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Frases de Noi Soul

341 frases

⁠en-Caixa entre cápsulas e comprimidos são tantos planos forjados
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⁠en-Caixa entre cápsulas e comprimidos são tantos planos forjados são sonhos arrependidos são veias acinzentadas entre cápsulas e comprimidos são penas e assinaturas são perdas e tecituras são aquarelas desbotadas entre cápsulas e comprimidos o relógio perde o tempo o velho morre ao relento eu continuo a estrada entre cápsulas e comprimidos o sinal toca na escola o sapato perde a sola meu tudo vira um nada entre comprimidos e cápsulas...

⁠Hoje me dei conta do quanto te admiro, meu amor. Sua sensibilidade e sua força. Sua voz e seu silêncio.
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⁠Hoje me dei conta do quanto te admiro, meu amor. Sua sensibilidade e sua força. Sua voz e seu silêncio. Sua calma e sua coragem. Sua verdade e seus devaneios. Hoje me dei conta do quanto te amo, meu admirável. Meu? Não, você não é meu. Mas tenho sorte por ter você nesta caminhada chamada Existência.

Minha vida tem sido bem mais plena desde que me permiti viver o melhor da vida no presente, com seus altos e baixos, alegrias e tristezas, encontros e despedidas. A certeza que tenho é que entre o nascer e o morrer há vida. E eu quero desfrutar de cada instantinho desta preciosid…
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Minha vida tem sido bem mais plena desde que me permiti viver o melhor da vida no presente, com seus altos e baixos, alegrias e tristezas, encontros e despedidas. A certeza que tenho é que entre o nascer e o morrer há vida. E eu quero desfrutar de cada instantinho desta preciosidade.

⁠Fechar os olhos é confiar se entregar de peito aberto alma leve
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⁠Fechar os olhos é confiar se entregar de peito aberto alma leve se jogar no abismo coração pulsante se envolver no abraço corpo solto passos incertos aposta alta jogo arriscado fruta agridoce Fechar os olhos é eternizar o momento do enlace a procura do instante o tempo medido em vidas a vida em suas nuances

⁠in-sa-tis-feitos Vestir-se com o ideal de si A fantasia do seu próprio eu
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⁠in-sa-tis-feitos Vestir-se com o ideal de si A fantasia do seu próprio eu Aflora narciso Abaixa decência -- a tal decadência ! O máximo e o mal O bom e o real A vida O caos O filtro A foto A pose O jeito Janela Quebrada É boa a estrada Pra quem é perfeito ! Doce ilusão Amarga verdade A tal vaidade Que enche o peito ! Que golpe num ego Tão frágil e ferido Um pobre menino Que busca respeito... Mas ele, em seu leito, Dormente Insano Um santo profano ! Esquece o eleito... Vive como a ilusão de si Sem conhecer-se Sem se amar Sem merecer-se Sem se encontrar... Um dia, ele há de ser! Um dia ! ele acordará... ¿Será?

⁠dis-forme falsa simetria doses de agonia
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⁠dis-forme falsa simetria doses de agonia ao olhar perplexo da cidadania. quem vive de versos rotos de existir… passa pelas ruas esgotos do devir. fala-se em direitos falácias sem um jeito próprio de servir. os versos tão disformes da minha boca escorrem não têm pra onde ir…

⁠sonhos mal-ditos se a fama dilacera imagina a cama vazia!
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⁠sonhos mal-ditos se a fama dilacera imagina a cama vazia! se a lama entorpece imagina a sanha luzidia! se a gama impede imagina a dama-fantasia! dos pesadelos sedentos a devorar meus olhos em noites quentes o pior é o sonho que nunca se realizou! capataz do destino um bandido ferino de olhar tão amedrontado quanto o meu! e ainda há tanta futilidade a embaralhar os devaneios de uma alma num corpo imperfeito... há a sede! há a fome! há o sono! há um desejo ardente pela vida! e isso tudo me consome como uma ferida purulenta sem dó nem piedade sem voz nem silêncio sem clamor nem liberdade sem tristeza nem alento! oh, sonhos impuros! que mal há em querer aquilo que me falta? se são partes da carne ou do espírito, nunca consigo identificar! são vermes corroendo o melhor de um alguém que nunca fui... mas poderia ter sido nos sonhos mal-ditos de outro ninguém...

⁠ponte-iro entre passagens e paisagens somos pontes uns para os outros
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⁠ponte-iro entre passagens e paisagens somos pontes uns para os outros é como se eu carregasse segredos de outro alguém estou correndo para o nada com medo de ser descoberta lendo as linhas secretas que nunca escrevi… um dia deixarei todos sem resposta um dia darei meu último suspiro pode ser hoje, pode ser agora… enquanto isso continuo entre passagens e paisagens sendo ponte para quem encontro no caminho… cada centelha importa e cada importância centelha entre passagens e paisagens somos pontes uns para os outros…

⁠des-encontro o meu alguém está em casa esperando com a mesa de jantar posta
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⁠des-encontro o meu alguém está em casa esperando com a mesa de jantar posta ele passou um café preparou os pratos colocou uma flor ao lado da minha cadeira… o meu alguém está em casa aguardando eu retornar para lhe fazer companhia rirmos juntos das bobagens do dia e descansar nos braços um do outro sem medo de julgamentos… o meu alguém está em casa com a porta aberta a aguardar minha chegada eu o vejo olhar o relógio estou atrasada… já é tarde e ele me liga muitas chamadas não atendidas… o meu alguém está em casa olhando pela janela, na expectativa de me ver atravessar a esquina e minha sina é não ver seu doce olhar… o meu alguém está em casa me esperando me chamando mas ele ainda não sabe – meu amor, me perdoe! … nunca mais irei chegar! o meu alguém está em casa tão despedaçado quanto eu… – eu não queria que fosse assim! se, ao menos, ele pudesse me escutar eu diria… eu diria: – meu amor, estou aqui… olha pra mim...

⁠[redes]coberta estou seca ressecada sem a seiva
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⁠[redes]coberta estou seca ressecada sem a seiva a nutrição já não enseja fazer parte de mim amarelada desde o caule fino trapo me desnuda sou flor distante e muda no chão deste jardim estou seca ressecada ressequida sem alma, corpo ou vida pelas veias do meu ser: a água sumiu do xilema a fibra vedou meu floema nunca pude acontecer! resta-me agora a palavra filha sou desta lavra adubo transformado em brasa desvendo em mim o poema que nunca pude fazer…