria, Vi aquela mulher bebendo café na última mesa. Ela lia um livro de poesia. Fiquei observando-a por algum tempo, Mas logo apaziguei meu coração. O olhar dela sempre estava longe. Longe demais para alcançá-lo. Atravessei a avenida, melancólico por desistir mais uma vez. Sem notar, ela me olhou cruzando a rua, e se perguntou porque eu sempre parecia triste, mais uma vez.