ES o meu reflexo que se enquadra no reflexo do universo que tento descobrir, pois se vivo no meu tempo e mal o compreendo como posso eu então interrogar o que observo sem que eu mesmo me avalie.
Frases de miguel westerberg
263 frases
levei quarenta anos para apreender que é urgente despertar deste longo sono que cada um de nós atravessa atualmente. Hoje sei que tudo que devo, só devo a minha persistência pela procura das respostas envolta de tantas duvidas.
se um dia eu tivesse oportunidade de voltar no tempo me seria difícil de escolher um determinado ano ou dia, todos os anos da minha vida me foram importantes de tal modo que uma viaje no tempo faria anular todo meu saber e felicidade.
Eu observo, que aqueles que tem o poder de agir, mergulham dia a pós dia no seu ego centrismos, es um eu em que voz não tem som algum e é por isso que o nosso planeta vai de mal a pior.
Criamos fronteiras no lugar que antes era espaço aberto. Dos velhos arados criamos armas de guerra para defender as tais fronteiras e com isso, nos aprisionamos e ganhamos um premio, que o é MEDO de agir.
Temo por o futuro incerto, apenas porque os de mais também temem e não nada fazem para melhorar a vida de cada um de nós aqui na Terra, nada mais é que a inercia perante um cenário tão simples de se poder agir.
Tenho um filho que tem 17 anos, um jovem pacifico e inteligente que nasceu num planeta confuso. Um jovem que quando paro e olho por um longo tempo para ele, fico como pasmado e me obriga a chorar. Afinal esta é a herança que estamos a deixar para os nossos filhos. A inercia, a im…
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Tenho um filho que tem 17 anos, um jovem pacifico e inteligente que nasceu num planeta confuso. Um jovem que quando paro e olho por um longo tempo para ele, fico como pasmado e me obriga a chorar. Afinal esta é a herança que estamos a deixar para os nossos filhos. A inercia, a impotência de se nada fazer. Afinal sera que já chegamos ao ponto de perder as emoções , de sentir e compreender que se continuarmos nesta direção, acabaremos instintos.
Hoje escrevo o que todo mundo já sabe, mas são tão poucos os que realmente querem ver e agir. Não falarei apenas como um Pai, mas falo como um cidadão do mundo, deste nosso mundo que anseia urgentemente que despertemos deste logo sono e sonho o do MEDO E QUE MEDO É ESSE? PENSE NI…
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Hoje escrevo o que todo mundo já sabe, mas são tão poucos os que realmente querem ver e agir. Não falarei apenas como um Pai, mas falo como um cidadão do mundo, deste nosso mundo que anseia urgentemente que despertemos deste logo sono e sonho o do MEDO E QUE MEDO É ESSE? PENSE NISTO. OBRIGADO.
Seja bem vindo ao futuro incerto E analise o que pretendemos realmente? E qual é o caminho que devemos seguir para que a famosa palavra Igualdade tenha uma razão de ser e se prenunciar.
Eu observo e ate que compreendo o porque que a humanidade padece, é o medo de aprisionamento neste nosso mundo tão mesquinho e incapaz de ir a alem das estrelas.
Os povos, o que são os povos? Quando a desigualdade é visível por toda a Terra.
Ofélia Tudo em ti reluz como as joias da coroa do Rei, tudo em ti é serena e calma manha,
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Ofélia Tudo em ti reluz como as joias da coroa do Rei, tudo em ti é serena e calma manha, os sonhos dos homens são como a areia junto ao atlântico e tu és eterna entre os lábios dos poetas mesmo que adormecidos... Há noite, tu deitastes e a lua resplandece sobre teu corpo, de dia o sol és tu mesma quando passas, porem nós homens nos perdemos nas sombras e falamos apenas com o coração. Ofélia doce madrugada dos apressados e dos caídos, Ofélia das aguas límpidas e das lágrimas sinceras porque em teu rosto existe o sonhos dos que ainda amam e choram por ti.
