Musica Esperando um pelo outro
Compositor Poeta Adailton
Sem que eu saiba a verdade
Eu não posso te acusar
Sem que você não tenha certeza
Não quer me deixar
Refrão
Esperamos um pelo
Mas nenhum de nos dois quer falar
E só um de nos dois sair por aquela porta
Para alguém entrar
Sei que você tem outro que te quer bem
Você sabe que eu tenho outra também
Nos falamos no confidencial
Trocamos mensagens também
Refrão
Esperamos um pelo
Mas nenhum de nos dois quer falar
E só um de nos dois sair por aquela porta
Para alguém entrar
Somos inquilinos do mesmo lar
Não dividimos o mesmo colchão
Sofremos do mesmo mal
Somos reféns da mesma situação
Refrão
Esperamos um pelo
Mas nenhum de nos dois quer falar
E só um de nos dois sair por aquela porta
Para alguém entrar.
Poesia
Quando eu vim morar em Martins
Por Adailton Ferreira
Agora foi que a ficha caiu. No ano de 1995, aparelho celular quase ninguém tinha.Caso a mãe ou o pai quisesse falar com um filho ,que morava distante,ia na casa da vizinha que tinha uma "linha telefônica ". O dimingo era o dia de mais movomento: era muita gente com o cartão na mão na fila do orelhão.
Eu lembro do orelhão localizado em frente a agência dos Correios. Existiam outros espalhados pela cidade, mas para a nossa comodidade, lá na "Lanchonete de seu Chagas" a gente comprava um cartão e corria para o orelhão.Lembro de uma senhora que sempre dizia: "o cartão tá acabando, vou desligar. Outro dia a gente volta a se falar".
Muitos jovens ficavam, à noite, na calçada dos Correios.Encostavam a bicicleta e iam conversar.Era só o orelhão tocar alguém ia atender:fulano é para você! Para mim? Dizia a jovem.Quem será?Chegue mulher atender!
Foi um tempo muito bom.Caso você viveu esse tempo, é bom relembrar. Caso você não viveu foi um prazer para mim lhe contar.
Poeta Adailton
Este é mais um soneto escrito por Adailton Ferreira
(poeta Adailton).
SONETO : As palavras silenciosas.
Acordo com a ideia na cabeça.
Transcrevo-as para o papel.
Com a caneta dou "vida" aos sentimentos.
Existem palavras tristes ou alegres que nos consomem por dentro.
São palavras que transmitem emoções.
Elas chegam aos nossos corações.
As palavras, em silencio, nos fazem chorar.
As lágrimas começam a escorrer pelo rosto.
Transbordam felicidade ou desgosto.
Meu DEUS! O que é que eu faço?
Dei-me um abraço.
Um abraço forte e silencioso.
Um abraço é o resumo de tudo que eu não pude escrever.
É um dizer silencioso: amigo eu gosto de você.
Música Até ontem
Compositor Poeta Adailton
Até ontem te procurei pela casa vazia
Até ontem eu não dormia
Até ontem eu não sorria
Até ontem eu sofria
Refrão:
Até ontem te esperei
Até ontem te liguei
Até ontem te amei
Mas você não entendeu
Até eu chorava e não comia
Até você não me amava e eu não sabia
Até ontem de madrugada eu senti frio
Até ontem meu coração era vazio
Refrão:
Até ontem te esperei
Até ontem te liguei
Até ontem te amei
Mas você não entendeu
poeta Adailton
Música
O que é o amor sem poder amar
Compositor
Poeta Adailton
Se você vier até mim
Eu nao posso ir até você
Talvez você não lembra de mim
Eu não consigo te esquecer
O que é o amor sem poder amar
É a vontade de ir onde você está
É lembrar o que aconteceu
(Entao fala pro teu coração não procurar o meu)
Eita! coração...
Se você não me queria
Por que me conquistou
Eu não podia me afastar
Você se aproximou
O que é o amor sem poder amar
É um barco a deriva em alto mar
É a chave da porta que se perdeu
(Entao fala pro teu coração não procurar o meu)Refrão
Música Só não me Falte Deus
Compositor Poeta Adaílton
Sou vaqueiro
A minha vida
É lutar com gado
Nas estradas empoeiradas do sertão
Vou seguindo meu rumo.
Quem não pode me abandonar é Deus
O resto eu me acostumo(Refrão)
Corro nas Vaquejadas
Adoro derrubar gado
Seguro no pescoço do cavalo
Na cela eu me aprumo
Quem não pode me abandonar é Deus
O resto eu me acostumo(Refrão)
Nas estradas da vida
Encontrei quem me quis
Encontrei quem me deixou
Fiz as minhas malas e segui
Meu rumo
Quem não pode me abandonar é Deus,
O resto eu me acostumo(Refrão)
POETA ADAILTON
Soneto
Por Adailton Ferreira(Poeta Adailton)
Saudade
Um pingo de lágrima que cai no rosto.
Inundando o coração.
Um aceno com uma das mãos -Tchau.
O rosto sumindo pelo retrovisor- Despedida.
São as lembranças de uma vida.
De alguém que partiu para a eternidade.
Aqueles momentos de felicidade que marcaram história.
Que insistem em "morar" na memória.
A pessoa que sempre esteve ao seu lado.
Que não morreu junto com o passado.
É uma dor sorridente.
E está viva no presente.
É ver apenas aquela pessoa.
Em meio a tanta gente.
Música Ligação de madrugada
Compositor Adailton Ferreira(Poeta Adailton)
Por que essa ligação de madrugada
Nós não temos nada para conversar
Eu aqui nesta cama fria
Esperando o dia clarear.
Se eu não atender
É porque estou eu dormindo
Se eu não responder
Você sabe que eu estou fingindo.(Refrão)
São fortes as emoções
Que unem os nossos corações
Os olhos dizem o que não podemos falar
Se eu não atender
É porque estou eu dormindo
Se eu não responder
Você sabe que eu estou fingindo.(Refrão)
Você não vai me encontrar
Quando me procurar
Se o fim chegar
Que chegue de vagar
Até o nosso amor acabar.
Se eu não atender
É porque estou eu dormindo
Se eu não responder
Você sabe que eu estou fingindo.(Refrão)
Poeta Adailton.
Música Depois de mim
Compositor Poeta Adailton
Eu não vou ligar
Nem mandar mensagem
Não vou te perturbar
Depois de mim
Você será feliz
Depois de mim
Eu não serei mais saudade
Depois de mim
Na sua vida
Tudo será felicidade(Refrão)
Vou esperar a saudade
Bater no seu portão
Entrar no seu coração
Se você entrar
Por aquela porta
Pouco importa
Que você se arrependeu
Depois de mim
Você será feliz
Depois de mim
Eu não serei mais saudade
Depois de mim
Na sua vida
Tudo será felicidade(Refrão)
Se você ligar
Eu vou atender
Você não perguntou
Se eu conseguia viver sem Música Depois de mim
Compositor Poeta Adailton
Eu não vou ligar
Nem mandar mensagem
Não vou te perturbar
Depois de mim
Você será feliz
Depois de mim
Eu não serei mais saudade
Depois de mim
Na sua vida
Tudo será felicidade(Refrão)
Vou esperar a saudade
Bater no seu portão
Entrar no seu coração
Se você entrar
Por aquela porta
Pouco importa
Que você se arrependeu
Depois de mim
Você será feliz
Depois de mim
Eu não serei mais saudade
Depois de mim
Na sua vida
Tudo será felicidade(Refrão)
Se você ligar
Eu vou atender
Você não perguntou
Se eu conseguia viver
Sem você
Depois de mim
Você será feliz
Depois de mim
Eu não serei mais saudade
Depois de mim
Na sua vida
Tudo será felicidade(Refrão)
poeta Adailton
Música Amar por nós dois
Compositor Adailton Ferreira(Poeta Adailton)
Quando aquela porta se abrir
E o uber buzinar
leve as malas
E não diga nada
Segue seu destino pela escada
Amar por nós dois
Foi o que eu sempre fiz
Mesmo assim não te fiz feliz(Refrão)
Carregar no coração
O amor que era só meu
Alimentar uma paixão
Que você não correspondeu
Amar por nós dois
Foi o que eu sempre fiz
Mesmo assim não te fiz feliz(Refrão)
Dividir os sentimentos
Esquecer tudo que fiz
Apagar os momentos
Que não te fizeram feliz
Amar por nós dois
Foi o que eu sempre fiz
Mesmo assim não te fiz feliz(Refrão)
Poeta Adailton
Poeta Adailton
Música Prisioneiro do destino
Compositor Poeta Adailton
O meu destino foi traçado na amargura
Sou prisioneiro de uma grande desventura
Esse castigo demoliu a minha vida
Sentado aqui nesta cadeira
Remoendo o meu passado
Vive por fora por dentro aprisionado
Perdi meus passos
E aderi minhas agruras
Não tenho mais a ousadia de sonhar
O meu futuro
Eu não posso planejar
O que eu posso é chorar a minha dor
Lágrimas
Que lava a alma
Mas afoga o coração
Que traz alento
Mas reforça a razão
Sou uma folha que o vento desprezou
O que eu quero
É que meu Deus um dia queira me ajudar
Pois tá difícil esse vaso suportar
