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Frases de poeta Adailton

115 frases

⁠Musica Esperando um pelo outro Compositor Poeta Adailton Sem que eu saiba a verdade
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⁠Musica Esperando um pelo outro Compositor Poeta Adailton Sem que eu saiba a verdade Eu não posso te acusar Sem que você não tenha certeza Não quer me deixar Refrão Esperamos um pelo Mas nenhum de nos dois quer falar E só um de nos dois sair por aquela porta Para alguém entrar Sei que você tem outro que te quer bem Você sabe que eu tenho outra também Nos falamos no confidencial Trocamos mensagens também Refrão Esperamos um pelo Mas nenhum de nos dois quer falar E só um de nos dois sair por aquela porta Para alguém entrar Somos inquilinos do mesmo lar Não dividimos o mesmo colchão Sofremos do mesmo mal Somos reféns da mesma situação Refrão Esperamos um pelo Mas nenhum de nos dois quer falar E só um de nos dois sair por aquela porta Para alguém entrar.

⁠Poesia Quando eu vim morar em Martins Por Adailton Ferreira
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⁠Poesia Quando eu vim morar em Martins Por Adailton Ferreira Agora foi que a ficha caiu. No ano de 1995, aparelho celular quase ninguém tinha.Caso a mãe ou o pai quisesse falar com um filho ,que morava distante,ia na casa da vizinha que tinha uma "linha telefônica ". O dimingo era o dia de mais movomento: era muita gente com o cartão na mão na fila do orelhão. Eu lembro do orelhão localizado em frente a agência dos Correios. Existiam outros espalhados pela cidade, mas para a nossa comodidade, lá na "Lanchonete de seu Chagas" a gente comprava um cartão e corria para o orelhão.Lembro de uma senhora que sempre dizia: "o cartão tá acabando, vou desligar. Outro dia a gente volta a se falar". Muitos jovens ficavam, à noite, na calçada dos Correios.Encostavam a bicicleta e iam conversar.Era só o orelhão tocar alguém ia atender:fulano é para você! Para mim? Dizia a jovem.Quem será?Chegue mulher atender! Foi um tempo muito bom.Caso você viveu esse tempo, é bom relembrar. Caso você não viveu foi um prazer para mim lhe contar. Poeta Adailton

⁠Este é mais um soneto escrito por Adailton Ferreira (poeta Adailton). SONETO : As palavras silenciosas.
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⁠Este é mais um soneto escrito por Adailton Ferreira (poeta Adailton). SONETO : As palavras silenciosas. Acordo com a ideia na cabeça. Transcrevo-as para o papel. Com a caneta dou "vida" aos sentimentos. Existem palavras tristes ou alegres que nos consomem por dentro. São palavras que transmitem emoções. Elas chegam aos nossos corações. As palavras, em silencio, nos fazem chorar. As lágrimas começam a escorrer pelo rosto. Transbordam felicidade ou desgosto. Meu DEUS! O que é que eu faço? Dei-me um abraço. Um abraço forte e silencioso. Um abraço é o resumo de tudo que eu não pude escrever. É um dizer silencioso: amigo eu gosto de você.

⁠Música Até ontem Compositor Poeta Adailton Até ontem te procurei pela casa vazia
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⁠Música Até ontem Compositor Poeta Adailton Até ontem te procurei pela casa vazia Até ontem eu não dormia Até ontem eu não sorria Até ontem eu sofria Refrão: Até ontem te esperei Até ontem te liguei Até ontem te amei Mas você não entendeu Até eu chorava e não comia Até você não me amava e eu não sabia Até ontem de madrugada eu senti frio Até ontem meu coração era vazio Refrão: Até ontem te esperei Até ontem te liguei Até ontem te amei Mas você não entendeu poeta Adailton

Música O que é o amor sem poder amar Compositor
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Música O que é o amor sem poder amar Compositor Poeta Adailton Se você vier até mim Eu nao posso ir até você Talvez você não lembra de mim Eu não consigo te esquecer O que é o amor sem poder amar É a vontade de ir onde você está É lembrar o que aconteceu (Entao fala pro teu coração não procurar o meu) Eita! coração... Se você não me queria Por que me conquistou Eu não podia me afastar Você se aproximou O que é o amor sem poder amar É um barco a deriva em alto mar É a chave da porta que se perdeu (Entao fala pro teu coração não procurar o meu)Refrão ⁠

⁠Música Só não me Falte Deus Compositor Poeta Adaílton Sou vaqueiro
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⁠Música Só não me Falte Deus Compositor Poeta Adaílton Sou vaqueiro A minha vida É lutar com gado Nas estradas empoeiradas do sertão Vou seguindo meu rumo. Quem não pode me abandonar é Deus O resto eu me acostumo(Refrão) Corro nas Vaquejadas Adoro derrubar gado Seguro no pescoço do cavalo Na cela eu me aprumo Quem não pode me abandonar é Deus O resto eu me acostumo(Refrão) Nas estradas da vida Encontrei quem me quis Encontrei quem me deixou Fiz as minhas malas e segui Meu rumo Quem não pode me abandonar é Deus, O resto eu me acostumo(Refrão) POETA ADAILTON