Cântico dos desesperados Caminhais por entre o fio da navalha E de pés ensanguentados cambaleias
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Cântico dos desesperados Caminhais por entre o fio da navalha E de pés ensanguentados cambaleias Temendo a direção do norte Como também o caminho imaginário Que se diz ser do sul.Resumis um todo a uma escala mínima E mesmo assim vossos sonhos são tão iguais Aos que sempre vão pensando alto… Eis a sina dos que bebem água turva pela manha, O quanto basta para que vossa voz se confunda Com a razão que tendes, mas que sempre vos tiram. Conflitos e dores numa palavra tão simples Que vos levara ao progresso, Mesmo que este progresso esteja tão distante E ninguém entre vós há que vos desperte. Caminhais sobre o fio da espada E aqueles que se dizem entender sobre vós Nada sabem e nada fazem. Panfletos que se perdem na virada do tempo A mistura de seres sempre desesperados Quando os vossos lamentos e cânticos se abafam E todo mundo se encontra as escuras. Gritais e não há entre vós um só que vos escute, Bolívia não esta mais entre vós outros, Ché foi morto por todos aqueles que se diziam Protetores. Existência e identidade de um povo América do sul de todos os adormecidos, Quando sobre o fio da cruel espada ensangüentada Que lentamente a todos vos mata… E ressume cada instante quando por entre as trevas Nada mais se avista do que as próprias trevas. Murmúrios, sobre telhados quebrados… Em pleno amanhecer tão estranho e sempre tão doloroso. Deus meu, deus meu… Será que entre nós Existe alguém capaz de fazer frente a esta tão estranha Manha sempre tão densa e sempre serrada? Escrito quando viajei pelo Paraguai – Asunción
ALVORADA O tempo e tudo que fazemos com ele as palavras e os sorrisos disfarçados,
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ALVORADA O tempo e tudo que fazemos com ele as palavras e os sorrisos disfarçados, as memorias as que retenho e as saudades dos que amo. Os sonhos arquivados nas prateleiras, o pó entre as memorias das coisas simples, e de novo os sonhos que ninguém sonha como eu sonho porque me debato antes de qualquer alvorada. De novo eu e só entre o fim e o principio de tudo que eu mesmo escolhi e aqui moro no lugar por nome Fim do Mundo. E que Mundo é este? Saberás tu me responder a cerca das coisas simples, fala me e e me responde e eu te direi tantas coisas, as coisas que moram entre a razão e o coração. O meu coração que bate tão pouco, porque pouco ou nada tem... e a razão que perco porque tão mal a entendo. Saberás tu o dia que escurecera todas as manhas, o dia que que alvorada deixar de existir? O tempo o meu e o dos outros que me acompanham lado a lado.
"Nós, os artistas (desculpe-me o plural), temos direitos diferentes das pessoas normais, pois temos necessidades diferentes, que nos colocam acima - é preciso que se afirme e acredite - de sua moral. O seu dever é não se consumir jamais no sacrifício. O seu dever real é salvar se…
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"Nós, os artistas (desculpe-me o plural), temos direitos diferentes das pessoas normais, pois temos necessidades diferentes, que nos colocam acima - é preciso que se afirme e acredite - de sua moral. O seu dever é não se consumir jamais no sacrifício. O seu dever real é salvar seu sonho. A beleza tem seus direitos dolorosos: cria, porém, os mais belos esforços d'alma"... "As personagens de Cézanne, , como as belas estátuas antigas, não tem olhar. As minhas personagens, ao contrario vêm. Elas vêm mesmo quando acreditei que não devia pintar-lhes pupilas; mas, como as personagens de Cézanne, elas não exprimem mais do que muda aquiescência á vida" "Aquilo que procuro não é real nem o irreal, e sim o inconsciente, o mistério do que há de instintivo na raça humana". 'A beleza tem seus direitos dolorosos: cria, porém, os mais belos esforços da alma'... "Nosso único dever é salvar nossos sonhos..."
Nordeste As serras ao longe brilham em meu peito E o tempo aqui é hora morta
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Nordeste As serras ao longe brilham em meu peito E o tempo aqui é hora morta Quando ao meio dia os pássaros adormecem Debaixo das copas das poucas arvores E uma carreta envelhecida com um jumento cansado Que vai Murmurando e maneia a cabeça De um sol agreste que o vai queimando. As terras secas em vales profundos E um povo amável do fim do mundo Que Suspira e respira a poeira das fabricas Do gesso absurdo. Enfim no fim de tudo Nem uma escultura gesso existe neste pequeno Paraíso de um Adão e de uma Eva Para que a memória dos seus antepassados Deixe de ser escura.
