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Frases de poeta Adailton

115 frases

Eu acreditei Eu acreditei que no amor era só amar, mas é preciso que alguém te ame do mesmo jeito. Para formar um par perfeito. Olhar na mesma direção, andar de mãos dadas sob o Sol e á noite dormir embaixo do mesmo lençol.
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Eu acreditei Eu acreditei que no amor era só amar, mas é preciso que alguém te ame do mesmo jeito. Para formar um par perfeito. Olhar na mesma direção, andar de mãos dadas sob o Sol e á noite dormir embaixo do mesmo lençol. Acordar de madrugada, fazer um carinho, ouvir um gemidinho e fazer a cama tremer. Eu acreditei que a cada amanhecer eu ia acordar com você. Ás vezes o par não é perfeito, o amor perde para a ingratidão e tudo aquilo que foi, hoje não é mais. Não adianta correr atrás nem te procurar nas redes sociais. Tenho que convencer o meu coração para expulsar essa paixão que insiste em morar dentro do meu peito. No amor temos que plantar no mesmo chão, regar o coração para brotar a semente da felicidade. Independente da idade o amor nasce dentro da gente. Com você me enganei completamente, mas já plantei outra semente e ela vai germinar e novamente vou acreditar que todo amor que plantei renascerá. poeta Adailton

Hoje vai ser melhor que ontem A minha cadeira de rodas é o meu maior testemunho de que a alegria não depende das circunstâncias, mas sim da coragem de ser feliz, pois mesmo que a sua vida não esteja do jeito que você quer, seja feliz só pelo simples fato de ter uma vida. Apesar…
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Hoje vai ser melhor que ontem A minha cadeira de rodas é o meu maior testemunho de que a alegria não depende das circunstâncias, mas sim da coragem de ser feliz, pois mesmo que a sua vida não esteja do jeito que você quer, seja feliz só pelo simples fato de ter uma vida. Apesar do acidente, Jesus pegou na minha mão e me levantou. As lágrimas que derramei Jesus as enxugou .E nas trevas que eu andei, Jesus me iluminou. Jesus me mostrou que é possível caminhar apesar de eu ter apenas uma das pernas. Ele me mostrou que eu consigo abraçar a vida apesar de ter apenas o braço direito. Acredite! Hoje vai ser melhor que ontem Poeta Adailton

Soneto Meu pai era um homem feliz Ele nunca precisou de riqueza para viver.
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Soneto Meu pai era um homem feliz Ele nunca precisou de riqueza para viver. Ele nunca estudou, mas era educado. Criou a sua família trabalhando no roçado. Nunca reclamou de nada mesmo no "cabo da enxada." Tinha Paciência de Jó. Era homem de uma palavra só. Ás vezes fingia não ouvir para não discutir. Gostava de achar graça. Bebia "as suas cachaças". Não mexia com ninguém Aos filhos queria muito bem. Lutava pela nossa felicidade. Lembro-me com saudade. A sua partida era esperada A doença o venceu. poeta Adailton

Passear em Martins-RN Ouvi de um amigo meu: "Quando vou passear em Martins a minha alegria se renova."
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Passear em Martins-RN Ouvi de um amigo meu: "Quando vou passear em Martins a minha alegria se renova." Após subir a Ladeira dos Picos chegando na Lagoa Nova. Quando estou em Martins parece que nem existo.Lá do Mirante Mãe Guilé vejo o rosto de Cristo.É uma terra de gente boa.Os 700 metros de altura nem parecem ser tão alto.Os bairros da Camboa e do Planalto. A bela terra da Maioridade.A Ladeira 13 de Maio. O Coreto no centro da cidade,palco de cantores e atração.A Casa de Pedra, localizada no sertão,tem beleza a se perder de vista, é o local mais procurado pelos turistas. Terra de gente feliz.Foi chamada de Imperatriz.Teve na Rua das Pedras o seu "berçário".A linda Lagoa do Rosário. A cidade de Martins tem escolas e árvores centenárias.Uma bela jaqueira para a gente em baixo dela conversar.Quem diria que a principal Obra de Camões- Os Lusíadas- no museu da Escola Almino Afonso o turista pode encontrar. Poeta Adailton

