Busque-me, discípulo acha-me naquela estação entre inverno e verão
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Busque-me, discípulo acha-me naquela estação entre inverno e verão Ama-me como uma noiva recém casada; aonde foi o teu amor? Enxerga-me outra vez, como pôde se esquecer? Com os teus olhos, jamais irá me ver. Enxerga-me, pois, de olhos fechados. Procura-me ver, com o teu coração e me verás novamente, sentirás outra vez. Em sua nudez eu não aponto para a tua vergonha exposta, mas cubro-a com novas vestes, vestes de linho branco. Duvide de reis, questione governos, não acredite em tudo que se ouve Mas como podes duvidar do meu perdão? Como podes questionar meu amor? Como pôde, se esquecer da cruz que tornou do órfão, mais uma vez, filho? Permita-me cativar-te, não te escondas de mim. Revele-se, confesse... pois sou o amor restaurador, e desde que encontrou meus pés, esse meu amor Te encontrou.