Soneto
A saudade
É a sala da solidão;
É uma lembrança de quem partiu para a eternidade;
É lembrar de alguém que passou pela sua vida;
É a dor da despedida;
É uma vontade de rever quem não está perto;
É como um grito no deserto;
É lembrar de tudo que passou;
É um aperto no coração;
É peso da cruz;
É o momento de conversar com Jesus;
É chorar em silêncio;
É acordar e não dormir;
É um vazio cheio de emoção;
É transbordar pelos olhos o que encheu o coração;
poeta Adailton
Jesus, eu prometo
Música Jesus, eu prometo
Compositor Poeta Adailton
Senhor jesus!
Eu prometo tentar ser tudo aquilo de bom que não pude ser
Fazer tudo aquilo que não pude fazer.
Eu prometo amar como nunca amei
Perdoar quem me magoou
Pedir perdão a quem eu magoei
Senhor jesus!
Eu quero levantar as mãos para o céu para pegar nas tuas
Abrir o meu coração para brotar a semente do amor
Eu te peço,Senhor! Alivia do enfermo aquela dor.
Que o ódio se transforme em amor.
Senhor jesus!
Eu prometo Senhor tentar realizar os meus planos
Ser menos egoísta e tentar me tornar mais humano
Eu queria Senhor, aliviar o meu cansaço
Dormir e acordar nos seus braços.
Eu queria Senhor, que pela minha fé eu consiga ficar de pé
Segurar nas tuas mãos e dar os primeiros passos.
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 05/03/2020
Reeditado em 05/03/2020
Código do texto: T6880718
Classificação de conteúdo: seguro
Licença Creative Commons
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É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
É no buteco eu encho o copo e seco
É no buteco que eu esbanjo de felicidade
É no buteco que eu choro de saudade
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
É no buteco que eu escuto um modão
É no buteco que eu bebo um litrão
é no buteco que eu afogo a minha paixão
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
poeta Adailton
Sou vaqueiro sou piseiro
Música Sou vaqueiro sou piseiro
Compositor Poeta Adailton
Sou vaqueiro
Sou piseiro
Gosto de correr nas vaquejadas
Vai!...Vai vaqueiro
Vai piseiro(refrão-backing vocal)
Sou Vaqueiro
Sou piseiro
Lá vou eu com a minha boiada
Vai!...Vai vaqueiro
Vai piseiro(refrão-backing vocal)
Sou vaqueiro
Sou piseiro
Gosto de beber uma gelada
Vai!...Vai vaqueiro
Vai piseiro(refrão-backing vocal)
Sou vaqueiro
Sou piseiro
Gosto de dançar com a mulherada
Vai!...Vai vaqueiro
Vai piseiro(refrão-backing vocal)
Sou vaqueiro
Sou piseiro
Lá vou eu na minha camionete
Vai!...Vai vaqueiro
Vai piseiro(refrão-backing vocal)
Sou vaqueiro
Sou piseiro
Lá vou eu tomando uma piriguete
Vai!...Vai vaqueiro
Vai piseiro(refrão-backing vocal)
Sou vaqueiro
Sou piseiro
Vou curtindo o som do paredão
Vai!...Vai vaqueiro
Vai piseiro(refrão-backing vocal)
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 16/02/2020
Código do texto: T6867440
Classificação de conteúdo: seguro
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Você foi um erro que eu queria errar todos os dias.
Música Você foi um erro que eu queria errar todos os dias.
Compositor Poeta Adailton
Ah!
O seu olhar na minha direção
Faz pulsar o meu coração
Você foi um sonho bom que eu sempre queria sonhar
Você foi um despertar com alegria
Você foi um erro que eu queria errar todos os dias.(Refrão)
Ah!
Aquelo beijo.
Despertava em mim um desejo.
De lhe ter em meus braços.
De me "afogar" nos seus abraços
Você foi um sonho bom que eu sempre queria sonhar
Você foi um despertar com alegria
Você foi um erro que eu queria errar todos os dias.(Refrão)
Ah!