Martins-RN Sua Cultura,riqueza do seu povo. Uma tigela de xerem ou um prato de angu.
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Martins-RN Sua Cultura,riqueza do seu povo. Uma tigela de xerem ou um prato de angu. No carnaval de Martins não pode faltar o papangu Carne no prato, farinha na cuia é Sábado de aleluia Os cultos, as novenas, as missas e as Santas Missões são demonstrações de devoção e fé. As quadrilhas juninas, animam o povo dessa terra. Oxente compade! É O SÃO JOÃO NA SERRA. Serra de um povo alegre,trabalhador e hospitaleiro. Quem não lembra das festas dos motoqueiros? A temperatura agradável,o vinho gelado e o chocolate quente. A gastronomia requintada é atração para muita gente. Comidas e bebidas variadas.Desde a cachaça tradicional até um café de Potugal, chamado "bica".Tem até uma receita goiana de um Arroz Puta Rica. Que saudade do "Arroz no caldo da galinha" de Dona Marica. As escolas são outra riqueza desse povo.Convivem em harmonia a música e a ciência .Dia 7 de Setembro é o desfile da independência.A mostra de talento e inteligência é nas feiras de ciências. Olha pro céu meu amor. Veja como ela está lindo! É a queima de fogos.Um novo ano está surgindo. Até a próxima poesia.A gente se encontra de novo! Poeta Adailton – à Martins.

Rascunho Música Rascunho Compositor poeta Adailton
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Rascunho Música Rascunho Compositor poeta Adailton Rascunhar as páginas do passado Tentar consertar os erros que na página da sua vida você escreveu. O amor não se esconde.Aí não tem mais jeito.Duvido você rascunhar o amor que está dentro do seu peito. Desculpe se fui mal. Não podemos colocar reticência onde tem ponto final. Apagar as mensagens no celular.Deletar as minhas fotografias. É sinal que você quer rascunhar tudo que escrevemos um dia.O amor não se esconde.Aí não tem mais jeito.Duvido você rascunhar o amor que está dentro do seu peito. Desculpe se fui mal. Não podemos colocar reticência onde tem ponto final. Rascunhando a minha fotografia.Cada traço do meu rosto é uma página que o destino escreveu.O amor não se esconde.Aí não tem mais jeito.Duvido você rascunhar o amor que está dentro do seu peito. Desculpe se fui mal. Não podemos colocar reticência onde tem ponto final. poeta Adailton

O Silêncio Meu sexto Soneto É verbo no imperativo;
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O Silêncio Meu sexto Soneto É verbo no imperativo; É calar mesmo sentindo a dor; É o pedido do professor; É a mais dolorosa resposta para um bom entendedor; É expressar com um olhar tudo o que sente no coração; É o momento de oração; É falar com Jesus; É suportar o peso da cruz; É o grito no deserto; É não dizer aquilo que não vale a pena; É a noite na cidade em quarentena; É o porquê que muitos não podem compreender. E outros não merecem saber. É,ás vezes, a responsabilidade do que dizemos. poeta Adailton

A minha primeira poesia Passear em Martins Vou ficar em uma casinha no Sítio canto e nas noites de lua apreciar seu encanto.
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A minha primeira poesia Passear em Martins Vou ficar em uma casinha no Sítio canto e nas noites de lua apreciar seu encanto. O Sol raiou no céu, vou mergulhar nas piscinas do chalé ou do hotel. Para se hospedar em Martins não tem ingancho, temos as pousadas e o rancho.Existem pessoas que conhecem Martins desde menino, fala sobre toda a nossa história e até do Memorial Manoel Lino. O Sol se e Pôs e a Lua traz o seu mistério.Á tardinha vou rever os amigos do jacú, da Cohab e do caminho do cemitério. Á noite vou pedalar."Arrudiar" a pracinha do Jocelyn Villar. Deitar com frio em Martins não é nada mal.Á noite ouvir o som das águas da cachoeira da Umarizeira. Acordar com as comadres conversadeiras pilando coloral. Os flhos ausentes teem Martins no coração.A lagoa Nova, o Caminho da Bica e o lamarão.A deliciosa comida e o belo açude do Porção. Quem vem passear em Martins, leva consigo fotos, lembranças e saudade.A igreja da Rua das Pedras e o centro da cidade. "Quando a pandemia passar, venha conhecer a nossa cidade." poeta Adailton Ferreira

