Para a ansiedade:
Puxe o ar pela nariz (prenda-o contanto até sete), mas abrace-se com Cristo!
Solte o ar pela boca contando, também, até sete!...e mentalize o que está incomodando e jogue para fora!
Repita o exercício, ao menos, cinco vezes!
Fazendo este procedimento muitas vezes ao dia, certamente, encontrará o equilíbrio corpo/mente!
Ninguém está obrigado(a) a caminhar conosco!
As escolhas devem ser livres e, sobretudo, isentas de culpabilidade!
Não nos preocupemos se o voo do pássaro que se foi resultou em queda!
Amor próprio impõe viver e, não somente, sobreviver!
Vivamos felizes mesmo, temporariamente, com dores circunstanciais!
Enfim, tudo passa e se recompõe!
Não viveremos novamente o que já ficou e que é entendido como passado!
Olhe-se como a vitória de lutas realizadas!
Temos, substancialmente, o agora e ele é exclusivo e, felizmente, só nosso!
Não soframos pelo amanhã que é apenas uma possibilidade!
Aterrissemos no já e sejamos felizes com o nosso resultado feliz da existência!
"Quanto" mais você quer para sua vida?
Se não souber, certamente, qualquer coisa irá servir!
Mas não confunda neste "quanto" a alegria - ela é estado de alma!
Seja feliz agora!
Quero não querer o que quis por muito tempo na variável permanência desprovida da temporalidade ilusória!
Passou!.... felizmente, como brisa que fragilizou minha face, nada mais!
Películas de ornamentos frágeis que apodrecem pelo desgastar provocado pelo uso de tantas mãos que manusearam e descartaram!
Incontáveis flashes sinalizam minha alma!
Avenidas estupefatas de gente apressada e, depressa, o dia findara!
A noite boceja não querendo ser despertada da hora de descanso!
Não é possível viver na impossibilidade de ser acordada!
Gritaram gemendo tantos abutres transeuntes!
O dia insiste morrendo outra hora!
Acordados!.... seguiremos com a lua!
Não deixamos o espaço onde estamos pelo amor e, muito menos, pela dor!
Pense na exaustão!
Este é um sentido muito profundo!
Tudo é efêmero e, felizmente, passa!
Algumas vertigens anunciam sorrateiros sopros de sonhos.
Alguns não insistem, mas saltitam para nascer.
Outros nada querem, embora queiram demais o que não pode ser alimentado nas entrelinhas do ocaso.
Misturados neste eufemismo de soberba solidão... saem singrando rumo afora sem destino certo e no incerto tempo de nascer.