Gosto de olhar o celular.
No áudio ouvir a sua voz
No instra ver as as suas fotos
e pensar em nós.
Você foi um sonho bom que eu sempre queria sonhar
Você foi um despertar com alegria
Você foi um erro que eu queria errar todos os dias.(Refrão)
poeta Adailton
poeta Adailton
Ta bom
Música Ta bom
MODÃO SERTANEJO
Compositor Poeta Adailton
Ta bom!
Quando você partir deixe a porta fechada
Porque de madrugada alguém pode bater
Eu sei que é você pedindo para entrar
Não fui eu que mandei você embora
Acontece que tem hora que não da para aquentar
O teu ciúmes e a tua desconfiança
Você agindo como criança
Olhando as mensagens no meu celular
Assim não da...(REFRÃO)
Ta bom!
Já que você voltou pegue o cobertor e vem deitar
Sai do sofá e vem pra cama
Deita!Apague a luz
Você é uma cruz que eu gosto de carregar
Não fui eu que mandei você embora
Acontece que tem hora que não dar para aquentar
O ciúmes teu a tua desconfiança
Você agindo como criança
Olhando as mensagens no meu celular
Assim não da...(REFRÃO)
Poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 23/01/2020
Código do texto: T6849099
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Sanfoneiro piseiro
Música Sanfoneiro piseiro
Compositor Poeta Adailton
Ritmo pisadinha
Oh! sanfoneiro toca mais uma pisadinha porque a galera ta a fim de pisar
"Machuca" essa sanfona bem devagarinho!
A pisada é boa no sertão!
Oh! sanfoneiro toca a pisada do piseiro
Aqui nesse terreiro não tem hora pra acabar
"Machuca" essa sanfona bem devagarinho!
A pisada é boa no sertão!
Um litro de whisky na mão
Uma cerveja gelada
A galera na pisada
"Vai galera pisadeira"!
Pisa a noite inteira!
"Machuca" essa sanfona bem devagarinho!
A pisada é boa no sertão!
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 09/01/2020
Código do texto: T6837660
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Música Rancho do Vaqueiro
Compositor Poeta Adailton
Um copo de alumínio, uma jarra e uma cabaça
Uma tábua com um moinho lá no lado fora
O meu chapéu de vaqueiro e um par de espora
Sou um vaqueiro, não tenho dinheiro
Mas tenho muito amor pra dar
No meu rancho você pode me encontrar(refrão)
Uma rede pendurada num torno na parede
Com a água do pote eu mato a minha sede
Na forquilha penduro o meu gibão
Sou um vaqueiro, não tenho dinheiro
Mas tenho muito amor pra dar
No meu rancho você pode me encontrar(refrão)
Ponho a panela de barro no fogão
Ligo o rádio
E para matar a solidão tomo um gole de cachaça
Ir embora do meu sertão não tem homem que faça.
Sou um vaqueiro, não tenho dinheiro
Mas tenho muito amor pra dar
No meu rancho você pode me encontrar(refrão)
Poeta Adailton
MISTURA O NOSSO AMOR
Música MISTURA O NOSSO AMOR
Compositor Poeta Adailton
Na mesa resto de comida
No copo resto de bebida
Vamos brindar as nossas vidas
Na boca o gosto do seu batom
Mistura do nosso amor
Quero te dizer que foi bom(refrão)
No quarto nossas roupas espalhadas pelo chão
Na cama o fogo da paixão
A gente rolando no colchão
Na boca o gosto do seu batom
Mistura do nosso amor
Quero te dizer que foi bom(refrão)
Depois do amor para aliviar o cansaço
você dorme, sonha e amanhece nos meus braços
Na boca o gosto do seu batom
Mistura do nosso amor
Quero te dizer que foi bom(refrão)
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 06/01/2020
Código do texto: T6835426
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Senhor jesus!
Eu prometo tentar ser tudo aquilo de bom que não pude ser
Fazer tudo aquilo que não pude fazer.
