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Frases de Patrick 80

45 frases

“Deus cria os caminhos. Nós só precisamos caminhar” (Patrick 80)
Cético De tanto levar pancadas Aprendi a viver
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Cético De tanto levar pancadas Aprendi a viver Não duvidei de você Apenas quis entender Olhei em volta e não vi o brilho Que você descreveu Deixei o mundo das fantasias Pra vivê-las intensamente Não se sinta incomodado Meu ceticismo e apenas meu Não pule etapas A vida lhes mostrará o caminho Hoje sou um cético Não mim compreenda mal Não pretendo destruí o mundo de ninguém Apenas estou construindo o meu Nessa minha busca insana por respostas Prometo fazer as perguntas necessárias Assim teremos a oportunidade de calar Diante da amplidão da vida.

Como Sair? Improvável destino Um olhar libertino
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Como Sair? Improvável destino Um olhar libertino Fugaz, voraz Sucumbi minha alma Mim enche de calma Desfigura meus sentimentos Profundo tormento Transcende a razão Aflição do ser meu Te vejo sorrindo Sentimentos alheios Aos meus, aos seus Busco respostas Encontro perguntas Estou perdido Dentro de mim E agora como sair? (Edson Patrick Vasconcelos Pereira)

Cais da vida Quando os meus olhos te acariciam E o meu amor aporta nesse cais
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Cais da vida Quando os meus olhos te acariciam E o meu amor aporta nesse cais Eu sou teu, um desejo e nada mais As palavras, o amor que se contrai Um vírus invencível que me faz Na tua vida, uma saída, ademais Fará da sua historia, um poema feliz Que solitário na madrugada te fiz Sem aporte, nem juras, pois não quis Uma historia como outras, de sentidos iguais Que de tão pobres sucumbem Diante dos obstáculos da vida e desse cais. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (14/04/2011)

Batalhas em mim Andei milhas e milhas Busquei uma saída
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Batalhas em mim Andei milhas e milhas Busquei uma saída Adiante encontrei Sentido algum nessa vida Suor, sangue e lagrimas Foram as marcas dessa caminhada Paços que dei Sem degraus, sem escada As recordações que deixei Não mim orgulham Só atormentam os dias Amargos dessa luta Travei batalhas infinitas Os adversários sombrios Estão guardados dentro de mim Como anjos caídos, serafins. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) ( 11/04/2011)

Um Fenômeno Nessa analogia desvairada Busco respostas para um fenômeno
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Um Fenômeno Nessa analogia desvairada Busco respostas para um fenômeno Chamado Ronaldo Luiz Nazário de Lima Ou simplesmente o Fenômeno Mais como compreender esse fenômeno Se ele aparece em fazes e faces incompreensíveis Capaz de renascer ainda mais forte Dos percalços estabelecidos pela vida De encantar súditos e Reis da mesma forma Com a simplicidade de um bobo da corte Com números tão confusos Que perplexos e extasiados ficamos Diante da sinceridade da obra Desse artista de traços leves E objetivos simples Viver o seu sonho Um fenômeno não se explica Contempla-se.

Balaio Ói, vou abrir o meu balaio Vou começar a dizer
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Balaio Ói, vou abrir o meu balaio Vou começar a dizer Quem quiser sair, que saia Mais quem ficar não vai se arrepender No meu balaio tem de tudo Parece até a feira de caruaru Arrasto bala, espingarda Arrasto até cururu Vem vê menina espeio Pra você se embelezar Que daqui arrasto até marido Se você quiser casar Num se ispante meu amigo Pra você tenho de tudo Tenho pó de guaraná Pra o veio mais maduro O bicho dá um fogo danado Vem isperimentar pra vê Sua veia vai ficar doida Coidado pra ela não correr Minha gente to ino embora Vem ainda da tempo De vê o balaio mágico Ô bicho fi do febrento. Não perca oportunidade Que o balaio ta fechano Vem que to ino embora E só volto no próximo ano. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (06/05/2011)

Apenas pedaços de mim Eu já não vejo Não me encontro
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Apenas pedaços de mim Eu já não vejo Não me encontro Confundo as coisas Rasgo as lembranças A tristeza já não é minha Apenas vivo Sou agora o que não fui O que não quis ser O meu mundo destruído Já não faz mais sentido Onde mora a felicidade Que já não a encontro Por que está tudo escuro Espelhos quebrados Não refletem por completo Apenas pedaços Pedaços de mim.

