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Frases de Nicola Vital

392 frases

"SE É PRA MORRER?! ANTES DE AMOR QUE TÉDIO"
MINHA GUERRA Em meio a quaisquer tipo de guerra, quem sai perdendo é a verdade... E sem a menor sombra de dúvidas, o ferimento maior ver-se na sociedade que fica entre o fogo cruzado, entrincheirada na incerteza dos fatos. Quase sempre maquiados por ambíguos interesses de divers…
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MINHA GUERRA Em meio a quaisquer tipo de guerra, quem sai perdendo é a verdade... E sem a menor sombra de dúvidas, o ferimento maior ver-se na sociedade que fica entre o fogo cruzado, entrincheirada na incerteza dos fatos. Quase sempre maquiados por ambíguos interesses de diversas tendências...

MÁSCARA: Sob sol a pino, em meio à multidão, O astro de face dupla, feições interrogativas e sorriso pálido,
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MÁSCARA: Sob sol a pino, em meio à multidão, O astro de face dupla, feições interrogativas e sorriso pálido, Em um ritual... Em instantes nos transporta ao mundo surreal. Mergulhados nos movimentos rítmicos do artista. De tal forma a levitarmos, migrar à outra dimensão. Regressei ao espelho onde meu pai extraia sua pele No silêncio de repetitivos movimentos verticais da gillete. Que me gritava indagações ao futuro! Assim se ouvia à expressão corporal do mambembe Que cantava, encantava e decantava sua alma. Não ouvia-se o som de sua voz, No entanto bastava para compreender suas palavras simplórias e silenciosas, Que me transportara à àquele mundo de imaginações. Ante a mimica que nos expressava explicita tristeza, Nas exclamativas lagrimas que borrava sua pele, Nas piruetas a expressar pérfida alegria. Nos movimentos lentos e circulares das mãos Encenando a mulher que carrega outra pessoa. Naquele instante, todos nós, éramos um só, Não se ouvia as agruras do realismo... Em meio à multidão, me senti único, envolvendo-me visceralmente. Ao fantástico mundo dos mitos. Pois que o artista deixara seu corpo cair inerte nos sugerindo a viagem. Ato continuo, com a sutileza de uma pluma, recobra a vida pondo fim ao rito. Decido ficar um pouco mais e assistir ao encantado ato do mambembe... Despindo-se, traveste-se de sua pele natural e segue seu mundo real na busca de novo ritual. Suspendi meu olhar vislumbrando o iluminado ser em seu mais fútil personagem. Um rosto a mais na multidão. Sem fala, sem cara e sem canto... E definitivamente me perguntei: O que seriamos sem esses mitos e seus rituais?

FARSA: Não me apraz O ouro ou a prata
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FARSA: Não me apraz O ouro ou a prata Eu nasci sob a casta Que mata... Meu coração? Um misero palhaço Não me impunha raça... Não me faculta graça... A construção poética, uma carcaça Uma medonha farsa! É flor sem perfume Sonho que se sonha sem sonhar. Não me apraz O riso vulpino do poeta Sobre a dor que tingida De certo é dor fingida...