PORTUGAL Seca-me a boca por ti, ó pátria decapitada, porque hoje em ti o lugar está
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PORTUGAL Seca-me a boca por ti, ó pátria decapitada, porque hoje em ti o lugar está deserto de alma ferida e abandonada... Seca os olhos porque os que por ti entraram eram como mensageiros, profetas e poetas semi-adormecidos pela preguiça causa por tão poucos. E vós, ó aves de rapina, que devorais ate a própria manhã clara, porem a pátria amada, submissa e cansada teus filhos fugiram de ti antes de qualquer dor e mágoa. Tu que eras a invicta, a mãe minha e pátria semi-acabada, tu que tinhas sobre ti as caravelas e os heróis escrito nas estrelas, sim, tu que vinhas por esses mares escuros e tu que desafiastes o Adamastor, hoje em ti não resta mais nada de nada... porque todos os teus filhos choram por ti, ó pátria minha e amada. Peregrinos e mensageiros teus filhos se tornaram, desterrados e abandonados por todos aqueles que nada sabem e nada fazem. Bastardos e corrompidos pela loucura de uma Europa sem luz... loucos e guias de cegos, amantes de si mesmos que venderam a própria mãe como escrava às nações e reinos distantes. Porém um dia teus filhos hão de voltar, mais fortes porque o amor por ti é infinito ó pátria minha senhora e amada. Teu império ainda não está cumprido e tua chama ainda não está apagada, pois voltaremos do desterro antes que chegue a madrugada. E tu, ó pátria minha e abandonada, julgarás nesse dia, um por um de todos aqueles que te venderam a preço de nada e serás reedificada.
SEM TERRA A terra que me ad comer o pó que todos carregamos
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SEM TERRA A terra que me ad comer o pó que todos carregamos a sol que queima pela tarde e alma que viaja sem ninho. O grito dos que nada tem, o sonho inacabado dos cansados, as palavras em forma de sinais e os homens presos a estrada. A volta de uma volta redonda, a terra que é de ninguém, o vale seco e triste dos que nada tem nem o bem. De terra em terra alheia, o povo saiu para nada, e no meio de tanta poeira o que resta são dores e magoas. Meu sonho atrasado minha vida sem preço, meu nome arquivado só fala da desgraça sem a Graça. Verde e amarelo é meu grito, o grito sufocado pela poeira e pela estrada, aqui no locar esquecido pelos capitães e generais sem praça.
Nove horas da manhã O som do teclado toma forma… As suas mãos correm e se perdem
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Nove horas da manhã O som do teclado toma forma… As suas mãos correm e se perdem Na busca de novas melodias Lá fora as mesmas coisas… O movimento constante de sempre. Em um se estar em parte alguma Muitas das vezes incerta. Será que estou só?… Ou será que a vida se reduz apenas A este momentâneo apenas?Na verdade, gostaria de saber Qual seria o ponto final disto tudo… Murmurou ela e continuou… Para onde vamos? Se é que vamos Para algum lugar.
...vendo a Rússia ser sangrada por revoltas internas financiadas pelo Catar e sofrendo baixas massivas em seu território, viu-se obrigado a recuar de suas ambições e juntar-se aos Aliados. O mundo agora era uma luta de sobrevivência: a Fé e a Liberdade contra a Submissão Total.…
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...vendo a Rússia ser sangrada por revoltas internas financiadas pelo Catar e sofrendo baixas massivas em seu território, viu-se obrigado a recuar de suas ambições e juntar-se aos Aliados. O mundo agora era uma luta de sobrevivência: a Fé e a Liberdade contra a Submissão Total. Sentindo que a "Guerra Santa" estava a fugir do controle, os líderes ocultos da Irmandade — o prefeito de Londres, Sadik, e o de Nova York, Erik, cujas administrações tinham se tornado os centros logísticos do califado ocidental — deram a ordem final preseguir todos contrarios a fé.. retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO
'E o sangue daquele que nasceu da união das raças da terra será o único filtro que a Grande Máquina não poderá corromper'.
O relógio da eternidade entrou nos seus últimos 48 segundos proféticos. É 9 de setembro de 2027. O mundo não é mais um lugar de nações, mas um necrotério global sob um céu que se enrola como um pergaminho prestes a ser queimado. retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO…
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O relógio da eternidade entrou nos seus últimos 48 segundos proféticos. É 9 de setembro de 2027. O mundo não é mais um lugar de nações, mas um necrotério global sob um céu que se enrola como um pergaminho prestes a ser queimado. retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO
"E naquele tempo, os olhos dos eleitos serão abertos, e eles verão o que foi oculto desde a fundação do mundo. Pois o ferro não será a salvação, nem o ouro o refúgio, mas a Luz que habita no centro da semente humana." miguel westerberg