Música A última vez Compositor poeta Adailton Ah!
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Música A última vez Compositor poeta Adailton Ah! O seu olhar sumindo No seu cavalo partindo Em outra direção Ah! Vaqueira bela Montada naquela sela No seu cavalo pedrês Aquela foi a última vez(Refrão) Ah! O seu sorriso lindo Os seus olhos cor de mel As suas botas e o seu chapéu Ah! Vaqueira bela Montada naquela sela No seu cavalo pedrês Aquela foi a última vez(Refrão) Ah! Asua despedida A partir daquele hora foi como um par de espora furando o meu coração Ah! Vaqueira bela Montada naquela sela No se cavalo pedrês Aquela foi a última vez(Refrão) poeta Adailton

Música Qual a sua dúvida Compositor poeta Adailton Eita modão!
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Música Qual a sua dúvida Compositor poeta Adailton Eita modão! É que ás vezes você liga pro meu celular Só para me acordar E para me lembrar que sou seu ex Fala de uma vez! Fala de uma vez Ou vai se arrepender por não ter dito tudo aquilo que deveria(refrão) Fala de uma vez Que não me esqueceu Que eu sou a sua dúvida Que eu sou o seu pesadelo das madrugadas Fala de uma vez! Fala de uma vez Ou vai se arrepender por não ter dito tudo aquilo que deveria(refrão) poeta Adailton

Música Foi prejudicial Compositor poeta Adailton Eita modão!
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Música Foi prejudicial Compositor poeta Adailton Eita modão! Foi prejudicial Só me fez mal essa paixão! Eu amei demais Não fui capaz de dizer não. O tempo passou e você fez morada no meu coração. Foi prejudicial Só me fez mal essa paixão! Eu me entreguei Eu não me liguei Estou viciado em você. Foi prejudicial Só me fez mal essa paixão! Desculpa, foi mal Não sei te esquecer A culpa é sua. Foi prejudicial Só me fez mal essa paixão! poeta Adailton

Meu quinto soneto O Sorriso É um ato de amor;
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Meu quinto soneto O Sorriso É um ato de amor; É uma demonstração de felicidade; Ás vezes discreto; Ás vezes exagerado; É uma gargalhada; É a moça com o aparelho nos dentes; É um fingimento,descontente; É a extravagância do banguelo; É a inocência de uma criança; É a queda de um distraído; É aquilo que estava preso na Garganta; Ás vezes não é vingança; É derrubar quem um dia te machucou; É surgir do nada.Solto, livre e sincero. poeta Adailton

Música De corpo inteiro Compositor poeta Adailton Toma banho
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Música De corpo inteiro Compositor poeta Adailton Toma banho Liga o chuveiro Da cama eu sinto o seu cheiro De baixo do edredom Tudo de bom De corpo inteiro você se entrega E não pensa em mais nada Dorme nos meu braços E já é madrugada( refrão) Tira a roupa para mim provocar Apaga a luz antes de deitar Se entrega sem medo Conta para mim seus segredos. e corpo inteiro você se entrega E não pensa em mais nada Dorme nos meu braços E já é madrugada( refrão) poeta Adailton

Meu quarto soneto A tristeza Substantivo abstrato;
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Meu quarto soneto A tristeza Substantivo abstrato; Depende de alguém para existir; É a marca da infelicidade; É a companheira da saudade; Ás vezes é motivo para sorrir; Para disfarçar aquilo que qualquer pessoa ver; Mas quando não tem jeito; Não dá para esconder; É a impotência de não poder ajudar; É querer dizer e não falar; É o sabor amargo da derrota; É a consequência da desilusão; É filha da traição e irmã do desamor; É a distância entre a felicidade e a dor. poeta Adailton

