Paredes erguidas sobre as cabeças a arte não pode parar! Olhos curiosos fitam em surpresa
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Paredes erguidas sobre as cabeças a arte não pode parar! Olhos curiosos fitam em surpresa os dedos, as mãos, a tinta a pintar!
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Paredes erguidas sobre as cabeças a arte não pode parar! Olhos curiosos fitam em surpresa
Paredes erguidas sobre as cabeças a arte não pode parar! Olhos curiosos fitam em surpresa os dedos, as mãos, a tinta a pintar!
Quando ela chega, emudeço é o silêncio sagrado da criação rasga o véu de qualquer distância
Quando ela chega, emudeço é o silêncio sagrado da criação rasga o véu de qualquer distância rouba-me da própria distração cinge seus lábios em meu peito ancora-se sem pudores em mim e tudo o que vejo, escrevo quando ela chega enfim…
sou o que observa aquilo que é observado enquanto se deixa ser visto
sou o que observa aquilo que é observado enquanto se deixa ser visto por quase todos os lados
sou o tudo do nada despido vestido com vestes nuas imaginando destinos possíveis
sou o tudo do nada despido vestido com vestes nuas imaginando destinos possíveis enquanto dorme na rua
sou a busca indecisa da certeza duvidosa de onde se tiram largas passadas
sou a busca indecisa da certeza duvidosa de onde se tiram largas passadas de um futuro presente quase sempre aqui
Pegue teu barquinho, não o deixe vagar sozinho Ande, pegue teu barquinho e conduza-o
Pegue teu barquinho, não o deixe vagar sozinho Ande, pegue teu barquinho e conduza-o pelo caminho!
sou a chave que abre as portas que ainda nem existem sou o relógio da vida
sou a chave que abre as portas que ainda nem existem sou o relógio da vida em constante contraste
escrever é meu maior pecado e meu melhor refúgio escrevo de mim
escrever é meu maior pecado e meu melhor refúgio escrevo de mim sobre o eu que ainda desejo descobrir
sou um tempo no tempo onde tudo é possível e nada pode dar errado
sem sombra para qualquer ausência a dúvida do inventor sou luz para a decadência
sem sombra para qualquer ausência a dúvida do inventor sou luz para a decadência e pó de quem me criou
Se estivermos dentro da ampulheta existencial, o quanto de areia já ultrapassou o funil?
Se estivermos dentro da ampulheta existencial, o quanto de areia já ultrapassou o funil? Isso conta? Se não conta, o que conta, então?
Talvez a experiência seja o que de mais enriquecedor tenhamos como seres viventes
Talvez a experiência seja o que de mais enriquecedor tenhamos como seres viventes neste grande relógio da vida.
Dançar significa viver. Viver o extraordinário do agora, o único instante que pode, de fato, nos pertencer.
Se acredito em anjos da guarda é culpa das pessoas que sorriem para mim na rua.
Um dia desatou o nó O nó saiu da garganta Verteu em rio pela face
Um dia desatou o nó O nó saiu da garganta Verteu em rio pela face Uma cachoeira imanta!
Somos os ponteiros? Somos os números? Somos a areia que escorre?
Somos os ponteiros? Somos os números? Somos a areia que escorre? O tempo passa por nós ou nós passamos por ele?
Se o tempo existir… Se existir a tempo… Talvez o nosso propósito
Se o tempo existir… Se existir a tempo… Talvez o nosso propósito … seja dançar! Assim o tempo não passa e nem nós. Tudo fica suspenso, tudo se torna real.
Escrever é alimentar alma e imaginação. Faz-se mundos e muda-se o mundo através da escrita.
eu sou uma farsa mas quem não é?
Meus passos correm em busca de mim...
Minha pele é minha dona E eu sou presa dela. Minha pele é mais velha do que eu
Minha pele é minha dona E eu sou presa dela. Minha pele é mais velha do que eu Mas eu sou mais antiga que ela.
E se a sorte nos pregar uma peça? ... Que nada nos impeça!
Parto. Partir. Terminar e começar. Separação. Início e fim. Parto. Repartir. Doar e Receber. Renovação. Não e sim. Parto.
Parto. Partir. Terminar e começar. Separação. Início e fim. Parto. Repartir. Doar e Receber. Renovação. Não e sim. Parto. Eu parto Eu parti Eu re-parto Eu me re-parti Parto Eu pari Eu me pari No dia do parto Em que, enfim, Te conheci.
um dia por vez uma hora, talvez...