Eu prometo amar como nunca amei
Perdoar quem me magoou
Pedir perdão a quem eu magoei
Eu quero levantar as mãos para o céu para pegar nas tuas
Abrir o meu coração para brotar a semente do amor
Eu te peço,Senhor! Alivia do enfermo aquela dor.
Que o ódio se transforme em amor.
Eu prometo Senhor tentar realizar os meus planos
Ser menos egoísta e tentar me tornar mais humano
Eu queria Senhor, aliviar o meu cansaço
Dormir e acordar nos seus braços.
Eu queria Senhor, que pela minha fé eu consiga ficar de pé
Segurar nas tuas mãos e dar os primeiros ´passos.
Adailton Ferreira
A CRUZ
Aquela que mais pesou, Jesus a carregou.Pendurado orou e perdoou.Caminhando, a carregamos e reclamamos; nem sempre oramos e perdoamos.Tentamos colocá-la para os outros, pois, muitas vezes, achamos que não a merecemos.Cada um tem a missão de conduzi-la, ás vezes leve, ás vezes pesada.Jesus sangrou os pés e as mãos- se não bastasse uma coroa de espinho sobre a sua cabeça- Há situações em que sangramos o coração e pedimos força áquele que com a sua morte nos deu a vida.
Adailton Ferreira
Essa gelada
Música Essa gelada
Compositor poeta Adailton
Sertanejo Universitário ou modão Sertanejo
Essa gelada eu vou beber e oferecer a você que riu da minha cara(refrão)
Me fez sofrer e hoje sofre também
Nunca quis o mal de ninguém
Mas fez pagou
Essa gelada eu vou beber e oferecer a você que riu da minha cara(refrão)
Não adianta disfarçar
E quando me encontrar virar a cara
Eu sei que vergonha é coisa rara
Essa gelada eu vou beber e oferecer a você que riu da minha cara(refrão)
Me fez sofrer por um instante
Tentou me humilhar
Mas a vida é como um grande restaurante
Ninguém sai sem pagar
Essa gelada eu vou beber e oferecer a você que riu da minha cara(refrão)
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 21/12/2019
Código do texto: T6823762
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Eu não estou mais aqui
Música Eu não estou mais aqui
Compositor poeta Adailton
Até aqui tudo bem
Você com ele/a e eu sozinho/a
Valeu a pena, agora, segue o seu caminho
Escuta vou te falar
Hoje ele te faz sorrir
Quando a saudade bater
Eu não estou mais aqui(Refrão)
Foi muito tempo perdido
Tanto amor que eu te dei
Confesso cansei
Segue o seu caminho
É melhor a certeza do que viver iludido
Escuta vou te falar
Hoje ele/a te faz sorrir
Quando a saudade bater
Eu não estou mais aqui(Refrão)
Olhar para traz não faz sentido
Os momentos vividos não voltarão
É Melhor a certeza do que viver iludido
Escuta vou te falar
Hoje ele/ate faz sorrir
Quando a saudade bater
Eu não estou mais aqui(Refrão)
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 21/12/2019
Código do texto: T6823743
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Que gelo você me deu
Música Que gelo você me deu
Compositor poeta Adailton
Nossa! ...
Que gelo foi esse que você me deu
Ainda bem que o gelo derreteu
A saudade doeu
O amor te convenceu:é hora de ligar
Nossa! ...
Que gelo foi esse que você me deu
Ainda bem que o gelo desmancha!
Ao ligar meu celular
Nossa!... que surpresa boa
Estou sorrindo á toa
A felicidade me faz deslanchar
Nossa! ...
Que gelo foi esse que você me deu
Ainda bem que o gelo derreteu!
Todo esse tempo sem a gente se falar
Que saudade de você!