Meu terceiro soneto A fome É um vazio na barriga;
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Meu terceiro soneto A fome É um vazio na barriga; É sentir o cheiro da comida e não poder saciar; É a dor de ver uma criança chorar por um prato de comida; É pedir a alguém um "restinho de comida" que sobrou do jantar; É perceber que o que você ganha não é o suficiente ; É ouvir o choro dos inocentes por um pedaço de pão; É um gesto de homens, mulheres e crianças estirando uma das mãos; É ver os pobres apanhando migalhas do chão; É o sacrifício de não conseguir trazer para casa o pão nosso de cada dia; É a geladeira de muitos cheia e a sua vazia; É a mãe enganar a criança deixando ela mamar no peito vazio; É para o mundo um grande desafio; É tornar um homem,muitas vezes,um bicho; É catar comida no lixo. Poeta Adailton

Música Fui morar no sertão Compositor poeta Adailton Eu estive pensando
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Música Fui morar no sertão Compositor poeta Adailton Eu estive pensando Não faço mais parte dos seus planos Você me expulsou do seu coração Larguei a faculdade deixei de morar na cidade Fui morar no sertão Fui morar no sertão(Refrão) Contive meus sentimentos Vendi o meu apartamento E fui morar no sertão Larguei a faculdade deixei de morar na cidade Fui morar no sertão Fui morar no sertão(Refrão) Deixei de ser engenheiro para ser vaqueiro E fui morar no sertão Larguei a faculdade deixei de morar na cidade Fui morar no sertão Fui morar no sertão(Refrão) poeta Adailton

⁠Música fingindo que esqueceu compositor Poeta Adailton Guarde seu amor
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⁠Música fingindo que esqueceu compositor Poeta Adailton Guarde seu amor Que eu guardo o meu Se alguém lhe perguntar por mim Diga que me esqueceu Se alguém me perguntar por você Vou dizer que lhe esqueci Só não vale chorar olhando as fotos no celular Só não apagar as mensagens que me escreveu Só não vale ficar fingindo que esqueceu(refrão) Quando o dia amanhecer e alguém perguntar a você Como passou a noite. Diga que dormiu bem Diga que estava frio Diga que o lençol lhe aqueceu Mas o amor no peito não adormeceu Só não vale chorar olhando as fotos no celular Só não apagar as mensagens que me escreveu Só não vale ficar fingindo que esqueceu (refrão) Quando o dia amanhecer vou falar que sonhei com você Vou dizer que a noite virou dia Aquela cama vazia Ainda espera por você Só não vale chorar olhando as fotos no celular Só não apagar as mensagens que me escreveu Só não vale ficar fingindo que esqueceu (refrão) Poeta Adailton

⁠Música Nosso Rancho no Sertão Compositor Poeta Adailton Assim como o João-de barro
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⁠Música Nosso Rancho no Sertão Compositor Poeta Adailton Assim como o João-de barro Vou fazendo a nossa casinha Teto de palha Chão de barro batido Sem ferrolho na porta Nada disso para nós importa Eu não sou engenheiro Sou um vaqueiro Tenho muito amor no coração Eu não tenho carro Com as mãos cheia de barro vou construindo nosso "torrão".(Refrão) Assim como o João-de- barro De raminho em raminho vou fazendo nosso "ranchinho" Fogão a lenha Panela de barro no fogão Muito amor no coração Eu não sou engenheiro Sou um vaqueiro Tenho muito amor no coração Eu não tenho carro Com as mãos cheia de barro vou construindo nosso "torrão".(Refrão) Assim como o João-de- barro De raminho em raminho vou fazendo nosso "ranchinho" Água do pote Copo de alumínio Tudo bem limpinho Eu não sou engenheiro Sou um vaqueiro Tenho muito amor no coração Eu não tenho carro Com as mãos cheia de barro vou construindo nosso "torrão".(Refrão) Poeta Adailton

⁠Música Compositor Poeta Adailton Eu só volto para você se você prometer morar comigo no sertão
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⁠Música Compositor Poeta Adailton Eu só volto para você se você prometer morar comigo no sertão Se você voltar para mim eu prometo lhe dar meu coração. Fazer muito amor. O galo é o nosso despertador. Cedinho já estamos de pé. No fogão a lenha fazemos o café. Eu só volto para você se você prometer morar comigo no sertão Se você voltar para mim eu prometo lhe dar meu coração. Lá no Sertão a natureza é bela No cavalo eu boto a sela Deitar na rede com a água do pote matar a sede. Eu só volto para você se você prometer morar comigo no sertão Se você voltar para mim eu prometo lhe dar meu coração. Lá no Sertão o nosso amor não fica para depois. O Rancho é pequeno, mas no meu coração cabe nós dois. Eu só volto para você se você prometer morar comigo no sertão Se você voltar para mim eu prometo lhe dar meu coração. Poeta Adailton

