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Frase de miguel westerberg

Nordeste As serras ao longe brilham em meu peito E o tempo aqui é hora morta Quando ao meio dia os pássaros adormecem Debaixo das copas das poucas arvores E uma carreta envelhecida com um jumento cansado Que vai Murmurando e maneia a cabeça De um sol agreste que o vai queimando. As terras secas em vales profundos E um povo amável do fim do mundo Que Suspira e respira a poeira das fabricas Do gesso absurdo. Enfim no fim de tudo Nem uma escultura gesso existe neste pequeno Paraíso de um Adão e de uma Eva Para que a memória dos seus antepassados Deixe de ser escura.

miguel westerberg

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Afinal, que idéia tem hoje um artista sobre arte? Será que arte é apenas pintar uma tela, escrever um poema ou outra coisa qualquer que a envolve? Porque será que os artistas estão tão dispersos e ao mesmo tempo tão desanimados ao ponto de desacreditarem de seus potenciais? Será…
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Afinal, que idéia tem hoje um artista sobre arte? Será que arte é apenas pintar uma tela, escrever um poema ou outra coisa qualquer que a envolve? Porque será que os artistas estão tão dispersos e ao mesmo tempo tão desanimados ao ponto de desacreditarem de seus potenciais? Será que a criação de um movimento não tem mais finalidade? Quando me absorvo na análise destas perguntas, afim de obter respostas satisfatórias, tento trazer em mente outros tempos. Tempos esses, não muito distantes, que um movimento artístico fazia muito sentido, de forma que chegava a abalar as bases das velhas civilizações.