Faz uma live
Eu quero te ver
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 19/12/2019
Código do texto: T6822409
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Minha Companhia
Minha Companhia
Compositor poeta Adailton
No bar ou no espetinho
Você é a minha companhia
Nunca me deixa sozinho
Me faz um carinho
Me beija de um jeito que só você sabe beijar
Nunca vou te deixar
Faz amor do jeito que só você sabe
É tanta paixão que no meu peito não cabe
Revira a minha cama
Ajusta a minha vida
Minha companheira pro resto da vida
Meu alento.
Te quero todo momento.
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 11/12/2019
Código do texto: T6816277
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Essa história de nós dois
Música Essa história de nós dois
Compositor Poeta Adailton
É!...essa história de nós dois
Deixamos o momento passar para reslover depois
Todo o nosso passado foi um sonho não realizado
Ficou "engavetado" na nossa memória
Precisamos resolver.Abrir essa "gaveta"e reescrever a nossa
história.Emendar os fragmentos , reviver os bons momentos e
reascender a chama do amor.(Refrão)
É!...essa história de nós dois ainda não terminou.
Dar pra ouvir as batidas do seu coração
Quando a saudade bate me chamando pra voltar
E quando o desejo dominar todo o seu corpo
Duvido que você não lembrou do nosso amor.
Precisamos resolver.Abrir essa "gaveta"e reescrever a nossa
história.Emendar os fragmentos , reviver os bons momentos e
reascender a chama do amor.(Refrão)
poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 11/12/2019
Código do texto: T6816139
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O INIMIGO
Música O INIMIGO
Compositor Poeta Adailton
De repente o inimigo te leva para o abismo.
Dificilmente você consegue sair .
É preciso muita fé em Deus.
As coisas ruins vão acontecendo e você lutando contra essa "força negativa"-o inimigo.
O inimigo fechou as portas você está em um labirinto.É uma passagem escura na qual você não ver uma luz.
É preciso muita fé em Deus.
As coisas ruins vão acontecendo e você lutando contra essa "força negativa"-o inimigo.
É como você está sozinho no meio da multidão.
Aquela pessoa que quer o seu bem, você não ver e nem escuta o que ela diz.As coisas ruins vão acontecendo e você lutando contra essa "força negativa"-o inimigo.
É preciso muita fé em Deus.
Nosso inimigo verdadeiro é o diabo. Muitas pessoas podem se opor a nós mas elas estão sendo enganadas pelo diabo. Pessoas não são nossos inimigos verdadeiros.
É preciso muita fé em Deus.
Devemos resistir ao diabo e deixar a vingança nas mãos de Deus. Deus nos protege de nossos inimigos e luta por nós.
É preciso muita fé em Deus.
Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.
Poeta Adailton Ferreira
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 05/12/2019
Código do texto: T6811387
Classificação de conteúdo: seguro
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A Estrada
Às vezes o fardo é muito pesado. Não podemos deixá-lo de lado, temos que carregar. Às vezes não temos tempo para descansar e temos que seguir a estrada do destino.
Às vezes chorando, às vezes sorrindo, temos que aceitar as circunstâncias. Não sabemos a distância da caminhada. Às vezes a estrada é tortuosa e em alguma curva perigosa podemos sobrar.
Às vezes não sabemos quem vai nos acompanhar. Alguém que deveria ir, de repente, tem que ficar.
Quem deveria ficar, de repente, tem que partir.
Às vezes veem as surpresas da vida.
Uma mão acenando no meio do caminho.
Alguém chorando a sua partida e outros sorrindo de felicidade.
A estrada da vida é uma interrogação.
Muitos caminham pela contra mão.
Poeta Adailton
Remando nas águas do destino.
Por Adailton Ferreira
Tem dias que Eu vou remando contra o vento.
Quebrando as ondas que querem afundar a minha canoa.
Tem dias que Eu vou remando a favor do vento.
Vou sorrindo á toa.
Tem dias que Eu estou no meio da lagoa.
Eu olho para trás, mas não posso voltar.
Tenho que remar para frente.
Ouço uma voz sussurrando no meu ouvido.
É Deus dizendo:
Filho!
"Mesmo que não haja vento, reme.!"