Soneto Por Adailton Ferreira(Poeta Adailton) Saudade
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Soneto Por Adailton Ferreira(Poeta Adailton) Saudade Um pingo de lágrima que cai no rosto. Inundando o coração. Um aceno com uma das mãos -Tchau. O rosto sumindo pelo retrovisor- Despedida. São as lembranças de uma vida. De alguém que partiu para a eternidade. Aqueles momentos de felicidade que marcaram história. Que insistem em "morar" na memória. A pessoa que sempre esteve ao seu lado. Que não morreu junto com o passado. É uma dor sorridente. E está viva no presente. É ver apenas aquela pessoa. Em meio a tanta gente.⁠

⁠Música Ligação de madrugada Compositor Adailton Ferreira(Poeta Adailton) Por que essa ligação de madrugada
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⁠Música Ligação de madrugada Compositor Adailton Ferreira(Poeta Adailton) Por que essa ligação de madrugada Nós não temos nada para conversar Eu aqui nesta cama fria Esperando o dia clarear. Se eu não atender É porque estou eu dormindo Se eu não responder Você sabe que eu estou fingindo.(Refrão) São fortes as emoções Que unem os nossos corações Os olhos dizem o que não podemos falar Se eu não atender É porque estou eu dormindo Se eu não responder Você sabe que eu estou fingindo.(Refrão) Você não vai me encontrar Quando me procurar Se o fim chegar Que chegue de vagar Até o nosso amor acabar. Se eu não atender É porque estou eu dormindo Se eu não responder Você sabe que eu estou fingindo.(Refrão) Poeta Adailton.

⁠Música Depois de mim Compositor Poeta Adailton Eu não vou ligar
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⁠Música Depois de mim Compositor Poeta Adailton Eu não vou ligar Nem mandar mensagem Não vou te perturbar Depois de mim Você será feliz Depois de mim Eu não serei mais saudade Depois de mim Na sua vida Tudo será felicidade(Refrão) Vou esperar a saudade Bater no seu portão Entrar no seu coração Se você entrar Por aquela porta Pouco importa Que você se arrependeu Depois de mim Você será feliz Depois de mim Eu não serei mais saudade Depois de mim Na sua vida Tudo será felicidade(Refrão) Se você ligar Eu vou atender Você não perguntou Se eu conseguia viver sem Música Depois de mim Compositor Poeta Adailton Eu não vou ligar Nem mandar mensagem Não vou te perturbar Depois de mim Você será feliz Depois de mim Eu não serei mais saudade Depois de mim Na sua vida Tudo será felicidade(Refrão) Vou esperar a saudade Bater no seu portão Entrar no seu coração Se você entrar Por aquela porta Pouco importa Que você se arrependeu Depois de mim Você será feliz Depois de mim Eu não serei mais saudade Depois de mim Na sua vida Tudo será felicidade(Refrão) Se você ligar Eu vou atender Você não perguntou Se eu conseguia viver Sem você Depois de mim Você será feliz Depois de mim Eu não serei mais saudade Depois de mim Na sua vida Tudo será felicidade(Refrão) poeta Adailton

Música Amar por nós dois Compositor Adailton Ferreira(Poeta Adailton) Quando aquela porta se abrir
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Música Amar por nós dois Compositor Adailton Ferreira(Poeta Adailton) Quando aquela porta se abrir E o uber buzinar leve as malas E não diga nada Segue seu destino pela escada Amar por nós dois Foi o que eu sempre fiz Mesmo assim não te fiz feliz(Refrão) Carregar no coração O amor que era só meu Alimentar uma paixão Que você não correspondeu Amar por nós dois Foi o que eu sempre fiz Mesmo assim não te fiz feliz(Refrão) Dividir os sentimentos Esquecer tudo que fiz Apagar os momentos Que não te fizeram feliz Amar por nós dois Foi o que eu sempre fiz Mesmo assim não te fiz feliz(Refrão) Poeta Adailton Poeta Adailton⁠

⁠Música Prisioneiro do destino Compositor Poeta Adailton O meu destino foi traçado na amargura
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⁠Música Prisioneiro do destino Compositor Poeta Adailton O meu destino foi traçado na amargura Sou prisioneiro de uma grande desventura Esse castigo demoliu a minha vida Sentado aqui nesta cadeira Remoendo o meu passado Vive por fora por dentro aprisionado Perdi meus passos E aderi minhas agruras Não tenho mais a ousadia de sonhar O meu futuro Eu não posso planejar O que eu posso é chorar a minha dor Lágrimas Que lava a alma Mas afoga o coração Que traz alento Mas reforça a razão Sou uma folha que o vento desprezou O que eu quero É que meu Deus um dia queira me ajudar Pois tá difícil esse vaso suportar Traga os meus passos Que pra sempre foram embora Felicidade Há muito tempo tiraram você de mim A pua insana que me fez ficar assim Sobre essas rodas na cadeira Toda hora Não tenho mais a ousadia de sonhar O meu futuro Eu não posso planejar O que eu posso é chorar a minha dor Lágrimas Que lava a alma Mas afoga o coração Que traz alento Mas reforça a razão Sou uma folha que o vento desprezou O que eu quero É que meu Deus um dia queira me ajudar Pois tá difícil esse vaso suportar Traga os meus passos Que pra sempre foram embora Felicidade Há muito tempo tiraram você de mim A pua insana que me fez ficar assim Sobre essas rodas na cadeira Toda hora O que eu mais quero É que meu Deus um dia queira me ajudar Pois tá difícil esse vaso suportar Traga os meus passos Que pra sempre foram embora Felicidade Há muito tempo tiraram você de mim A pua insana que me fez ficar assim Sobre essas rodas na cadeira Toda hora Toda hora

⁠César Móveis e Gileno Oliveira Para eles eu ponho o chapéu Ponha o chapéu
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⁠César Móveis e Gileno Oliveira Para eles eu ponho o chapéu Ponha o chapéu É o chapéu da esperança Está na cabeça do jovem, do idoso e da Criança É o chapéu que está na cabeça dos mais pobres E dos mais necessitados Está nos quatro cantos da cidade Na cabeça dos filhos de Martins Que nunca tiveram oportunidade. O chapéu que está na cabeça Da dona de casa Da empregada E daqueles que não trabalham em nada Está na cabeça do gari e dos estudantes E das pessoas desempregadas O chapéu que está na cabeça do médico E do professor Do taxista e do motorista. Está na cabeça do desportista E do jogador de futebol amador Que sente falta do esporte em Martins Que acabou. Está na cabeça das pessoas que vêem no turismo o crescimento E daquelas que moram nas ruas sem calçamento Está na cabeça do engraxate de sapato E daquelas pessoas que moram nas ruas cheias de mato.

O Poeta e Escritor José Adailton da Silva Ferreira foi a primeira pessoa no Brasil e no mundo a escrever a palavra Marçalismo nas redes sociais. O Poeta definiu o Marçalismo da seguinte maneira: ⁠"O Marçalismo é um movimento que não é de esquerda e nem de direita. Surgiu em São…
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O Poeta e Escritor José Adailton da Silva Ferreira foi a primeira pessoa no Brasil e no mundo a escrever a palavra Marçalismo nas redes sociais. O Poeta definiu o Marçalismo da seguinte maneira: ⁠"O Marçalismo é um movimento que não é de esquerda e nem de direita. Surgiu em São Paulo, em 2024 e pode conquistar o Brasil.

⁠Música Bom de Vaquejada Compositor Poeta Adailton Oh vaqueiro bom
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⁠Música Bom de Vaquejada Compositor Poeta Adailton Oh vaqueiro bom Bom de vaquejada Oh vaqueiro bom Bom de vaquejada Oh cavalo bom Bom de vaquejada Oh cavalo bom Bom de vaquejada Oh boiada boa Boa de vaquejada Oh boiada boa Boa de vaquejada Oh vaqueira boa Boa de vaquejada Oh vaqueira boa Boa de vaquejada Oh bate-esteira bom Bom de vaquejada Oh bate-esteira bom Bom de vaquejada Oh puxador bom Bom de vaquejada Oh puxador bom Bom de vaquejada Oh locutor bom Bom de vaquejada Oh locutor bom Bom de vaquejada Oh cantor bom Bom de vaquejada Oh cantor bom Bom de Vaquejada Oh banda boa Boa de Vaquejada Oh banda boa Boa de vaqueja

⁠Música Pancada de Forró na Vaquejada Compositor Poeta Adailton Oh pancada de forró
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⁠Música Pancada de Forró na Vaquejada Compositor Poeta Adailton Oh pancada de forró Na vaquejada É uma pancada de forró Na Vaquejada Oh pancada de forró Na vaquejada É uma pancada de forró Na vaquejada Oh sanfoneiro estourado Oh banda estourada É forro de vaquejada É festa de gado Oh pancada de forró Na vaquejada É uma pancada de forró Na Vaquejada Oh pancada de forró Na vaquejada É uma pancada de forró Na vaquejada É forró no meio do salão É forró estourando no paredão Na corrida do boi O cavalo vai colado É forró de vaquejada É festa de gado Oh pancada de forró Na vaquejada É uma pancada de forró Na Vaquejada Oh pancada de forró Na vaquejada É uma pancada de forró Na vaquejada Oh vaqueira do X1 Oh Vaqueira boa de gado Oh cantora afinada É forró de vaquejada É festa de gado Oh pancada de forró Na vaquejada É uma pancada de forró Na Vaquejada Oh pancada de forró Na vaquejada É uma pancada de forró Na vaquejada