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Frases de Múcio Bruck

11 frases

"Dois Mundos... "Não te esqueça que vivo No silêncio que me toma
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"Dois Mundos... "Não te esqueça que vivo No silêncio que me toma Meu universo é só meu E você, o sonho que aconteceu Uma presença amada Que me abriu horizontes Que não trás a ansiedades Dos aventureiros viajantes Me tirando das mesmices Que as rotinas de meus dias Vindos e se apresentando sem modéstia Vezes em tristezas... ou alegrias Ser mouco não é nenhum castigo Não machuca e nem altera realidades Trás quereres e desejos de viver Pois é no silêncio que ouço tuas verdades

Nascida Ávida... Chegara em companhia da aurora Vestido branco
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Nascida Ávida... Chegara em companhia da aurora Vestido branco Cor de pérolas raras Em leve sorriso franco Cabelos ao balanço da brisapppp⁰pp passante Um mistério que a tornava diferente Passara sem reclames Por dias de abandonos e milagres Conhecendo contos e verdades Se apaixonando por bravos heróis Derramando versos sem alardes Vinha ela, quiçá de um céu Que não a via, mas havia Cobrindo lua e mar em calmaria Vagando desertos que não conhecia Destinada a enfeitar o jardim de minha poesia

"Voluntários... Me recordo que era uma data especial Celebrava-se, valioso e timidamente
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"Voluntários... Me recordo que era uma data especial Celebrava-se, valioso e timidamente O Dia do Voluntariado Passei com alegria aquele meu dia Sempre fui voluntário em causas sãs Minimamente observadas por muitos Abrangentemente alardada por outros Mais, jamais pela sede de nomeada 28 de Agosto: Poderia dar certo a intenção Dos desafortunados receberem ajuda De um abraço fraterno a um cobertor Ou um pouco de alimento que aplacasse a dor Do cadeirante em situação de abandono Ao tetraplégico, nada lhes faltavam Mesmo que absortos em desilusões Cada ser era a alegria de um universo de ações E é disso que os voluntários são "construídos" Desejos de bem, compreensões e entregas Querubins sem asas, ferramentas de amor Anônimos a colorirem vidas desbotadas... sem cor

"A Vida Que Rima.... Gonzaguinha, desceu o São Carlos Zé Keti, saiu por ae
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"A Vida Que Rima.... Gonzaguinha, desceu o São Carlos Zé Keti, saiu por ae O coração de Kleiton é navegador Vander Lee, virou Estrela João Boa Morte, deixou o ninho João Bosco, tem coração tropical Toquinho, virou caderno Chico Buarque, virou herói Na poesia, somos quem ou que desejamos Criamos teias com letras Tecemos palavras que se unem E aos poucos viram frases Estrofes e ao final, muitos versos Versos que em sempre rimam Porém, teem o hábito de emocionar Mas a poesia não tem compromisso Nem com a tristeza, nem com a alegria A poesia respira, é vida que conta e canta E não há quem discorde As palavras nos espiam entre as linhas Traduzem sentidos e sentimentos Fazem de um momento um lugar especial Um paraíso onde brincam os poetas Onde emocionam os que sabem sorrir E fazem chorar os talhados em paixão

"Esquecimento... Não foi fácil... e nem é a caminhada É menos sofrida se não estamos Só
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"Esquecimento... Não foi fácil... e nem é a caminhada É menos sofrida se não estamos Só Ao contrário, chega a ser divertida E nessa passada, jamais esquecida Esquecimento... ah, quanto é comum Reli minha trajetória, visitei momentos Cada um deles, me dei conta Que alegrias demitiam incertezas Um amigo aqui, outro acolá Uma música brotava como flor Uma poesia nascia, quase sempre De um oceano profundo de dor Fiei ter amigos... muitos amigos Ou pelo menos acreditava tê-los Alguns, presentes numa estrada Que se nem contava a extensão Outros, num desequilíbrio imenso Nunca me ative a tal "detalhe" Afinal, poucos se interessaram A saber, em verdade, quem sou E quem sou? Um homem que toma decisões Certas, equivocadas, voláteis Mas, que favorecem o bem Muitos deles de bom coração Outros, desconhecem tal sentimento Mas, nada disso importa... não mais! Pois já não vigora reciprocidade e gratidão

Jardim de Luz... Meu jardim, apaixonado jardim Chegou em minha casa
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Jardim de Luz... Meu jardim, apaixonado jardim Chegou em minha casa Vindo de trem de algum lugar De um rincão ou de uma ribeira sem fim Dele, brotavam versos Construindo silenciosas poesias Como embarcá-lo de volta Se nem sei onde nasceu e floresceu Sem cor, sem flor, sábio das coisas do amor Se admirava com si e as estrelas Que flutuavam no negro que foi azul Quantas vozes ouviu em cada morada Quantas vezes se apaixonou Se deleitando no arrepio do vento vindo do sul Nada era longe, nem roça nem céu Não conhecia geleiras ou fogueiras Não temia o que sabia e nem o que desconhecia Era jardim de alma alva Dessas que floresce luz em sua raiz

Segredos da Alma... Dona dos olhos que emanam luz Tez clara, jeito sóbrio e sereno
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Segredos da Alma... Dona dos olhos que emanam luz Tez clara, jeito sóbrio e sereno De mulher sempre bem vinda Onde chega e razão dos lamentos ao sair Mulher que trás no peito materno Um coração que derrama temporais de bem Voz que cativa, não pelo tom, mas pela fala Que sempre surpreende e me abala Dona de meus sentimentos libertos Que não conhecem amarras nem silêncios Somente entregas e quereres Que silentes, a ti pertencem Senhora do tempo passante Décadas de ferrenha distância Que impediu voltarmos Naquela esquina onde anoitecendo Eu, inda vagando pela adolescência Sem noção, leigo de valores Flexado pelo arruinante ciúme Não me dei conta de dar-lhe flores E a vida seguiu seu rumo O tempo foi o carrasco das memórias E a consciência vilã de meus enganos Impôs a minh'alma, incuráveis danos

Segredos de Cais... O tempo é um bom conselheiro Cuida de ser um companheiro fiel
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Segredos de Cais... O tempo é um bom conselheiro Cuida de ser um companheiro fiel Não bane boas lembranças Suprime, sem temor, gostos de fel Cura e cicatriza férreas feridas Nem se manifesta ante o pranto Que requer rolar, mesmo que incessante Pois as lágrimas, mesmo mudas, amadurecem O tempo não faz sumir cicatrizes Restadas de batalhas insanas Nas noites de razões que resgata Fiando em falas de amores febris O tempo, converteu minutos em dias Rasgando brisas e temporais Num ciclo de encontro e despedida Desses que silentes, guardam segredos de cais desmedida Cego e poderoso como um raio O tempo riscou minha vida Ascendendo no céu de minha paixão Uma estrela de ensinar a dizer não

"Gersino, um jovem incauto, de parca formação escolar, irmão único e mais moderno de Geosilda, estava desempregado. Logroíno, ĥomem distinto, Diretor Financeiro de banco, se apaixonou por Geosilda e, no intento de atender um pedido da amada, deu emprego ao futuro cunhado, como An…
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"Gersino, um jovem incauto, de parca formação escolar, irmão único e mais moderno de Geosilda, estava desempregado. Logroíno, ĥomem distinto, Diretor Financeiro de banco, se apaixonou por Geosilda e, no intento de atender um pedido da amada, deu emprego ao futuro cunhado, como Analista de Segurança. Ao final, naquela gestão, todos os ocorridos que foram alvo de séria apuração, nada se corrigiu". (Causo: Logroíno e sua paixão - domínio popular)

O Tempo e a Realidade... O tempo não me foi um bom conselheiro Sequer companheiro fiel
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O Tempo e a Realidade... O tempo não me foi um bom conselheiro Sequer companheiro fiel Não baniu lembranças de dores Não suprimiu gostos de fel Não curou férreas feridas Nem estancou saneamento Teimosos e incessantes Que emudeceram minh'alma O tempo não fez sumir cicatrizes Restadas das batalhas insanas Nas noites de razões equivocadas Fiadas em falas de um frágil amor O tempo, converteu minutos em dias Que trouxeram brisas e temporais Num ciclo de encontro e despedida Nos segredos de flor desmedida Cego e poderoso como um raio O tempo riscou minha vida Ascendendo no céu de minha paixão Uma estrela de ensinar a dizer não

A Alegria Por Um Fio... (Múcio Bruck) Era eu um entusiasta da vida
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A Alegria Por Um Fio... (Múcio Bruck) Era eu um entusiasta da vida Com meus segredos, planos e aspirações Meio perdido: um adolescente "virando" adulto Sem domínio das explosões incontidas Meus planos de vida eram poucos Mas os que me haviam eram riquíssimos Estudar, trabalhar, ter um emprego Amar... Ah, como me era caro o amor Era único, era real, era-me necessário E, o temor e em plena imaturidade Descobri nos arroubos que me vinham "Amar nada se relaciona com saber amar" Naqueles idos, tinha prá mim Que seu valor era maior que o meu próprio eu Que você, em minha natureza Merecia entregas e meu mundo particular Eis o meu engano, erro maior de mim Ter-me suprimido e a vendo maior Maior que eu ou de tudo o que eu era Me peguei pequeno ante de sua grandeza Como um relação assim poderia vingar? Você, "madura", a tudo via e nada dizia Parecia gostar, mas, sem se importar Fosse com minha entrega Fosse com a prioridade de um diálogo Assumo, o negro ciúme feria-me Hoje, sei que tudo se deu por seu desamor Minha ilusão era sua satisfação