Carro de boi Carro de boi O seu lamento foi
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Carro de boi Carro de boi O seu lamento foi A melhor lembrança minha Dos meus tempos de criança Onde tudo é esperança Quanta saudade a minha Mim escondia de noite e de dia Dando trabalho a mainha Quantas travessuras eu fiz Sempre com sorriso largo Tudo sujo do barro Fui moleque, fui feliz Enquanto o carreiro soltava o verso “Vai boi magro, vai puxano esse carro Finca o pé nesse chão Rozinha ta esperano Vamo embora cantano Vê a flor do sertão” Eu vivia esse sonho encantado Sem esse fardo pesado Que hoje pesa sobre os ombros meus São marcas corroídas E de lembranças vívidas Porém o meu canto hoje, é tão triste quanto o teu. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (03/05/2011)

Carroça disimbestada Olha gente, sai da frente Sai do meio da estrada
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Carroça disimbestada Olha gente, sai da frente Sai do meio da estrada É a carroça ciarense Ela ta disimbestada Ela vem torano tudo É um sufoco danado Pé de pranta, gente Até o framengo coitado Só via nego correno Só via nego gritano O bonde dismantelado E Luxemburgo chorano Até gaucho contratei Pra dá uma animada Agora vem essa carroça Fia da gota disimbestada Êita peste e agora Sem bonde na estrada A copa do Brasil se foi Não ganho é mais nada. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (19/05/2011)

Canção de amor O dom da criação Refletiu-se em você
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Canção de amor O dom da criação Refletiu-se em você Meu dom, meu tom Minha canção de amor Meu canto em silencio É seu, só seu Aportei nesse cais Agora já não tenho Só uma canção de amor Tenho a vida completa de você Duas vidas, uma canção de amor Senti os versos em você Senti o amor acontecer Simples assim, te amarei Nos acordes dessa nossa Canção de amor. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (23/05/2011)

Bolas de Sabão Bolas de sabão Somente voam
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Bolas de Sabão Bolas de sabão Somente voam Esperando pra dissipasse Suas lagrimas se lançam ao solo Frutífero solo juvenil Meu sorriso a contemplar Em cada sobro o seu brilhar Saltos e gritos dispersam Longe seguem o seu planar No final vão se os risos Fica a frágil lembrança De uma bolinha de sabão Agora já não as tenho Bolas de sabão acabam E levam consigo A alegria minha Acabou o sabão Acabaram-se as bolinhas Choro e lagrimas Mainha! (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (22/08/2011)

Vestido de cetim No tornear das suas curvas Paira sobre a pele escura
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Vestido de cetim No tornear das suas curvas Paira sobre a pele escura O seu vestido de cetim Que a massa embriagada Catam nas alvoradas Essa negra ainda mim mata Cheirando a flor de jasmim E você meiga donzela Entre becos e vielas No samba da passarela O seu feitiço não tem fim Caminha em busca do amor Da Deusa negra o esplendor Ô mulher perola flor Quem dera fosse pra mim. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira)

Aplausos Eu ouvir de longe os aplausos Tão claro que pareciam existir
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Aplausos Eu ouvir de longe os aplausos Tão claro que pareciam existir Mas não vi a multidão, não estavam ali E a cortina desse especulo a cair Meus planos, meus sonhos, meus dias Tudo parecia límpido, sofria Não pelo fim, que sentia Não era fácil esquecer que vivia O mundo que construir Era como um palco invisível Um conto translúcido Interpretado por um ator insensível Agora mas nada importa O espetáculo já ta no fim Apagaram-se as luzes Vou seguir vivendo sem mim Os aplausos se foram Já não os ouvia O espetáculo se encerraria Sem platéia, sem alegria. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (03/05/2011)

Afoxé Filhos de Gandhy Quando esse branco Se derrama pela avenida
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Afoxé Filhos de Gandhy Quando esse branco Se derrama pela avenida Seu ijexá iluminada a cidade De paz, vida e liberdade O ecoar da sua voz te faz forte Em tuas asas voam os filhos de oxalá Espalhando alfazema Perfumando os corações de esperança Abraçando de alegria o carnaval E fazendo lembrar que a paz Caminha de mãos dadas com a vida Pra ser sentida e absorvida. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (09/03/2011)

Imperecível Amor Diante dos olhos Surge esse amor
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Imperecível Amor Diante dos olhos Surge esse amor Sublime amor Diante da vida Surge você Minha rosa flor Tão meiga, tão flor Implacável beleza Que em mim cultivou Um sentimento Sem tempo Imperecível amor. (Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (28/03/2011)

Adustina Poucos te percebem Muitos de desprezam
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Adustina Poucos te percebem Muitos de desprezam Jogada aos lobos Sedentos por sangue Você sobrevive As cicatrizes denunciam O seu penar O seu sofre O seu calar Filhos são assim Esquece seus feitos Mas longe chora sua falta Saudosos sonham com seus braços Então Sacode a poeira Mãe generosa Segue seu destino de mãe E roga por seus filhos Eles te amam Mesmo sem perceber "Edson Patrick Vasconcelos Pereira" (Patrick 80)

A Rosa A Rosa sem pétalas Desnuda a rosa
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A Rosa A Rosa sem pétalas Desnuda a rosa Sem campo, sem relva A rosa sem rosa Só caule e folhas A rosa morta Olhais as rosas Como rosas Comuns, incomuns Todas rosas Todas perfumadas Todas perfeitas Nada mudará É o ciclo da vida Rosas deixam de ser rosas Assim também são as paixões Bonitas, perfeitas, cheirosas Porem mortais como rosas. (Edson Patrick Vasconcelos pereira) (19/04/2012)