⁠Música Deixa ir Compositor Poeta Adailton Deixa ir
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⁠Música Deixa ir Compositor Poeta Adailton Deixa ir Deixa levar Tudo aquilo que te faz sofrer Aquilo que se foi não pertence a você Seja leve Seja como as folhas na primavera Deixe o vento te levar Deixa ir (Refrão) Espere a vida trazer o que você merecer Não perca seu tempo com o que te faz sofrer Aquilo que se foi não pertence a você Seja leve Seja como as folhas na primavera Deixe o vento te levar Deixa ir (Refrão) Não se arrependa do amor que você deu A quem não merecesse Quando a gente esquece é porque não tem interesse Seja leve Seja como as folhas na primavera Deixe o vento te levar Deixa ir (Refrão)

⁠Musica Eu não digo Compositor Poeta Adailton Oh! Oh!
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⁠Musica Eu não digo Compositor Poeta Adailton Oh! Oh! Eu não digo E no piseiro E o vaqueiro E o Poeta Adailton Você não diz Eu também não digo Que você esta ficando comigo Eu não digo Oh! Oh! Eu não digo E no piseiro E o vaqueiro E o Poeta Adailton Fica com ele Eu não ligo Fico com ela Ela não liga Só não para sua amiga Que você fica comigo Eu não digo Oh! Oh! Eu não digo E no piseiro E o vaqueiro E o Poeta Adailton Saiba disfarçar Quando eu passar Quando Você estiver com ele naquele Naquele bar Eu não digo Oh! Oh! Eu não digo E no piseiro E o vaqueiro E o Poeta Adailton

⁠Música Elisa Compositor Poeta Adailton Segura no piseiro papai!
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⁠Música Elisa Compositor Poeta Adailton Segura no piseiro papai! Porquê você não falou que ia me esperar Fiquei até tarde no bar Cheguei em casa Abri a porta devagarinho para ela não notar Mas ela estava a mim esperar Elisa! Oh! Elisa,onde você encontrou batom na minha camisa Elisa Oh! Elisa,onde você encontrou batom na minha camisa(Refrão) Deixei o celular no silencioso. Subi a escada na pontinha do pé para ela não acordar Mas ela estava a mim esperar Elisa! Oh! Elisa,onde você encontrou batom na minha camisa Elisa Oh! Elisa,onde você encontrou batom na minha camisa(Refrão)

⁠Música Vaqueiro diferente Compositor Poeta Adailton Puxa no piseiro,papai!
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⁠Música Vaqueiro diferente Compositor Poeta Adailton Puxa no piseiro,papai! Essa é mais uma do Poeta Adailton Sou vaqueiro Sou moral Sol um vaqueiro diferente Ando de camionete e uso aparelho nos dente O meu cavalo é campeão A minha casa é o caminhão Corro nas vaquejadas da capital e do sertão Sou vaqueiro Sou moral Sol um vaqueiro diferente Ando de camionete e uso aparelho nos dente A boiada é de primeira Chama o Bate-esteira Na porteira do jiqui Dentro da faixa o boi vai cair Se tem boiada moral que venha já batemos a última senha Sou vaqueiro Sou moral Sol um vaqueiro diferente Ando de camionete e uso aparelho nos dente

⁠Música Bicho do Mato Compositor Poeta Adaílton Sou bicho do mato
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⁠Música Bicho do Mato Compositor Poeta Adaílton Sou bicho do mato Moro sozinho Meu português é ruim Se você gostar de mim Prometo te dar muito carinho Moro em uma cabana não tenho grana Não sou doutor Não tive formação Meu jaleco é um gibão Sou bicho do mato Moro sozinho Meu português é ruim Se você gostar de mim Prometo te dar muito carinho Não estudei Faltei á escola Tenho um cavalo, uma sela e um par de espora Cozinho num fogão á lenha Bebo água em uma cabaça Fazer você feliz mais do que eu não tem quem faça.