São as águas do destino no mar das emoções.
Afogando os corações. Traçando caminhos.
Ás vezes nos fazem sorrir, ás vezes nos fazem chorar.
Trazendo alguém para junto de ti e levando quem não deve ficar.
Á vezes não queremos entender, mas saiba que são as águas que levam e trazem alguém até você.
Poeta Adailton
Despedida
É o último abraço em alguém que a gente gosta.
É uma tristeza no olhar ao ver a pessoa partindo.
É como olhar pelo retrovisor e ver o rosto sumindo.
São as últimas horas de velório.
São as salva de palmas na saída do caixão.
É o a Deus e a separação.
São as últimas palavras do sermão.
É um aperto no coração.
É a dolorosa caminhada ao lado do caixão.
É aquela música que faz a gente chorar.
É alguém com a mão a acenar.
São momentos de dores.
São os Buques De flores flores e coroas para funeral
E no cemitério, a homenagem final.
Poeta Adailton
Música Pega ela de volta
Compositor Poeta Adailton
Eh!...
Não tem jeito não.
Vou guardar ela no meu coração.
Vou chorar cada vez que eu ouvir a nossa canção.
Pega ela de volta.
Faz com ela tudo o que não fiz.
Só assim ela será feliz.(Refrão)
Vou sentir os seus abraços cada vez que eu sentir frio.
Vou apertar o travesseiro no peito.
Vou tentar preencher esse vazio.
Pega ela de volta.
Faz com ela tudo o que não fiz.
Só assim ela será feliz.(Refrão)
Eh!
Vou dormir e acordar pensando na gente.
No meu quarto a sua ausência ainda está muito presente.
Pega ela de volta.
Faz com ela tudo o que não fiz.
Só assim ela será feliz.(Refrão)
Poeta Adailton
O pacato cidadão que mora lá no Sertão.
Os calos nas mãos de tanto puxar a enxada.
Da vida moderna não sabe nada.
Levanta o chapéu e da testa pinga o suor.
Pega o lençol e dá nó.
E com a habilidade de uma das mãos apanha feijão.
Olha pro Céu e diz:
“Vixe Maria!” O Sol está no meio do céu! Já é meio-dia.
Em casa o feijão está cozinhado.
De lá do roçado ele sente o cheiro do cuscuz.
Pensando consigo diz:
Ah Jesus! Vou cuidar, ainda tem a carne pera assar.
Almoça o feijão com carne e cuscuz.
Agradece a Deus com muita ternura.
Adoça a vida com um “pedaço de rapadura".
Poeta Adailton
O balão voa à mercê do vento.
Um vento forte soprou do Ocidente e causa um estrago no Oriente. Dizem que ele chegou no Brasil em Janeiro e também dizem que alguém sabia que ele era letal. Para não prejudicar a economia e nem o carnaval vamos nos calar.
O Coronavírus teve o carnaval para se divertir: o sambódromo do Anhembi, a Marquês de Sapucaí. Viu as mulatas cariocas, em são Paulo as lindas dançarinas. Deitou e rolou nas ladeiras de Olinda.
Em Salvador o Coronavírus se escondeu e ouviu aquela velha frase:" Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu."
Eu não digo é nada a tu.!
Em Pernambuco o Coronavírus se encantou com o Maracatú.
E no resto do Brasil onde tinha banda de axé, carro com "paredão" e concentração de gente,o Coronavírius estava presente.
Professor, cadê o balão?
"O balão é o pobre povo Brasileiro. Que assim como o vento, está à mercê da própria sorte. O vírus está matando no Brasil, do Sul ao Norte. Muitos estão entre a vida e a morte, esperando por um leito de UTI." É duro ver a moça desesperada e com as lágrimas expressar a sua dor:
"meu pai morreu porque não conseguiu um respirador."
Esse vírus é uma coisa que a gente nunca viu ataca de noite e dia. Mas a situação no Brasil EU já previa: uma Catástrofe.
Adailton Ferreira