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Frases de miguel westerberg

263 frases

ES o meu reflexo que se enquadra no reflexo do universo que tento descobrir, pois se vivo no meu tempo e mal o compreendo como posso eu então interrogar o que observo sem que eu mesmo me avalie.
Tenho um filho que tem 17 anos, um jovem pacifico e inteligente que nasceu num planeta confuso. Um jovem que quando paro e olho por um longo tempo para ele, fico como pasmado e me obriga a chorar. Afinal esta é a herança que estamos a deixar para os nossos filhos. A inercia, a im…
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Tenho um filho que tem 17 anos, um jovem pacifico e inteligente que nasceu num planeta confuso. Um jovem que quando paro e olho por um longo tempo para ele, fico como pasmado e me obriga a chorar. Afinal esta é a herança que estamos a deixar para os nossos filhos. A inercia, a impotência de se nada fazer. Afinal sera que já chegamos ao ponto de perder as emoções , de sentir e compreender que se continuarmos nesta direção, acabaremos instintos.

Hoje escrevo o que todo mundo já sabe, mas são tão poucos os que realmente querem ver e agir. Não falarei apenas como um Pai, mas falo como um cidadão do mundo, deste nosso mundo que anseia urgentemente que despertemos deste logo sono e sonho o do MEDO E QUE MEDO É ESSE? PENSE NI…
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Hoje escrevo o que todo mundo já sabe, mas são tão poucos os que realmente querem ver e agir. Não falarei apenas como um Pai, mas falo como um cidadão do mundo, deste nosso mundo que anseia urgentemente que despertemos deste logo sono e sonho o do MEDO E QUE MEDO É ESSE? PENSE NISTO. OBRIGADO.

Ofélia Tudo em ti reluz como as joias da coroa do Rei, tudo em ti é serena e calma manha,
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Ofélia Tudo em ti reluz como as joias da coroa do Rei, tudo em ti é serena e calma manha, os sonhos dos homens são como a areia junto ao atlântico e tu és eterna entre os lábios dos poetas mesmo que adormecidos... Há noite, tu deitastes e a lua resplandece sobre teu corpo, de dia o sol és tu mesma quando passas, porem nós homens nos perdemos nas sombras e falamos apenas com o coração. Ofélia doce madrugada dos apressados e dos caídos, Ofélia das aguas límpidas e das lágrimas sinceras porque em teu rosto existe o sonhos dos que ainda amam e choram por ti.

Cântico dos desesperados Caminhais por entre o fio da navalha E de pés ensanguentados cambaleias
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Cântico dos desesperados Caminhais por entre o fio da navalha E de pés ensanguentados cambaleias Temendo a direção do norte Como também o caminho imaginário Que se diz ser do sul.Resumis um todo a uma escala mínima E mesmo assim vossos sonhos são tão iguais Aos que sempre vão pensando alto… Eis a sina dos que bebem água turva pela manha, O quanto basta para que vossa voz se confunda Com a razão que tendes, mas que sempre vos tiram. Conflitos e dores numa palavra tão simples Que vos levara ao progresso, Mesmo que este progresso esteja tão distante E ninguém entre vós há que vos desperte. Caminhais sobre o fio da espada E aqueles que se dizem entender sobre vós Nada sabem e nada fazem. Panfletos que se perdem na virada do tempo A mistura de seres sempre desesperados Quando os vossos lamentos e cânticos se abafam E todo mundo se encontra as escuras. Gritais e não há entre vós um só que vos escute, Bolívia não esta mais entre vós outros, Ché foi morto por todos aqueles que se diziam Protetores. Existência e identidade de um povo América do sul de todos os adormecidos, Quando sobre o fio da cruel espada ensangüentada Que lentamente a todos vos mata… E ressume cada instante quando por entre as trevas Nada mais se avista do que as próprias trevas. Murmúrios, sobre telhados quebrados… Em pleno amanhecer tão estranho e sempre tão doloroso. Deus meu, deus meu… Será que entre nós Existe alguém capaz de fazer frente a esta tão estranha Manha sempre tão densa e sempre serrada? Escrito quando viajei pelo Paraguai – Asunción

ALVORADA O tempo e tudo que fazemos com ele as palavras e os sorrisos disfarçados,
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ALVORADA O tempo e tudo que fazemos com ele as palavras e os sorrisos disfarçados, as memorias as que retenho e as saudades dos que amo. Os sonhos arquivados nas prateleiras, o pó entre as memorias das coisas simples, e de novo os sonhos que ninguém sonha como eu sonho porque me debato antes de qualquer alvorada. De novo eu e só entre o fim e o principio de tudo que eu mesmo escolhi e aqui moro no lugar por nome Fim do Mundo. E que Mundo é este? Saberás tu me responder a cerca das coisas simples, fala me e e me responde e eu te direi tantas coisas, as coisas que moram entre a razão e o coração. O meu coração que bate tão pouco, porque pouco ou nada tem... e a razão que perco porque tão mal a entendo. Saberás tu o dia que escurecera todas as manhas, o dia que que alvorada deixar de existir? O tempo o meu e o dos outros que me acompanham lado a lado.