Traga os meus passos
Que pra sempre foram embora
Felicidade
Há muito tempo tiraram você de mim
A pua insana que me fez ficar assim
Sobre essas rodas na cadeira
Toda hora
Não tenho mais a ousadia de sonhar
O meu futuro
Eu não posso planejar
O que eu posso é chorar a minha dor
Lágrimas
Que lava a alma
Mas afoga o coração
Que traz alento
Mas reforça a razão
Sou uma folha que o vento desprezou
O que eu quero
É que meu Deus um dia queira me ajudar
Pois tá difícil esse vaso suportar
Traga os meus passos
Que pra sempre foram embora
Felicidade
Há muito tempo tiraram você de mim
A pua insana que me fez ficar assim
Sobre essas rodas na cadeira
Toda hora
O que eu mais quero
É que meu Deus um dia queira me ajudar
Pois tá difícil esse vaso suportar
Traga os meus passos
Que pra sempre foram embora
Felicidade
Há muito tempo tiraram você de mim
A pua insana que me fez ficar assim
Sobre essas rodas na cadeira
Toda hora
Toda hora
César Móveis e Gileno Oliveira
Para eles eu ponho o chapéu
Ponha o chapéu
É o chapéu da esperança
Está na cabeça do jovem, do idoso e da Criança
É o chapéu que está na cabeça dos mais pobres
E dos mais necessitados
Está nos quatro cantos da cidade
Na cabeça dos filhos de Martins
Que nunca tiveram oportunidade.
O chapéu que está na cabeça
Da dona de casa
Da empregada
E daqueles que não trabalham em nada
Está na cabeça do gari e dos estudantes
E das pessoas desempregadas
O chapéu que está na cabeça do médico
E do professor
Do taxista e do motorista.
Está na cabeça do desportista
E do jogador de futebol amador
Que sente falta do esporte em Martins
Que acabou.
Está na cabeça das pessoas que vêem no turismo o crescimento
E daquelas que moram nas ruas sem calçamento
Está na cabeça do engraxate de sapato
E daquelas pessoas que moram nas ruas cheias de mato.
O Poeta e Escritor José Adailton da Silva Ferreira foi a primeira pessoa no Brasil e no mundo a escrever a palavra Marçalismo nas redes sociais.
O Poeta definiu o Marçalismo da seguinte maneira:
"O Marçalismo é um movimento que não é de esquerda e nem de direita. Surgiu em São Paulo, em 2024 e pode conquistar o Brasil.
Música Bom de Vaquejada
Compositor Poeta Adailton
Oh vaqueiro bom
Bom de vaquejada
Oh vaqueiro bom
Bom de vaquejada
Oh cavalo bom
Bom de vaquejada
Oh cavalo bom
Bom de vaquejada
Oh boiada boa
Boa de vaquejada
Oh boiada boa
Boa de vaquejada
Oh vaqueira boa
Boa de vaquejada
Oh vaqueira boa
Boa de vaquejada
Oh bate-esteira bom
Bom de vaquejada
Oh bate-esteira bom
Bom de vaquejada
Oh puxador bom
Bom de vaquejada
Oh puxador bom
Bom de vaquejada
Oh locutor bom
Bom de vaquejada
Oh locutor bom
Bom de vaquejada
Oh cantor bom
Bom de vaquejada
Oh cantor bom
Bom de Vaquejada
Oh banda boa
Boa de Vaquejada
Oh banda boa
Boa de vaqueja
Música Pancada de Forró na Vaquejada
Compositor Poeta Adailton
Oh pancada de forró
Na vaquejada
É uma pancada de forró
Na Vaquejada
Oh pancada de forró
Na vaquejada
É uma pancada de forró
Na vaquejada
Oh sanfoneiro estourado
Oh banda estourada
É forro de vaquejada
É festa de gado
Oh pancada de forró
Na vaquejada
É uma pancada de forró
Na Vaquejada
Oh pancada de forró
Na vaquejada
É uma pancada de forró
Na vaquejada
É forró no meio do salão
É forró estourando no paredão
Na corrida do boi
O cavalo vai colado
É forró de vaquejada
É festa de gado
Oh pancada de forró
Na vaquejada
É uma pancada de forró
Na Vaquejada
Oh pancada de forró
Na vaquejada
É uma pancada de forró
Na vaquejada
Oh vaqueira do X1
Oh Vaqueira boa de gado
Oh cantora afinada
É forró de vaquejada
É festa de gado
Oh pancada de forró
Na vaquejada
É uma pancada de forró
Na Vaquejada
Oh pancada de forró
Na vaquejada
É uma pancada de forró
Na vaquejada