Pular para o conteúdo

Frases de Noi Soul

341 frases

⁠a palavra tem gosto de seda qual a cor desta palavra quando toca os lábios teus?
⁠maiêu-tica estou prestes a ter uma ideia genial PSIU!
Continuar lendo

⁠maiêu-tica estou prestes a ter uma ideia genial PSIU! silêncio! preciso me concentrar está vindo… está vindo estou quase parindo a ideia que ao mundo agitará q u a s e q u a s e q u a s e l á respira, inspira, expira cadê a caneta? cadê o papel? celular, cadê? ela está vindo está vindo v i n d o veio! viu? alguém pegou? não? NÃO? não acredito! que pena… que aborrecimento! já passou…

⁠consola-me saber que a vida é maior que eu … flutuo no tempo-espaço
Continuar lendo

⁠consola-me saber que a vida é maior que eu … flutuo no tempo-espaço como uma piscadela da galáxia – da menor galáxia do universo! não tenho importância na quase infinda dança dos astros e essa liberdade me encanta… é a liberdade da descoberta da minha bela insignificância! ah, como é leve existir apenas enquanto os dardos me apontam e minhas mãos aprontam a cena – uma igual história! um conto qualquer, outro poema e já não preciso dar conta dos meus dilemas! ah, como é bonito ser apenas enquanto as folhas bailam e meus pés andantes acenam – um instante à toa! um fragmento, uma suave pena e já não preciso de fugas nem de aplausos – UM SALTO! E nova moradia se faz em mim: a vida é boa… a vida é boa … a s s i m!

⁠dimensão do tempo profundo alargado pelo início do mundo mostra apenas a direção de ida
Continuar lendo

⁠dimensão do tempo profundo alargado pelo início do mundo mostra apenas a direção de ida numa dança sem saída descreve a rota do meio sem tese e sem rodeio acende a luz da experiência num átimo da existência corre mão até o infinito desperta em forte grito traz do nada o mesmo pó numa onda traça o nó dimensão do tempo profundo alargado pelo início do mundo descreve o ritmo do pulso num instante do seu curso

⁠Perco os melhores poemas enquanto mastigo o pão entro no devaneio das preciosas palavras – Para quê?
Continuar lendo

⁠Perco os melhores poemas enquanto mastigo o pão entro no devaneio das preciosas palavras – Para quê? Não me recordarei depois… E, enquanto mastigo a massa cozida, coesa, comprida invento canções e alaridos das rimas sou anjo cupido e não há caneta e papel nem mesmo azeite com mel para celebrar a poeta – a poeta que sou lá! no mundo onde ninguém me vê na escuridão das intempéries no exausto labor do encontro de tudo o que poderia vir e nunca veio de tudo o que poderia ser e nunca é com tempos verbais débeis ou verborragias com lacunas e frestas com enfeites ou peças nada existindo outra vez e o pão escorrega seco goela adentro talvez ele encontre os versos em mim que eu … eu ainda não me dei.