"Nós, os artistas (desculpe-me o plural), temos direitos diferentes das pessoas normais, pois temos necessidades diferentes, que nos colocam acima - é preciso que se afirme e acredite - de sua moral. O seu dever é não se consumir jamais no sacrifício. O seu dever real é salvar se…
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"Nós, os artistas (desculpe-me o plural), temos direitos diferentes das pessoas normais, pois temos necessidades diferentes, que nos colocam acima - é preciso que se afirme e acredite - de sua moral. O seu dever é não se consumir jamais no sacrifício. O seu dever real é salvar seu sonho. A beleza tem seus direitos dolorosos: cria, porém, os mais belos esforços d'alma"... "As personagens de Cézanne, , como as belas estátuas antigas, não tem olhar. As minhas personagens, ao contrario vêm. Elas vêm mesmo quando acreditei que não devia pintar-lhes pupilas; mas, como as personagens de Cézanne, elas não exprimem mais do que muda aquiescência á vida" "Aquilo que procuro não é real nem o irreal, e sim o inconsciente, o mistério do que há de instintivo na raça humana". 'A beleza tem seus direitos dolorosos: cria, porém, os mais belos esforços da alma'... "Nosso único dever é salvar nossos sonhos..."

Nordeste As serras ao longe brilham em meu peito E o tempo aqui é hora morta
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Nordeste As serras ao longe brilham em meu peito E o tempo aqui é hora morta Quando ao meio dia os pássaros adormecem Debaixo das copas das poucas arvores E uma carreta envelhecida com um jumento cansado Que vai Murmurando e maneia a cabeça De um sol agreste que o vai queimando. As terras secas em vales profundos E um povo amável do fim do mundo Que Suspira e respira a poeira das fabricas Do gesso absurdo. Enfim no fim de tudo Nem uma escultura gesso existe neste pequeno Paraíso de um Adão e de uma Eva Para que a memória dos seus antepassados Deixe de ser escura.

PORTUGAL Seca-me a boca por ti, ó pátria decapitada, porque hoje em ti o lugar está
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PORTUGAL Seca-me a boca por ti, ó pátria decapitada, porque hoje em ti o lugar está deserto de alma ferida e abandonada... Seca os olhos porque os que por ti entraram eram como mensageiros, profetas e poetas semi-adormecidos pela preguiça causa por tão poucos. E vós, ó aves de rapina, que devorais ate a própria manhã clara, porem a pátria amada, submissa e cansada teus filhos fugiram de ti antes de qualquer dor e mágoa. Tu que eras a invicta, a mãe minha e pátria semi-acabada, tu que tinhas sobre ti as caravelas e os heróis escrito nas estrelas, sim, tu que vinhas por esses mares escuros e tu que desafiastes o Adamastor, hoje em ti não resta mais nada de nada... porque todos os teus filhos choram por ti, ó pátria minha e amada. Peregrinos e mensageiros teus filhos se tornaram, desterrados e abandonados por todos aqueles que nada sabem e nada fazem. Bastardos e corrompidos pela loucura de uma Europa sem luz... loucos e guias de cegos, amantes de si mesmos que venderam a própria mãe como escrava às nações e reinos distantes. Porém um dia teus filhos hão de voltar, mais fortes porque o amor por ti é infinito ó pátria minha senhora e amada. Teu império ainda não está cumprido e tua chama ainda não está apagada, pois voltaremos do desterro antes que chegue a madrugada. E tu, ó pátria minha e abandonada, julgarás nesse dia, um por um de todos aqueles que te venderam a preço de nada e serás reedificada.

SEM TERRA A terra que me ad comer o pó que todos carregamos
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SEM TERRA A terra que me ad comer o pó que todos carregamos a sol que queima pela tarde e alma que viaja sem ninho. O grito dos que nada tem, o sonho inacabado dos cansados, as palavras em forma de sinais e os homens presos a estrada. A volta de uma volta redonda, a terra que é de ninguém, o vale seco e triste dos que nada tem nem o bem. De terra em terra alheia, o povo saiu para nada, e no meio de tanta poeira o que resta são dores e magoas. Meu sonho atrasado minha vida sem preço, meu nome arquivado só fala da desgraça sem a Graça. Verde e amarelo é meu grito, o grito sufocado pela poeira e pela estrada, aqui no locar esquecido pelos capitães e generais sem praça.

Nove horas da manhã O som do teclado toma forma… As suas mãos correm e se perdem
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Nove horas da manhã O som do teclado toma forma… As suas mãos correm e se perdem Na busca de novas melodias Lá fora as mesmas coisas… O movimento constante de sempre. Em um se estar em parte alguma Muitas das vezes incerta. Será que estou só?… Ou será que a vida se reduz apenas A este momentâneo apenas?Na verdade, gostaria de saber Qual seria o ponto final disto tudo… Murmurou ela e continuou… Para onde vamos? Se é que vamos Para algum lugar.

...vendo a Rússia ser sangrada por revoltas internas financiadas pelo Catar e sofrendo baixas massivas em seu território, viu-se obrigado a recuar de suas ambições e juntar-se aos Aliados. O mundo agora era uma luta de sobrevivência: a Fé e a Liberdade contra a Submissão Total.…
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...vendo a Rússia ser sangrada por revoltas internas financiadas pelo Catar e sofrendo baixas massivas em seu território, viu-se obrigado a recuar de suas ambições e juntar-se aos Aliados. O mundo agora era uma luta de sobrevivência: a Fé e a Liberdade contra a Submissão Total. Sentindo que a "Guerra Santa" estava a fugir do controle, os líderes ocultos da Irmandade — o prefeito de Londres, Sadik, e o de Nova York, Erik, cujas administrações tinham se tornado os centros logísticos do califado ocidental — deram a ordem final preseguir todos contrarios a fé.. retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO

O relógio da eternidade entrou nos seus últimos 48 segundos proféticos. É 9 de setembro de 2027. O mundo não é mais um lugar de nações, mas um necrotério global sob um céu que se enrola como um pergaminho prestes a ser queimado. retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO…
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O relógio da eternidade entrou nos seus últimos 48 segundos proféticos. É 9 de setembro de 2027. O mundo não é mais um lugar de nações, mas um necrotério global sob um céu que se enrola como um pergaminho prestes a ser queimado. retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO